Reavivados por Sua Palavra


2REIS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de setembro de 2019, 0:35
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“O Senhor feriu ao rei, e este ficou leproso até ao dia da sua morte e habitava numa casa separada…” (v.5).

Há alguns dias, estudamos a história de Naamã, sobre a sua lepra e de como foi curado. Hoje estudamos sobre o rei Azarias, sobre a sua lepra e de como não houve cura. Naamã havia sido um herói de guerra, conquistador de muitas vitórias. Porém, tudo o que havia conseguido foi porque o Senhor o abençoou, e ele precisava reconhecer isso.

No caso de Azarias, a maldita doença consumiu a sua vida até à morte. A cura não lhe foi outorgada. Quando estudarmos o livro de Segunda Crônicas, veremos que, como Naamã, Azarias acariciou o orgulho e a arrogância em seu coração. 

Provavelmente, se Deus não tivesse permitido que aquela doença o ferisse até à morte, o relato de que “fez o que era reto perante o Senhor” (v.3) teria sido bem diferente. Azarias também é chamado na Bíblia pelo nome de Uzias (v.32), mas ambos os nomes significam: “Deus é a minha força” ou “a minha força é Deus”. E Deus teve que deter as forças de Azarias para que ele pudesse compreender o significado e o peso de seu próprio nome.

Enquanto isso, em Israel…

Conspirações, mortes e um reino que não passava de pai para filho, mas de um assassino para outro.

De geração em geração, o pecado tem revelado seus resultados desastrosos. Tudo porque a nossa natureza conspira contra a natureza divina. Não estamos livres, nem como cristãos. Vivemos uma batalha constante contra a lei do pecado que habita em nossa carne. E a respeito disso, o próprio Paulo confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm.7:19).

Temos visto que pertencer a Israel ou a Judá não era sinônimo de salvação. Fazer parte de uma nação eleita não garantia aos filhos de Israel uma entrada no Céu, mas fazia deles atalaias do Senhor, mensageiros da verdade. Não era apenas um privilégio, mas uma tremenda responsabilidade.

Hoje, vivemos em um mundo onde a maior pregação tem sido: Deus só quer o seu coração.

Cuidado, amados! Sim, Deus quer o nosso coração. Pois Ele mesmo diz: “Filho Meu, dá-me o teu coração” (Pv.23:26), e diz também: “Eis que estou à porta e bato…” (Ap.3:20). Mas quando abrimos a porta de nosso coração e o entregamos a Deus, não há como não haver mudança. Quando Cristo assume o primeiro lugar em uma vida, Ele arruma a bagunça que o pecado deixou.

Todo aquele que aceita a Jesus como Seu Salvador pessoal precisa refletir a Sua imagem. E esse reflexo só pode ser visto quando há uma transformação de dentro para fora. A aparência de santidade aliada a um coração orgulhoso é um dos maiores enganos do inimigo. Quando a Bíblia diz que “o coração alegre aformoseia o rosto” (Pv.15:13), não está a falar de qualquer alegria, mas do fruto do Espírito Santo; e nem tampouco de qualquer formosura, mas da formosura em assemelhar-se a Cristo. O que Israel não entendeu, precisamos buscar viver a cada dia.

Mahatma Gandhi certa vez confessou: “Eu gosto do seu Cristo, só não gosto de seus cristãos. Seus cristãos são tão diferentes de seu Cristo”. Esta é uma realidade que deve ser extinta entre o professo povo de Deus. A maior preocupação e ocupação em Israel e em Judá era de engrandecer o reino e torná-lo poderoso sobre os demais. A maior ocupação dos fiéis sentinelas de Cristo deve ser o de anunciar o Reino de Deus. A ordem de Cristo foi: “Ide ao mundo e pregai o evangelho…” (Mt.28:19), e não ide à igreja e se ocupem a ponto de não terem tempo de ir buscar o que está perdido. 

Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça não é fazer o que achamos que devemos fazer, mas permitir que o Senhor tome conta dos desígnios do coração e conduza nossos passos na direção daqueles que necessitam conhecê-Lo. Não permitamos que a lepra do pecado nos consuma a vida até à morte. Mas abramos o coração Àquele que por Sua morte nos presenteou com abundância de vida! Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos para salvar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Reis15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 REIS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
5 de setembro de 2019, 0:11
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2 REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de setembro de 2019, 0:05
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501 palavras

5 o SENHOR feriu. Como castigo por ter usurpado a função sacerdotal de queimar incenso no altar do templo (v. 2 Cr 26.16-21; Lv 13.46) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Foi este o pecado que privou o rei de ter uma história ainda mais longa e melhor sobre seu intenso reinado (Bíblia Shedd).

7 descansou Azarias. Este foi o ano da vocação de Isaías (739 a.C.; cf Is 6.1) (Bíblia Shedd).

10 matou-o. Amós já havia profetizado sobre a destruição da família de Jeroboão (Am 7.9). Jeú, porém, recebera a promessa de que sua dinastia perduraria até à quarta geração (2 Rs 10.30) (Bíblia Shedd).

12 Assim se cumpriu a palavra do SENHOR. Com a derrubada da dinastia de Jeú, o Reino do Norte entrou num período de instabilidade política (v. Os 1.4). Os demais cinco reis do Reino do Norte foram assassinados, excetuando-se Menaém, que reinou durante dez anos, e Oséias [o rei], que foi preso pelos assírios. O declínio e queda do Reino do Norte, desde a situação de poder e prosperidade no reinado de Jeroboão II, foi rápido (Bíblia de Estudo NVI Vida).

16 Tifsa…todas as mulheres. Era o centro dos partidários de Salum, e a selvageria que o novo rei ali revelou era uma peculiaridade só achada nos mais vis pagãos (8.12; Os 13.16; Am 1.13) (Bíblia Shedd).

19 Pul. O nome babilônico (v. 1Cr 5.26) do rei assírio Tiglate Pileser III (745-727 a.C.) (Bíblia de Estudo NVI Vida). O grande restaurador do Império da Assíria (à custa do sacrifício das nações vizinhas) (Bíblia Shedd).

mil talentos de prata. Trinta e cinco toneladas de prata (NVI).
Oséias [o profeta] denunciou a política de buscar ajuda dos assírios e predisse que fracassaria (Os 5.13-15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

20 cinquenta ciclos de prata. Seiscentos gramas (NVI). Um simples cálculo aritmético revela que seriam necessários aproximadamente 60.000 homens de posses para fornecer as 35 toneladas de prata do tributo. Esse fato oferece algum indício da prosperidade que o Reino do Norte desfrutara durante os dias de Jeroboão (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Por causa dos pecados de Israel, essa prosperidade foi consumida nos gastos para consolidar o reino de Tiglate-Pileser III, segundo o v. 19 (Bíblia Shedd).

29  levou [cativos] os seus habitantes. Este evento […] marca o início da diáspora [dispersão judaica] das dez tribos (Andrews Study Bible).

Esta deportação aconteceu no ano 734 a.C. O reino da Assíria deportara as guarnições das cidades do norte e do noroeste, que representavam a nata do poder bélico de Israel; Samaria era uma fortaleza poderosa, mas já não possuía nenhuma força física ou moral – a corrupção já a levaria à decadência, e o seu rei poderia ser comparado a um “pássaro engaiolado”. O resto de Israel era dominado facilmente como vassalo. (Bíblia Shedd).

30 Oséias. Não há dúvida que sua entronização foi feita com a ajuda do rei da Assíria. Este último rei de Israel acabou se tornando um simples títere nas mãos dos assírios. A sua consipração o levou à loucura de tentar descartar-se de sua aliança com a Assíria, fazendo mexericos com o rei do Egito (17.4), o que redundou na destruição total de Israel (Bíblia Shedd).



2 REIS 14 by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/14

Entra em cena Amazias. Encontramos o resumo habitual de um rei bíblico, incluindo como ele se classifica – “bom” ou “mau”. Para ele, o medidor aponta para pouco menos do que “bom”.

