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Texto bíblico: SALMO 47 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/47
O Salmo 47 lhe parece familiar? Me é muito familiar! Lembro-me de que, quando era jovem, cantávamos na Escola Sabatina, uma música baseada neste capítulo da Bíblia. O refrão era assim:
Batam palmas, todos vocês,
Exaltem a Deus com voz de triunfo!
Batam palmas, todos vocês,
Exaltem a Deus com voz de louvor!
Hosana, Hosana!
Exaltem a Deus com voz de triunfo!
Louvem-no, louvem-no
Exaltem a Deus com voz de louvor!
Que canção abençoada para nos fazer lembrar do nosso poderoso e maravilhoso Deus! Ele faz tantas coisas por nós e nos concede tantas dádivas todos os dias! Coisas das quais nem temos consciência e que damos por certas – como o ar para respirar e um coração que continua batendo sem que precisemos sequer pensar nisso! E também nos dá o alimento para comer – uma maravilhosa variedade de frutas, legumes e grãos! Não nos esqueçamos daqueles presentes “desnecessários”, coisas como a adorável variedade de flores que enfeitam nossa terra e o ronronar de um gatinho fofo.
Que Deus Criador amoroso nós temos! Vamos bater palmas e exaltar a esse Deus com cânticos de louvor!
Susan Menzmer
Dona de casa, Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/47
Tradução:Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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460 palavras
O Salmo 47 é um hino festivo a Yahweh, que é exaltado como Deus não apenas de Israel, mas de todas as nações da Terra. Pode ser considerado uma extensão do tema do Salmo 46:10. … Este salmo triunfal é lido no serviço de culto da sinagoga moderna no Ano Novo [Rosh Hashanah], antes do soar do shofar (chifre de carneiro). Nesse dia, enfatiza-se no ritual o domínio universal de Yahweh. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 839.
A igreja cristã, de modo apropriado, empregou-o na celebração da ascensão de Cristo (cf. v. 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus é rei, não somente de Israel, mas também do universo. Esta oração também celebra apropriadamente a ascensão ao trono e o governo de Jesus Cristo. Jesus é tanto Rei como Guerreiro (Lc 19.38; 23.38; Jo 1.49). Bíblia de Genebra.
1 todos os povos. Visto que Deus é rei de toda a terra, e não somente de Israel, todas as nações são convocadas para unirem-se em louvor a Ele. Bíblia de Genebra.
2 o SENHOR. Do heb. Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 3, p. 839.
O Senhor Altíssimo é tremendo, além do que as palavras podem descrever, mas isso não impediu que escritores bíblicos tentassem descrevê-Lo. E isso não deveria nos impedir de falar sobre Ele também. Não podemos descrever completamente Deus, mas podemos dizer aos outros o que Ele fez por nós. Não deixe que os aspectos indescritíveis da grandeza de Deus o impeçam de contar aos outros o que você sabe sobre Ele. Life Application Study Bible Kingsway.
3 Ele nos submeteu os povos. Deus obteve inúmeras vitórias para Seu povo através da história, começando com a grande vitória no mar Vermelho (Êx 15). Bíblia de Genebra.
4 a nossa herança. Essas palavras referem-se à conquista e à distribuição da Terra Prometida. O trecho de Dt 7.1-11 explica que somente através da graça foi que Israel chegou a tomar posse dessa herança. Bíblia de Genebra.
5 subiu Deus. Esta é uma cena de entronização. Deus tem sido o Rei desde toda a eternidade (Sl 93.2), mas após a vitória, Sua soberania é celebrada novamente. Bíblia de Genebra.
6 cantai louvores. Do heb. zamar, raiz de mizmor, “um salmo” (ver p. 707). CBASD, vol. 3, p. 840.
9 Os príncipes dos povos se reúnem. Os convertidos do Senhor são considerados como filhos de Abraão (ver Gn 17:4; Rm 4:3-18, Gl 3:7). CBASD, vol. 3, p. 840.
