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SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontados com a realidade do contraste entre a misericórdia divina e a depravação humana. Quando esquecemos de adorar a Deus, caímos na armadilha de bajular o próprio ego, de onde surgem os pecados.
Spugeon salientou que, “aquele que faz pouco caso de Deus pensa muito em si mesmo. Aqueles que esquecem a adoração caem na adulação. Os olhos precisam ver algo e, se eles não admiram a Deus, bajulam seu próprio ego”; por isso, como ressalta Steven Lawson, “olham para o mundo a seu redor sem nenhum temor de Deus. Porque são irreverentes para com Deus, eles mergulham de cabeça no pecado”.
Através do Salmo 36, Davi revela que o ímpio não respeita a Deus; em vez disso, O considera como insignificante. Como aponta Lawson, “o resultado é que o descrente se engana quanto à sua verdadeira condição espiritual diante de Deus. Ele não consegue enxergar o seu pecado e não vê que suas más ações são uma ofensa ao Deus santo… Com sua consciência cada vez mais cauterizada, os não regenerados sentem cada vez menos restrição ao mal”.
O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia explica esta questão da impiedade e sua degradação em três estágios:
1. Pecado que se opõe à consciência;
2. Pecado que não é condenado pela consciência;
3. Pecado impulsionado por uma consciência que se tornou totalmente depravada.
E, depois acrescenta uma análise progressiva do pecado. O pecado…
1. …nasce no coração (Salmo 36:1);
2. …é expresso pela língua, na fala (Salmo 36:3); e,
3. …se materializa pela atitude (Salmo 36:4).
Contudo, não podemos desconsiderar a ênfase dada em Deus pelo salmista. Os pecadores depravados, mergulhados de cabeça no pecado, irreverentes para com Deus, podem conscientizar-se de sua condição espiritual e buscar a misericórdia do Deus que é santo.
Por conseguinte, enquanto Salmo 36:1-4 descrevem a pecaminosidade da humanidade, Salmo 36:5-9 expressam a beleza dos atributos da divindade; consequentemente, Salmo 36:10-12 constituem uma oração expressando a fé de que Deus revelará Sua bondade a todos os alinharem a vida com a vontade dEle.
Os atributos divinos neste Salmo ressaltam a natureza de Deus em relação à humanidade. Misericórdia, fidelidade, justiça, amor, bondade e luz são essenciais para prover redenção aos pecadores! Portanto, vamos reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 35 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/35
Este salmo é um salmo imprecatório. Esses salmos “denunciam os inimigos de Deus e de Seu povo e lançam maldições sobre suas cabeças. O tom de tais salmos parece contraditório ao espírito que Cristo declarou que deveria governar nossa atitude para com um inimigo (Mateus 5:44)” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3 página 624). Visto que os salmos são inspirados, por que a disparidade? Uma explicação do comentário acima na mesma página é esta:
A denúncia do pecador deve ser entendida no contexto dos tempos em que foram escritas. Naqueles dias, os homens se expressavam em termos fortes e com imagens vigorosas. Os escritores da Bíblia expuseram suas idéias em linguagem humana e em estilo familiar a outros. “A Bíblia foi escrita por homens inspirados, mas não é a maneira de pensar e exprimir-Se de Deus. Esta é da humanidade. Deus, como escritor, não Se acha representado. Os homens dirão muitas vezes que tal expressão não é própria de Deus. Ele, porém, não Se pôs à prova na Bíblia em palavras, em lógica, em retórica. ” (Ellen G. White MS 24, 1886).
Pai, dê-nos a graça de sempre escolher fazer o bem aos nossos inimigos. Sabemos que Tu podes fornecer o poder para fazermos isso. Em nome de Jesus, Amém.
Onaolapo Ajibade
Líder aposentado da Divisão Centro-Ocidental da África dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/35
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli
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526 palavras
O Salmo 35 é … o clamor de angústia do salmista ao ser perseguido por homens que foram seus amigos e então lhe retribuíam seu amor com intendo ódio. … Alguns creem que a conspiração de Absalão e Aitofel pode ter sido o contexto histórico deste salmo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 805.
2 Embraça o escudo e o broquel. Indicam tanto o escudo pequeno de Salmo 3:3 quanto o escudo maior e mais forte do Salmo 5:12 (ver também com. do Sl 18:2): ambos são usados nesta passagem para transmitir a ideia de completa defesa. CBASD, vol. 3, p. 805.
