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JÓ 29 – Como um indivíduo considerado líder respeitado e honrado em sua comunidade pode ser taxado como alguém que sofre por distúrbios de caráter?
Como alguém que foi fonte de orientação aos necessitados, defensor dos fracos e árbitro justo para problemas alheios pode ser condenado ferozmente por aqueles que se dizem amigos?
Isso aconteceu a Jó; e, pode acontecer-nos também. Cuidemos para não estar entre os críticos do bem e, sintamo-nos em paz caso sejamos alvos desses críticos. Os amigos de Jó o acusavam sem evidência e fundamento algum. Sua anamnese anterior ao sofrimento revela que além de ser benquisto em sua comunidade, auxílio aos vulneráveis, advogado dos indefesos e juiz justo dos problemas alheios, Jó possuía reputação inabalável de integridade moral e retidão em palavras e ações. Portanto, não havia sequer uma prova para as acusações de Elifaz, Bildade e Zofar contra ele!
Por outro lado, a aprovação divina (Jó 1:1) da pessoa de Jó convida-nos a observar melhor seu perfil:
• Jó dava importância à integridade: Integridade é essencial para uma vida adequada diante de Deus e dos homens; agir de forma correta e honesta em todos os negócios e relações pessoais resulta em respeito e admiração pelas pessoas ao redor (Jó 29:14).
• Jó valorizava a justiça: É importante ser justo e equitativo nos relacionamentos interpessoais. Não é justo explorar pessoas necessitadas, mas sim ajudá-las! Não é sábio diante de Deus nem dos homens aceitar suborno ou ser corrupto nas negociações e transações comerciais (Jó 29:15-16).
• Jó compreendia a relevância da empatia: É nobre importar-se com os outros e procurar ajudá-los em suas carências. Pobres, viúvas e órfãos são alvos de atenção, além de proteção, dos que praticam a verdadeira religião (Jó 29:12-17; Tiago 1:27).
• Jó praticava a sabedoria divina: Ser humilde para, através de Deus, entender o mundo e seus mistérios, significa praticar a sabedoria para tomar decisões certas e bem fundamentadas (Jó 29:1-11, 21-24).
• Jó apreciava ser boa influência: Exercer influência para o bem é ser bênção onde Deus nos colocou. Devemos almejar destacar-se na sociedade para influenciá-la ainda mais para o bem (Jó 29:25).
É importante saber que mesmo fazendo as coisas certas esperando pelo bem (Jó 29:18-20), neste mundo injusto, é possível ser terrivelmente acometido pelo mal! Contudo, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 28 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/28
De onde vem a sabedoria? (v. 12). Há muitas maneiras pelas quais os seres humanos retiram a riqueza da terra – colhem sua vegetação para obter alimentos, extraem seus minerais – até ao ponto de arrancar montanhas, por assim dizer, em sua busca, manipulando a natureza numa dominação obsessiva, sempre buscando um bem maior.
Mas essa não é a essência da sabedoria. Nenhum pássaro ou animal a viu; as profundezas da terra ou do mar, mesmo da morte e da sepultura, não são o lugar do insight. Ninguém que respira pode falar sobre a natureza da sabedoria, a não ser aquele que a projetou. Então Deus diz: “Eis que o temor do Senhor é a sabedoria; E o apartar-se do mal é o entendimento” (v. 28).
Provérbios 3:18, 19 falam de Deus criando a terra pela sabedoria e 8:22-31 oferece a perspectiva do ponto de vista da sabedoria em um amplo espectro dessa atividade geradora, sugerindo que a sabedoria inclui a Lei do Design, pela qual tudo opera.
Jó 28:25-27 faz referência a Deus dando peso ao vento, medindo as águas, estabelecendo regras para a chuva, os raios e os trovões, e naquele momento vendo e estabelecendo sabedoria … indicando grande mudança na natureza. Estaria Jó nesses versículos refletindo a tradição oral do dilúvio de Noé?
Lembre-se hoje: “…o temor do Senhor é a sabedoria”.
Virginia Davidson
Artista (projetista e construtora de vitrais)
Spokane Valley, Washington USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/28
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1028 palavras
Este capítulo é um belo poema sobre a sabedoria, mostrando que ela está inteiramente fora do alcance do homem, a não ser quando procurada no espírito de temor ao Senhor. Jó, vendo quão insolúvel é o problema do destino dos justos e dos injustos, e conhecendo a falência dos argumentos dos seus amigos, decide, então, entregar sua sorte, juntamente com suas dúvidas, diretamente nas mãos de Deus (Bíblia Shedd).
