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SALMO 40 – Além das muitas injustiças na sociedade, a vida em si neste mundo é injusta. Há pessoas cruéis, maldosas, perversas que prosperam enquanto fazem os justos sofrerem.
Além dos inimigos de Deus que nos afligem com suas malícias, nossas falhas também atrapalham nossa jornada em busca de tranquilidade e felicidade. Nossos erros acarretam muitos males, levando-nos ao fundo do poço; porém, Deus está disposto a perdoar-nos e restaurar-nos, independentemente das inúmeras calamidades e do tamanho das nossas adversidades.
• Se entendermos isso como Davi entendeu, não fugiremos de Deus, mas fugiremos para Deus!
Aquele que clamar a Deus com sinceridade abrindo-lhe escancaradamente o coração, será liberto da lama do pecado, e da imundícia será purificado. Assim, pecadores são restaurados e transformados. A mudança de canção, de uma velha música para uma nova, tem a ver com tal restauração.
• Libertos das trevas da aflição, as melodias de lamentos se transformam em notas de alegria pela salvação (Salmo 40:1-4).
É extremamente necessário entender que é possível alcançar comunhão profunda e genuína com o Eterno. Quando isso ocorrer contigo, podes ter certeza que teu destino não será o inferno!
Aprofundando ainda mais no Salmo, percebemos que a maioria das pessoas pensa que o ativismo é a solução para todas as inquietações – doce ilusão, pois não é! Apenas o Altíssimo é a solução que tanto almejamos. Esperar pacientemente em Deus significa dizer não ao ativismo para confiar no Altíssimo.
• Ainda que Deus não nos responda imediatamente e tenhamos que esperar, no momento oportuno e de uma forma extraordinária, Ele responderá, certamente!
O Salmo 40 ainda revela que as bênçãos recebidas de Deus devem ser contadas, a fim de espalhar as boas novas de um Deus que faz boas obras aos que nEle colocam seus experiências arruinadas. Colocar nossa esperança no Senhor implicará viver a vida com confiança (Salmo 40:5-17).
Lembrar ou saber quem Deus é, enche nosso coração de confiança. Contudo, como a fé não é algo meramente psicológico, encontraremos em Deus um misericordioso amigo real para acompanhar-nos durante a dura trajetória da história; além de, quando necessário, nos fortalecer para superar obstáculos e não desistirmos de viver Seus maravilhosos planos.
Esta realidade foi o motivo de Davi escrever o Salmo 40, a qual deve levar-nos a reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 39 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/39
Davi era um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13:14). Às vezes, é difícil entender esse conceito por causa dos enormes pecados que Davi cometeu em sua vida. Ele era um grande rei, mas também matou, mentiu, era polígamo – e seus pecados foram registrados!
O Salmo 39 expressa o tipo de relacionamento que Davi teve com Deus. Davi focou sua visão não no que ele poderia ou não poderia fazer por Deus, mas no que Deus poderia fazer por ele. Temos um Deus maravilhoso ao nosso alcance, que está disposto a nos livrar de nossas iniquidades quando exclamamos: “E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança” (Sl 39:7).
Davi reconhece que “todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v. 5). Ele reconhece sua condição pecaminosa dizendo: “Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato” (v. 8). Reconhecer sua situação é uma parte do que devemos fazer. O outro é agir sobre esse conhecimento e buscar a ajuda de Deus.
No final, os planos de Deus para nós são sempre melhores que os nossos.
Eliangel Fermin
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/39
Tradução:Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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“[…] Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v.5).
A vaidade da vida, destacada por Davi no Salmo de hoje, encontra um paralelo com o que o seu filho Salomão escreveria mais tarde: “vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (Ec.1:2). Tanto o pai quanto o filho chegaram a uma conclusão: a vida neste mundo é um sopro, é passageira. “Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta” (v.6). Como escreveu Ellen White: “Mas os cristãos são peregrinos na Terra; estão em terra estranha, parando, por assim dizer, por apenas uma noite. Nosso lar está nas mansões que Jesus foi preparar-nos. Esta vida é apenas um vapor que se desfaz” (CPB, A Verdadeira Riqueza, p.50).
