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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-7/
Este capítulo é uma continuação das declarações anteriores de Paulo, onde ele concluiu que nós somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Suas intenções neste capítulo são muitas vezes mal compreendidas e mal aplicadas por causa de sua descrição do que é ser um escravo do pecado.
Nos versículos 19-23, Paulo descreve a luta de saber o que é certo e ainda assim permanecer cativo às seduções do pecado (vs. 19-23). Então Paulo faz seu grito desesperado: “Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?”(vs. 24 NVI). A palavra “miserável” é a palavra grega talaiporos e só é encontrada em outro lugar no Novo Testamento em Ap 3:17, na mensagem à igreja de Laodiceia. Nós somos a igreja de Laodiceia em que muitos estão cegamente seguindo ao pecado. Cristo quer nos libertar desta escravidão, e veremos como ele faz isso no próximo capítulo.
Graças a Deus pela libertação do pecado que Cristo quer e pode fazer por nós (v. 25)!
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1299
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Também disponível em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/rom/6
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados29-05-2018.mp3
Este texto em áudio (locução Valesca Conty):
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ROMANOS 7 – Deixar de pecar não é tão simples como parece. A luta é árdua e sobrenatural. É importante que interpretemos corretamente esta luta porque isto nos encherá a alma de leveza e esperança.
Estude, medite e ore…
• O transgressor, réu de morte, condenado pela Lei, ao morrer com Cristo, morre para a Lei. Antes, pecador, sujeito à condenação pela penalidade da Lei; agora convertido, assim como a morte desfaz o laço matrimonial, a morte para o pecado desfaz o laço que nos prendia ao jugo da lei, liberando o transgressor para um novo relacionamento: com Cristo (vs. 1-6).
• A liberdade experimentada após a morte para o pecado não libera infringir a Lei; liberta para servirmos a Cristo em novidade de vida. Pois, ser livre da Lei, conforme o texto, não significa ser livre da obediência a ela, mas da sua penalidade. A Lei, na verdade, é santa, justa e boa, serve para a santificação do cristão, uma vez que o Espírito Santo quer imprimi-la e moldar nossas atitudes conforme sua regência (Romanos 3:31; 7:12, 16, 22; ver Jeremias 31:33; Ezequiel 36:26-27).
• A Lei não pode ser incorretamente interpretada para que sua função não seja mal compreendida. Entender o real propósito da Lei não nos fará desprezá-la, mas valorizá-la; pois, na Lei criada pelo Soberano do Universo não existem erros. Somos nós, pecadores, que estamos errados; portanto, pela Lei somos condenados. O problema não está na Lei, está em nosso pecado. A Lei tem função de revelar pecados. O problema do ladrão não é a Lei, mas sua má conduta. Se nosso inimigo for a Lei divina, estaremos combatendo a Deus, em vez de combater ao pecado (vs. 6-14).
• Mesmo após possuir convicção de pecado e reconhecer a importância da Lei de Deus, o pecado habita no coração humano; desta convicção resulta uma luta constante, pois a lei do pecado está constantemente guerreando contra a nossa consciência despertada para a justiça da Lei (vs. 15-22).
• Ao reconhecer a miserabilidade humana e entender o que Cristo fez, iremos agradecer pelo dom da salvação, apesar da luta diária a enfrentar entre desejos da carne e a consciência da justiça da Lei (vs. 24-25).
Profundo, não? Mergulhe mais profundamente neste capítulo e assimile seu conteúdo à tua vida! Busque a Jesus, então acharás felicidade! – Heber Toth Armí.
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“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (v.19).
Fazendo uma analogia com o casamento, Paulo procurou atrair a atenção dos romanos à aliança renovada através de Cristo. Ainda escravos das tradições e do regime da lei, os novos conversos precisavam compreender a verdadeira função da lei. Empenhados em segui-la com zelo, ergueram-na em um pedestal sobre o qual não convinha estar. A lei que deveria ser um instrumento de justiça, tornou-se-lhes uma pedra de tropeço pela sua observância com a intenção de obter a salvação. A obediência à lei de Deus tornou-se um fardo, não um prazer.
