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Texto bíblico: JÓ 13 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JÓ 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/13
Jó, então, pede ao Senhor apenas duas coisas: (a) que afaste dele a Sua mão que o castiga e (b) que estes castigos aterrorizantes não interrompam a comunicação entre os dois, em ambos os sentidos (v. 20, 21). Deus o mantém em Suas mãos e o cerca com a verdade. Devemos também ter esta mesma certeza. Falemos com Deus (cf. v. 22): “Ligue-me e eu responderei ou eu falo e você responde.”
Jó continua pedindo que Deus faça conhecer sua transgressão (v. 23) que o priva de desfrutar as bênçãos do companheirismo e amizade com Ele (v. 24). Jó sabe que seus pecados estão registrados e se pergunta se agora está sofrendo pelos pecados de sua juventude (v. 26).
Considere: No juízo investigativo [que começou em 1844 e se estenderá até o tempo do fim] eu pedi a Jesus para cobrir meus pecados com Sua justiça?
Querido Deus,
Somos inspirados pela fé de Jó. Te pedimos que, enquanto ainda temos oportunidade, nos revele e nos afaste do mal que acariciamos, aquilo que nos impede de nos impede de fruirmos plenamente as bênçãos do relacionamento conTigo, hoje e sempre. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/13
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402 palavras
3 O real foco de Jó, desde o começo, é Deus (9:3, 14-16,19-20, 32-35) (Andrews Study Bible).
4 sois médicos que não sabem nada. Jó comparou seus três amigos a médicos que não sabiam o que estavam fazendo. Eram como cirurgiões de olhos que tentam realizar cirurgia de coração aberto. Muitas de suas idéias sobre Deus eram verdadeiras, mas não se aplicavam à situação de Jó. Eles estavam certos em dizer que Deus é justo. Eles estavam certos em dizer que Deus castiga o pecado. Mas eles estavam errados em supor que o sofrimento de Jó era um justo castigo por seu pecado. Eles tomaram um princípio verdadeiro e o aplicaram de forma errada, ignorando a enorme diferença entre as circunstâncias humanas. Devemos ser cuidadosos e compassivos na forma de aplicar as condenações bíblicas para os outros; Devemos ser lentos para julgar (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
7 em favor de Deus vocês falarão perversidades?. Quantas vezes coisas injustas foram ditas ou feitas, professamente para promover os interesses de Deus! (CBASD, vol 3, p. 597).
14 tomarei a minha carne nos meus dentes. Significa: “Arriscarei minha vida” (Andrews Study Bible).
[…] suas [de Jó] declarações o colocavam em perigo, mas ele estava determinado a continuar, de qualquer maneira.[…] Esta frase parece implicar a idéias de um risco calculado (CBASD, vol 3, p. 598).
15 eis que me matará, já não tenho esperança (ARA). NVI, ACF, ARC: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle”.
Com base nesta tradução, este versículo tem sido frequentemente citado como suprema expressão de confiança no Senhor (Bíblia de Genebra).
[…] o primeiro degrau da escada pela qual Jó emergiu de seu abismo de desespero (CBASD, vol 3, p. 599).
É com estas palavras que Jó revela sua grande fé. Apesar de sua situação difícil e da dor que sente, Jó confiou nos juízos de Deus. Que Deus ajude cada um de nós a ter semelhante fé nele, independentemente daquilo que Deus permite que sobrevenha ao nosso caminho (Bíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).
24 me tens por Teu inimigo. Essa é a fantasia enganosa com a qual Jó lutava. Deus nunca considerou Jó seu inimigo (Bíblia de Genebra).
25 uma folha […] a palha seca. Jó se compara a dois dos objetos mais insignificantes e sem valor (CBASD, vol 3, p. 599).
26 coisas amargas. Venenosas (Andrews Study Bible).
27 no tronco. Um primitivo meio de punição e aprisionamento (CBASD, vol 3, p. 599).
28 coisa podre. Jó se refere à fragilidade dele próprio e de toda a humanidade (CBASD, vol 3, p. 600).
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“Atentai para as minhas razões e dai ouvidos à minha exposição” (v.17).
Um contraste é apresentado neste capítulo: o falatório dos amigos de Jó e o silêncio de Deus. Em defesa de sua integridade, Jó apelou para a consciência dos que o acusavam e questionou as razões de seu sofrimento ao Senhor. Mesmo diante de seu deplorável estado físico, econômico e emocional, Jó não permitiu que seus amigos o tratassem como inferior e os classificou como “médicos que não valem nada” (v.4). Quem dera tivessem se calado, e seriam considerados sábios!
