Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/1
Ao começarmos a ler o livro de Crônicas podemos supor que esta é apenas uma infeliz longa lista de nomes. Se você pensar assim, como eu também pensei, olhe de novo. Atente para o primeiro nome: Adão. Este é um livro sobre nós, sobre toda a humanidade e sobre o nosso Deus! O início das Crônicas nos leva a lembrar o plano da redenção. Podemos, por este plano, reclamar nosso direito de primogenitura à justificação e através da purificação da redenção, somos lembrados dos processos de santificação que nos levam ao sacerdócio.
Ao ler esta lista de nomes, desde Adão até Aarão; e de Jessé até nosso Salvador Jesus, vemos o plano e a promessa de Deus. Leia os nomes de novo e você verá que Deus não se esqueceu de Ismael ou de Esaú (Edom), a “ovelha negra” da nossa linhagem espiritual. Ismael foi o filho banido de Abraão e Esaú, o filho impulsivo de Isaque, mas eles estão aqui listados. Cada um de nós está incluído no plano de Deus. Como família de Deus, podemos traçar aqui, nestes primeiros capítulos de Crônicas, as falhas de nossa família e herança sacerdotal.
Através da maravilhosa graça de Deus, você não reivindicará hoje o seu direito de primogenitura e, como Adão, ser resgatado e feliz em Jesus?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=585
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
I CRÔNICAS 1 – “Quem pensa conhecer as Escrituras Sagradas, mas ignora Crônicas, engana-se a si mesmo” declara Eusébio Sefrônio Jerônimo em sua tradução da Vulgata.
O que aprendemos desta série de nomes que aparecem citados na introdução do livro de Crônicas? Por que o Espírito Santo permitiu que esses mais de 500 nomes dos primeiros 9 capítulos deste livro entrasse nas páginas sagradas dadas por Deus à humanidade?
Os livros de Crônicas “têm sinais de ser uma revisão de livros anteriores e canônicos do Antigo Testamento, sobretudo com base em I e II Samuel e I e II Reis, de acordo com os interesses e ideias do autor. O autor exibe interesse especial pelo templo de Jerusalém, com sua adoração e ritos. Também demonstra interesse especial pela doutrina da retribuição divina” (Russell Norman Champlin).
É possível perceber o que Deus quer ensinar-nos neste primeiro capítulo dando especial atenção ao livro inteiro de Crônicas, tendo em mente todo o compêndio de Deus inspirado pelo Espírito Santo. Observe com atenção estes 54 versículos:
1. Eles tratam de personagens históricos de Adão até o patriarca Abraão, o pai da nação do povo de Deus num mundo paganizado e deteriorado pelo pecado (vs. 1-27);
2. Eles também tratam dos filhos de Abraão, de cuja linhagem viria o Messias, o Salvador do mundo caído na ruína do pecado (vs. 28-54).
Ao estudar Crônicas, tenha em mente que estas genealogias são importantes a israelitas e gentios, aos judeus e às nações do mundo inteiro, pois, “Crônicas trata do verdadeiro Povo Eleito, descendente de Abraão, destinado a ser a linhagem pela qual viria o Messias” – observa Merril F. Unger.
Tendo como referência o livro de Gênesis, o cronista cita:
• Adão, como pai de todas as nações (vs. 1-27). Verifique Gênesis 5, 10-11.
• Abraão, como pai da nação do povo de Deus, escolhido para uma missão mundial (vs. 28-54). Verifique Gênesis 25 e 36.
Abraão teve outros filhos além de Isaque. Com Agar ele teve Ismael, de onde surgem os árabes (vs. 28-31). Com Quetura/Cetura ele teve mais seis filhos, de onde surgem muitas outras nações (vs. 32-33). Mas, a ênfase está em Isaque, porque a Bíblia não é História do mundo, mas a história da salvação da humanidade.
Estude Crônicas! Reavive-se! – Heber Toth
Filed under: Sem categoria
“Abraão, pois, gerou a Isaque. Os filhos de Isaque: Esaú e Israel” (v.34).