De fato, a lei aponta para a inevitável verdade de que somos pecadores e, por isso, condenados à morte; que ninguém, por mais que se esforce, pode alcançar mérito algum por intermédio da lei. Quando Jesus ampliou a extensão dos mandamentos no sermão do monte, atingiu em cheio o coração de Seus ouvintes no sentido de que a simples intenção de adulterar, por exemplo, diante de Deus, já qualifica o pecador como adúltero e, portanto, morto pela quebra do sétimo mandamento do Decálogo. As nossas iniquidades, porém, não descaracterizam em nada o caráter da lei do Senhor, pois “a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (v.12).
Por meio da lei, ou seja, “por meio de uma coisa boa”, conseguimos enxergar a verdadeira face do pecado, que é “sobremaneira maligno” (v.13). Através de um instrumento espiritual, a nossa carnalidade é evidenciada e percebemos o quanto o pecado nos escraviza (v.14). Inicia-se, então, um grande conflito entre o bem e o mal. Porque quanto mais nos aproximamos de Deus, quanto mais buscamos a Sua presença e o Seu conhecimento, mais evidente se torna a nossa débil condição. Por diversas vezes, Paulo expõe a sua luta interior pelas seguintes confissões: “o pecado que habita em mim” (v.17); “na minha carne, não habita bem nenhum” (v.18); “o mal que não quero, esse faço” (v.19); “o pecado que habita em mim” (v.20); “prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros” (v.23); “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (v.24).
Se naquela época houvesse a tecnologia que temos hoje, imagino o quanto seria viralizada nas redes sociais a “publicação” de Paulo. Um homem que abriu mão de tudo para pregar o evangelho; que por tantas vezes correu risco de morte; um homem cujas mãos eram instrumentos de cura; que não dava um passo sequer sem a permissão do Espírito Santo. Agora, expondo a sua fragilidade, de um ser humano passível de erros como qualquer outro, que apesar de desejar com todas as forças fazer apenas a vontade de Deus, acaba fazendo o mal que sua consciência condena. Paulo simplesmente indicou, através de sua experiência, o endereço do pecado: “o mal reside em mim” (v.21).
Um dos maiores enganos de Satanás é o de nos fazer pensar que já fomos derrotados e que não temos mais jeito. Que acreditemos no ditado de que ‘pau que nasce torto, morre torto’, aprisionando-nos à “lei do pecado” (v.23). Cuidado com a aplicação desta expressão, pois ela não tem nada a ver com a lei dos mandamentos. Paulo usa a expressão “lei” referindo-se, em diferentes casos, à lei dos mandamentos, à lei das ordenanças (ou lei cerimonial) e à lei do pecado. Mas o que seria um discurso desprovido de esperança e totalmente desanimador, termina com a bendita esperança: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (v.25).
O supremo amor de Deus pela raça caída rompe as barreiras do pecado que reside em nós, através da graça de Cristo, e nos transforma em “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19). Eis um mistério inexplicável. É por isso que “esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5:4). Que, pela fé, nos apeguemos à maravilhosa promessa da salvação em Cristo Jesus e que a nossa obediência seja tão-somente o resultado de nossa entrega.
Bom dia, vitoriosos pela fé em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Romanos7 #RPSP
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1687 palavras
1-6 Em 7.1-6, a liberdade da lei é ilustrada em termos da relação entre a esposa e seu marido. A comparação é simples: assim como a morte dissolve o vínculo entre o marido e esposa, a morte do crente com Cristo rompe o jugo da lei. ele está livre para unir-se com Cristo. Bíblia Shedd.
Nós agora servimos não pela obediência a um conjunto de regras, mas a partir de corações renovados e mentes que transbordam com o amor de Deus. Life Application Study Bible.
2,3 A morte altera decisivamente o relacionamento que a pessoa tem com a lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 corpo de Cristo. A referência aqui é à morte física de Jesus Cristo. Bíblia de Genebra.