Jó já não alimentava esperança alguma nesta Terra. Como “uma coisa podre que se consome e como a roupa que é comida da traça” (v.28), seu corpo emanava o odor da morte. Para ele e para aqueles que o viam, era só uma questão de tempo e seus gemidos cessariam. Foi mediante esse pensamento, que resolveu externar a sua agonia independente do que ouviria em seguida. Jó mudou o rumo do seu discurso para o Santo Ouvinte, para Aquele com Quem havia aprendido a se relacionar e a confiar. Sua inquietação era conhecer o motivo de sua desventura.
O pedido de Jó: “Notifica-me a minha transgressão e o meu pecado” (v.23), deveria ser o nosso pedido diário. Não como uma resposta ao sofrimento, mas como uma forma de estreitarmos a nossa relação com Deus e dEle dependermos; para confessarmos as nossas transgressões e vivermos em novidade de vida, como está escrito: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv.28:13). Jó foi sincero em suas palavras e não buscou o favor de homens, mas buscava desesperadamente a aprovação de seu Amigo e Redentor.
Além de escavar no passado os tesouros de seu íntimo relacionamento com o Senhor, o flagelo de Jó o fez revirar a lama dos pecados de sua mocidade (v.26). Essa é uma estratégia que o Maligno usa constantemente contra os filhos de Deus. Mediante as tempestades da vida, ele nos traz à memória lembranças de pecados já confessados e abandonados; e num jogo desleal e cruel, faz de tudo para desviar o nosso olhar do compassivo Salvador e de Seu perdão irrevogável. Assim como a nuvem que descarrega a tempestade se dissipa e nunca mais se refaz, os pecados perdoados são lançados “nas profundezas do mar” (Mq.7:19), e de lá jamais serão retirados.
“Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar no homem” (Sl.118:8). Jesus, que é a própria Palavra (Jo:1:1), nos deixou exemplo disso. Nas madrugadas, em Seus lugares solitários, Ele buscava no Pai a sabedoria e a força para enfrentar as batalhas de cada dia. A Sua comunhão com o Céu foi o que O sustentou no deserto, O guiou em Seu ministério terrestre, e O fortaleceu até à cruz. A vontade de Deus era o seu alimento, e a oração, o Seu oxigênio. Assim como Jó sofreu com o silêncio de Deus, Jesus padeceu em agonia por sentir em nosso lugar o terrível castigo da ausência do Pai. Mas porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo.14:19).
Abra o seu coração ao Senhor e O busque com sinceridade! E quando encontrá-Lo, você descobrirá a verdadeira felicidade: “esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:13 e 14). Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, novas criaturas em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Jó13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 13 – A fé é madura quando vale mais que a vida! Nossa confiança em Deus deve estar acima das nossas necessidades vitais. Nisso residia a firmeza espiritual de Jó, um grande exemplo para nós.
Quando nossa fé é madura o suficiente para valer mais do que a vida, podemos perder tudo, sofrer à beça, ser acusados por amigos sem ser culpados, sem jamais perder a fé. Pode-se até perder a paciência, pode até entender ser injusta a situação que está enfrentando, inclusive pode pensar que Deus não Se importa com seu sofrimento, mas a fé permanecerá em pé!
Jó atingiu tal nível de fé, por isso em meio ao emaranhado complexo que envolvia sua condição, pode expressar a máxima confiança em Deus ao declarar: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15).
Antes disto, Jó havia respondido às acusações de seus amigos que alegavam ser ele merecedor do sofrimento devido a seus pecados; então, os repreendera pelas palavras cruéis, desprovidas de compaixão (Jó 13:1-12).
Após Jó 13:15, Jó demonstrou não compreender a sabedoria e a justiça divinas; porém, em meio às incertezas e dúvidas, afogando entre seus muitos questionamentos sem respostas (Jó 13:16-28), ele mantinha firme sua fé madura, bem mais valiosa que a vida!
Confiar em Deus, ainda que isso signifique a própria morte, é a filosofia de vida daqueles que vencerão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho, conforme revela Apocalipse 12:11.
Abrir mão da vida em prol da fé em Cristo é a essência da verdadeira religião. Jesus mesmo salientou: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa, este a salvará” (Lucas 9:23-24).
Nossa fé não deve ser menor que o medo da morte, para que nossa fidelidade não dependa das boas circunstâncias. Assim, apesar de perder tudo como Jó, da perseguição e tortura dos mártires em Apocalipse 12:11, a fé em Cristo permanecerá em pé.
A fé madura não tombará diante das terríveis agruras deste mundo; pois sabe que haverá uma preciosa recompensa futura, provida por Deus, conforme prevê as Escrituras (Mateus 5:11-12; 1 Pedro 1:3-9; Apocalipse 2:10).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.