Amazias começou bem. Mais de sua história é encontrada em 2 Crônicas 25. Ele contratou Israel para atacar os edomitas. Um profeta declarou que isso era imprudente, então o exército israelita é dispensado. Amazias atacou Edom somente com os exércitos de Judá e venceu. Mas a história dá errado a partir daí e nunca se corrigiu.

O nome Amazias significa “o Senhor é a minha força”. Amazias, no entanto, dá importância à sua própria força. Ele se auto exaltou, envolveu-se em guerra contra Israel e foi derrotado, perdendo sua liberdade, sua segurança futura e comprometendo Judá. Por fim, seu povo se volta contra ele. Amazias foge para Laquis (um nome que significa “quem anda ou existe por si mesmo”) e lá é assassinado. Assim termina a vida de um rei que confiou em si mesmo, não em Deus.

Embora seja fácil julgar, somos diferentes? Quanto confiamos em Deus? Quanto dependemos de nossas próprias idéias? Quantas vezes nossas escolhas não apenas afetam os outros, mas também levam a comprometimentos e perda da liberdade?

Volte-se para Deus. Inclua-O em todos os seus planos. Então, e somente então, você será vitorioso.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=573
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



2 REIS 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2019, 0:45
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II REIS 14 – A Palavra de Deus nos foi deixada para ser mais do que nosso manual de instrução, ela é a luz que ilumina nosso caminho para não nos perdemos na jornada com destino ao Céu.

“Somos convidados a esquadrinhar essa Palavra em busca de auxílio para quando formos levados a situações difíceis. Se não consultarmos o Livro Guia a cada passo, perguntando: ‘É este o caminho do Senhor?’, nossas palavras e atos estarão manchados de egoísmo. Esqueceremos a Deus, e trilharemos caminhos que Ele não escolheu para nós” (Ellen G. White).

Israel deixou de lado a Palavra do Senhor; por isso está dividido. Deus não quis que Israel tivesse reis, mas o povo insistiu e está colhendo os frutos de sua péssima decisão egoísta. Os livros de Samuel contam o surgimento da monarquia israelita; os livros de Reis conta o declínio…

Samuel Ridoud observou: “A história de Reis retrata um processo de decadência; as coisas se tornam cada vez mais sombrias, até não haver mais como repará-las […]. As dez tribos são levadas para o cativeiro e, tempos depois, as outras duas tem o mesmo destino”.

Prevendo isso, Deus intentou, de todas as formas, impedir essa tragédia. O comentário da Bíblia de Estudo de Andrews destaca: “Deus estendia graça ao pecaminoso reino do norte não porque seu povo se arrependia, mas por misericórdia”.

Atente para estes pontos:

• O início de sucesso do reinado de Amazias, de Judá, despertou nele orgulho e arrogância contra a outra parte do povo de Deus, Israel, a tal ponto de desafiar uma guerra desnecessária – o que o levou à derrota humilhante. Por fim, houve uma conspiração contra ele em seu próprio reino, foi perseguido e, então, assassinado (vs. 1-22).
• Jeroboão II reinou em Samaria, na parte de Israel. Mas, ele nunca se apartou dos pecados horríveis de Jeroboão I (vs. 23-25, 28-29).
• Deus na história do mundo. Cuidado: Bênçãos nem sempre revelam aprovação divina! (vs. 26-27).

Queridos amigos…

…Sem reavivamento e reforma, bênçãos se tornam maldições. Vitórias desenvolvem orgulho. Na prosperidade e paz desenvolvem-se práticas pagãs. Graça se torna desgraça; e, pecados se alastram.

…Reavivamento e reformas parciais sempre serão superficiais; assim, o sincretismo religioso torna a verdadeira religião adulterada, recheada de engodos.

Portanto, não regrida! Avance! – Heber Toth Armí.



2REIS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de setembro de 2019, 0:30
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“Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas” (v.8).

Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai ” (v.3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido. E Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.

Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que não avisei!

Resultado: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12), Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, “como também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Meus amados, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme. Mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.