Abraão foi o pai da nação israelita. O único Deus verdadeiro às vezes era chamado de “Deus de Abraão” (Êx 3:6; 1Rs 18:36). Em um sentido espiritual, as promessas de Deus a Abraão se aplicam a todos os que crêem em Deus, judeus ou gentios (Rm 4:11, 12; Gl 3: 7-9). Assim, o Deus de Abraão é nosso Deus também. Life Application Study Bible Kingsway.
a Deus pertencem os escudos da terra. Aqueles que governam estão sob o governo de Yahweh. CBASD, vol. 3, p. 840.
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“Deus reina sobre as nações; Deus Se assenta no Seu santo trono” (v.8).
A monarquia e os governos terrestres foram estabelecidos no mundo pela necessidade humana em ter uma referência superior. Muitos povos e nações, desde então, têm experimentado os benefícios de líderes sábios e os terríveis resultados da insensatez de governos opressores. Ao contrário do que muitos pensam, o chamado do Senhor a Abraão não era condicionado a um só povo ou nação. As palavras de Deus ao patriarca deixa isso evidente: “em ti serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Ou seja, o chamado de Abraão tratava-se de uma missão global.
O objetivo do Senhor em estabelecer um povo separado na Terra era o de torná-lo o Seu atalaia para o mundo. Israel, sob o governo do “Rei de toda a Terra” (v.7) deveria brilhar qual luz na escuridão. Deus lhe submeteu as nações da Terra a fim de que qual “som de trombeta” (v.5) “a glória de Jacó” (v.4) iluminasse a todos com o amor infindável do “grande Rei de toda a Terra” (v.2). Mas o tempo passou, e as gerações seguintes, que não conheciam o Senhor, O rejeitaram e perderam o foco original de seu chamado como nação eleita.
Todavia, Deus sempre tem um povo para chamar de Seu. E por intermédio de Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16) faz parte do “povo do Deus de Abraão” (v.9). Nós e nossos filhos fazemos parte do povo escolhido para encher “de fruto o mundo” (Is.27:6); para proclamar a “todos os povos” (v.1): “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). “Eis aí está o vosso Deus! Eis que o Senhor Deus virá com poder, e o Seu braço dominará; eis que o Seu galardão está com Ele, e diante dEle, a Sua recompensa” (Is.40:9-10).
É nosso dever cristão respeitar as autoridades terrenas e orar por elas (Rm.13:1-7; 1Pe.2:17). O Senhor não nos chamou à rebelião contra os governos da Terra, mas a vivermos aqui como cidadãos da pátria celestial, confiando que “Deus reina sobre as nações; Deus Se assenta no Seu santo trono” (v.8) e tem tudo sob controle. Portanto, “salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores” (v.6), pois “ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:37).
Que, pela fé, perseveremos em celebrar “a Deus com vozes de júbilo” (v.1) aqui na Terra; que o caráter de Cristo revelado em nós ilumine o mundo com a Sua glória (Ap.18:1), até que façamos parte do júbilo no Céu: “Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso” (Ap.19:6). “Pois o Senhor Altíssimo é tremendo, é o grande Rei de toda a Terra” (v.2). Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino celeste!
Rosana Garcia Barros
#Salmos47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 47 – Todas as nações devem aplaudir, exaltar e cantar de alegria ao Deus que é real e onipotente; e, neste Salmo, todas elas são convocadas para isso.
Esta composição musical hebraica segue um padrão tripartite, com uma introdução (Salmo 47:1-2), um corpo principal (Salmo 47:3-7) e uma conclusão (Salmo 47:8-9). “Como um hino para adoração pública, o Salmo 47 talvez fosse cantado de forma antifônica por dois corais: um cantava os v. 1-2 e 5-6 alternando com o outro que cantava os v. 3-4 e 7-8. No final os dois coros se juntavam para cantar o v. 9. Este Salmo triunfal é lido no serviço de culto na sinagoga moderna no Ano Novo, antes do soar do shofar (chifre de carneiro). Nesse dia, enfatiza-se no ritual o domínio universal de Yahweh” (CBASD).