Considerada por muitos como uma leitura dispensável, a genealogia bíblica possui um teor significativamente importante. É certo que encontramos nomes bem diferentes e que por vezes tornam a lista de descendentes um verdadeiro desafio trava-línguas. Mas naqueles nomes, especialmente na descendência de Adão, o significado de cada um revela que o homem pode até rabiscar na “agenda” de Deus, mas jamais poderá mudar o fato de que Deus nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3) e que tem data marcada para nos levar de volta ao paraíso.
De Adão a Edom (ou Esaú), do Éden à terra do inimigo, podemos perceber a linha decrescente do ser humano após a queda. Ao iniciar as crônicas dos reis de Israel com a genealogia original, o Senhor deixou mais uma evidência de que Seus propósitos não podem ser frustrados e que as interferências humanas ou malignas não são capazes de limitar o que Ele desde o princípio designou. Então, a genealogia continua, e confirma o relato de Enoque (Gn.5:24), o relato do dilúvio (Gn.7), o chamado de Abraão (Gn.12), o surgimento do povo de Israel (Gn.35), e assim por diante.
Eu lhe convido a rever o comentário do capítulo 5 do livro de Gênesis, e maravilhar-se de que Deus sonha com a nossa redenção desde o começo. No curso da história, muitos desses nomes decidiram por se desviar do plano original divino, deixando de cumprir o devido propósito para o qual foram chamados. O pecado de Cam, por exemplo, causou uma ruptura considerável na família de Noé, e este filho do fiel porta-voz antediluviano, gerou os piores inimigos de Israel. Esaú, que é Edom, trocou a bênção do Senhor pela satisfação própria e também gerou inimigos do povo de Deus.
Entendendo que a genealogia não se trata apenas de uma coleção de nomes diferentes, mas de uma forma a mais do Senhor declarar o Seu amor relacional por cada pessoa, cumpre a nós a escolha de corresponder a esse amor e nele viver, ou de rejeitá-lo e ignorá-lo. Pode até ser que o nosso nome carregue um significado depreciativo. Pode ser que ele revele o que há de pior em nós, como o foi com Jacó. Mas o mesmo Deus que mudou o nome de Jacó para Israel, é o Deus que deseja mudar a nossa história mortal em vida eterna.
Portanto, não deixem de examinar os capítulos que se seguem. Eles não confirmam apenas a descendência de Israel, como também que nós somos filhos do Criador que, desde a fundação do mundo, já nos designou “um nome novo” (Ap.2:17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
422 palavras
1 Adão, Sete, Enos. O livro das Crônicas se inicia de forma abrupta com uma lista de nomes, começando com o primeiro homem, Adão. … o objetivo era evidentemente traçar a história do povo de Deus desde o início até a queda de Israel e Judá e a restauração após o exílio babilônico. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 122.
5 Madai. Foi o progenitor do medos (ver com. de Gn 10:2). CBASD, vol. 3, p. 122.
Javã. Foi o progenitor dos jônicos ou gregos (ver com de Gn 10:2; Is 66:19; Ez 27:13). CBASD, vol. 3, p. 122.
7 Társis. O nome é comumente identificado com Tartessos, na Espanha. CBASD, vol. 3, p. 123.
8 Cuxe. Os cuxitas habitavam a Núbia, agora parte do Sudão, chamado de Etiópia no mundo antigo (ver com. de Gn 10:6). CBASD, vol. 3, p. 123.
Mizraim. Nome hebraico para a terra ou os povos do Egito. CBASD, vol. 3, p. 123.
12 Caftorim. Um povo que saiu de Caftor (Dt 2:23), identificada em geral com Creta. …a frase anterior: “de quem descendem os filisteus”, provavelmente, foi colocada no lugar errado e, sem dúvida deveria estar aqui, pois Caftor é mencionada repetidas vezes como o antigo lar dos filisteus (Jr 47:4; Am 9:7). CBASD, vol. 3, p. 123.
13 Sidom, seu primogênito. Sidom foi a cidade mais famosa da Fenícia. mesmo após Tiro ter se tornado a mais importante, os fenícios ainda eram chamados de sidônios (Dt 3:9; Js 13:6; 1Rs 11:5). CBASD, vol. 3, p. 123.