5 A tendência do homem é desejar o proibido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 “Espírito” refere-se às novas relações e forças produzidas em Cristo pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.
em novidade de espírito. Algumas pessoas tentam ganhar acesso a Deus pela observância de um conjunto de regras (obedecer aos Dez Mandamentos, servir à igreja fielmente, fazendo boas obras), mas tudo o que conseguem com seus esforços é frustração e desânimo. Contudo, por causa do sacrifício de Cristo, o acesso a Deus já está aberto e podemos nos tornar Seus filhos simplesmente como colocarmos nEle a nossa fé. Não mais tentando alcançar a Deus através da observância de regras, nós nos tornamos mais e mais semelhantes a Jesus à medida que vivermos com Ele, dia após dia. Permita que o Espírito Santo mova a sua atenção de sua performance para Jesus. Ele te libertará para que você possa servi-Lo com amor e gratidão. Isto é o que significa viver “em novidade de espírito”. Life Application Study Bible.
não na caducidade da letra. Literalmente, na velhice da letra”. Isso descreve a obediência legalista dos que tentam assegura r a salvação pelas obras da lei. Era assim o serviço dos fariseus, que tinham o cuidado de “dar o dízimo da hortelã , do endro e do cominho”, mas, ao mesmo tempo, omitiam as coisas mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (ver com. de Mt 23:23). Essas “coisas mais importantes” eram os assuntos do coração e do espírito. O serviço “na caducidade da letra” só pode conduzir ao pecado e à morte (Rm 7:5). Mas o evangelho traz o oferecimento de Deus para capacitar as pessoas a prestar serviço espiritual de coração. O novo nascimento do Espírito Santo significa a criação de um coração puro e a renovação de um espírito reto (ver SI 51:10), de modo que, a partir de então, o crente não mais serve a Deus por um sentimento de escravidão legal e por medo, mas em um novo espírito de liberdade e amor (cf. Jo 4:23; 6:63; 2Co 3:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 5, p. 602.
7-25 É melhor tomar esta passagem como uma autobiografia, ainda que seja a biografia de todo homem. Ainda que Paulo pudesse afirmar que era “irrepreensível quanto à justiça que há na lei” (Fp 3.6) na sua vida antes de conhecer o Senhor, sem dúvida ele se refere aos atos externos e não á cobiça. … Pior ainda, a própria proibição do mandamento aumentou o desejo (vv 8-11). Bíblia Shedd.
estava morto. Permanecia escondido, como uma serpente adormecida. Andrews Study Bible.
9 reviveu o pecado. Na verdade, o pecado tinha estado sem oposição no controle de sua vida (v. 5). Mas a vinda do “mandamento” desafiou a presença do pecado e de seu direito de controlar a vida. Então, o pecado se ergueu para manter sua autoridade contestada. Em toda a sua malignidade e força, ele surgiu em seu verdadeiro caráter, como um enganador, inimigo e assassino. CBASD, vol 5, p. 605.
morri. Paulo veio a reconhecer que estava condenado à morte, porque a lei revela o pecado, e o salário do pecado é a morte (6.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
11, 12 o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. O pecado nos parece atraente exatamente porque Deus nos falou para não o fazermos. Em vez de prestarmos atenção às Suas advertências, nós as usamos como uma lista “a fazer”. Quando formos tentados a sermos rebeldes, devemos olhar para a lei de uma perspectiva mais ampla – à luz da graça e da misericórdia de Deus. S focarmos o Seu grande amor por nós, entenderemos que Ele apenas nos restringe de ações e atitudes que, na verdade, nos trariam dano. Life Application Study Bible.
12 a Lei é santa. A despeito do uso desprezível que o pecado fazia da lei, a lei não era culpada disso. A lei é de Deus e, por isso mesmo, é santa, justa e boa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 acaso o bom se me tornou em morte? A resposta de Paulo à sua própria pergunta é um “não”. O pecado em mim foi que se tornou a causa de minha morte espiritual, impelindo-me a quebrar a boa lei de Deus. O pecado, pois, é visto como “sobremaneira iníquo”. Bíblia de Genebra.