Salmo 47:5 em seu contexto mais amplo contribui para a mensagem central de louvor e exaltação da soberania divina sobre todas as nações. Ele enfatiza a posição elevada de Deus e Seu domínio supremo, sendo aclamado e adorado por todo Seu povo. Este texto pode ser aplicado em algumas situações, tais como:
• Adoração congregacional: Como um hino que convida a todos os indivíduos a louvarem a Deus, de forma poética a ascensão triunfal de Deus, simbolizando Sua vitória e exaltação, pode ser Sua manifestação nos cultos, conferências evangelísticas, retiros espirituais ou encontros de louvor.
• Momentos de vitória: Por expressar a ideia de Deus subindo triunfalmente e acompanhado de uma manifestação poderosa, pode ser uma celebração a Deus por conceder vitórias e conquistas pessoais/coletivas diante de situações adversas.
• Celebração da ressurreição de Cristo: Como Jesus ressuscitou com triunfo e poder, trazendo esperança e alegria aos crentes de todos os lugares e épocas, e depois ascendeu aos Céus, pode ser considerado na celebração do Salmo 47:5. A imagem do grito e do som da trombeta pode representar a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.
A ascensão de Deus que desperta nossa adoração pode ser vista como uma alusão à Sua ascensão ao Seu trono celestial, Sua vitória sobre os inimigos e Sua exaltação como Rei dos reis. Assim, independentemente das diferenças denominacionais, todos são chamados a reconhecer a supremacia de Deus e a submeter-se a Sua soberana vontade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 46 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/46
“Aquietai-vos”, diz Deus por meio do salmista. “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus.”
Fique quieto. Fique em silencio. Ouça. Espere. Pare de se esforçar. Pare de lutar. Pare de depender de si mesmo e de suas ideias, projetos e recursos e do que você acha que sabe. Existe uma perspectiva eterna, e Deus pode fazer mais do que podemos imaginar. Fique parado e observe o que Deus fará!
O Mar da Galileia obedeceu quando Ele disse: “Paz, aquieta-te”!
O exército de Josafá prestou atenção quando Deus disse: “Vocês não precisarão lutar nessa batalha. Tomem suas posições; permaneçam firmes e vejam o livramento que o Senhor lhes dará”. E quando o coro que conduzia as tropas começou a cantar e louvar, “o Senhor preparou emboscadas” entre o inimigo, e eles se destruíram.
Deus disse a Josué: Quando os sacerdotes vierem ao rio Jordão, eles devem entrar na água e “ficar parados” ali na margem – e o rio se acumulará em uma pilha para que todo o povo possa atravessá-lo em terra seca.
Talvez “Confie” seja outra maneira de entender “Aquietai-vos”.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3:5,6 NVI).
Virginia Davidson, Artista – projetista e construtora de vitrais
IASD de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/46
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1140 palavras
Você já se deu conta de quantas canções foram compostas com base nas promessas e no conforto deste salmo? Eu me lembro, neste momento, de pelo menos 4 delas. Você pode nos ajudar a identificá-los para que as cantemos hoje? As palavras deste salmo tem sido conforto e apoio para muitos cristãos de todos os tempos. Estes versos merecem uma atenção especial.
Introdução. O Salmo 46 é chamado de “O salmo de Lutero” porque o reformador cantava este salmo nas horas de aflição e o parafraseou num hino, “Castelo Forte” […]. O salmo é um hino que fala da segurança que o povo de Deus pode desfrutar em meio ao caos deste mundo. Para expressar esse tema, tão pertinente em nossos dias também, o salmista escolheu a métrica regular, algo incomum na poesia hebraica. Três estrofes praticamente iguais em tamanho, com refrão e a palavra “Selá” devidamente posicionados, apresentam figuras de contrastes marcantes: águas turbulentas, montanhas abaladas e um rio tranquilo; nações agitadas, a terra se dissolvendo com a voz do Senhor; a desolação da guerra e Deus governando calmamente sobre as nações […] Os Salmos 46, 47 e 48 tem muitas ideias afins e provavelmente compartilham do mesmo contexto. Pode-se concluir da declaração do livro Patriarcas e Profetas (p. 203) que Davi foi o autor deste salmo.