Este capítulo é uma das mais antigas e belas obras de história natural do mundo. É também um dos grandes poemas da literatura universal. O capítulo não é argumentativo, senão meditativo. Seu objetivo parece ser mostrar que o ser humano deve aceitar a providência divina, ainda que não a entenda. Jó mostra que o homem fez surpreendentes descobertas com respeito á natureza, mas a verdadeira sabedoria se encontra somente no temor do Senhor. A mineração do ouro e da prata é mencionada como um exemplo da habilidade humana (CBASD, vol. 3, p. 642).
3 Os homens põem termo á escuridão. As lanternas dos mineiros põem fim à escuridão debaixo da terra (Bíblia Shedd).
5 revolvida como fogo. “Os túneis seguiam os veios de quartzo até o interior da montanha. O fogo era usado para fazer com que a pedra ficasse quebradiça, e então ela era extraída com o uso de enxadas por homens que usavam lamparinas. O quartzo era esmiuçado, transformado em pó e lavado até que permanecesse só o ouro” (Erman, Life in Ancient Egipt,p. 463-22, citado em CBASD, vol. 3, p. 643).
7,8 essa vereda [NVI: “caminho oculto”].Ninguém conhece o “caminho” de Deus. Jesus comparou-o ao vento (v. Jo 3.8). É maravilhoso pensar que Deus é onipresente e que, ainda assim, pode ter uma presença imediata (Bíblia de Estudo NVI Vida).
9 revolve. A idéia é que nada, por mais difícil que seja, nem mesmo o trabalho de cortar a rocha mais dura, detém o mineiro em sua tarefa (CBASD, vol. 3, p. 643).
11 Tapa os veios de água. A referência talvez seja à criação de barragens, diques e outras formas de represamento para controlar a água no processo de mineração (CBASD, vol. 3, p. 643).
o que estava escondido. Tesouros ocultos, ouro e pedras preciosas que estão nas profundezas da terra. A ilustração foi admiravelmente escolhida. O objetivo de Jó era mostrar que a verdadeira sabedoria não podia ser encontrada pelo conhecimento humano ou por mera investigação. Portanto, ele escolhe um exemplo em que o ser humano demonstra grande habilidade e sabedoria, e em que adentra mais longe na escuridão. Ele escava poços através das rochas, fecha fontes que esguicham e desnuda tesouros ocultos. Tudo isso, porém, não o capacita a compreender como funciona o governo de Deus (CBASD, vol. 3, p. 644).
13 nem se acha ela na terra dos viventes. O homem precisa olhas para uma fonte mais elevada de sabedoria. A verdadeira sabedoria vem por revelação divina (CBASD, vol. 3, p. 644).
14 O abismo diz: ela [a sabedoria] não está em mim . Do heb tehom. A idéia é que as vastas profundezas podem ser investigadas, mas a verdadeira sabedoria não se encontra desta forma (CBASD, vol. 3, p. 644).
15 ouro fino. São usadas quatro diferentes palavras hebraicas para aumentar a força da figura, indicando que não existe nenhum tipo de ouro que possa comprar a sabedoria (CBASD, vol. 3, p. 644).
20 Donde, pois, vem, a sabedoria […]? Em vista do fato de que a sabedoria não pode ser obtida pela mineração nem comprada, onde é possível encontrá-la? Esta pergunta, feita no v. 12, é repetida para ênfase. É a pergunta básica considerada no capítulo (CBASD, vol. 3, p. 644).
22 abismo. Do heb. ‘abaddon (ver com. de Jó 26:6) (CBASD, vol. 3, p. 644).
23 Deus lhe entende. O ser humano estendeu as investigações da ciência muito além dos limites de conhecimento alcançado nos dias de Jó. Ele mergulhou nos segredos do átomo. Contudo, a declaração de Jó é tão verdadeira hoje como quando foi proferida. A verdadeira sabedoria só vem por revelação divina (CBASD, vol. 3, p. 644, 645).
25 vento […] águas. Estas coisas, que estão entre os elementos mais incontroláveis da terra, estão sob o controle de Deus (CBASD, vol. 3, p. 645).