O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não foi a lei que causou o pecado e sim ao pecado. Andrews Study Bible.
14 a lei é espiritual em sua origem, pois foi dada por Deus, e “Deus é espírito” (Jo 4:24). É de natureza espiritual, no sentido de que é “santa, e justa e boa”, e na medida em que exige obediência que pode ser prestada apenas por aqueles que são espirituais e têm o fruto do Espírito (Mt 22:37-39; Jo 15:2; Rm 13:8, 10; Gl 5:22, 23 ; Ef 3:9). CBASD, vol 5, p. 609.
fui vendido como escravo ao pecado. Forma vívida de mostrar o fracasso dos próprios cristãos diante das exigências éticas e morais do evangelho. Até mesmo ressalta a natureza persistente do pecado.13 O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Não entendo. A luta no íntimo cria tensão, ambivalência e confusão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isto é mais do que o grito de um homem desesperado – descreve a experiência de todo cristão a lutar contra o pecado ou tentando agradar a Deus observando regras e leis seu o auxílio do Espírito. Nunca devemos subestimar o poder do pecado. Nunca devemos tentar lutar com nossas próprias forças. Temos um inimigo diligente e, por outro lado, temos uma surpreendente capacidade de apresentar desculpas.Em vez de tentar vencer o pecado com o poder humano, devemos nos apropriar do tremendo poder de Cristo que está disponível a nós. Esta é a provisão de Deus para a vitória sobre o pecado: Ele envia o Espírito Santo para morar em nós e nos dar poder. E quando caímos, Ele se achega amorosamente e nos ajuda a levantar. Life Application Study Bible.
16 admito que a Lei é boa. Mesmo quando Paulo é rebelde e desobediente, o Espírito Santo lhe revela a essencial bondade da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 não sou mais eu quem o faz. Não uma tentativa de escapar da responsabilidade moral, mas uma declaração do forte controle que o pecado pode manter sobre a vida do cristão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo, na verdade estava descrevendo um profundo conflito que todo crente encontra inerente em sua vida em Cristo. Cristo habita nele (Gl 2.20) e, no entanto, o pecado também habita nele (vs. 17, 20). Uma perfeita conformidade com a vontade de Deus, no presente, estava fora de seu alcance. Bíblia de Genebra.
em minha carne. Nos meus membros infectados com o pecado. Andrews Study Bible.
20 O cristão vive em dois mundo ao mesmo tempo. Esta é a razão por que a carne “milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si” (Gl 5.17). A vitória contra este inimigo (o pecado que reside em nós) não vem sem luta ou num minuto. Graças a deus a vitória virá por Cristo! Bíblia Shedd.
23-35 A luta interna contra o pecado era tão real para Paulo o quanto é para nós. De Paulo aprendemos como tratar disto. Sempre que paulo se sentia perdido, ele retornava ao início de sua vida espiritual, lembrando que ele já havia sido liberto por Jesus Cristo. Quando você se sentir confuso e esmagado pela sedução do pecado, siga o exemplo de Paulo: agradeça a Deus pela liberdade através de Jesus Cristo. Deixe a realidade do poder de Cristo levar você à real vitória sobre o pecado. Life Application Study Bible.
24 Quem me livrará. Esse não é um grito de desespero, porquanto Paulo sabe a resposta e a fornece no versículo seguinte. Bíblia de Genebra.