Afirma-se que Oliver Cromwell, estadista inglês, pediu ao povo para cantar este salmo dizendo: “Este é um salmo muito especial para o cristão. Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Se o papa e os espanhóis e o diabo se opõem a nós, ainda assim, em nome do Senhor, nós os destruiremos. O Senhor dos exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refúgio.” (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 837).
1-3 Deus é refúgio no perigo; força para levar a nossa vida para finalidades construtivas, socorro e consolo nas preocupações. Para exemplificar este fato, descrevem-se quatro calamidades que pareceriam ser o fim do mundo, sem atemorizarem aos que tem Deus como refúgio (Rm 8.31-39). A presença e o poder de Deus, reconhecidos e aceitos em nossas vidas, constituem a diferença entre derrotas e vitórias, entre fracassos e êxitos, entre o medo e a fé (Bíblia Shedd).
1 Deus é o nosso refúgio. Cada uma das três partes do salmo repete a declaração que “Deus é o nosso refúgio” v. 1, 7 e 11.
socorro bem presente. A frase completa diz, literalmente, “encontrou-se uma ajuda extraordinária na tribulação”. Visto que Deus sempre nos ajuda, podemos confiar nEle nas tribulações (CBASD, vol. 3, p. 837).
2 portanto. Isto é, tendo em vista o que Davi disse no v. 1. Os fenômenos físicos de agitação da natureza, terremoto que lança as montanhas ao mar, a fúria das ondas e o cataclismo de uma onda gigante, bem como comoções e revoluções na política mundial, não devem abalar os que confiam em Deus. Não importa o que aconteça, Deus é um refúgio seguro (CBASD, vol. 3, p. 837).
3 Selá (ARC). Esta palavra marca o final da primeira estrofe (CBASD, vol. 3, p. 837).
4-7 A salvação operada por Deus (1-3) é prova daquilo que Deus é para nós; é um antegozo do santuário eterno de Deus. Deus, que se tornou Deus de Jacó, que é o Deus de todas as forças do universo, quer também ser o nosso Deus, e nos levar para a Cidade Eterna com o rio e suas correntes (4; Ap 21.9-22.5) (Bíblia Shedd).
4 um rio. Uma bela metáfora da proteção divina. Apresenta-se um estado de tranquilidade e segurança em contraste marcante com o oceano feroz do v. 3. A segunda estrofe (v. 4-7) retrata a paz da cidade de Deus, ao passo que tudo o que está fora dela encontra-se em caos (CBASD, vol. 3, p. 837).
Jerusalém não tem rio, diferentemente de Tebas (Nm 3.8), Damasco (2Rs 5.12), Nínive (Na 2.6,8) ou Babilônia (Sl 137.1), mas nem por isso deixava de ter um “rio”. Aqui, o rio de 36.8 serve de metáfora do derramamento contínuo das bênçãos de Deus que sustentam e que refrigeram, e que deixam a cidade de Deus semelhante ao jardim do Éden (v. Gn 2.10; Is 33.21; 51.3; v. tb Ez 31.4-9) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
5 desde antemanhã. Literalmente, “na virada da manhã”, isto é, ao amanhecer (ver Êx. 14:24; Lm 3:22, 23) (CBASD, vol. 3, p. 838).
“desde o romper da manhã” (NVI). Ou “quando se aproxima a aurora” – i.e., quando havia mais probabilidade de ataques contra cidades. O socorro divino faz raiar a aurora do livramento e dissipa a noite do perigo (v. 44.19; cf. ex. em Is 37.36) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
6 a terra se dissolve. Linguagem figurada que demonstra o poder absoluto de Deus. A sucessão de frases curtas, sem conjunções […], torna a descrição mais vívida (CBASD, vol. 3, p. 838).
