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Comentário devocional:
Jó segue comparando uma árvore e o ser humano quanto à esperança de uma nova vida:quando uma árvore é cortada, parece que ela morreu, mas voltará a brotar; (v. 7-9). Por outro lado, quando um homem forte enfraquece e morre, não mais retornará à sua vida anterior (v. 10).
Então Jó descreve a condição das pessoas após a morte: o homem se deita e não se levanta até que os céus deixem de existir. Jó não acredita na imortalidade da alma, ou que uma parte do ser humano (sua alma) continue a existir após a morte.
Jó diz: “Se tão somente me escondesses na sepultura e me ocultasses até passar a tua ira! Se tão somente me impusesses um prazo e depois [na ressurreição] Te lembrasses de mim! “(v. 13 NVI).
Querido Jesus,
As tocantes palavras de Jó ecoam o nosso próprio anseio pela ressurreição. Lembre-se de nós quando vieres no Seu reino. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/14 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/14
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 14
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pp/58 e https://credeemseusprofetas.org/
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No capítulo 14, Jó se concentra em descrever a condição humana: ser “nascido de uma mulher”, “curto de dias” e “cheio de problemas” (v. 1). É exatamente o oposto do Jardim do Éden, onde os seres humanos foram criados e formados por Deus para viver eternamente e andar em paz com o seu Criador. Agora os seres humanos são como as rosas que desabrocham e são cortadas, e como as sombras se movem e somem (v. 2). Jó sente que os olhos de Deus estão sobre ele e que está sob investigação e juízo (v.3). E lamenta não ter nada de bom e perfeito a mostrar, pois herdou a degeneração pós queda e possui a semente da morte no corpo, como resultado dos pecados de Adão e Eva: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!”(v. 4). Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/
O profundo discurso de Jó neste capítulo ilustra uma grande verdade: ter um conjunto correto de doutrinas não é suficiente. Ter conhecimento do que acreditar não é tudo que é necessário para agradar a Deus. A verdade não testada pela experiência da vida pode se tornar estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma qualidade dinâmica para a vida. Assim como a seca obriga as raízes de uma árvore a se aprofundarem em busca de água, também o sofrimento pode levar-nos da aceitação superficial da verdade para a dependência em Deus para a esperança e vida (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
7-22 O Velho Testamento não diz muito a respeito da ressurreição dos mortos. Isto não surpreende porque Cristo não havia ainda conquistado a morte. O pessimismo de Jó a respeito da morte é compreensível. O que é admirável é sua crescente esperança (14:14). Se apenas Deus o escondesse com os mortos e o trouxesse para fora novamente! Se apenas ele pudesse morrer e viver novamente! Quando enfrentamos sofrimento, temos uma vantagem sobre Jó. Nós sabemos que os mortos ressuscitarão. Cristo ressurgiu, e nós tempos esperança baseada na promessa de Cristo em João 14:19 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
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JÓ 14 – Você já ouviu o famoso adágio popular: “Pouca oração, pouco poder; muita oração, muito poder”? Pois bem, Jó orava bastante antes de lhe sobrevir tanto sofrimento, mas não ficou blindado contra os ataques do mal. Jó intensificou suas orações desde o inicio de seus sofrimentos, mas o tempo passava e nada acontecia!
Reflita: Em Ester, o livro que antecede Jó, Deus não é mencionado; parece distante! Contudo, ficou claro que embora pareça que Ele esteja ausente, está sempre presente agindo nos bastidores de forma imperceptível. Em Jó, Deus aparece no início do livro e depois parece ausentar-se e deixar a história do mundo rolar desnorteadamente e os sofredores tateando no escuro por algum vislumbre de Sua divindade. Entretanto, Ele está observando o desenrolar de cada detalhe e interfere ativa e visivelmente no final; de forma tão impactante quanto em Ester.
Juntando a teologia dos dois livros, é possível ampliar nossa percepção de Deus. Ainda que pareça que Deus esqueceu-Se do mundo e de Seus filhos, na hora certa Ele agirá em prol deles e os libertará da aflição. Veja também Êxodo 2:23-25 e Apocalipse capítulos 13 a 19.
Por enquanto, voltemos ao clamor de Jó no capítulo em questão, onde podemos nos encontrar enquanto aguardamos a hora de Deus intervir em nosso favor. Neste capítulo Jó…
• …avalia sua debilidade, fragilidade e mortalidade como uma triste fatalidade (vs. 1-12);
• …medita na doutrina da ressurreição e cogita na possibilidade de ser melhor morrer para descansar até o dia da ressurreição (vs. 13-17);
• …perde a clareza doutrinária pela densidade da tristeza, angústia e sofrimento que está enfrentando e parece ser tomado por desesperança (vs. 18-22).
Foi dureza o sofrimento experimentado por Jó; contudo, mergulhado em incertezas, ele preza pela oração ao Deus que controla a natureza.
Reflita em oração: Ainda que…
• …falemos coisas tão infantis ou imbecis a Deus, é melhor orar do que não orar!
• …nossa oração tenha falhas doutrinárias, é melhor orar do que não orar!
• …pareça que não seremos atendidos, é melhor orar do que não orar!
Com quem desabafar abertamente se até nossos amigos nos condenam? Só Deus conhece o íntimo de nosso coração e mesmo assim nos ama e nos entende. Então, vamos desabafar com Ele?
Hoje, viva com Deus! – Heber Toth Armí.
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“Chamar-me-ías, e eu Te responderia; terias saudades da obra de Tuas mãos” (v. 15).
Entre existir e não existir está uma linha tênue chamada morte. Mas porque nunca nos acostumamos à ideia de que tudo o que é vivo um dia morre? Simplesmente porque não fomos criados para morrer. Fomos criados para a eternidade (Vide Eclesiastes 3:11). Cada célula de nosso corpo, cada neurônio, cada gota de sangue representam vida e amor de um Criador que planejou a nossa existência eterna. Jó sabia disto e, ao revelar o seu argumento sobre a brevidade da vida não negou a sua fé na ressurreição, nem tampouco defendeu ter o homem uma alma imortal (Vide I Timóteo 6:15-16); ele afirmou o que toda a Escritura declara, de que a vida neste mundo é passageira, ela não tem uma continuidade em uma “alma” fora do corpo, mas, como já vimos antes, a morte é um estado de sono, o que é confirmado pelo próprio Jó mais uma vez: “não acordará, nem será despertado do seu SONO” (v. 12).
A esperança que movia o coração de Jó deve ser a nossa hoje também. Muito em breve, teremos o nosso corpo mortal revestido de imortalidade; o nosso corpo corrupto revestido da incorruptibilidade (I Coríntios 15:52-53). A substituição de que Jó almejava acontecerá (v. 14). Todo filho e toda filha de Deus terá este corpo maltratado pelo pecado mudado em um corpo perfeito e glorificado. O SENHOR tem saudades daqueles que criou para a vida abundante e breve virá para chamar pelo nome aqueles que O amam.
Quer você estar entre este grupo que a Bíblia chama de restante (Vide Apocalipse 12:17)? Como Jó, abra o teu coração para Deus e confie de que, ainda que a morte chegue, nem ela poderá nos separar “do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:39). Prepara-te! O Rei vem vindo!
Bom dia, restantes do SENHOR!
Desafio do dia: Leia I Tessalonicenses 4:13-18. Não sejamos “ignorantes com respeito aos que dormem” (I Ts. 4:13).
*Leiam #Jó14
Rosana Garcia Barros