3 Empunha a lança e reprime o passo. A forma hebraica traduzida por esta frase é segor. … O versículo retrata Deus, por meio da linguagem humana, como um guerreiro que luta ao lado do salmista. CBASD, vol. 3, p. 805.
9 minha alma. Ou, simplesmente “eu” (ver com. do Sl 16:10). O salmista se regozijará, não com a destruição do ímpio, mas com a intervenção divina. CBASD, vol. 3, p. 805.
10 Todos os meus ossos. Todo o corpo se regozija. CBASD, vol. 3, p. 805.
11 iníquas testemunhas. Literalmente, “testemunhas de violência”. CBASD, vol. 3, p. 805.
e me arguem (ARA; NVI: “questionam-me”). Ou, “eles perguntam de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.
13 em oração me reclinava sobre o peito. O salmista pede que sua oração por seus inimigos lhe seja concedida, como prova da sinceridade de sua atitude para com eles. CBASD, vol. 3, p. 806.
14 andava curvado. As formas externas de lamento entre os hebreus incluíam não tomar banho e não fazer a barba (ver 2Sm 19:24). O lamento do salmista era tão completo como o lamento por um familiar próximo. CBASD, vol. 3, p. 806.
15 os abjetos. Do heb. nekim, “os feridos”, referindo-se talvez aos mais fracos que o salmista, que se uniram para caluniá-lo conforme sugere o versículo. CBASD, vol. 3, p. 806.
16 como vis bufões em festins (ARA; NVI: “Como ímpios caçoando do meu refúgio”). A LXX traz: “eles me tentaram, zombaram de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.
19 sem causa. Em todo o salmo o escritor afirma sua inocência absoluta. Alguns creem que Jesus se referiu a esta frase quando disse: “Odiaram-me sem motivo” (Jo 15:25). CBASD, vol. 3, p. 806.
21 Pegamos! O desejo dos inimigos é ver a derrota definitiva do salmista. CBASD, vol. 3, p. 806.
22 Tu, SENHOR, os viste. Comparar com a frase: “até quando, SENHOR, ficarás olhando?” (v. 17). A partir deste ponto o salmo é mais tranquilo. CBASD, vol. 3, p. 806.
não te cales. Literalmente, “não sejas surdo” (ver com. do Sl 28:1). CBASD, vol. 3, p. 806.
25 Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo (ARA; NVI: “Ah! Era isso que queríamos!”. Literalmente, “Ahah, nossa alma!”, expressão idiomática que significaria: “Ahah, temos o desejo de nosso coração.” CBASD, vol. 3, p. 806.
27 Cantem de júbilo Porque a causa do salmista foi defendida. CBASD, vol. 3, p. 806.
prosperidade (ARA; NVI: “bem-estar”). Do heb. shalom, “paz”. A conclusão do salmo é bem diferente do início. Ele se encerra com vitória. CBASD, vol. 3, p. 806.
28 celebrará. Do heb. hagah. Este verbo transmite a ideia de falar com voz baixa, como se meditando num pensamento agradável. Traduz-se como “medita” no Salmo 1:2. CBASD, vol. 3, p. 806.
a Tua justiça. A salvação que vem de Deus, não o livramento do salmista. Contemplar a bondade de Deus desvia o pensamento de si mesmo. CBASD, vol. 3, p. 806.
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“Contende, Senhor, com os que contendem comigo; peleja contra os que contra mim pelejam” (v.1).
Davi tinha “fome e sede de justiça” (Mt.5:6). Seus adversários o oprimiam e o seu desejo era ver, na prática, a justiça divina. À primeira vista, pode-se dizer que o Salmo de hoje é um clamor por vingança. Mas entendo que Davi estava apenas cansado de lidar com a falsidade. Enquanto se compadecia das pessoas (v.13-14), estas se alegravam com a sua desgraça (v.15). Enquanto jejuava e orava por elas, elas se reuniam contra ele. Enquanto lhes fazia o bem, era retribuído com o mal (v.12). É realmente uma desolação – como disse Davi – uma situação como essas! O que pensar? O que fazer? Como reagir? Jesus disse que devemos amar os nossos inimigos. E mais: que além de amar os nossos inimigos, devemos orar por quem nos persegue, “para que vos torneis filhos do vosso Pai Celeste”, disse Ele (Mt.5:48).