7 o Senhor dos Exércitos. O v. 7 é o refrão da segunda estrofe (ver v. 11). No refrão está a nota tônica do salmo (CBASD, vol. 3, p. 838).
está conosco. É o suficiente. O cristão precisa apenas estar seguro da presença de Deus [cf. Sl. 23:4] (CBASD, vol. 3, p. 772).
refúgio. Ou, “uma elevação segura”, “um abrigo”. John Wesley, confortado com a promessa deste versículo, corajosamente enfrentou a morte. Durante toda a noite antes de morrer repetiu estas palavras. A força do crente não está em si mesmo, nem na aliança com o poder do mundo, mas em Deus. Calvino disse: “O fiel deve aprender que a graça de Deus é suficiente. Portanto, embora a ajuda de Deus nos chegue de modo secreto e suave, como um riacho estreito, devemos desfrutar uma tranquilidade mais profunda do que se todo o poder do mundo fosse empregado de uma só vez para nos ajudar. (CBASD, vol. 3, p. 838).
8 vinde, contemplai. A terceira estrofe (v. 8-11) retrata o poder de Deus manifesto ao controlar o movimento das nações, e a excelência de Sua serena exaltação sobre elas (CBASD, vol. 3, p. 838).
9 carros.O versículo descreve um campo de batalha com armas quebradas e veículos queimados. A vitória é completa (CBASD, vol. 3, p. 838).
10 aquietai-vos. Literalmente, “entreguem-se”, “desistam”. O próprio Deus é quem diz estas palavras. A primeira frase deste versículo foi parafraseada: “Silêncio! Abandonem sua agitação e reconheçam que eu sou Deus.” Falamos muito e ouvimos pouco. Falta-nos o equilíbrio e a firmeza cristã devido aos nossos muitos afazeres. Moisés passou 40 anos na terra de Midiã (At 7:29, 30), Paulo passou três anos [quase 40 meses?] no deserto (Gl 1:17, 18) e Jesus 40 dias no deserto (Mt 4:1,2), preparando-se para as responsabilidades do chamado divino (CBASD, vol. 3, p. 838).
11 o Senhor dos Exércitos. O v. 11 é o refrão da terceira estrofe. O Salmo 46 trará conforto especial ao povo de Deus no tempo de angústia (GC, 639). Nessa hora, quando um grande terremoto jamais visto abalar toda a Terra; quando o Sol, a Lua e as estrelas saírem de suas órbitas; quando as montanhas tremerem como vara e rochas forem lançadas para todos os lados; quando o mar se agitar com fúria e toda a superfície da Terra se desfizer; quando cadeias de montanhas afundarem e ilhas desaparecerem (Mt 24:29,30; Lc 21:25,26; GC 637; PE 34,41), os santos terão a proteção de Deus (CBASD, vol. 3, p. 838).
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“Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na Terra” (v.10).
Em meio a uma pandemia sem precedentes, crise econômica, desastres ambientais e um crescente êxodo de refugiados decorrente dos conflitos infindáveis, o mundo tem vivido um período de grande transtorno. E até muitos que não são atingidos diretamente por tais situações têm entrado nas estatísticas da depressão e da ansiedade, provocadas pelo medo. O período crítico do Covid-19 só veio provar, apesar de toda a tecnologia e avanços na ciência, a fragilidade humana e a força comprobatória das profecias para o tempo do fim.
Muitos têm soado alarmes falsos, dando um enfoque exagerado no problema, e esquecem do Solucionador de problemas. Tudo o que está acontecendo tem sim o seu lugar no cumprimento das profecias bíblicas. Mas não devem ser um fim em si mesmos. A nossa posição como aqueles que aguardam a gloriosa aparição de Cristo deve ser a de dar o sonido certo ao mundo: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a Terra se transtorne” (v.1-2).
