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468 palavras
1 Permaneceremos. Paulo já havia mencionado que a doutrina da justificação pela fé sem as obras da lei estava sendo deturpada pelos inimigos, como incentivo a praticar o mal para que sobreviesse o bem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 588.
2 Que para ele morremos. O texto grego aponta para um tempo ou evento em particular, neste caso, a entrega do crente a Cristo e seu consequente novo nascimento e justificação. Para Paulo, viver em pecado é incompatível com o fato de ter morrido para ele. CBASD, vol. 6, p. 589.
3 Na sua morte. A fim de que o sacrifício de Cristo efetue a salvação para o pecador, o crente deve participar conscientemente da experiência e do sentido representados pela morte, pelo sepultamento e ressurreição de Cristo em seu favor. CBASD, vol. 6, p. 589.
4 Fomos […] sepultados. A descrição de Paulo de que o batismo representa o sepultamento é uma evidência de que batizar por imersão era uma prática dos primeiros cristãos (Mat 3:6). CBASD, vol. 6, p. 589.
6 Foi crucificado. A referência é a experiencia do crente quando ele aceita a Cristo pela primeira vez, tendo renunciado ao seu passado de pecado e morrido para o pecado. CBASD, vol. 6, p. 591.
8 Cremos. Assim como Abraão creu que o que Deus tinha prometido “Ele era poderoso para cumprir”. CBASD, vol. 6, p. 592.
10 Para Deus. Evidentemente, a vida de Cristo na Terra foi também “para Deus”. Mas Paulo parece fazer uma distinção entre a vida de Cristo na Terra, uma vida de conflito como o pecado e sujeição á morte, e Sua presente vida glorificada, exaltada á direita do Pai. CBASD, vol. 6, p. 592.
13 Instrumentos de justiça. Ao dedicar assim seus membros a Deus, o cristão se compromete a lutar, pela capacitação do Espírito de Deus, pela maior perfeição possível de todos os órgãos do corpo e qualidades da mente, a fim de conhecer, amar e servir a seu Redentor de forma aceitável. CBASD, vol. 6, p. 594.
14 Não terá domínio. Ou, “não será o senhor”. É verdade que o pecado vai tentar e molestar. No entanto, não terá domínio sobre o verdadeiro cristão. Assim, o crente deve se submeter corajosamente ao serviço de Deus, pois a vitória sobre o pecado está prometida. CBASD, vol. 6, p. 594.
19 Fraqueza da vossa carne. Ou, “vossa fragilidade humana”. “Carne” representa a natureza humana em sua fraqueza física, mental e espiritual. CBASD, vol. 6, p. 596.
22 Transformados em servos. Paulo não tinha vergonha de se chamar escravo de Cristo (Rm 1:1). No entanto, em nosso serviço a Deus não obedecemos porque estamos sob escravidão, mas porque O amamos e Deus, por sua vez, na verdade não nos trata como escravos, mas como filhos. CBASD, vol. 6, p. 597.
23 Em Cristo Jesus. Cristo é a “ressurreição e a vida”. É o autor da vida, que concede vida eterna a todos os que têm fé nEle. CBASD, vol. 6, p. 598.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-5/
Paulo inicia assim: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5:1, 2 NVI). Que bênção estar em paz com Deus! Que bênção sermos justificados pela fé! Que bênção estarmos inteiramente convictos das promessas de Deus! Quando temos essa fé, temos confiança em nosso relacionamento com Deus, com base no que Jesus fez por nós.
Por causa do pecado de Adão, todos os seus descendentes receberam a condenação da morte e condenação eterna, porque escolheram pecar por causa da fraqueza da carne (veja Rm 8:3). No entanto, a morte de Cristo tornou possível a cada um de nós escolher o rico dom gratuito da justificação, para que possa ser verdadeira a declaração: “onde aumentou o pecado, a graça aumentou muito mais.” (v 20 Clear Word).
Embora o pecado de Adão tenha exercido um efeito terrível sobre toda a humanidade, legando a cada um de nós uma natureza pecaminosa, a morte de Cristo tem o poder de libertar todo ser humano que escolher aceitar o Seu dom gratuito da graça. Que Salvador nós temos!
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1297
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados27-05-2018.mp3
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ROMANOS 5 – Para pecadores, condenados à morte, esse capítulo de Paulo revela esperança gloriosa. Aqui, o apóstolo traça o caminho do pecador, partindo…
• …Da justificação para a salvação (vs. 1-11);
• …Do reino da condenação e morte ao reino da graça e vida (vs. 12-21).