“Muito antes de se reconhecer cientificamente que o ar possuía peso (a força exercida sobre um corpo pela atração gravitacional da terra), a Bíblia já o disse” (Richard Gunther, citado em Bíblia de Estudo NVI Vida).
27 viu Ele a sabedoria e a manifestou. Esse versículo usa uma série de verbos para revelar a relação de Deus com a sabedoria. Só Deus a compreende e revela. A sabedoria não tem nenhuma outra fonte (ver Pv 8:22-30). Ela não é resultado do acaso; está em Deus, uma vez que Ele é a causa primeira de todas as coisas (CBASD, vol. 3, p. 645).
28 eis que… Jó indica a seus ouvintes a conclusão para a qual todo o capítulo converge. O que é a sabedoria? A resposta é dada: “o temor do Senhor”. O devido reconhecimento de Deus e a submissão a Ele constituem o fator de suprema importância. Humildade, reverência, respeito, adoração e fé são aspectos da sabedoria que ultrapassam o conhecimento terreno. O que é o entendimento? A resposta é igualmente clara: “o apartar-se do mal”. O entendimento é mais do que intelectual – é ético; exige um padrão de vida. Reverência e retidão são os dois grandes requisitos divinos (CBASD, vol. 3, p. 645).
O caminho para se obter a verdadeira sabedoria é a comunhão com o próprio Deus (Bíblia Shedd).
Jó declara que a sabedoria não pode ser encontrada entre os vivos. É natural para as pessoas que não entendem a importância da Palavra de Deus buscarem a sabedoria aqui na terra. Eles buscam filósofos e outros líderes por uma direção para a vida. Entretanto, Jó disse que a sabedoria não é encontrada aqui. Nenhum líder ou grupo de líderes podem produzir suficiente conhecimento ou ponto de vista que explique a totalidade da experiência humana. A interpretação maior [original: ultimate] da vida, de quem somos e para onde estamos indo, deve vir de fora e acima de nossas vidas mortais. Quando buscando por orientação, busque a sabedoria de Deus como revelada na Bíblia. Para sermos elevados acima e além dos limites da vida, devemos conhecer e confiar no Senhor da vida (Life Application Study Bible Kingsway).
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“E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e o apartar-se do mal é o entendimento” (v.28).
Já naquele tempo, a ganância do homem era manifestada pela incessante busca pelo ouro e pelas pedras preciosas. Jó descreveu o arriscado e duro trabalho nas minas e nos oceanos para ilustrar que nem todo o tesouro obtido pode ser comparado à sabedoria divina, pois “o seu valor não se pode avaliar pelo ouro de Ofir” (v.16) e “a aquisição da sabedoria é melhor que a das pérolas” (v.18). Apesar disso, muitos já arriscavam tudo, e até a própria vida, por causa de tesouros corruptíveis, quando a maior riqueza não pode ser comprada, ela é um dom de Deus: “Deus lhe entende o caminho, e Ele é quem sabe o seu lugar” (v.23).
Diante de discursos que ostentavam sabedoria e entendimento, Jó se valeu de seu conhecimento de Deus e da multiforme sabedoria divina. Mesmo em agonia, não compreendendo as razões de todo o seu sofrimento, ele sabia que Aquele que “vê tudo o que há debaixo dos céus” (v.24) traça caminhos que o homem não é capaz de cogitar. A menos que haja intimidade entre o homem e Deus, a menos que aliada à vontade divina esteja a submissão humana, o que pensamos ser sabedoria não passam de discursos vazios e destituídos de poder.
A confirmação de sua posição, sua coroa e tudo o que herdou de seu pai não foram suficientes para Salomão. Com a responsabilidade do governo, lhe sobreveio o medo de agir como um monarca insensato. E como resposta de seu humilde pedido, Deus lhe descortinou o véu da sabedoria. Por meio das palavras de Jó, dos escritos de Salomão e da vida de Cristo, o Senhor nos concedeu um tesouro de inestimável valor. Sua sabedoria, ou pelo menos o que conseguimos dela compreender, deveria ser buscada com mais esforço do que um mineiro em seu labor.