Somos filhos de Deus quando compreendemos que os nossos irmãos não deixam de o ser quando decidem nos odiar ou nos perseguir; quando as suas atitudes, por piores que sejam, não podem apagar o amor do Pai em nosso coração; quando, ainda que machucados e tristes pela ingratidão sofrida, somos gratos a Deus porque Ele mantém o nosso coração fortalecido. Este amor, contudo, não nos é inerente. Necessitamos buscá-lo na Fonte. Precisamos pedir por ele. Então, “o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5).
Não gosto de pensar que Davi desejava o mal aos seus adversários, mas que esperava pela justiça divina, que é longânima e misericordiosa. Tanto, que a sua atitude não era de fazer justiça com as próprias mãos, e sim fazer o que estivesse ao seu alcance para vê-los bem (v.13-14). Porém, de graça era perseguido e sem causa era odiado (v.19). O que tornava o seu clamor um constante questionamento: — Para que tanto rancor sem causa?
Oh, amados, por mais que seja difícil entender algumas situações, o Senhor nos conforta, dizendo: “Eu sou a tua salvação” (v.3). Que a nossa oração hoje seja: “Julga-me, Senhor, Deus meu, segundo a Tua justiça” (v.24). “Entrego em Tuas mãos todos os meus perseguidores e todos os que me odeiam sem causa, para que “o anjo do Senhor os persiga” (v.6) com a finalidade de preservar-lhes a vida, a fim de que tenham a oportunidade de se arrepender e de serem transformados pelo doce amor de Cristo”.
Seja um agente da paz! Que a sua vida glorifique a Deus, de forma que “digam sempre: Glorificado seja o Senhor!” (v.27). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, pacificadores!
Rosana Garcia Barros
#Salmos35 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 35 – Este Salmo retrata a profunda agonia emocional experimentada pelo salmista diante da perseguição e injustiça.
Essa composição poética de Davi é conhecida como Salmo de imprecação; nele, ele expressa suas emoções intensas enquanto clama ao Senhor por justiça e libertação de seus inimigos.
• Inspirado por Deus, as palavras do salmista revelam sua aflição profunda, o senso de injustiça e o peso emocional que ele está enfrentando (Salmo 35:1-10).
• Diante das ameaças e injustiças sofridas, o salmista reconhece que somente Deus pode trazer a justiça necessária para sua situação; então, confia em Suas ações. Por isso, não orquestra algo tentando vingar-se (Salmo 35:11-18).
• Confiando na intervenção divina, Davi expressa gratidão antecipada pela reposta de Deus, prometendo louvá-lO e testemunhar de Sua fidelidade a outros; ele reconhece nEle seu Salvador e motivo real de sua esperança; por isso pode compor, orar e cantar apesar das circunstâncias difíceis (Salmo 35:19-28).
A atuação de Deus está atrelada aos anjos, que são ministros enviados por Ele para servir aqueles que hão de herdar a salvação (Hebreus 1:14). No Salmo 34, há uma referência aos anjos no versículo 7, que diz: “O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem e os livra”. No Salmo 35, há duas referências a esses ministros de Deus nos versículos 5 e 6; os quis ensinam-nos que:
• Os anjos são servos e mensageiros de Deus, enviados ao mundo para cumprir Sua vontade, cuja autoridade descende dAquele que os envia do Céu.
• Os anjos não são crianças que morreram, são seres poderosos criados por Deus para auxiliar Sua ministração do vasto Universo.
• Os anjos são servos de Deus com a missão de servir e ministrar àqueles que herdarão a salvação.
• Os anjos atuam poderosamente em favor daqueles que temem a Deus.
• Os anjos são instrumentos de proteção, livramento e auxílio aos crentes na caminhada da fé.
Por isso, como o salmista, apesar das angústias, devemos expressar confiança em Deus e aguardar pacientemente por Sua intervenção.
O Salmo 35 encerra com um tom de gratidão. Essa narrativa emocional nos ensina a buscar a Deus em meio às nossas próprias aflições, e a confiar em Sua intervenção mesmo nos momentos mais críticos da existência!
Em Deus, podemos erguer-nos e reavivarmo-nos! Você crê? – Heber Toth Armí
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Caríssimos irmãos, nossa página no Facebook, ReavivadosporSuaPalavra, foi roubada por hackers da Indonésia. Certamente, o número de inscritos da página foi um atrativo para valorizar a venda a terceiros.
Infelizmente, apesar de todos os nossos esforços até agora, não conseguimos reaver o perfil junto à administração do Facebook. E não vemos muita esperança que o consigamos. Sabemos que a Internet é um território “sem lei e sem ninguém” e que existe muita maldade e exploração neste meio, que é muito utilizado pelo inimigo para seus maléficos intentos.