14 Jebuseus. Os habitantes de Jebus, ou Jerusalém (1Cr 11:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 123.
17 Filhos de Sem. Entre eles estão alistadas várias nações importantes. CBASD, vol. 3, p. 124.
Elão. Este era um país famoso da região montanhosa ao leste de Babilônia [hoje, Irã] (ver com. de Gn 10:22). Sua capital, Susã, era uma nas capitais do império persa da época de Ester (ver com. de Ester 1:2). CBASD, vol. 3, p. 124.
Arã. Os arameus, chamados algumas vezes de siros, eram um povo muito importante cuja língua foi bastante usada na Ásia ocidental (Is 36:11), tanto no comércio como na diplomacia. CBASD, vol. 3, p. 124.
32 Quetura, concubina de Abraão. Em Gênesis 25:1 é dito que Abraão casou-se com Quetura, uma observação condizente com o que é dito sobre ela em Gênesis 25:6 e neste versículo de Crônicas. Antigamente, uma concubina não era uma companheira ilegítima, mas uma esposa de classe inferior. CBASD, vol. 3, p. 124.
35 Os filhos de Esaú. Dos filhos de Isaque, Esaú precede Israel [Jacó], visto que o cronista tem o propósito de chegar até Israel como o clímax de sua apresentação. CBASD, vol. 3, p. 124.
43 São estes os reis. As listas de antigos reis e príncipes de Edom (v. 43-54) é quase a mesma da encontrada em Gênesis 36:31 a 43. CBASD, vol. 3, p. 125.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/25
Algo que aprendi ao longo da minha vida é que Deus é justo e misericordioso. Eu o amo exatamente por isso. A vida é difícil quando temos que testemunhar amigos e familiares queridos sofrerem tragédias – um pescoço quebrado paralisando os membros, uma criança morta, ossos quebrados, casas destruídas. Este mundo definitivamente não é um lugar agradável de se estar. A dura realidade molda meus desejos em direção ao cumprimento das promessas de Deus e canaliza meus pensamentos para ver as bênçãos mesmo na dor. A esperança me salva.
A história da destruição de Jerusalém me exemplifica a justiça e misericórdia de Deus, o fundamento de Seu governo. Suas promessas a Abraão foram respondidas através da preservação do reinado de Davi até Jesus. Zedequias recusou-se a se submeter ao rei da Babilônia e sua linhagem foi extinta. O jovem rei Joaquim e suas esposas se submeteram ao rei da Babilônia, e ele teve uma vida longa como rei em cativeiro, com o selo do rei passado adiante.
Jesus é o descendente de Davi que reinará para sempre. A última mensagem de amor é sobre o casamento real do Rei, um dia de júbilo e alegria em que a justiça e a misericórdia estarão em destaque mais uma vez.
Cindy Rockney
Secretária da Escola Sabatina
IASD Placerville Califórnia EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=584
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
A teimosia mata. Negar a mensagem de Deus é suicídio. A rebeldia causa muitos sofrimentos. O orgulho é pai de todos esses pecados, os quais castram qualquer futuro promissor.
Os reis de Israel foram líderes que influenciaram para o mal. O povo de Israel preferiu ter reis como as nações pagãs; para tanto, Deus foi desprezado como governador da nação. Deus cedeu aos caprichos de Seu povo, mas não os livrou das consequências de suas próprias decisões.
“O cativeiro assírio do reino do norte (Israel) marcou o fim da nação em 722 A.C. Não houve a volta de nenhum restante. O reino do sul (Judá) durou até 597 A.C., quando sua história quase acabou em matanças e uma séria de cativeiros na Babilônia. Um pequeno fragmento permaneceu na Babilônia por 70 anos. Depois, um pequeno número de cativos voltou a Jerusalém. Judá tornou-se o novo Israel. A velha glória nunca foi recuperada” (Russell Norman Champlin).