Em alta voz, a ordem inaugural da primeira voz angélica foi dada: “Temei a Deus e dai-Lhe glória” (Ap.14:7). Sendo uma mensagem para os últimos dias, deveríamos considerá-la em grande conta, pois ela nos prepara para as demais. A busca sincera por fazer a vontade de Deus é a chave que abre as portas dos Céus e derrama sobre o verdadeiro adorador a dádiva de um “coração sábio e inteligente” (2Rs.3:12). “O temor do Senhor consiste em aborrecer o mal” (Pv.8:13).
Semelhante a Jó, que consideremos mais valiosos os dons de Deus do que as ofertas corruptíveis deste mundo. E, certamente, o Espírito Santo nos dotará, cada dia mais, de sabedoria e de entendimento a fim de seguirmos as pegadas do Sábio dos sábios, Cristo Jesus. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#Jó28 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 28 – Do sofrimento à sabedoria, dos diálogos de lamentos à reflexão sobre a sabedoria; esta é a experiência do sábio Jó neste capítulo.
Analise e considere que, em relação a seus amigos…
• …Jó discordava da concepção de sofrimento como punição divina imediata para pecados cometidos.
• …Jó rejeitava a noção de que a prosperidade material era sinal de alguém aprovado e abençoado por Deus.
• …Jó abominava a visão de que Deus fosse Juiz inflexível indisposto a perdoar pecados ou que não Se importava com a justiça humana.
• …Jó recusava a crença de que a sabedoria humana é capaz de compreender plenamente os misteriosos caminhos de Deus.
• …Jó divergia deles com relação à ideia de confessar pecados para barganhar com Deus a fim de que seus problemas fossem resolvidos.
A maneira de Jó entender a sabedoria diferia significativamente da forma de seus amigos. Isso porque a fonte da sabedoria modifica o resultado:
• A verdadeira sabedoria não é encontrada mediante a exploração da terra ou da busca de tesouros materiais.
• A real sabedoria é bem mais preciosa que qualquer riqueza material; contudo, assim como tesouros escondidos, ela só pode ser encontrada por quem a procura diligentemente.
• A sabedoria verdadeira não pode ser negociada; nem pode ser alcançada mediante o uso do poder, das habilidades ou esforços humanos. Ela é dom/presente de Deus.
Textos como Provérbios 1:7; 3:13-18; 9:10 e Tiago 3:13-17 ampliam a concepção da sabedoria descrita no livro de Jó. Contudo, a síntese da sabedoria divina está em Jó 28:28. Desta forma, considerando o capítulo em pauta, destaca-se que:
• O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.
• A sabedoria deve ser humildemente buscada com diligência como dom de Deus.
• Sabedoria consiste em apartar-se do mal.
• A sabedoria divina nos guia a uma vida justa e reta.
• A sabedoria deve ser praticada e aplicada na vida diária.
• A sabedoria precisa ser cultivada, portanto requer disciplina para ser preservada.
• A sabedoria deve ser compartilhada para abençoar aos outros.
Sabedoria é viver para Deus neste mundo mal! Na visão divina, Jó “era homem íntegro e justo; temia a Deus e evitava fazer o mal” (Jó 1:1); então, conforme Jó 28, ele vivia a essência da verdadeira sabedoria.
Assimilemos seu legado de sabedoria à nossa vida, e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Os amigos de Jó escolheram o momento certo certo para visitá-lo, mas não escolheram a maneira certa de aproveitar sua visita; se tivessem passado um tempo em oração por ele, em vez de ter discutido com o amigo, teriam feito mais bem a Jó e agradado mais a Deus.
William Gurnall, Puritano do século XVII
(citado na Bíblia Evangelismo em Ação, p. 459)
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Texto bíblico: JÓ 27 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/27
“Enquanto Deus viver, enquanto o fôlego dEle estiver no meu corpo, manterei minha integridade: não concordo com você! … Eu vou te ensinar sobre DEUS!” [v. 5, 6, 11, trad. livre do autor].
Os companheiros de Jó haviam passado muito tempo tentando convencê-lo de que ele era um grande pecador, mas Jó sabia que não era verdade. Mais tarde, ele tenta convencê-los de que sua vida havia sido bastante nobre: ele se comprometera com a virtude e a generosidade, não merecia todas aquelas tragédias. “Se eu somente pudesse discutir meu caso com o Todo-Poderoso! Se ao menos Ele me desse uma audiência!”
Aqui, ele parece concordar com seus amigos – coisas ruins acontecem com pessoas más.