Pedimos suas orações para que este e outros serviços dedicados ao Senhor não sofram prejuízo.
Um forte abraço a todos e obrigado por nos acompanharem sempre.
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Texto bíblico: SALMO 34 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/34
“Provai, e vede que o Senhor é bom!” (v. 8)
Este é um experimento científico sobre evidências – o que não é o mesmo que demonstração. Por exemplo, podemos ver no mundo natural evidências de uma inundação mundial — camadas planas de rocha sedimentar, algumas delas muito finas, espalhadas por centenas de milhares de quilômetros quadrados sem erosão entre as camadas. Isso é diferente de ver a água carregando e depositando o lodo. Evidência também não é impressão. Sentimentos são maravilhosos, mas não devem ser o principal fator decisivo.
O que qualifica algo como evidência? “Evidências são dados ou informações imparciais que ajudam você a chegar a uma conclusão.”
Isso significa que você não tem um motivo secreto, pois não está procurando provar algo.
Tomé exigiu provas físicas antes de acreditar que Jesus ressuscitara dos mortos. Jesus lhe disse: “Bem-aventurados os que crêem e não viram”. Acreditar sem evidências? Não, acredite em um tipo diferente de evidência – se possível, mais de uma. Os amigos de Tomé viram Jesus vivo e contaram a ele. Jesus havia dito que ressuscitaria. Jesus também apresentou as Escrituras “começando por Moisés e por todos os profetas”. Esta história é para nós e nossas decisões.
Portanto, colha evidências.
Virgínia Davidson
Artista — projetista e construtora de vitrais
IASD de Spokane Valley, Washington, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/34
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli
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1031 palavras
O Salmo 34 é mais um poema alfabético ou acróstico (ver p. 705). Ele mescla gratidão pessoal e ações de graças coletivas. … O salmo tem 22 versículos, 23 no hebraico, sendo que o v. 1 é o subtítulo. Cada um deles começa com uma letra do alfabeto hebraico na ordem regular, com as seguintes exceções: a letra wav é omitida e a letra pe’ aparece como a primeira letra do último versículo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 800.
Deus promete grandes bênçãos ao seu povo, mas muitas dessas bênçãos requerem nossa participação ativa. Life Application Study Bible Kingsway.
3 Engrandecei o SENHOR comigo. O salmista convida os “humildes” a se unirem com ele no louvor a Yahweh. Exaltamos a Deus quando O engrandecemos (ver Dt 32:3). … Na adoração na sinagoga moderna o Salmo 34:3 é lido no momento que se retira a Torah da arca. CBASD, vol. 3, p. 801.
4 Busquei ao SENHOR e Ele me acolheu. O salmista começa a expressar o motivo de sua gratidão. É grato pelo que Deus fez por ele, pelo que fez por outros e pelas lições que Deus lhe ensinou nas adversidades. CBASD, vol. 3, p. 801.
5 Contemplai-O e sereis iluminados. Ver 2Co 3:18. Quando Deus olha para o ser humano, seu semblante se torna radiante. … Ao fugirmos de inimigos, visíveis ou não, parece que estamos sós, abandonados, impelidos na escuridão sombria de novas perplexidades que ameaçam destruir tanto o corpo quanto a mente. Então, de repente, de modo inesperado vem o livramento. Percebemos que uma Presença invisível mais uma vez transforma erros passados em degraus para a vitória. O coração se enche de gratidão e louvor, e outro marco de experiência é levantado para servir de encorajamento em provas futuras. Verdadeiramente, o Senhor é bom! CBASD, vol. 3, p. 801.
7 O anjo do SENHOR acampa-se. Ver Gn 32:1, 2; 2Rs 6:26, 17. A contínua presença dos anjos da guarda é uma das certezas mais doces do cristão. CBASD, vol. 3, p. 801.
8 Oh! Provai e vede. O salmista convida outros não para confiar na sua palavra, mas para provar por si mesmos. Provai” vem da palavra heb. ta’am, “experimentar o sabor de”. Nesta passagem, significa “experienciar” (ver Hb 6:5; 1Pe 2:3). A prova mais segura da religião se encontra na experiência pessoal. Sem a experiência cristã a religião de Cristo é apenas teoria, e como mera teoria não tem poder para salvar. CBASD, vol. 3, p. 801.