Neste último capítulo de Reis, o autor mostra o fim da nação israelita:
• Babilônia cerca Jerusalém (vs. 1-3);
• O rei foge com seus homens de guerra, mas são alcançados (vs. 4-5);
• Nabucodonosor envia sentença contra Zedequias (vs. 6-7);
• Ateou-se fogo à casa de Deus e à do rei (vs. 8-10);
• Jovens da nobreza foram levados cativos à Babilônia (vs. 11-12);
• O templo foi saqueado (vs. 13-17);
• Nabucodonosor matou a liderança política de Judá (vs. 18-21);
• Babilônia instituiu Gedalias como governador do remanescente judeu (vs. 22-23);
• Gedalias submeteu-se à Babilônia (v. 24);
• Ismaelitas assassinaram Gedalias (v. 25);
• O remanescente fraco fugiu para o Egito temendo Babilônia (v. 26);
• Encerramento positivo do livro: Joaquim, rei de Judá, foi bem tratado em Babilônia (vs. 27-30).
O comentarista africano Musa Gotom declara: “O autor de Reis não encerra seu livro em tom de desespero. Ainda havia esperança para Israel. A promessa de um messias continuava a vigorar”.
Cuidado com…
• A apostasia;
• A rebeldia;
• A idolatria;
• O orgulho;
• A rejeição de Deus e Sua Palavra;
• A teimosia.
Tudo isso são atitudes que roubam um destino bom, traçado por Deus! Seria tão diferente a história humana se cada pessoa substituísse o orgulho que leva à arrogância por humildade que leva à dependência de Deus.
Seja humilde e submisso ao Rei do Universo! Consagre-se! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
“Mudou-lhe as vestes do cárcere, e Joaquim passou a comer pão na sua presença todos os dias da sua vida” (v.29).
Último capítulo do relato dos Reis de Israel e percebemos os resultados desastrosos provenientes de más escolhas. Zedequias foi preso e teve os seus olhos vazados; o povo foi levado cativo; Jerusalém foi destruída, inclusive os seus muros; o templo do Senhor foi profanado, e todos os seus utensílios levados para a Babilônia. As consequências de um povo distante de Deus são aterradoras. A demolição dos muros da cidade foi muito além dos muros físicos. O povo havia rejeitado a proteção do Senhor. Pois “se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Sl.127:1).
Gedalias também sofreu a consequência de confiar mais na palavra de homens do que em Deus: “Não temais da parte dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei da Babilônia, e bem vos irá” (v.24). E com pouco tempo foi morto por aqueles que havia acolhido.
Não há abrigo, não há segurança, não há refúgio fora da presença de Deus. Nesta peleja, Daniel e seus amigos foram levados cativos, mas escolheram permanecer fiéis ao Senhor mesmo que em terra estranha. Hoje, meus amados, o Eterno nos convida para nEle descansar. Deus nos convida a fazermos dEle o nosso refúgio, e, certamente, estaremos sempre seguros.
Babilônia representa tudo o que é contrário à vontade de Deus; tudo aquilo que nos afasta do plano original do Senhor. E diante do último tempo de oportunidade em que vivemos, precisamos estar bem atentos às palavras de advertência: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Uma falsa segurança paira sobre este mundo e multidões têm caído no mesmo erro que caiu Eva ao acreditar nas palavras sagazes de Satanás: “Certamente, não morrereis” (Gn.3:4).
Há uma Babilônia nestes últimos dias, de onde devemos nos retirar (Ap.18:4). E para manter-nos longe dela e de suas práticas, necessitamos dar ouvidos à Palavra de Deus. Muito em breve, Jesus voltará e trocará as nossas “vestes do cárcere” (v.29), pelas vestes brancas de Sua justiça, nossa pobreza por Sua “subsistência vitalícia” (v.30), e nos alegraremos em Sua presença por toda a eternidade. Persevere em examinar as Escrituras. Pela fé, escute o Espírito Santo a lhe falar “benignamente” (v.28). Continue sendo reavivado e santificado pela Palavra, então você será firmado sobre a Rocha, que é Cristo, e nada poderá abalar as estruturas de sua fé.
Feliz semana, firmados sobre a Rocha!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100