O salmista iniciou com um monólogo. É Davi falando consigo mesmo, mais ou menos assim:
— Preciso estar vigilante para não falar demais. Vou fechar a minha boca diante dos que não são tementes a Deus.
O resultado disto foi dor de coração e angústia. Ele passou a ter uma real noção da brevidade da vida e de tudo o que o homem acumula nesta terra (v.6). É tudo “pura vaidade” (v.11). Enquanto a esperança de muitos estiver depositada nesta vida passageira e nas coisas deste mundo, ela passará “como uma sombra” (v.6). Mas se o Senhor for a nossa esperança, podemos ter a certeza de que ainda que tenhamos que passar pelo fogo das provações (v.11), Ele ouvirá a nossa oração (v.12).
Apesar de ter iniciado o Salmo como a figura de um homem emudecido (v.2), Davi o terminou com um “grito por socorro” (v.12). Podemos até nos calar para evitar falar o desnecessário, mas não podemos negligenciar o diálogo com o Eterno. De dia e de noite precisamos clamar: “Ouve, Senhor, a minha oração” (v.12). Antes que o nosso prazo de vida nesta terra chamado “nada” (v.5) se esgote, antes que seja tarde demais, que o nosso “grito por socorro” alcance os ouvidos misericordiosos de Deus. Reconhecer que somos seres finitos e dependentes dEle nos faz olhar na direção do Único que é eterno e declarar: “Tu és a minha esperança” (v.7).
Entreguemos a nossa vida nas mãos de Jesus! Ele é a própria Vida (Jo.14:6)! E ainda que morramos aqui, quando Ele voltar, “com poder e muita glória” (Mt.24:30), nossa vida será transformada de “alguns palmos” (v.5) em dias incontáveis. Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos39 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 39 – Precisamos olhar além da efemeridade da existência a fim de encontrar sentido para a vida.
Somos incentivados, através das sábias palavras do Salmo 39, a considerar o vazio da vida como uma força que nos impulsiona para a busca de um sentido mais profundo e um propósito mais nobre do que focar nas coisas efêmeras deste mundo.
Salomão, o filho de Davi, ampliou ainda mais as meditações e reflexões de seu pai no Salmo 39. O livro de Eclesiastes é profundamente filosófico que trata da vaidade da vida alheia a Deus e a Seus princípios. Os 12 capítulos de seu livro ecoam a mensagem do Salmo 39. Pai e filho, inspirados pelo Espírito Santo, nos lembram em seus escritos que, apesar de todo esforço humano em buscar segurança e satisfação nas coisas materiais e temporais, elas jamais oferecerão respostas satisfatórias para as questões mais profundas da vida e para a busca de significado.
• A única forma de encontrar verdadeira realização e real significado está em uma genuína conexão com Deus. Para isso, é preciso concordar com o Rei de Israel no reconhecimento da brevidade da vida, que pode ser comparada a um sopro ou uma sombra que passa rapidamente (Salmo 39:1-6). É preciso também reconhecer a futilidade dos esforços humanos em acumular riquezas, realizações e conquistas mundanas, compreendendo que tudo isso é passageiro desprovido de valor duradouro.
• Tal percepção da efemeridade humana precisa nos conduzir a orar a Deus em busca de maior compreensão da fragilidade e mortalidade a fim de encontrar um propósito mais profundo da existência (Salmo 39:7-13). Enquanto a efemeridade humana grita por socorro, a eternidade divina oferece auxílio. O Deus que transcende as limitações humanas possui uma natureza eterna. Esta percepção da eternidade divina oferece consolo e esperança ao crente diante da transitoriedade da vida humana.
O poeta, nos versículos centrais do Salmo 39, “avança com afirmações cada vez mais contundentes, até que no versículo 7, no ápice mais agudo, levanta uma pergunta desesperada: ‘Mas agora, Senhor, que esperança me resta?’” Neste exato momento ele “dá um grande salto, e vem a solução e o desfecho: ‘Tu és a minha esperança’”, destaca Ignácio Larrañaga.
Enfim, podemos perder tudo; mas, se tivermos Deus, ainda temos tudo o que precisamos! – Heber Toth Armí.