“Prove e veja” não significa “Verifique as credenciais de Deus”. Em vez disso, é um convite caloroso: “Experimente, sei que você vai gostar.” Life Application Study Bible Kingsway.
Bom. Do heb. tob, uma palavra que expressa diversas qualidades, como “bondoso”, “gentil” e amigável”. Refletir sobre este atributo divino pode ajudar a corrigir o indiferente senso de justiça. É preciso ser sensível aos elementos mais nobres do caráter de Deus, e pensar neste atributo divino quando se é tentado a esquecer da amabilidade no relacionamento com os semelhantes. CBASD, vol. 3, p. 801.
homem. Do heb. geber, “o homem jovem, vigoroso”. Não há quem não precise da ajuda divina. No plano divino não há lugar para a autossuficiência. O ser humano precisa de Deus. CBASD, vol. 3, p. 801.
9 santos. Do heb. “qedoshim, “santos” (ver com. dp Sl 16:3; Lv 19:2). CBASD, vol. 3, p. 801.
Você diz que pertence ao Senhor, mas você o teme? Temer ao Senhor significa mostrar profundo respeito e honra a ele. Demonstramos verdadeira reverência por nossa atitude humilde e adoração genuína. Life Application Study Bible Kingsway.
9, 10 Lembre-se, Deus sabe do que precisamos, e nossas necessidades mais profundas são espirituais. Muitos cristãos, embora enfrentem pobreza e sofrimento insuportáveis, ainda têm alimento espiritual suficiente para viver para Deus. Davi estava dizendo que ter Deus é ter tudo o que você realmente precisa. Deus é suficiente.
Se você sente que não tem tudo o que precisa, pergunte: 1) Isso é mesmo uma necessidade? 2) isso é realmente bom para mim? 3) Este é o melhor momento para eu ter o que desejo? Mesmo que você responda sim a todas as três perguntas, Deus pode permitir que você viva sem o que você quer para ajudar você a crescer mais dependente dele. Ele pode querer que você aprenda que você precisa dele mais do que de seus desejos imediatos. Life Application Study Bible Kingsway.
11-14 Reverência é muito mais do que sentar silenciosamente na igreja. Inclui obedecer a Deus na maneira como falamos e tratamos os outros. Life Application Study Bible Kingsway.
12 ama a vida. A pergunta envolve as “ambições”psicológicas básicas do ser humano. Todo ser humano quer ter uma vida longa e feliz. CBASD, vol. 3, p. 803.
14 Aparta-te do mal e pratica o que é bom. Ver Sl 37:27; Is 1:16, 17. O viver do cristão envolve aspectos positivos e negativos. Deve-se distanciar do mal e fazer o bem. Evitar fazer o mal apenas não é o suficiente; é preciso praticar o bem. CBASD, vol. 3, p. 803.
17 livra. Várias vezes na vida presente e definitivamente na vida porvir. A promessa não garante o livramento completo neste mundo, mas, no caso do justo, o Céu garante a libertação de todos os problemas. CBASD, vol. 3, p. 803.
18 dos que têm o coração quebrantado. Um coração quebrantado pela tristeza e pelo sofrimento está pronto a aprender as lições mais importantes que Deus tem a ensinar (ver Sl 119:71). A ideia do “coração quebrantado” é frequente na Bíblia (ver Sl 51:17; Is 61:1; 66:2). CBASD, vol. 3, p. 803.
18, 19 Quando os problemas surgirem, não fique frustrado com Deus. Em vez disso, admita que precisa da ajuda de Deus e agradeça a ele por estar ao seu lado. Life Application Study Bible Kingsway.
19 Muitas são as aflições. O cristão não necessariamente está isento de aflição, mas Deus lhe dá forças para enfrentar os problemas. Porém, tem-se observado que os sofrimentos do cristão são menores que os do incrédulo, que sofre também com os efeitos da intemperança, do crime, dos maus hábitos. Algumas das recompensas do viver correto são desfrutadas já nesta vida. CBASD, vol. 3, p. 803.
20 nenhum deles. O princípio geral é que os justos estão sob a proteção divina. Na Bíblia, princípios gerais são expressos com frequência por meio de linguagem concreta. Em cumprimento das Escrituras, os ossos de Jesus não foram quebrados (ver Jo 19:36; cf Êx 12:46; Nm 9:12; DTN, 771, 772). CBASD, vol. 3, p. 803.
21 O infortúnio matará o ímpio.O pecado consome a si mesmo. A morte é a consequência natural e inevitável do pecado. CBASD, vol. 3, p. 803.