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Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidade de crises familiares, conjugais e pessoais.
O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:
1. É certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);
2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.
3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa aqueles que tomam decisões equivocadas e que ao verem as consequências são rápidos em procurar um culpado, para eles quase sempre Deus.
• O rei de Edom representa os indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe como resolvê-los.
4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta os incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora os que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e honra aos que O honram, representado por Josafá.
5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o que fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.
6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.
Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Disse Eliseu: Tão certo como vive o Senhor dos Exércitos, em cuja presença estou, se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não te daria atenção, nem te contemplaria” (v.14).
E a saga dos reis maus de Israel continua. Com a morte de Acazias, não havia herdeiro para sucedê-lo, então seu irmão Jorão reinou em seu lugar. E fez este “o que era mau perante o Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v.2). Adoradores convictos de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação muito difícil de ser comparada ou superada. Porém, nos pecados em que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. E diante da ameaça do rei de Moabe, logo procurou a ajuda de Josafá. O rei de Judá já havia saído à guerra antes em favor de Acabe, e quase perdeu a vida pela desonestidade daquele rei. Mais uma vez ele se mostrou prestativo para com outro rei de Israel e saiu em seu favor.
Como na situação anterior, Josafá sugeriu que fosse consultado um profeta de Deus. Eliseu foi indicado e os reis “desceram a ter com ele” (v.12). Aquela pequena comissão logo revelou sua dificuldade. Jorão foi desmascarado por aquele que de Deus recebera discernimento para perceber-lhe a maldade: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v.13). Como homem de Deus, Eliseu recebera o dom de discernir espíritos (1Co.12:10), e por ser Jorão mui perverso, não fosse “a presença de Josafá” (v.14), o profeta não lhe teria dado atenção e nem tampouco olharia para ele. Parece uma atitude dura da parte de Eliseu, mas era apenas o efeito da anti mistura da luz com as trevas.
A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu, à semelhança de Davi quando tocava a sua harpa e afastava de Saul o espírito maligno (1Sm.16:23), usou o louvor para que o mal fosse dissipado e pudesse receber de Deus o poder para transmitir a Sua palavra. É certo que muitas vezes precisamos conviver com pessoas difíceis, mas isto não deve nos impedir de lhe sermos úteis conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali, mas tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do Senhor. E por respeito a Josafá, conteve a sua indignação. Pois muitas vezes Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para luz, e da sequidão para terra de abundantes águas (v.20).
Precisamos entender que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. E da mesma forma, devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Notem que Paulo coloca duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter uma relação pacífica com todos, mas que esta impossibilidade não surja de nossa parte. Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como Jezabel havia feito com os demais profetas do Senhor.
Contudo, não cabia a Eliseu a vingança, nem deixar de comunicar a palavra de Deus, porém, no que dependesse dele, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Rm.12:20). Que possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do Senhor para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante todos os homens” (Rm.12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve” (Ml.3:18). Até lá, não é nossa a obra de fazer este julgamento, mas do Juiz Justo. Eis o que Deus espera de nós: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, discípulos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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285 palavras
11 Será que não há aqui profeta do Senhor…? V. 1Rs 22.7. Somente depois de as estratégias dos próprios três governantes parecerem ter fracassado é que procuraram a palavra do Senhor (v. 12) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
14 não te daria atenção. Esta foi uma censura forte, mas oportuna e necessária. A honra de Deus estava em jogo. Um ímpio rei de Isarel lançava sobre o Senhor a culpa por um desastre devido diretamente à sua loucura. Se Josafá não estivesse participando desse empreendimento, Eliseu se recusaria a interceder em nome do rei de Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 950.
27 seu filho mais velho. O rei Mesa, num ato extremo de desespero, sacrificou seu primogênito ao deus Quemos, na esperança de obter perdão por seus pecados passados (Miq 6.7) e garantir uma vitória militar (Jz 11:30-40) (Andrews Study Bible).
em holocausto. A despeito da proibição divina (Deut. 18:10), Acaz, um rei posterior de Judá, sacrificou seu filho no fogo, seguindo as detestáveis práticas das nações circundantes (Andrews Study Bible).
grande ira contra Israel. Essa expressão, á luz do hebraico, normalmente faz alusão a uma visitação da ira de Deus. (Bíblia de Estudo NVI Vida).
…talvez devamos entender que os aliados ficaram abalados pelo terror supersticioso da ira da divindade local. (Foi justamente naquela época da história de Israel que a idolatria se acentuara entre os israelitas) (Bíblia Shedd).
A devoção de Mesa ao seu deus Quemos [ou Camos] foi maior que a lealdade de Israel ao Senhor. O descontentamento causou a imediata retirada da campanha militar de Israel contra Moabe (Andrews Study Bible).
A natureza exata dessa indignação contra Israel não é descrita, e os detalhes da forma em que operou não são revelados. CBASD, vol. 2, p. 952.
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/2
Quando tentados a se preocupar com a administração da obra de Deus, devemos nos lembrar de que Deus tem Sua mão de mestre sobre todas as mudanças e sucessões.
Eliseu passou um tempo em humilde serviço a Elias, recebendo sua orientação, antes de ser convidado a assumir o lugar do seu predecessor. Ele teve várias oportunidades de tomar o caminho mais fácil, mas estava determinado a não abandonar seu posto.
Ao pedir uma porção dupla do espírito de Elias, Eliseu estava pedindo a bênção da primogenitura de um filho mais velho. Somente Deus, não Elias, poderia conceder seu pedido. Deus ama dar o Seu Espírito àqueles que pedem, a fim de qualificá-los para o Seu serviço.
Quando Deus designar você para ocupar uma posição, Ele providenciará o treinamento, o poder e o respeito necessários para fazer o trabalho para a Sua glória. A questão é: você permanecerá fielmente na posição de um servo, fazendo um trabalho humilde, até que Deus ache adequado lhe dar maiores responsabilidades? Quando o manto da responsabilidade lhe for passado, você vai pegá-lo com fé e coragem? Você verá o “rio Jordão” como uma oportunidade ou um obstáculo?
Deus ainda está disposto a dividir o Jordão, curar as águas e defender Seus obreiros. O trabalho de Deus não para quando um grande líder se aposenta.
Esther Baker
Dona de casa
Igreja da Union Springs AcademY
New York USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=561
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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A alguns pedidos impróprios que Deus atende, como quando Israel pediu um rei como as nações pagãs. Porém, a outros Deus não atende; Elias nunca foi atendido em seu pedido registrado em I Reis 19:4.
Em vez de atender ao pedido de morte, Deus lhe deu vida livre de morte. Não podemos entender a Deus em tudo o que Ele faz ou deixa de fazer; contudo, certamente Ele nos entende melhor que nós mesmos nos entendemos, e atende naquilo que é melhor que o nosso melhor.
Um dos pedidos mais impactantes da Bíblia está neste capítulo. Eliseu solicita porção dobrada do espírito de Elias, ou seja, ser herdeiro do ministério profético de Elias. E ele foi prontamente atendido.
A alguns pedidos Deus…
• …Tem prazer em atender;
• …Altera a resposta conforme Sua onisciência;
• …Indispõe-Se em atender; entretanto,
• …Ele atende para mostrar as consequências dos desejos perversos.
Com oração, observe com atenção que, neste capítulo,
• …Elias foi levado vivo ao Céu deixando Eliseu sucessor de Seu ministério profético (vs. 1-17);
• …Eliseu purificou miraculosamente águas imprestáveis em água potável (vs. 19-22);
• …Eliseu amaldiçoou aos jovens zombadores, desrespeitosos e irreverentes (vs. 23-25).
Deus não gosta de zombadores e insubordinados – estes atrapalham o avanço de Sua obra e interferem na vida de Seus servos. Consequentemente, Ele afasta instrumentos de Satanás para deixar livre o caminho para Seus instrumentos aturarem.
O que faz a diferença na liderança do povo de Deus não é a capacidade de administrar; nem são habilidades, cursos e estratégias de marketing; nem planos e programas bem elaborados; nem mesmo qualidades que a sociedade exige para o sucesso; mas, aquele que humildemente reconhece sua necessidade de auxílio e suplica mais e mais do Espírito Santo.
• É melhor ter um líder cheio do Espírito Santo do que um administrador cheio de diplomas e recursos financeiros e/ou tecnológicos.
• É melhor ser um servo fiel reconhecendo suas incapacidades, do que ser alguém que gloria-se em suas qualidades.
• É melhor ser incompetente mas dependente do Espírito Santo, do que competente, habilidoso e experto e vazio do Espírito Santo.
A Bíblia registra 14 milagres de Eliseu, como sucessor de Elias: Deus quer usar pessoas que estejam dispostas a viver para Seu reino.
Dependeremos do Espírito Santo? – Heber Toth Armí.
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“Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho” (v.11).
Para mim, esta é uma das histórias mais lindas da Bíblia, em termos de fé, amizade, compromisso, lealdade e recompensa. Podemos identificar tudo isso e muito mais no capítulo de hoje. Pela primeira vez, a Bíblia destaca a sucessão de um profeta de Deus. Até aqui temos visto apenas a linha de sucessão dos reis de Israel e de Judá. Elias, porém, foi o profeta que ganhou evidência não só nos livros das histórias dos reis de Israel, mas também foi citado por profetas menores, no Novo Testamento e seu nome recebeu destaque para o cumprimento de profecias nos últimos dias.
Eis o que está escrito no livro de Malaquias: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor” (Ml.4:5). Esta profecia não se trata do retorno da pessoa de Elias, mas de sua missão. A obra dada a Elias de restaurar a verdadeira adoração é o que vai dar cumprimento ao último sinal antes do fim (Mt.24:14). Assim como a ressurreição de Moisés representa os que serão ressuscitados no Dia do Senhor, a trasladação de Elias ao Céu simboliza os que serão arrebatados naquele Dia: “A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:52). Isto explica o fato destes dois personagens terem aparecido na transfiguração de Cristo (Mt.17:3), como uma confirmação dos frutos do “penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Eliseu foi o único a acompanhar tudo de perto. Não se apartou de Elias um único instante, e de seu mestre recebeu preciosas orientações. A companhia de Elias era-lhe agradável e lhe fazia sentir-se mais próximo de Deus. Não há bênção maior nesta terra do que pessoas que nos edifiquem espiritualmente. Elias nos deixou uma grande e importante lição que Jesus transformou em uma comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos” (Mt.28:19). A amizade entre Elias e Eliseu fez de Eliseu um fiel discípulo e a responsabilidade que sobre ele cairia o levou a fazer um ousado pedido: “Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (v.9).
Eliseu não estava pedindo para ser melhor do que o seu mestre, e sim reconhecendo a sua total dependência do poder divino. A postura que teve diante dos discípulos insensatos mostrou a sua prudência diante dos assuntos do Alto. A atitude daqueles homens representam pessoas que não sabem guardar discrição, e, em tom de “inocentes comentários” saem divulgando o que não lhes convém. Mesmo que eles tenham expressado uma verdade, a repetida resposta de Eliseu “Também eu o sei; calai-vos” (v.3 e 5), nos deixa um legado de que aqueles que mantém o foco na missão não perdem tempo com conversas fúteis.
A lealdade de Eliseu para com Elias foi a chave que lhe abriu as portas da sucessão profética e o fez contemplar um vislumbre da glória divina. Nenhum daqueles discípulos estavam prontos para receber tal incumbência e viver tamanha experiência. Eliseu teve a honra de contemplar os seres celestiais, muito em breve, os filhos do Reino também terão. O privilégio de Elias de subir aos Céus sem passar pela morte, os justos vivos hão de ter, como está escrito: “nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados… entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).
Mas para todos os zombadores, que insistem em escarnecer e maldizer os filhos do Reino, lhes sobrevirá repentina destruição, assim como foi com os quarenta e dois rapazinhos que zombaram do profeta de Deus. Meus irmãos, não fiquemos insistindo em falar e em fazer o que não nos é conveniente. Sempre que vier à nossa língua a vontade de comentar acerca do que não nos diz respeito, lembremos do conselho de Eliseu: “Calai-vos”! E quando quisermos insistir em ir aonde Deus não nos mandou, lembremos da admoestação de Eliseu: “Não vos disse que não fôsseis?” (v.18).
O Senhor tem planos surpreendentes na vida de todo aquele que, como Elias e como Eliseu, se entrega a Seu serviço. Que nossa vida seja usada por Deus como guia para o nosso próximo e que estabeleçamos laços de amizade íntima com pessoas que nos edificam para o Reino dos Céus. Lembremos que “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17), mas que através de sua comunhão com Deus teve uma vida extraordinária. Clamemos pela “porção dobrada” (v.9). E ainda que diante de nós se levantem muitas águas, Deus nos fará passar “em seco” (v.8) ou as tornará saúde para nossa alma (v.21). Vigiemos e oremos!
Bom dia, servos do Deus Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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