Elas acontecem, mas também acontecem coisas boas para eles. Deus envia Sua chuva aos justos e injustos, e faz Seu sol brilhar sobre os maus e os bons. Mas há também o mal sobrenatural – “satanás” [adversário] – que causa problemas em geral e assedia especialmente aqueles que escolheram Deus. É muito complicado julgar.
O ponto parece ser: não avalie uma pessoa pelo que está acontecendo com ela – e não inveje os malvados por seu sucesso: sempre há uma perspectiva mais ampla, que se esclarecerá à frente. Aprenda a esperar.
Virginia Davidson
Artista (projetista e construtora de vitrais)
Spokane Valley, Washington USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/27
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507 palavras
Este capítulo pode ser dividido em três partes distintas. Na primeira (v. 1-6), Jó afirma sua integridade e determinação de permanecer fiel até o fim. Na segunda (v. 7-12), ele censura seus inimigos. Na terceira (v. 13-23), considera novamente o modo como Deus trata os ímpios e admite a punição e a destruição final deles. Este discurso toma a forma de uma série de provérbios que Jó cita, um após o outro (CBASD, vol. 3, p. 639).
1 discurso. Do heb. mashal […] O termo sugere uma nova tendência nas palavras de Jó. As palavras combativas e carregadas de emoção estão dando lugar a uma expressão calculada de opiniões que são fruto de grande reflexão (ver a repetição do termo em Jó 29:1) (CBASD, vol. 3, p. 640).
2 Tão certo como vive Deus. Este é o único lugar em que Jó recorre a um juramento. Diante da solenidade da ocasião, ao exortar pela última vez os amigos, Jó acha que é apropriado iniciar suas observações com um apelo a Deus como sua testemunha […] Tamanha é a confiança que Jó tem de sua sinceridade, que ele se sente livre para apelar ao Deus que, conforme sua visão humana, o tem tratado como se ele fosse culpado (CBASD, vol. 3, p. 640).
amargurou a minha alma. Tornou minha vida miserável (Andrews Study Bible).
3. sopro. Heb. ruach […] “vento” (Jó 26:13) e […] o próprio princípio que anima a vida (Ec 3:19) (CBASD, vol. 3, p. 640).
4 injustiça. Os amigos de Jó tentaram extrair dele uma confissão de culpa. Jó não só permanece firme na consciência de sua integridade, mas faz um compromisso decidido de lealdade futura. A despeito da pressão e da tradição, Jó está determinado a ser honesto (CBASD, vol. 3, p. 640).
5 que eu vos dê razão. Os amigos de Jó afirmaram resolutamente que ele era culpado de algum pecado. Em linguagem forte, Jó se recusa a admitir que eles tivessem razão. Algumas pessoas, sob coerção, confessam faltas que não cometeram. Jó se recusou firmemente a fazer isso (CBASD, vol. 3, p. 640).
6 à minha justiça me apegarei. Uma pessoa pode perder propriedades, famílias, amigos, saúde; mas ainda pode ter uma infalível fonte de consolo: a consciência limpa (ver At 23:1; 24:16; 1Co 4:3,4; 2Tm 1:3; 1Jo 3:21) (CBASD, vol. 3, p. 640).
9 tribulação. A hipocrisia consciente e a constante impiedade separam a pessoa de Deus e, freqüentemente, tornam impossível que Ele atenda as orações. Os amigos de Jó fizeram declarações semelhantes, aplicando-as a ele (CBASD, vol. 3, p. 640).
10 invocará a Deus em todo o tempo? O ímpio ora apenas em ocasiões extraordinárias; não habitualmente. Ele permite que suas ocupações interrompam o tempo destinado à oração, negligencia a devoção particular pelo menor pretexto e logo acaba abandonando-a por completo (CBASD, vol. 3, p. 640).
18 traça.Um símbolo da fragilidade, impotência e decomposição (CBASD, vol. 3, p. 641).
choça. Frágil habitação, feita para a época da vindima ou da ceifa, que se desfaz ao ser abandonada, no fim do serviço (Bíblia Shedd).
19 já não a vê. O homem acorda e se vê arruinado ou na mão de assassinos, ou então acorda e descobre que sua riqueza se foi (CBASD, vol. 3, p. 640).
23 batem palmas. O ímpio é objeto de zombaria (CBASD, vol. 3, p. 641).