Observe cuidadosamente estas citações do tema deste capítulo, escritas por Wilson Paroschi:
• “Talvez seja possível afirmar que, de acordo com Paulo, todos herdamos de Adão não apenas as consequências, mas também algum tipo de responsabilidade penal pelo seu pecado, a qual antecede a culpa que adquirimos por causa dos nossos próprios pecados conscientes e voluntários. Não há dúvida de que, por causa do pecado de Adão, todos nascemos alienados de Deus, excluídos de Sua santa presença, e com uma natureza pecaminosa propensa para o mal (Rm 7:17, 20; 8:7; 1Co 2:14; Gl 5:16). Nascemos ‘na iniquidade’, fomos concebidos ‘em pecado’ (Sl 51:5) e somos, ‘por natureza, filhos da ira’ (Ef 2:3). Isso, por si só, já seria suficiente para nos condenar, visto que o pecado, em qualquer de suas formas, é ofensivo a Deus”.
• “Note que em Romanos 5:12-19 Paulo insistiu em que a morte como condenação pelo pecado sobreveio a todos os seres humanos por causa da desobediência de Adão (cf. v. 21; 6:23). É mais ou menos como o filho de uma mãe condenada que nasce na prisão. De alguma forma, ele compartilha da condenação da mãe, e não apenas de sua alienação. A linguagem de Paulo é clara e não deixa margem para interpretações contrárias”.
• “Da mesma forma que herdamos pecado e morte de Adão, podemos herdar a justiça e a vida que Cristo nos oferece. Jesus veio como o segundo Adão (Rm 5:14; 1Co 15:45) para restaurar tudo o que foi arruinado pelo primeiro Adão. Há, porém, uma importante diferença, e é isso que impede que a salvação por Ele outorgada seja universal: ao contrário de Adão, que é o cabeça da humanidade, Cristo só me representa se eu assim o desejar. Para que Sua justiça e morte substitutiva sejam eficazes em minha vida, preciso fazer Dele meu Substituto; preciso receber voluntariamente a graça que Ele oferece (Rm 5:17)”.
Como a salvação está gratuitamente à nossa disposição, não precisamos ficar condenados e desesperados.
Apropriemo-nos desses benefícios! – Heber Toth Armí.
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“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.1).
A obra de justificação redunda em benefícios cujo objetivo é sempre o mesmo: salvar o pecador. Através dela obtemos a paz e a graça sob as quais estamos seguros. De forma que até mesmo as tribulações são consideradas oportunidades de crescimento e amadurecimento espiritual, “sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança” (v.3 e 4). A palavra perseverança nos indica que a vida cristã não se trata de uma fase apenas, mas de um processo de constante esforço que não pode paralisar. Precisamos avançar constantemente no sentido de alcançarmos a experiência pessoal com Deus, a intimidade que resulta em uma esperança que “não confunde”, pela obra diária realizada “em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (v.5).
O amor, que não nos é implícito, é derramado em nosso coração. Não o amor que o mundo julga ter, e sim o maior dos dons, “o amor de Deus” (v.5); aquele que foi confirmado e provado “pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (v.8). Quando o Inocente morreu pelo culpado, o amor de Deus foi manifestado em seu sentido mais completo e perfeito. Justificados pelo sangue de Cristo, “seremos por Ele salvos da ira” (v.9), “seremos salvos pela Sua vida” (v.10). O plano da redenção nos outorgou o mais sublime privilégio e inestimável presente: “a reconciliação” (v.11).
Através de Cristo Jesus, fomos reconciliados com Deus. A separação causada pelo pecado foi rompida pelo sacrifício que nos uniu novamente ao Senhor. Sobre todo pecador arrependido, Jesus lança a Sua veste de justiça, e do Céu, Deus não mais contempla o pecador, mas o redimido por causa da manifestação do Seu amor. Pai, Filho e Espírito Santo trabalham em perfeita união nesta obra de salvação, confirmando uma esperança inconfundível que é regida e mantida pelo incomparável amor ágape.
Adão representa o fracasso humano, a derrota “pelo pecado” que nos trouxe a morte e a inevitável consequência da morte “a todos os homens, porque todos pecaram” (v.12). Como uma doença terminal, o pecado foi transmitido de geração em geração, até que viesse Aquele que venceria o pecado e pagaria o preço, o salário do pecado, que é a morte. O reino da morte que herdamos “por meio de um só”, Adão, foi vencido pelo reino da vida, “por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (v.17). Pela desobediência de um veio o pecado que nos condenou à morte, e pela obediência de Cristo, a graça e a justiça que nos conduz para a vida eterna.
Após milênios de pecado, a graça de Jesus continua à disposição do homem. A longanimidade de Deus se estende, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9). Mas esta graça, que é ilimitada, está prestes a ser interrompida pela dureza do coração humano. E diante da iminência do fim da oportunidade de aceitá-la, a atenção do Pai está voltada para os considerados mais indignos de recebê-la, pois “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (v.20). Pessoas que dantes eram presas do inimigo, tornam-se as mais fervorosas testemunhas de Cristo. A derradeira obra aponta para o seu limiar pelo último chamado do Dono da vinha. O mais minucioso labor do Espírito Santo é dedicado à humanidade. E o lugar Santíssimo do santuário celeste torna-se o odre das últimas lágrimas do Salvador derramadas em favor do homem caído.