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345 palavras
Este lamento é mais pessoal e autobiográfico do que a maioria das lamentações. O autor parece ser uma pessoa já idosa, cheia de reflexões, tal como o autor de Eclesiastes. Bíblia de Genebra.
Jedutum. Mencionado aqui e nos títulos dos salmos 62 e 77. Um dos três líderes dos corais de Davi (1Cr 16:41-42; 25:1, 6; 2Cr 5:12), provavelmente o compositor das melodias destes salmos. Andrews Study Bible.
1-3 Davi resolveu livrar-se do pecado; Ou seja, ele decidiu não queixar-se a outras pessoas sobre o tratamento de Deus a ele. Davi certamente tinha razão para reclamar. Davi era o rei de Israel, mas teve que esperar muitos anos antes de assumir o trono. Então um de seus filhos tentou matá-lo e tornar-se rei em seu lugar. Mas quando Davi não pôde ficar quieto por mais tempo, levou suas queixas diretamente a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
2 O salmista reprimiu seus sentimentos, mas não podia livrar-se deles. Finalmente, falou. Bíblia de Genebra.
4 A vida é curta não importa quanto tempo nós vivamos. Se há algo importante que queiramos fazer, não devemos deixá-lo fora para um dia melhor. Pergunte a si mesmo: “Se eu tivesse apenas seis meses de vida, o que eu faria?” Dizer a alguém que você o/a ama? Lidar com uma área indisciplinada na sua vida? Contar a alguém a respeito de Jesus? Porque a vida é curta, não negligencie o que é verdadeiramente importante. Life Application Study Bible Kingsway.
5, 6 A brevidade da vida é um tema abordado nos livros dos Salmos, Provérbios e Eclesiastes. Jesus também falou sobre isso (Lucas 12:20). É irônico que as pessoas gastam tanto tempo investindo suas vidas na Terra e gastam pouco ou nenhum pensamento sobre onde passarão a eternidade. Davi percebeu que acumular riquezas e realizar tarefas mundanas não faria diferença na eternidade. Poucas pessoas entendem que sua única esperança está no Senhor. (Para outros versos sobre a brevidade da vida, ver Eclesiastes 2:18 e Tiago 4:14). Life Application Study Bible Kingsway.
6 em vão. Essa mesma palavra, no hebraico, é traduzida por “vaidade” no v. 5. O sentimento é similar àquele encontrado em Eclesiastes (5.8-20). Bíblia de Genebra.
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Texto bíblico: SALMO 38 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/38
Davi é apresentado como um rei exemplar, um homem que seguia e honrava a Deus. No entanto, ele muitas vezes foi imprudente e tolo. Por duas vezes seus pecados públicos foram repreendidos por profetas. Dois de seus pecados exigiram arrependimento público: por ter se envolvido sexualmente com Bate-Seba e assassinado o seu marido (2Sm 12) e por ele ter ordenado o censo dos homens de guerra, cerca de 15 anos mais tarde, perto do fim do seu reinado (2Sm 24).
O Salmo 32 e o Salmo 38 tanto registram a tristeza de Davi sobre um pecado específico como oferecem a outros pecadores o exemplo de uma oração suplicando perdão.
Pai, Tu testemunhastes o meu pecado e feriste fortemente o meu coração – feridas infligidas por um amigo fiel. Eu não preciso implorar por compaixão, pois a Tua compaixão já me alcançou. Em Tua misericórdia, lembre-me muitas vezes que quando eu confio na minha própria opinião e sigo os meus próprios caprichos, eu O desonro e trago sobre mim desastre após desastre. Sustenha-me em Seus braços. Amém.
Helen Pyke
Professora aposentada
Universidade Adventista do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/38
Tradução:Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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1000 palavras
Esse é chamado de salmo penitencial, porque nele Davi expressa tristeza por seu pecado (38:18). Ele declara que seu pecado causou problemas de saúde (38:1-8) e o separou de Deus e de outros, causando extrema solidão (38:9-14). Ele então confessa seu pecado e se arrepende (38:15-22). Life Application Study Bible Kingsway.