do corpo sujeito a esta morte? Expressão figurada do corpo do pecado (6.6), que pesava sobre ele como um cadáver e do qual não conseguia libertar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. O livramento vem, não esforço legalístico, mas mediante Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O que a lei, a consciência e a força humana desajudada não podem fazer, pode ser feito pelo plano do evangelho. A libertação completa está disponível por meio de Jesus Cristo e por meio dEle apenas (comparar com “graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo ” [1Co 15:57]). Este é o clímax para o qual aponta o raciocínio de Paulo neste capítulo. Não é suficiente ser convencido da excelência da lei ou reconhecer a sabedoria e a justiça de suas reivindicações. Não é suficiente consentir que ela é boa ou até mesmo deliciar-se com seus preceitos. Nenhum esforço sério de obediência vale contra a lei do pecado nos membros, até que o pecador em batalha se entregue à fé em Cristo. Então, a entrega a uma Pessoa toma o lugar da obediência legalista a uma lei. E visto que é um a submissão a uma Pessoa muito amada, ela é percebida com o perfeita liberdade (ver CC, 19; CBV, 131; DTN, 466). CBASD, vol. 6, p. 613.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-6/
Romanos 6 é um dos grandes capítulos da Escritura, onde Paulo chega a uma magistral descrição do poder do evangelho. Os cinco primeiros capítulos mostraram a necessidade que todos temos da graça de Deus, graça que é maior que o nosso pecado. No entanto, aqui Paulo deixa muito claro que a graça de Deus não nos dá licença para continuarmos em pecado. De fato, ele mostra que, quando somos justificados pela fé estamos mortos para o pecado e não mais vivemos pecando (vs. 1, 2).
Ele nos mostra que assim como Jesus foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, também nós somos ressuscitados para viver uma nova vida de fé.
Paulo mostra que a morte não tem mais domínio sobre Cristo, e que enquanto permanecermos submissos a Ele, Cristo, o pecado não tem mais domínio sobre nós (vs. 8-15). O capítulo termina mostrando que somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Quando obedecemos ao velho homem do pecado, somos escravos do feitor que se chama pecado. Quando somos escravos da justiça obedecemos a Deus. Aqui está envolvida uma escolha. A quem você escolhe servir?
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1298
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Também disponível em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/rom/6
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados28-05-2018.mp3
Este texto em áudio:
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Antes de Paulo mostrar a solução para a humanidade condenada, ele revirou a sujeira da alma humana; apresentou um quadro vívido de uma raça corrompida e depravada, enlameada no pecado, afogada num mar de imoralidades.
Muitos não gostam de psicólogos, temem que revire seus lixos emocionais. Se permitirmos que Deus lide conosco, precisaremos permitir que Ele mexa nas feridas purulentas e nos lixos imundos e fétidos de nosso caráter.
• Em Romanos 1:1-2:20 Paulo tratou do problema da humanidade, da doença moral que é o pecado;
• Em Romanos 3:21-5:21 Paulo tratou da providência de Deus, que é o remédio para o doente moral: A justificação pela fé em Cristo;
• A partir deste capítulo, Paulo apresentará o estilo de vida do pecador que foi justificado pela graça, mediante a fé em Cristo.
No capítulo em análise, Paulo revela o meio de reavivar o pecador morto. Aqui fica evidente que avivamento acontece com o novo nascimento. Quem quer experimentar a nova vida em Cristo precisa morrer definitivamente para o pecado.
Reflita:
1. Ser salvo significa liberdade, não libertinagem. Jesus não liberta o indivíduo do pecado para que este venha a pecar como antes ou mais do que antes. A graça de Cristo alcança ao pecador para libertá-lo da desgraça do pecado, não para liberá-lo a pecar. Estar debaixo da graça não significa carta branca (ou licença) para pecar.
2. O batismo bíblico é uma decisão consciente que deve acontecer quando o pecador decide tornar-se cristão e opta por morrer para a velha vida. O evangelho é um convite para viver, embora antes tenha de morrer. Quem se identifica com a morte de Cristo, morre para o pecado; porém, também com Cristo ressuscita para uma nova vida: Morto para o pecado e vivo para Deus.
3. Se somos livres da escravidão do pecado, também somos livres do poder do pecado. Ou pertencemos a Deus ou pertencemos ao pecado, não há como pertencer a ambos. Somos influenciados e súditos de quem nos entregamos.
Sendo assim, o cristão não é indeciso: ora pende para um lado e ora para outro. Quem está em Cristo vive uma novidade de vida. A vida dupla é uma hipocrisia, uma existência cristã ilusória. Se este é o caso, é preciso rever teu cristianismo – Heber Toth Armí.
