Reavivados por Sua Palavra


JÓ 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 36 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 36 – BLOG MUNDIAL

JÓ 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JÓ 36 by Jeferson Quimelli
30 de abril de 2023, 0:55
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JÓ 36 by Luís Uehara
30 de abril de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/36

“Ele [Deus] está atraindo você para longe das mandíbulas da aflição, para um lugar amplo e livre, para o conforto da mesa farta e seleta que você terá. Mas agora, farto sobre você é o julgamento que cabe aos ímpios; o julgamento e a justiça o pegaram. (Jó 36:16,17 NVI)
Até amigos bem-intencionados podem machucá-lo. Aqueles amigos cristãos que vêm até você para explicar como Deus está trabalhando em sua vida. Com um sorriso, eles explicam o funcionamento do ser mais misterioso do universo, e você se pergunta como eles podem ter tanta certeza?

Em tempos difíceis, nunca fui confortado por alguém relatando seu conhecimento superior de como Deus trabalha. Mas fui confortado por um amigo que vinha e dizia: “Sei que você está passando por tempos difíceis. Não sei por que isso está acontecendo com você. Mas eu sei que Deus é bom e lhe ama.”

Por que precisamos entender as coisas que Deus não deixou claro? Será que é o nosso orgulho humano que nos leva a querer ser mais inteligente do que outra pessoa? Ou será uma necessidade que temos de controlar até a Deus?

É compreensível não saber tudo. É autêntico, cria confiança e conecta você com o coração de outras pessoas.

Lonnie Wibberding
Pastor, Igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Glide e Turning Point
Oregon, EUA

Texto original:



JÓ 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de abril de 2023, 0:50
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468 palavras

1 Eliú mostra como Deus é justo em Seus caminhos. 16 [Ele afirma que] os pecados de Jó impedem as bênçãos de Deus. 24 As obras de Deus devem ser magnificadas (CBASD, vol. 3, p. 669).

Os cap. 36 e 37 formam um único discurso [de Eliú]. Constituem um apelo final a Jó para que seja resignado e paciente diante de Deus (CBASD, vol. 3, p. 669).

1-22 Eliú conclama Jó a confiar na sua sabedoria, no ensinamento que vai dar (2-4). O procedimento de Deus é leal para com todos […], e Sua providência, adversa aos ímpios, benigna para com os justos, é digna de confiança (5-7). Deus se dirige aos homens no meio da angústia à qual os pecados os arrastara, oferecendo o caminho do arrependimento e da salvação (8-10); a obediência conduzirá à felicidade, e a recusa, à ruína (11-15). Jó está incluído no segundo grupo, sofrendo consequências das quais ninguém o poderá livrar (17-19). Jó deve sair desse caminho de rebeldia, convertendo-se ao Mestre que tem poderes para julgar seus passos (21-23) (Bíblia Shedd).

6-9 Declaração clássica da justiça de Deus, que recompensa os justos e castiga os pecadores (por contraposição ao que Jó tem alegado). No v. 7, é possível que Eliú tenha em mente a queixa de Jó, segundo a qual Deus não quer deixá-lo em paz (v. 7.17-19), e no v. 9 talvez esteja pensando na acusação de Jó, segundo a qual Deus não quer declarar as acusações contra ele (31.35, 36). Bíblia de Estudo NVI Vida.

13-15 Eliú entende que a necessidade espiritual básica do ser humano provém de sua dureza de coração – da recusa de submeter-se a Deus, de clamar a Deus na aflição (v. Sl 107) ou de escutar a voz de Deus em meio aos sofrimentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16-21 Eliú adverte Jó de que deve corresponder à disciplina divina e desviar-se de todo o mal. (cf. v. 21). O v. 16 demonstra que considera Jó um homem para quem ainda há esperança. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22, 23 Eliú antecipa algumas das declarações de Deus nos discursos dos caps. 38-41. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24-33 Eliú exorta Jó a humilhar-se perante Deus (24-25), cujo poder é demonstrado pelos fenômenos da natureza: a formação das gotas de chuva (27-28) e a trovoada (29-33; 37.1-5). A própria trovoada revela a Deus como juiz, v. 33) (Bíblia Shedd).

26 Um tema da literatura poética bíblica é que Deus é incompreensível; não podemos conhecê-Lo completamente. Podemos ter algum conhecimento a respeito dEle, porque a Bíblia é cheia de detalhes a respeito do que Deus é, como podemos conhecê-Lo e como podemos ter um relacionamento eterno com Ele. Mas nunca saberemos o suficiente para responder a todas as questões da vida (Ecl 3:11), para prever nosso próprio futuro ou para manipular Deus para nossos próprios fins. A vida sempre cria mais questões do que temos perguntas e devemos sempre ir a Deus para novos insights a respeito dos dilemas da vida. Life Application Study Bible Kinsgway.



Jó 36 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de abril de 2023, 0:45
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“Eis que Deus Se mostra grande em Seu poder! Quem é mestre como Ele?” (v.22).