O Salmo de hoje é um pedido do Senhor ao Seu povo em tempo de tribulação: “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus” (v.10). Ele nos diz: “Permaneçam tranquilos nos momentos de dificuldade e confiem em Mim”. Foi inspirado nas palavras deste Salmo que o grande reformador protestante Martinho Lutero compôs o hino “Castelo Forte”. Enquanto atravessava o vale da sombra da morte da Idade sombria, o fiel servo de Deus e atalaia das Escrituras marchava sob a forte convicção do cuidado de Deus. Apesar do grande assédio do Maligno, Lutero avançava pelo poder do alto que de sua fraqueza extraía força.
O “Deus de Jacó” (v.7) e o Deus de Lutero é O mesmo Deus que nos diz hoje: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). “Há um rio”, amados, “cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela” (v.5), e é para lá que Ele deseja nos levar. Ó, bendita esperança!
Onde estão os “Luteros” atuais dispostos a declarar guerra contra as forças espirituais do mal através de uma vida de oração e obediência à Palavra de Deus? Onde estão os homens, mulheres, jovens e crianças que farão esta terra contemplar “as obras do Senhor” (v.8), pelo poder do Espírito Santo? Onde estão aqueles que, pela luz da verdade em suas vidas, serão agarrados pelas vestes e ouvirão “de todas as línguas das nações […]: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zc.8:23)? Que nossa vida seja uma sensata declaração das palavras finais do hino de Lutero:
“Sim, que a Palavra vencerá, sabemos com certeza;
E nada nos assustará, com Cristo por defesa.
Se temos de deixar parentes, bens e lar;
Embora a vida vá, por nós Jesus está e nos dará Seu reino”
(“Castelo Forte”, Novo HASD, no 73).
Vem, Senhor Jesus! Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo remanescente de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos46 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 46 – Este Salmo tem sido base para composições de muitas canções. Sua mensagem é essencial para os frágeis sofredores sobrevivendo neste mundo opressor. A ênfase dele é “sobre a presença do Senhor com Seu povo (vv. 1, 5, 7, 11) e sobre como faz uma grande diferença confiar nEle durante as transformações e as dificuldades da vida. O Salmo concentra-se no Senhor e em Quem Ele é para o povo que nEle confia”, destaca Warren Wiersbe.
O Salmo 46 tem sido relevante em várias situações. “Ninguém sabe quantos corações se animaram quando esses versos foram lidos junto ao leito de enfermos, em lares enlutados, nas masmorras da perseguição e nos aposentos exíguos de sofrimento e tragédia. Foi esse Salmo que levou o ex-monge agostiniano Martinho Lutero, atribulado e aflito, a redigir o famoso hino da Reforma, ‘Castelo Forte é nosso Deus’, cuja mensagem atemporal continua a fornecer ânimo e coragem”, comenta William MacDonald.
Os Salmos eram o hinário hebraico, do qual Jesus o utilizou muito. “Com um cântico, Jesus, em Sua vida terrestre, defrontou a tentação. Muitas vezes, quando eram proferidas palavras cortantes, pungentes, outras vezes em que a atmosfera em redor dEle se tornava saturada de tristeza, descontentamento, desconfiança, temor opressivo, ouvia-se o Seu canto de fé e de santa animação”, afirma Ellen White.
Em 1531, Lutero, o ousado reformador protestante alemão, teceu o seguinte comentário sobre o Salmo 46: Este, “é salmo de gratidão, cantado na época pelo povo de Israel por causa dos feitos maravilhosos de Deus, por haver protegido e preservado a cidade de Jerusalém, na qual estava Sua morada, contra o furor e o bramido de todos os reis e gentios, e ter-lhe concedido paz contra todas as guerras e armas… Nós, porém, cantamos o salmo para o louvor de Deus, por estar conosco e por preservar Sua palavra e a cristandade maravilhosamente contra as portas do inferno, contra o furor de todos os demônios, dos entusiastas, do mundo, da carne, dos pecados, da morte”.
Obviamente, Deus é maior que qualquer crise ou desafio que enfrentamos. Quando reconhecemos Sua soberania, encontraremos segurança e conforto em Sua presença. Podemos desfrutar de alegria e refrigério pela atuação divina em nosso favor, mesmo em meio às situações que nos causam dor! – Heber Toth Armí