Qual tem sido a sua resposta a tão sublime amor? Decida hoje segurar firme na esperança adventista e, pela fé, avançar com perseverança “para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor” (v.21).
Feliz semana, justos pelos méritos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Romanos5 #RPSP
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525 palavras
1 Pois. Paulo demonstrou que todos, tanto judeus como gentios, são pecadores e necessitados de justiça. Deus oferece a todos, como dom gratuito de Sua graça, o perdão completo e conciliação pela fé em Jesus Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 572.
2 E gloriamo-nos. Em contraste com toda falsa vanglória, o crete possui esperança da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 573.
3 Nas próprias tribulações. Os primeiros cristãos foram chamados a suportar diversas formas de perseguição e sofrimento. O apóstolo não poderia prometer aos crentes qualquer isenção da tristeza. CBASD, vol. 6, p. 574.
4 Experiência. O termo pode se referir tanto ao processo do teste, quanto ao resultado dele. Provações e aflições suportadas pacientemente provam a legitimidade da religião e o verdadeiro caráter da pessoa. CBASD, vol. 6, p. 575.
6 Porque […] quando. Ele descreve a suprema grandeza desse amor, conforme é revelado pelo fato de Cristo ter morrido por nós, estando nós ainda em nosso estado impotente e ímpio. CBASD, vol. 6, p. 576.
9 Muito mais agora. Se Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, é certo que Ele vai nos salvar, agora que estamos justificados. CBASD, vol. 6, p. 578.
10 Pela sua vida. Isso pode ser entendido no sentido de que somos salvos pela união pessoal com o Salvador vivo, que vive para sempre para interceder por nós. Se a morte de Cristo tinha tal poder salvador para efetuar a reconciliação, Sua vida tem muito mais poder de levar a salvação a um feliz cumprimento. CBASD, vol. 6, p. 579.
13 Levado em conta. O ato da transgressão de Adão resultou na entrada do pecado como um princípio e um poder neste mundo. Mesmo na ausência de transgressões pessoais, como no caso das crianças, as pessoas estão sujeitas á morte. Paulo enfatiza a universalidade do pecado e da morte, a fim de destacar a universalidade da graça, por contraste. CBASD, vol. 6, p. 583.
14 Havia de vir. Adão era um tipo de Cristo na medida em que os dois eram representantes de toda a família humana. Ele era o representante e autor da humanidade caéda. Cristo era o representante e autor da humanidade restaurada. CBASD, vol. 6, p. 583.
15 Sobre muitos. Cristo morreu por toda humanidade. No entanto, esse dom da justiça não serve para nada se não for aceito pela fé (Jo 3:16), mas nem todos escolhem crer. CBASD, vol. 6, p. 584.
17 Em vida por meio de um só. Essas palavras enfatizam a posição que Cristo ocupa como mediados na obra de redenção dos seres humanos. Por Sua morte, o crente é justificado e, mediante a união com Ele, o cristão recebe esse poder vitalizante e santificador que transforma a vida presente e lhe assegura a vida eterna no por vir. CBASD, vol. 6, p. 585.
19 Desobediência. Do gr. parakoe, “ouvir erradamente”. A sugestão de descuido implícita nesta palavra pode indicar o primeiro passo para a queda de Adão. CBASD, vol. 6, p. 585.
20 Superabundou. Deus permitiu o pecado e permitiu que se multiplicasse, e depois o anulou para fazer a mais maravilhosa exposição de Sua glória e graça, a fim de que os benefícios da redenção ultrapassassem infinitamente os males da rebelião. CBASD, vol. 6, p. 586.
21 Justiça. Isto é, a justiça de Cristo atribuída na justificação e comunicada na santificação. CBASD, vol. 6, p. 587.
Compilação: Tatiana W
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-4/
Depois de ler os três primeiros capítulos de Romanos, podemos estar nos perguntando como crer para receber o dom gratuito da justiça. Neste capítulo, Paulo introduz o poderoso exemplo de Abraão, para que possamos seguir o exemplo de sua vida de fé. Nos três primeiros versos, lemos que Abraão não foi justificado pelas obras – fica claro que “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça”. Paulo está citando Gênesis 15:6. Este é um conceito tão importante nas Escrituras que vemos quase as mesmas palavras em Gálatas 3:6 e Tiago 2:23.
O que podemos concluir disso é que “confiar” em Deus é estar inteiramente seguro de que o que Ele prometeu, Ele é capaz de realizar em nossas vidas. Esta certeza está baseada no poder criativo da palavra de Deus. Todos nós, que estamos totalmente convencidos de que Deus pode mudar as nossas vidas, da mesma forma que Abraão estava convencido de que Deus poderia mudar a dele, seremos declarados justos por Deus, ao Ele conceder-nos a experiência do novo nascimento. Assim como o Pai ressuscitou Jesus dentre os mortos, Ele pode nos ressuscitar para uma nova vida de caminhada pela fé (vs. 24).
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1296
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados26-05-2018.mp3