Ainda que muitas de suas ideias e conceitos não pudessem ser aplicados à experiência de Jó, Eliú descreveu a justiça de Deus como um instrumento de correção por retribuição. Alegando ser “senhor do assunto” (v.4), sua visão farisaica o impedia de enxergar que a misericórdia de Deus é intrínseca à Sua justiça. Talvez, o que Eliú expôs em seus discursos tenha sido tão somente o que aprendeu com os mais velhos que acusavam a Jó de sua própria desgraça.

Não sabemos porque Eliú não foi classificado por Deus entre os transgressores contra o Seu servo Jó, nem porque foi ignorado. Também existem expressões que se divergem quanto à sua interpretação com relação ao sofrimento humano. Mas de uma coisa Eliú tinha certeza: Deus é grande e “Se mostra grande” (v.22). Há um Deus no Céu que é maior do que qualquer dificuldade e que “a ninguém despreza” (v.5). Talvez, um dos relatos que melhor expressem esta verdade seja o do diálogo entre Cristo e o ladrão da cruz.

À direita do Salvador, aquele homem reconheceu a sua condição de pecador, sabia que estava ali por mérito, e em seu coração clamava pelo ardente desejo de encontrar o perdão. Ao olhar para Aquele em cuja expressão facial podia ver um amor como jamais havia visto, deparou-se com a Inocente Oferta. Sobre “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), o transgressor depôs a sua culpa, e sua sentença tornou-se em espetáculo da graça. Os pecados do ladrão foram perdoados e ele foi guardado para receber a recompensa dos santos: Eis uma revelação da perfeita harmonia entre a justiça e a graça de Deus.

Assim como as palavras a seguir tiveram cumprimento na cruz com a conversão do ladrão, elas também se cumprirão até o último minuto do tempo de graça: “tendo [Jesus] amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (Jo.13:1). Não sabemos o dia e nem a hora em que os céus serão desfeitos pelo resplendor da glória do nosso Senhor e Salvador, mas, enquanto aguardamos, há uma obra a ser feita em nós e através de nós: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18), “a fim de sermos para louvor da Sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo” (Ef.1:12).

Oremos uns pelos outros, e confiemos Àquele que sonda os corações o julgamento que Ele faz com perfeição. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, amados por Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Jó36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 36 – Embora possamos não entender as razões pelas quais enfrentamos situações complexas, difíceis e dolorosas, Deus tem planos perfeitos e não desperdiça oportunidade para ensinar-nos preciosas e valiosas lições, que enriquecem a vida e a fé.

Até a presença de Eliú teve seu valor no relato inspirado. Sua “aparição é marcada por uma ascendência ilustre que, possivelmente, o liga a Abraão (Buz era sobrinho de Abraão; Gn 22:21) e até mesmo faz dele um antepassado de Davi (Rão era antepassado de Davi; Rt 4:19). Diferente dos três amigos de Jó, que eram edomitas, Eliú era definitivamente um hebreu. Por isso, ele começou o seu discurso afirmando que havia recebido inspiração divina direta (Jó 32:6-10) que, finalmente, o levou a falar contra os homens mais velhos e, presumivelmente, mais sábios (Jó 32:11-22)”. Todavia, em Jó 35 e 36, ele retrata “uma imagem sombria de Deus, descrevendo-O como um Ser distante, muito longe da esfera humana e sem nenhum interesse na vida individual da humanidade”, informa Clifford Goldstein.

Isso explica porque Eliú forneceu “uma última defesa do Senhor, personificando e ampliando as crenças teológicas do grupo” (Paul House).

Da perspectiva de John Hartley, Eliú ofereceu quatro pontos fundamentais:
1. O sofrimento pode ser uma medida disciplinar visando salvar Jó de um destino pior (33:19-33).
2. Jó não deveria questionar ou culpar Deus (34:5-9).
3. Deus governa de forma justa (34:10-30).
4. Jó deveria prestar atenção aos ensinamentos de Deus e meditar sobre Seus propósitos (36:5-37:24).

Como os cinco sábios desconheciam que “Jó foi apanhado no meio de um desafio celestial” (Jó 1 e 2), era impossível acertar em suas afirmações. Mesmo que Eliú estivesse abordando a pedagogia do sofrimento (Jó 36:1-23) e a majestade de Deus (Jó 36:24-33), ainda estava limitado desprovido da informação dos dois primeiros capítulos do livro de Jó. Conquanto, “embora Eliú introduza algum elemento novo, enfatizando a natureza instrutiva do sofrimento, ele pouco defende ou altera radicalmente a perspectiva dos demais amigos”. Desta forma, “como os outros, ele não admite, na sua teologia, um Deus que permite que o íntegro, o puro [Jó 1:1-5], sofra”, salientou House.

Limitados como Eliú, corremos riscos de aderir a seus conceitos; entretanto, Deus almeja ampliar nossa compreensão através do estudo do livro de Jó. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.