O Salmo 38 é uma oração de arrependimento (ver Sl 6; ver também p. 703[CBASD]). O salmista retrata um sofrimento intenso, tanto físico quanto mental. Ele descreve seu corpo sendo atormentado pela dor, e sua mente, pela angústia, porque se sente condenado ou porque teme seus inimigos. O sofrimento se intensifica ao perceber que os que deveriam ser seus amigos o abandonaram quando ele mais precisa da compreensão e do consolo deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 816.
Título ARA: “Em memória”; NKJV: “Para trazer à lembrança”; NVI: “Uma petição”.
2 Tuas setas. Símbolos do castigo divino (ver Sl 7:13). CBASD, vol. 3, p. 816.
3 Não há parte sã. Ver Is 1:6. Os sintomas descritos, somados ao fato de seus amigos o deixarem sozinho (ver v. 7, 11), dão a entender que a doença era extremamente repulsiva. CBASD, vol. 3, p. 817.
saúde. Do heb shalom, “paz”, fim do sofrimento. CBASD, vol. 3, p. 817.
não há saúde. O pecado do salmista exercera efeitos sérios sobre a sua saúde. Em alguns casos, o pecado e a culpa são a causa das enfermidades, mas nem sempre as enfermidades resultam de pecados cometidos pela pessoa que sofre (Livro de Jó; Jó 9:1-12). Bíblia de Genebra.
por causa do meu pecado. O salmista sente que seu sofrimento é uma punição por seus pecados. Todo sofrimento é resultado da entrada do pecado no universo e, muitas vezes, o sofrimento pessoal é resultado direto de atos errados. … Deus não faz um milagre para impedir que o ser humano sofra as consequências de violar as leis da natureza (ver CRA, 29). Se fossem protegidos dos resultados desastrosos de se praticar o mal, os pecadores se sentiriam encorajados na iniquidade. Porém, nem todo sofrimento é resultado direto do pecado pessoal da parte do sofredor. Antigamente, muitos consideravam que toda aflição era castigo de algum erro, fosse do sofredor ou de seus pais (ver Jo 9:2). Julgavam o grau de culpabilidade pela intensidade de sofrimento. … Eis a verdadeira filosofia do sofrimento: “O sofrimento é infligido por Satanás, mas Deus predomina sobre ele para fins misericordiosos” (DTN, 471). A razão por que Deus nem sempre protege Seus filhos da enfermidade e do sofrimento é que, se fizesse isso, Satanás O acusaria como fez no relato do livro de Jó. … Deus deve dar a Satanás a oportunidade de afligir os justos, para que no fim seja provado que todas as acusações de injustiça não possuem fundamento. Assim, o sofredor pode encontrar conforto na ideia de que, embora um “mensageiro de Satanás” o esbofeteie (ver 2Co 12:7), Deus está no controle para fins misericordiosos e fará com que a aflição se transforme em bênção (ver Rm 8:28). CBASD, vol. 3, p. 817.
5-10 Uma descrição do sofrimento físico e o sofrimento moral que sempre acompanham a prática do pecado (cf Is 1.5-6). Bíblia Shedd.
7 Ardem-me os ombros. Os sintomas parecem indicar uma enfermidade repulsiva com inflamação intensa. CBASD, vol. 3, p. 817.
9 Na Tua presença, SENHOR, estão os meus desejos todos. O salmista reconhece que Deus sabe de seu desejo de perdão e cura, e que não há necessidade de repetir a oração. A oração mais débil é ouvida no Céu. Não precisamos falar muito para que Deus ouça a nossa oração. Ele observa os propósitos do coração e nossa devoção a Ele. “A verdadeira oração requer as energias da alma e afeta a vida” (T4, 535). Este versículo é o único lampejo de conforto nos v. 1 a 14. Para o salmista é suficiente saber que pode derramar seu coração a um Deus que o conhece e que Se importa com ele. CBASD, vol. 3, p. 817, 818.
11 Os meus amigos. Comparar com Sl 31:11. Eles não estão dispostos a se aproximarem do enfermo, provavelmente por temer o contágio (ver Jó 19:13-20). Talvez esse distanciamento seja uma das setas do v. 2. CBASD, vol. 3, p. 818.