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“Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (v.22).
— Não importa o que eu faço, sou salvo pela graça.
— Deus só quer o meu coração.
— Jesus já cumpriu a lei por mim.
Estas são frases que ouvimos constantemente no meio cristão. São respostas prontas para mascarar uma consciência que, no fundo, sabe estar errada. A graça tem sido confundida com permissividade, causando uma divisão entre os crentes: de um lado o mundanismo, do outro o fanatismo. A graça, no entanto, não é manifestada em nenhum destes extremos, e nenhum deles pode torná-la mais, ou menos, abundante. O dom gracioso de Deus é manifestado na pessoa de Jesus Cristo, através de Sua perfeita obra de resgate do pecador. Dom que é para a salvação, e não para desculpar a permanência no pecado.
Aqui, Paulo compara o batismo como um símbolo da morte e ressurreição de Cristo. Quando descemos às águas, somos “sepultados com Ele na morte pelo batismo”. Para que, ao sairmos das águas do batismo, “como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida” (v.4). Isto é, a aceitação da salvação pela graça de Jesus, a decisão de segui-Lo e o santo batismo, devem preceder uma vida renovada. Deve haver uma mudança, a transformação do velho homem em uma nova criatura, para que não mais “sirvamos o pecado como escravos” (v.6).
Ora, morrer para o eu não é um processo fácil. Requer diligente perseverança e constante vigilância. Ou seja, dá trabalho. Não foi sem razão que Cristo afirmou: “porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que ACERTAM com ela” (Mt 7:14). Notem que Jesus deixou bem claro o grau de dificuldade do caminho que conduz à vida eterna e que a sua entrada é estreita, ou de difícil acesso. Contudo, Ele não quis dizer com isso que Deus dificulta o encontro entre Ele e o pecador, mas que as nossas escolhas tendencialmente pendem para o lado mais fácil.
Se lermos o verso anterior do texto de Mateus, perceberemos uma diferença que faz todo o sentido. Cristo disse que “larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que ENTRAM por ela” (Mt 7:13). O destaque está nos verbos entrar e acertar. Há um abismo de diferença entre eles. Qualquer um pode entrar em um lugar espaçoso e largo, porque é o caminho das facilidades. É onde o “corpo mortal” exibe as “suas paixões” (v.12) “como instrumentos de iniquidade” (v.13). Onde não há diferença entre o santo e o profano, e a escravidão do pecado é brindada como apogeu da liberdade. Por outro lado, o acerto requer conhecimento. Para acertar com a porta estreita, primeiro, precisamos conhecê-la (Jo 17:3). Jesus disse: “Eu sou a Porta” (Jo 10:9).
Apesar de não estarmos “debaixo da lei, e sim da graça” (v.14), isto não justifica uma vida condescendente com a iniquidade. A lei de Deus revela a malignidade do pecado e a sua remuneração, “porque o salário do pecado é a morte” (v.23). Ela abre os nossos olhos para enxergar que a porta pode ser estreita e o caminho pode ser apertado, mas é somente por ali que encontro “o dom gratuito de Deus”, “a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (v.23). Conhecer a Jesus e nEle permanecer é a grande chave mestra. A este conhecimento a Bíblia denomina de santificação (v.19 e 22), “sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). E faz parte do processo de santificação o abdicar do próprio eu, abrir mão dos gostos e vontades pessoais se estes não estão em harmonia com a vontade de Deus. Por isso que não é um caminho fácil. Exige decisões diárias e constante exame do coração.
A dificuldade, então, não está em Jesus, que é a Porta e o Caminho, mas na nossa natureza tão dissonante do que é santo e agradável a Deus. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às vossas paixões” (v.12). Mas oferecei-vos a Cristo “como servos para obediência” (v.16), obedecendo-Lhe “de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (v.17), tendo “o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (v.22).
Bom dia, servos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
Áudio: https://youtu.be/6PaaGxaQNHg
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