Já Jeroboão II, seguindo a mesma linha dos demais reis de Israel, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).

Quando estudamos os evangelhos, percebemos que enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no Reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome em nossa vida.

Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que Lhe testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).

O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos, não torna o nosso nome digno de louvor. Jeroboão foi usado pelo Senhor para livrar a Israel, segundo a profecia de Jonas, contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para sermos semelhantes a Cristo! E, quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7). Que a nossa identidade aponte para a eternidade! Vigiemos e oremos!

Bom dia, semelhantes a Cristo!

* Hoje é o nosso dia de oração e de jejum. Busquemos, unânimes, o derramamento da chuva serôdia!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Reis14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 REIS 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
4 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2019, 0:05
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850 palavras

o rei, seu pai. Amazias restringiu a vingança àqueles que mataram seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Vale do Sal. O mesmo campo de batalha onde Davi anteriormente derrotara os edomitas (v. 2Sm. 8.13; 1 Cr 18.12; Sl 60, título), geralmente identificado como Arabá, diretamente ao sul do Mar Morto (Bíblia de Estudo Vida).
Sela. Este nome significa “rocha” e seu nome moderno é Petra. Na Bíblia este nome é sinônimo ao país de Edom (Andrews Study Bible).
8 Vem, meçamos armas (ARA; NVI: “Venha me enfrentar”). Desafio equivalente a uma declaração de guerra. Talvez fosse provocado pelas ações hostis das tropas mercenárias do Reino do Norte depois de terem sido demitidas do exército de Judá (c. 2Cr 25:10, 13) e pela recusa de Jeoás de fazer um pacto com Amazias por meio de um casamento (cf. v. 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Jeoás … respondeu. Em resposta, Jeoás lançou mão de uma fábula (v. Jz 9.8-15) na qual se representou como um cedro forte, e  Amazias como um espinheiro insignificante [cardo] que podia ser facilmente pisoteado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Bete-Semes. Uma cidade 24 km a oeste de Jerusalém. Jeoás não esperou pelo ataque, mas enviou seus exércitos do sul, pretendendo se aproximar de Jerusalém pela antiga estrada que passava através do vale de Soreque. Essa é a rota seguida pela ferrovia de Jafa a Jerusalém, atualmente (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1028).
13. Jeoás capturou Amazias. É provável que Amazias fosse levado como prisioneiro para o Reino do Norte, onde permaneceu até ser solto para voltar a Judá depois da morte de Jeoás (cf. v. 15, 16) (Bíblia de Estudo Vida).
14 ouro … prata e todos os utensílio encontrados no templo … e nos depósitos do palácio real. O valor dos artigos despojados provavelmente não era grande, pois Joás, anterriormente, já tinha destituído o templo e o palácio a fim de pagar tributo a Hazael de Damasco. Bíblia de Estudo NVI Vida.
reféns. Estes prisioneiros foram selecionados dentre os proeminentes cidadãos do país. Dessa forma, os vencedores esperavam manter o bom comportamento dos derrotados (CBASD, vol. 2, p. 1028).
16 Jeroboão. É Jeroboão II, cujo reinado durou de 782 a.C até 753 a.C., trinta anos de prosperidade. É a época do profeta Amós, quando se fez realmente necessário ensinar o povo a não confiar demais nas riquezas de sua nação. Vinte anos depois, Israel tinha sido reduzido a quase nada (13.7). Doze anos depois, Jeroboão ainda estava reinando sobre os siros, 14.28. Aquela paz, vitória e prosperidade, entretanto, era o derradeiro descanso que precedia ao fim de Israel: é que o rei Tiglate-Pileser III, da Assíria (745-727 a.C.), haveria de capturar a Damasco, apenas vinte anos após a morte de Jeroboão, e, então, seu sucessor, Salmaneser III, já estaria aniquilando as pequenas potências ao noroeste de Israel, minando aquela falsa e efêmera paz de Israel (Bíblia Shedd).
21 Uzias. Outro nome do rei Azarias, que significa “o SENHOR é meu ajudador”. Bíblia de Estudo Andrews.
22 Elate. Uma cidade no golfo de Áqaba, próxima a Eziom-Geber (Dt 2:8), na terra de Edom (1Rs 9.26). […] Salomão utilizou essas instalações portuárias (1Rs 9:26; 2Cr 8.17,18).  (CBASD, vol. 2, p. 1029).
25 mar da Planície. O Mar Morto, ou Mar Salgado (CBASD, vol. 2, p. 1029).
Jonas. Esse foi o profeta enviado a Nínive [capital da Assíria] (Jn 1:1,2). Teve um ministério mais longo do que é apresentado no livro que leva seu nome. (CBASD, vol. 2, p. 1029).
Este profeta apoiou as expansões militares de Jeroboão. Bíblia de Estudo Andrews.
27 não dissera. O pecado dos israelitas ainda não atingira sua plena medida, e o Senhor, com sua misericórdia, estendeu à nação mais um período de graça, no qual ainda havia oportunidade de se arrepender. A persistência na apostasia, no entanto, traria o juízo certeiro (v. Am 4.2, 3; 6:14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
apagar o nome de Israel. Referência à imagem da lavagem de um rolo de papiro, deixando-o limpo para ser usado de novo. Bíblia de Estudo Andrews.
os livrou. Deus estava sendo gracioso com o reino pecador do norte, não porque o Seu povo se arrependera, mas por conta de Sua misericórdia (Andrews Study Bible).
Deus está dando a Israel a última oportunidade de se arrepender. Muitas vezes aplicara o teste da adversidade ao seu povo, para o fazer retornar a Ele, Jz 2.16-22. Agora veio o teste da prosperidade nacional: o livro de Amós nos mostra que falhara nesse teste, usando o poder econômico para oprimir os pobres, vivendo no luxo e transformando os cultos religiosos em festanças (Amós 6.1-7; 8.4-10). Muitas outras passagens daquele profeta mostram a carência de consciência social (Bíblia Shedd).
28 tudo quanto se fez. Jeroboão fez muito para fortalecer a nação, mas o registro de seu reinado é breve. O sucesso nacional foi seguido de orgulho nacional, condenado fortemente pelos profetas daquele tempo (Os 5:5; 7:10; Am 6:13) (CBASD, vol. 2, p. 1030).
Durante o reinado de Jeroboão, o Reino do Norte desfrutou de prosperidade material que em qualquer período desde o reinado de Davi e de Salomão. Infelizmente, também era um tempo de formalismo  religioso e de apostasia bem como de injustiça social (v. os livros de Amós e Oséias, que profetizaram durante o reinado de Jeroboão). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Iaudi. Ou Judá. Nota NVI.