13, 14 É extremamente difícil ficar em silêncio quando outros nos destroem porque queremos proteger a nossa reputação. Achamos difícil não fazer nada enquanto eles atacam algo tão precioso para nós. Mas não precisamos contra atacar em vingança ou justificar nossa posição; Podemos confiar em Deus para proteger nossa reputação. Jesus ficou calado diante dos Seus acusadores (Lucas 23: 9, 10); Ele deixou Seu caso nas mãos de Deus (1 Pedro 2: 21-24). Este é um bom lugar para deixar o nosso caso também! Life Application Study Bible Kingsway.
Quando somos esbofeteados e humilhados, a atitude correta é a do Senhor. Como a ovelha muda perante seus tosquiadores, ele não abriu a Sua boca! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
O salmista não leva em conta a calúnia de seus inimigos e permanece em silêncio ao ser perseguido. CBASD, vol. 3, p. 818.
15 No versículo 15 o tom se torna mais calmo. A alma volta a voltar ao seu centro de gravidade em Deus. … A fé dispõe os seus argumentos. … Como Sansão, ela acha mel na carcaça do leão. Mas Deus não nos abandonará, Nunca, nem por um momento retirará de nós sua atenção. O Refinador se assenta junto ao crisol, e resfriará o calor no momento em que a obra estiver terminada. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
19, 20 Pecou contra o Senhor, mas é inocente de qualquer injustiça cometida contra os que atacam. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Mas os meus inimigos. O salmista está perplexo com o fato de os ímpios continuarem prosperando e com boa saúde. CBASD, vol. 3, p. 818.
20 porque eu sigo o que é bom. A razão por trás da conduta dos inimigos é que ele era um homem bom, que fazia o bem. O pecado não tolera o que é bom. A depravação total abomina a justiça (ver 1Jo 3:12). CBASD, vol. 3, p. 818.
22 salvação minha. Ver Sl 27:1. As últimas palavras do salmo mostram os resultados positivos do sofrimento do salmista. As provas fizeram com que clamasse com fervor a Deus, a quem reconhece como sua única esperança de salvação. CBASD, vol. 3, p. 818.
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“Na Tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não Te é oculta” (v.9).
Quantas vezes nos sentimos tão mal por nossos erros e atitudes precipitadas que sentimos até vergonha de orar e pedir perdão! Mas nossa mente é tomada por um sentimento de impotência diante de nossa própria natureza pecaminosa e o grito da alma eclode em clamor e confissão. O Salmo de hoje revela palavras de quem viveu momentos assim. É importante reconhecer a nossa condição como pecadores e a nossa necessidade constante do perdão e do favor divino. Corremos o risco, porém, de estar carregando um fardo demasiadamente pesado.
Sabendo que é “a bondade de Deus que [nos] conduz ao arrependimento” (Rm.2:4), precisamos atender ao Seu chamado crendo que Ele nos ouvirá e atenderá. Nossas fraquezas e defeitos de caráter, sejam herdados ou adquiridos, não são irremediáveis. E ainda que nossas más escolhas tenham nos provocado prejuízos no corpo ou na mente, Jesus não nos trata com indiferença, mas estende para nós Sua terna mão de misericórdia e nos oferece auxílio e salvação:
“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt.11:28-30).
Não é errado clamar a Deus por socorro. Pelo contrário. É quando mais necessitamos de Seu perdão e graça, quando mais sentimos repulsa de nossa triste condição, quando em humilhação nos voltamos para Ele como servos, que Ele nos recebe como filhos amados e nos oferece as vestes de Sua justiça. É contemplando a Cristo, Seu sacrifício expiatório, Seu amor incondicional e Sua vitória sobre o mal, que “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18).
Ninguém, nem mesmo Satanás, tem o direito de nos acusar por pecados que já foram confessados e perdoados. Como Davi diante de seus adversários, precisamos ser “como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica” (v.14). Que o Senhor nos conceda um coração humilde e contrito em tempo de frieza e mornidão, crendo que “Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:6). Portanto: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp.4:6-7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhinhos do Pai de amor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos38 #RPSP
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