2 REIS 13 by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/13

Duas histórias incomuns que podemos ser tentados a ignorar, porém com perda de mensagens importantes.

Jeoás, um jovem rei idólatra de Israel, foi visitar o profeta moribundo Eliseu. Isso pode sugerir que ele tinha algumas qualidades resgatáveis – talvez houvesse esperança para Israel. Eliseu pede ao rei que atire uma flecha pela janela. Jeoás concorda e o profeta grita: “Esta é … a flecha da vitória sobre a Síria! ” Eliseu então pede a Jeoás que atire suas flechas para o chão. O rei obedece, mas para logo. O profeta, então, expressa frustração e raiva.

Como isto é pra você? Você é um cristão de três flechas? Você para em oração? Salvação? Fé? Testemunho? Ou você permite que Deus lhe ofereça Seus limites imensuráveis?

Elias cavalgou para o céu em uma carruagem ardente (cap. 2) e não morre – Deus conquista a morte sendo levado por Deus! Eliseu também se relaciona com a morte (v. 21). Ele morre e é enterrado. Um encontro acidental de um homem morto com os ossos de Eliseu faz com que o homem ganhe vida! Mais uma vez Deus vence a morte – desta vez através da ressurreição! Dois profetas; duas histórias de morte; duas razões para a esperança. Aleluia!

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=572
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli