Reavivados por Sua Palavra


A glória do santuário by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2015, 7:42
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Muito gratificante estudar sobre o santuário no programa Reavivados por Sua Palavra. Cada elemento do santuário foi minuciosamente concebido por Deus para nos conduzir e ajudar a compreender o plano da salvação em Jesus. reavivadosporsuapalavra.org



Êxodo 28 by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Aarão e seus filhos deveriam representar o povo diante do Senhor. Como Deus é santíssimo, somente os sacerdotes e Moisés poderiam se aproximar de Deus dentro do pátio do santuário. Suas vestes foram primorosamente feitas “para a glória”, não para exaltá-los, mas para acentuar e elevar seu cargo perante as pessoas.

As vestes sacerdotais foram feitas para harmonizar com as belas e elaboradas tapeçarias do santuário. Suas vestes também representavam o desejo que Deus tem para cada um de Seu povo para harmonizar seu eu interior com o caráter do santuário e com o Deus que ele representa.

O peitoral usado pelo sumo sacerdote era conhecido como o “peitoral do juízo” porque trazia o Urim e Tumim através do qual Deus comunicou Sua vontade. O peitoral possuía doze pedras preciosas com os nomes das 12 tribos de Israel.

Há um grande significado na lembrança de Deus do Seu povo a quem ele considera como Seus pedras preciosas. Sua igreja é descrita como uma noiva adornada “com jóias” (Is 61:10) e considerada o Seu tesouro.

Você sabia que você é um tesouro valioso, precioso aos olhos do Senhor? Deus te ama com um amor eterno. Ele deseja hoje ser convidado a habitar em seu coração. Você está disposto a convidá-lo entrar?

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/28
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/28 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/28/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 28
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12



Êxodo 28 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2015, 0:45
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O evangelho é eterno; o mesmo evangelho do Novo Testamento foi proclamado pelo maior evangelista no Antigo Testamento. Deus evangelizou os israelitas com emblemas do santuário e seus rituais.

Ao considerar Hebreus 4:2, Frank B. Holbrook destacou: “Se os israelitas, em sua jornada do Egito, possuíam o mesmo evangelho que os cristãos receberam, é seguro inferir que eles o receberam por meio dos rituais do sistema do santuário”.

No capítulo em apreço nota-se Deus dando ordens sobre o quê Moisés deveria fazer:

1. Incluir a Arão e seus filhos no sistema sacerdotal (vs. 1-5);
2. Os detalhes das roupas que usaria o Sumo Sacerdote (vs. 6-29);
3. A forma direta que Deus usaria para responder perguntas objetivas: Urim e Tumim (v. 30);
4. Mais adereços às indumentárias dos representantes do Senhor perante o povo e do povo perante o Senhor (vs. 31-43).

“O santuário é um dos principais instrumentos divinos para nos ensinar o significado do evangelho”, observou Martin Pröbstle.

Milian Lauritz Andreasen atesta: “Quando compreendemos que os serviços efetuados no tabernáculo [santuário] […] eram símbolos de um ministério mais elevado no verdadeiro tabernáculo do Céu; que todo ritual e os sacrifícios todos apontavam para o verdadeiro Cordeiro de Deus, o santuário passa a ter importância ainda maior. Nele é revelado o evangelho”.

1. O Sumo sacerdote e sacerdotes representam Cristo.
2. A função que exerceria os sacerdotes terrestres apontaria para as obras de Cristo tanto na Terra como no Céu.
3. O Urim e o Tumim eram duas pedras que seriam usadas para obter resposta divinas; Jesus é a maior resposta do Universo neste mundo, a pedra angular.
4. No Apocalipse Jesus aparece com as roupas talares de Sacerdote que intercede em favor de Seu povo e de Sumo Sacerdote que executa o juízo para vindicar o Seu povo e sentenciar inimigos.

“Tudo que dizia respeito ao vestuário e conduta dos sacerdotes devia ser de molde a impressionar o esplendor com um entusiasmo da santidade de Deus, de Seu culto, e da pureza exigida dos que entravam em Sua presença” – explica-nos Ellen G. White.

Ao contemplar Jesus através do que lemos, devemos reverenciá-lO como nosso soberano Redentor que almeja levar-nos à presença do Pai Celestial.

“Senhor, ajuda-me compreender melhor Tua revelação” – Heber Toth Armí.



Êxodo 28 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2015, 0:30
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28.1 – 30.3 Tendo revelado o modelo do santuário terreno (25.1-27.21), Deus agora revelava os regulamentos para o ministério sacerdotal do santuário. Bíblia de Genebra.

para que me sirvam como sacerdotes. Pessoas separadas para servir conscientemente a Deus, que sempre mantém um preparo e pureza de vida. Bíblia Shedd.

Em primeiro lugar e mais importante, os sacerdotes deviam servir como mediadores entre Deus e os homens. … Além dos seus deveres cerimoniais, tais como oferecerem sacrifícios e cuidarem do lugar da adoração, atuavam como juízes (Dt 17.8-13), dispensavam bênçãos (Nm 6.22-27), apresentavam oráculos (Nm 27.21) e ensinavam a lei divina ao povo (Dt 33.10). Bíblia de Genebra.

Os sacerdotes ofereciam ofertas de sacrificais e presentes e serviam como professores da lei, constantemente lembrando o povo de suas obrigações da aliança (Dt 31:9-13; Ne 8:2-3; Jr 18:18). Andrews Study Bible.

Nadabe e Abiú. Esses dois filhos de Arão foram mortos devido às suas atividades ilegais (Lv 10.1-2). Arão foi sucedido por Eleazar. Bíblia de Genebra.

Farás vestes sagradas. As vestimentas do santo sumo sacerdote de Deus tinham uma importância máxima. Visavam a beleza e eram feitas dos mesmos materiais caros que o tabernáculo. Bíblia de Genebra.

as vestes. [Tinham a finalidade de] destacar a honra e a glória do ofício do sacerdote e para embelezar o culto do tabernáculo. Bíblia Shedd.

a estola sacerdotal. Essa peça de linho, sem mangas, enfeitada com fios coloridos, era feita de material caro e descia desde o peito até a cintura. Possuía tiras nos ombros, com duas pedras de ônix gravadas com os nomes das tribos e um cinto (39-2-7). O peitoral, que continha o Urim e o Tumim, era seguro à estola por meio de duas argolas de ouro (v. 27; 1Sm 23.9-10). Bíblia de Genebra.

ombreiras. Grandes broches de pedras preciosas para prender o peitoral às demais vestes superiores do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.

cinturão. Visava, segundo parece, a firmar as partes de frente de de trás do colete sacerdotal ao corpo do sacerdote. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 filhos de Israel. A expressão comumente se refere aos israelitas em geral, mas aqui é a lista das tribos que vai ser gravada, os filhos físicos de Jacó, que recebeu o nome de Israel, cujos filhos todos fundaram tribos israelitas. Bíblia Shedd.

12 Arão levará os nomes em seus ombros. Para simbolizar o fato de que o sumo sacerdote representa todo o Israel quando ministra no tabernáculo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

colete sacerdotal (NVI; ARA: estola sacerdotal; NKJV: éfode). O éfode era um colete (veste) aonde eram presos sinos e pedras semipreciosas contendo o nome das tribos de Israel. Andrews Study Bible.

15 faça um peitoral de decisões (NVI;ARA: peitoral do juízo). Por meio do Urim e do Tumim. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Se chama do juízo porque estes objetos eram usados para consultar a vontade divina. Bíblia Shedd.

22 correntes. Cordinhas de fio de ouro retorcidas ligavam o peitoral às tiras dos ombros da estola sacerdotal. Bíblia de Genebra.

29 sobre o coração. A obra do sacerdote é interceder perante Deus em favor de todo o Seu povo. Jesus, fiador da superior Aliança, sempre intercede por nós (Hb 7.20-25). Bíblia Shedd.

30 Urim e o Tumim. Objetos utilizados para se conhecer a vontade de Deus. Bíblia Evangelismo em Ação NVI.

A expressão hebraica provavelmente significava “as maldições e as perfeições”. A palavra hebraica Urim começa com a primeira letra do abecedário hebraico (alef), ao passo que Tumim começa com a última letra (tau) [cf “o Alfa e o Ômega”, de Ap. 1.18. Cf. Bíblia de Genebra]. Eram sortes sagradas, muitas vezes lançadas em tempo de crise para determinar a vontade de Deus (v. Nm 27.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Urim significava uma resposta “não” e Tumim significava uma resposta “sim”. A Bíblia não indica o projeto (design) os objetos. Eram utilizados em tempos de crises para discernir a vontade de Deus (Nm 27:21; 1Sm 28:6). Andrews Study Bible.

Não há qualquer indício sobre o que esses objetos eram ou como funcionavam – talvez fossem pedras de cores diferentes, ou dois pequenos objetos gravados com símbolos ou letras do alfabeto. Bíblia de Genebra.

35 o som dos sinos será ouvido. Segundo a tradição judaica, a ponta de uma corda era amarrada ao tornozelo do sumo sacerdote e a outra ponta permanecia fora do tabernáculo. Se os sinos no seu manto cessassem de retinir enquanto ele estivesse no Lugar Santíssimo, a suposição de que ele teria morrido podia ser testada ao puxar levemente a corda. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Santidade ao Senhor.Sobre o turbante de Arão havia uma lâmina ou diadema. O mesmo objeto é chamado de coroa (29.6; 39.30;Lv 8.9) e era usada pelos reis (2Sm 1.10; 2Rs 11.12; Sl 89.39). A lâmina gravada era de ouro puro e identificava Arão como alguém que fora separado para o Senhor como representante religioso de Israel. Bíblia de Genebra.

A palavra inclui o sentido de ser separado das preocupações diárias e estar sempre pronto no servir a Deus; preservado da concupiscência da carne, a fim de estar adorando a Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.

38 Arão … levará a culpa. Usada debaixo do manto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

40 os filhos de Arão. Não tinham direito aos três objetos simbólicos, que só podiam pertencer ao sumo sacerdote: a estola sacerdotal e o peitoral (ambos com as pedras que guardavam a memória sagrada dos filhos de Deus)  a lâmina de ouro (36), pela qual o sacerdote declara santificadas as ofertas do povo. Bíblia Shedd.

41 os ungirás, e consagrarás, e santificarás. A unção confirmava a bênção e a eleição de Deus sobre um sacerdote, um profeta ou um rei. No Novo testamento, o próprio Espirito Santo é a unção (At 10.38). O sentido de consagrar era encher a mão com ofertas, e isto o crente faz oferecendo seu próprio ser em adoração e em serviço (Rm 12.1). O próprio Cristo santificou-Se para tornar-Se Sublime Oferta (Jo 17.19); muito mais devem Seus seguidores se santificar, para servi-Lo até o fim da vida. Bíblia Shedd.

42 calções de linho. A roupa d baixo era usada de forma que não violasse o mandamento de 20.26. A nudez ritual, muito comum em outras religiões antigas, era [terminantemente] proibida em Israel. Bíblia de Genebra.

43 estatuto perpétuo. O termo é ligado às estipulações que eram importantes para as gerações futuras: a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos em lembrança do êxodo (12:14, 17), a chama contínua na lâmpada no Lugar Santo (27.20-21), as roupas sacerdotais oficiais utilizadas no serviço do tabernáculo (28:43), o próprio serviço sacerdotal perpétuo (29:9) e a lavagem das mãos e pés antes de ministrar (30:19-21) [lembrar do lavapés da Santa Ceia antes do Calvário]. Andrews Study Bible.



Êxodo 27 by Jeferson Quimelli
26 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Tendo em vista que o santuário representava o plano de salvação, cada peça do mobiliário tinha um significado e simbolismo. O altar do holocausto [oferta totalmente queimada] com o sangue derramado de sacrifícios representava a verdade do evangelho da expiação dos pecados, através da morte substitutiva de Jesus Cristo na cruz (Is 53:4-7; Ef 1:5-7). O altar se posicionava na entrada do tabernáculo, representando a necessidade do pecador em ser purificado do pecado, antes de entrar em adoração diante da presença de Deus. Os chifres do altar representavam força e poder. Davi se referia aos “chifres da minha salvação” (2Sm 22:03; Sl 18:2).

O azeite para a Menorah, o candelabro de sete braços, representava a pureza do Espírito Santo (Zc 4:2-6). As lâmpadas deviam queimar continuamente, representando a “verdadeira luz” e “luz dos homens”, Jesus Cristo (João 1:4-9). Os israelitas deveriam ser uma extensão da luz divina para o mundo.

Hoje também nos é dado esse alto privilégio de compartilhar a Palavra de Deus com o mundo que nos rodeia. Estamos compartilhando a mensagem do evangelho, ou a estamos conservando conosco mesmos? Jesus deseja que espalhemos Sua mensagem de vida para iluminar um mundo agonizante.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

 

Também publicado em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/27
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/27 ehttp://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/27
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 27
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 8-10



Êxodo 27 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
26 de setembro de 2015, 0:45
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A teologia do santuário é base do livro de Hebreus no Novo Testamento, e precisamos dele tanto quanto precisamos de cada livro bíblico.

Inspirando-me nas divisões realizadas por Merril Frederick Unger, temos os seguintes tópicos no capítulo em foco:

1. O altar de bronze com 222cm de cada lado e 133cm de altura; localizado logo na entrada do pátio significava que o derramamento de sangue (expiação) é fundamental para o pecador aproximar-se de Deus (vs. 1-8);

2. O átrio. Cortinas protegendo o Santuário indicavam a necessidade de retidão para o verdadeiro culto, sendo que elas impediam às pessoas de entrarem de qualquer lugar; entrada somente pela porta (vs. 9-19);

3. O azeite para a luz simbolismo do Espírito Santo nas lâmpadas que apontam para Cristo (vs. 20-21).

Após entrar pela porta, logo adiante estava “o altar de cobre que se sacrificavam os animais”, reflete Kay Arthur, o qual aponta para a “morte do Cordeiro de Deus por nossos pecados na cruz do Calvário”. Desta forma, Deus está evangelizando os israelitas e o mundo.

“O Santuário! Assunto solene! Grande núcleo em torno do qual se agrupam as gloriosas constelações da verdade presente!” exclamou Urias Smith.

E não parou de impressionar-se com o tema do santuário: “Como ele abre à nossa compreensão o plano da salvação! Como ele remove o véu da posição de nosso Senhor no Céu! Que alo de glória ele lança sobre Seu ministério! Que divina harmonia ele estabelece na Palavra de Deus! Que inundação de luz ele derrama sobre o cumprimento da profecia no passado!”

Após olhar ao passado, este estudioso da Bíblia passou a olhar ao futuro, e continuou falando do santuário e sua importância para o presente: “Como ele [o Santuário] fortalece as poderosas verdades destes últimos dias! Que glória ele lança sobre o futuro! Com que esperança, alegria e consolação ele enche o coração do cristão! Assunto glorioso!”.

Após estas magníficas exclamações sobre o santuário, Smith arremata seu pensamento, dizendo que “sua importância [do santuário] não pode ser exagerada nem superestimada”.

Interessante, não? Agora reflita:

• Deus não empenhou-Se tanto nesse assunto para ser rejeitado por nós!
• Precisamos dedicar tempo a esse assunto porque Deus também Se empenhou nele!

Valorizemos o que Deus valoriza para reavivarmo-nos espiritualmente! – Heber Toth Armí.



Êxodo 27 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
26 de setembro de 2015, 0:30
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altar. O altar dos holocaustos [ofertas totalmente queimadas] era feito de madeira recoberta de bronze. Os chifres nas quatro pontas eram importantes no ritual e recebiam aplicações de sangue por ocasião da consagração dos sacerdotes (29.12), nas ofertas pelo pecado (Lv 4.25, 30) e no Dia da Expiação (Lv 16.18). Davam proteção a qualquer pessoa que se agarrasse a eles (1Rs 1.50) [considerando a pessoa protegida pelo poder divino. Bíblia Shedd]. O altar era oco e era cheio de terra ou pedras não lavradas (20.24). Bíblia de Genebra.

Tinha (Lv 4.7) em torno de 2,3 m de comprimento por 1,4 m de altura. Devido à sua natureza portátil, era um quadrado aberto, feito de madeira de acácia, coberto com uma folha de bronze. … O altar funcionava como um lugar para abater os animais de forma “limpa” para retirada da carne (desde que todo sangue pertencia ao Senhor [Lv 17:6]) e como o único lugar autorizado de sacrifício. Andrews Study Bible.

O altar das ofertas queimadas era a primeira coisa que os israelitas viam quando entravam no pátio do tabernáculo. Aqui sacrifícios eram constantemente feitos. Sua vívida presença constantemente lembrava constantemente lembrava o povo de que eles somente poderiam vir a Deus através do sacrifício. Era o único meio pelo qual seus pecados poderiam ser perdoados e levados embora. Em Hebreus 10.1-18, Jesus Cristo é retratado como o sacrifício definitivo. Life Application Study Bible NVI.

Era mais uma armação de altar do que um altar propriamente dito (v. 8). … O altar do holocausto, com o sangue vertido, representa a grande verdade do evangelho da expiação do pecado por meio do sacrifício vicário de Cristo (Is 53:4-7, 10; At 20:28; Ef 1:5-7; Hb 13:10-12; 1Pe 1:18, 19;Ap 5:9). A própria posição desse altar, próximo à porta do átrio, indica a necessidade primária do pecador de ter seus pecados lavados pelo sangue de Cristo (ber Hb 9:13, 14; 1Jo 1:7. Ap 7:14); e, até que isso seja feito, ele não deve adorar a Deus ou mesmo entrar na Sua presença (Hb 9:22). O altar testemunhava da culpa do pecador e de sua necessidade de expiação e reconciliação, e lhe assegurava que isso tinha sido alcançado (Jo 1:29; Rm 5:10; 2Co 5:18, 19; Cl 1:20). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 693.

quatro chifres. Eles sobressaíam dos quatro cantos superiores do altar. A expressão “uma só peça” indica que os chifres eram parte do próprio altar, e não que lhe foram acrescidos. O sacerdote tocava nestes chifres com o dedo, molhado no sangue do sacrifício pelo pecado (Êx 29:12; Lv 8:15; 9:9; 16:18). Algumas vezes se atavam a esses chifres animais que seriam sacrificados (Sl 118:27, ARC). … Na descrição do segundo advento do Senhor crucificado, o profeta Habacuque (3:4) vê “chifres que saem da Sua mão” (KJV); “ali”, nas marcas dos pregos nas mãos de Cristo, “está velado o Seu poder”. … Tendo em vista que um animal que tem chifres os usa para atacar outros animais, os chifres se tornaram símbolo de força e poder (1Sm 2:1, 10; Sl 75:10; 110:9; etc.).  … A palavra “chifre” é usada como símbolo do poder nacional e foi usado em geral pelos profetas nesse sentido (Jr 48:25, KJV; Dn 7:11, 8:3; Ap 12:3; etc.). CBASD, p. 693.

recipientes para recolher cinzas. da grelha (cf. v. 4). pás. Para levar as cinzas para longe. bacias de aspersão. Para recolher o sangue dos animais sacrificados ao lado do altar e para aspergi-lo na base do altar. garfos de carne. Tinham três dentes, e eram usados para dispor devidamente o sacrifício ou para retirar a porção dos sacerdotes do recipiente em que estava sendo cozido (v. 1Sm 2.13, 14). braseiros. Provavelmente para levar carvões vivos do altar do holocausto para o altar de incenso dentro do Lugar Santo (v. Lv 1o.1; 16.12, 13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

de bronze. Os acessórios, estando fora do tabernáculo propriamente dito, eram todos feitos de bronze. Bíblia de Genebra.

grelha. Uma pesada grelha de bronze era colocada à metade da altura do altar entre a base e o topo (v. 5). Nas quatro extremidades da grelha havia argolas, pelas quais passavam varais revestidos e bronze, para o transporte do altar (v. 6, 7). CBASD, p. 694.

5 É provável que fosse uma borda ao redor da parte superior do altar que facilitava ao sacerdote colocar ali as ofertas.  CBASD, p. 694.

8 Mais uma vez, vemos que estes objetos eram figuras do plano de Deus. … O altar dos sacrifícios aponta para a parte suprema do plano de Deus, o sacrifício do Senhor Jesus Cristo para pagar o preço dos nosso pecados. É de madeira, e, em certo sentido, a cruz foi o altar de Cristo, onde Ele foi sacrificado. As ofertas diárias feitas no altar uniam o povode Israel no culto, e eram uma lembrança de que sem derramamento de sangue não há remissão de pecado (Hb 9.22), até o dia em que Cristo se ofereceu a Si mesmo, uma vez para sempre (Hb 9.28). Bíblia Shedd.

9 Farás também o átrio. O átrio era um retângulo de 45,75 m x 22,87 m, envolto por cortinas de linho fino, com 2,28 m de altura separando esse átrio do acampamento de Israel ao redor. Bíblia de Genebra.

12, 13 lado ocidental  lado oriental. O pátio é apresentado com duas partes iguais. O Lugar Santíssimo provavelmente ocupava a posição central na metade do oeste, e o altar dos holocaustos, a posição central na metade do leste. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13, 14 o lado oriental, que dá para o nascente … entrada. A entrada ao pátio do tabernáculo olhava para o leste, assim como a do templo de Salomão (v. Ez 8.16) e a do templo de Herodes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 À porta do átrio haverá um reposteiro [cortina com a função de porta]. Na parte central da parte oriental havia uma “cortina” com cerca de 8,9 m de comprimento.  CBASD, p. 694.

Como entrar em comunhão com Deus? Cristo é a porta e o único caminho (Jo 10.7; 14.6). Bíblia Shedd.

17 todas as colunas. Ao todo 60 “colunas” sustentavam as “cortinas” ao redor do átrio, ou uma a cada 3,46 m em média. As “colunas” eram provavelmente de madeira de acácia revestidas de bronze e eram colocadas em “bases” também de bronze (v. 10). CBASD, p. 694.

ganchos. Para sustentar as cortinas. Bíblia Shedd.

18 pátiocom cortinas de linho fino trançado de dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Suficientemente altas para impedir a visão das pessoas em pé do lado de fora do pátio e para proteger a antidade e privacidade da adoração que ocorria do lado de dentro. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isso [cinco côvados] era metade da altura do tabernáculo, o qual era, desse modo, perfeitamente visto pelo povo do lado de fora (PP, 347). Apenas os sacerdotes e levitas podiam transitar livremente no átrio, que representava a primeira etapa na aproximação do mundo até Deus, por parte do ser humano. O sacrifício expiatório no altar do holocausto e o ato de se lavar (Êx 30:18) precediam a comunhão com Deus. CBASD, p. 694.

19 os utensílios. Certamente havia muitos utensílios usados no serviço do santuário, entre eles a bacia (Êx 30:18). As “estacas” mantinham as coberturas do tabernáculo esticadas e as “colunas” em seus lugares. Esses acessórios tinham uma função importante. Talvez não pudessem ser equiparados em importância á mobília nos dois compartimentos do tabernáculo e ao altar do holocausto; contudo, sem eles os sacerdotes não poderiam ministrar. eles eram como os indispensáveis “dons” que Deus colocou “na igreja” (1Co 12:28).  CBASD, p. 694.

20 tragam azeite puro de olivas batidas para a iluminação. Azeitonas verdes eram esmagadas num pilão. A massa polpuda era, então, colocada num cesto de pano, e o óleo pingava pelo fundo, produzindo um combustível puro que queimava com pouco ou nenhuma fumaça. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O azeite era preparado de azeitonas verdes batidas num morteiro [almofariz, pilão], em vez de trituradas no moinho. Como resultado, era claro e incolor, queimava com uma chama viva e fazia pouca fumaça. CBASD, p. 694.

lâmpada acesa continuamente. A lâmpada era o candelabro de ouro que ficava no lado sul do Santo Lugar (Lv 24.1-4). Bíblia de Genebra.

Havia um cuidado especial para que as lâmpadas não se apagassem à noite. … A “lâmpada acesa continuamente” (ver Lv 24:2) era um lembrete perpétuo dAquele em quem não há “treva alguma” (1Jo 1:5). Assim deveria ser com a igreja, “a luz do mundo” (Mt 5:14). Sua luz nunca deve se apagar (ver Jo 3:19-21). A “lâmpada acesa continuamente” no santuário representava a “verdadeira luz”, “a luz dos homens” (Jo 1:-9; DTN, 464). Apontava também para as Sagradas Escrituras, que são lâmpada para os pés (Sl 119:105; Is 40:8). ) azeite de oliva é um símbolo do Espírito Santo, a fonte e o meio de iluminação espiritual (Zc 4:2-6; At 2:1-4). Era propósito que Israel fosse luz para as nações ao redor (PJ, 286). A “vantagem” que os judeus tinham era “principalmente” que a eles “foram confiados os oráculos de Deus” (Rm 3:1, 2), ou seja, a palavra profética que predizia a vinda da Palavra viva, “a vedadeira luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem” (Zc 4:1-4; Jo 1:9; DTN, 462). CBASD, p. 694.

21 tenda da congregação. O tabernáculo foi chamado assim porque ali se reuniam Deus e os representantes religiosos de Israel, conforme estava determinado pelos regulamentos litúrgicos. Não era a mesma coisa que a “tenda da congregação” montada fora do acampamento, onde Deus se encontrou com Moisés (33.7; Nm 12.4). Bíblia de Genebra.

Tenda do Encontro (NVI). O tabernáculo; não era um lugar em que o povo de Deus se reunia para a adoração coletiva, mas onde o próprio Deus se encontrava – em ocasiões por ele determinadas, e não por acaso – com o Seu povo. acesas as lâmpadas … do entardecer até de manhã. As lâmpadas eram acesas no entardecer (v. 30.8) e, segundo parece, apagadas de manhã (1Sm 3.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.



Êxodo 26 by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

O termo hebraico para tabernáculo, mishkan, está relacionado com o hebraico shekinah, a gloriosa presença de Deus que encheria o tabernáculo. Os requintados detalhes previstos para a construção do santuário indicam a importância que Deus dá à adoração e ao conhecimento de Seu plano de salvação. As cortinas foram feitas de linho fino retorcido, com detalhes artísticos feitos pela melhor mão de obra em azul, púrpura e escarlata. O véu dividiria o lugar santo do lugar santíssimo. Todas as dimensões deveriam ser cuidadosamente seguidas.

Esta é uma indicação para nós de quão importante é a adoração para o nosso Criador. Quando vamos adorar, nosso foco deve estar somente nEle. Hoje, muito da adoração que fazemos está centrada em nós mesmos e em como nos sentimos. Mas, isso é muito diferente da forma de adoração descrita em Êxodo.

E hoje, como a adoração se situa em nossas vidas? Quando nos aproximamos de Deus para a adoração nos achegamos limpos, vestindo o nosso melhor, e O adoramos em honra e em verdade? O santuário deveria ser uma lição de ensino para Israel enquanto os atos de salvação de Deus eram revelados a eles.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/26
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/26 ehttp://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/26
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 26
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 8-10



Êxodo 26 – Comentário pr Heber by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2015, 0:45
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Cristãos, igrejas, líderes espirituais, presbíteros, pastores, etc. que ignoram a doutrina do Santuário ignoram boa parte da Bíblia.

A Palavra de Deus não tem prazo de validade. Nenhum de seus temas é irrelevante, ou desatualizado. O tema do santuário permeia toda a Bíblia, mas é ignorado por muitos – embora o santuário transmita a mensagem que Deus nunca virou as costas aos pecadores!

Observe o que escreveu Kay Arthur: “Cada peça do mobiliário do tabernáculo remetia para a obra do Senhor Jesus Cristo”. Sendo assim, ser indiferente a um tema tão importante, é uma forma sutil de rejeitar não só a totalidade da Bíblia, mas também Jesus e Sua obra em nosso favor.

Se o Espírito Santo despertou teu interesse para esse assunto, observe os seguintes tópicos. DEUS ORDENA…

1. …a construção, apresenta os detalhes e a organização do santuário – nada foi conforme o pecador desejou, mas como o Senhor prescreveu (vs. 1-14);
2. …como fazer detalhadamente cada parede, identifica materiais e tamanho das tábuas do tabernáculo – Deus se preocupa até com mínimos detalhes (vs. 15-30);
3. …divisórias dentro do santuário, nomeia-as e dá inclusive as cores das cortinas (vs. 31-27).

Deus é caprichoso, detalhista, comprometido, estrategista, engenheiro, arquiteto, etc. Seu conhecimento vai além de pós-doutorado de todas as áreas. Ele entende tudo sobre qualquer assunto!

Havia simetria, combinação, perfeição e estética no santuário.

“O tabernáculo era composto de duas áreas: o Santo Lugar (medindo aproximadamente 9 m de comprimento x 4,5 m de largura) e o Santo dos Santos (cerca de 4,5 m de comprimento x 4,5 m de largura)” – William MacDonald atualizou em medidas conhecidas.

“Bem andarão os crentes ao estudar o santuário e seu ritual” declarou Milian Lauritz Andreasen. E, completou: “Encerram estes lições preciosas para estudioso devoto… A missão de Cristo como Sumo sacerdote é a própria essência do Cristianismo, o coração da obra expiatória”.

Então, avancemos…

1. O santuário teria dez cortinas de linho branco com fios azuis, púrpura e vermelhos entrelaçados formando figuras de querubins/anjos – evidenciando a presença de seres celestiais;
2. Aproximadamente vinte vezes, neste capítulo, Deus ordena fazer algo; pois, tudo deveria ser conforme o modelo revelado (v. 30).

Deus tem grandes revelações para quem está insatisfeito com superficialidades!

“Senhor, liberta-nos de nossa negligência! Amém” – Heber Toth Armí.



Êxodo 26 – Comentários selecionados (atualizado 07h49) by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2015, 0:30
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1-14 Descrição dos dois conjuntos de cobertura e dois conjuntos de cortinas. As 10 cortinas internas tinham em torno de 13 m de comprido e 1,80 m de largura cada uma, enquanto que as 11 cortinas externas mediam cerca de 14 m de comprimento e 1,80 m de largura. Note que a descrição do tabernáculo se move do interior para o exterior, refletindo um importante princípio divino. As mudanças procedem do interior. Existe uma marcante similaridade entre a qualidade do acabamento (projeto artístico) das roupas sacerdotais e o tecido do tabernáculo. … Os tipos de acabamento correspondem a graus de santidade. Enquanto que os sacerdotes normais se vestiam com trajes feitos com acabamentos simples, o sumo sacerdote se vestia com roupas que utilizavam os estilos mais elaborados de acabamento. Os níveis de santidade estão também refletidos no projeto do tabernáculo. Andrews Study Bible.

O capítulo 26 trata das orientações para se construir o “tabernáculo” sagrado. Ele tinha duas partes principais: a. Um recinto quadrangular de 30 côvados de comprimento por 10 côvados de largura e 10 de altura (13,14 m por 4,4m por 4,45 m;) aberto numa de suas extremidades. Os três lados eram feitos de tábuas de acácia cobertas com ouro. b. Uma tenda de pelos de cabra, provavelmente plana na parte superior, se estendia sobre o tabernáculo. … Por cima da tenda de pelos de cabra, havia uma cobertura exterior de “peles de carneiro tintas de vermelho” ou peles de carneiro tingidas e “peles finas” (ARA) ou “peles de texugo” (ACF). Havia partes secundárias à estrutura, como: a. As bases, que serviam para sustentar e apoiar as tábuas verticais que encerravam o tabernáculo. b. Os encaixes usados para unir essas tábuas. c. O “véu” ou cortina, que se estendia de um lado ao outro do tabernáculo, separando-o em dois compartimentos. O primeiro compartimento, o “lugar santo” ou “primeiro compartimento” [20×10 côvados] era duas vezes mais comprido que o “lugar santíssimo” [10×10 côvados]. … d. Uma cortina cobria a frente, onde não havia tábuas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 690.

cortinas. Unidas entre si, formavam a primeira das quatro “tendas” (Êx 26:7), e assim algo como o teto dos dois compartimentos. Estas cortinas mediam dois côvados a menos do que as cortinas externas (v. 2 e 8), implicando que a cobertura interior tivesse, em cada lado do tabernáculo, um côvado a menos que a cobertura exterior. CBASD, vol. 1, p. 690.

O Tabernáculo é realmente uma tenda, um templo portátil, de lona; portanto, as cortinas são as suas paredes. … A tradição cristã não deixou de notar uma simetria deliberada nas medidas do Tabernáculo. Todas as medidas se formam com os números 3, 4, 7, 10, de forma simples, isolados ou multiplicados, ou divididos entre si. Esta maneira oriental de expressar por números e medidas a ideia da moradia perfeita e eterna de Deus se vê nas descrições do Templo e da cidade de Jerusalém, que tanto Ezequiel (Ez 40 até 42) como João (Ap 21.9-27) nos legaram em seus escritos inspirados. Bíblia Shedd.

Essa cobertura interior terminava a 46 cm acima do chão, de cada lado do tabernáculo (vs. 1-6). Bíblia de Genebra.

tenda sobre o tabernáculo. Um tipo de segunda tenda, de material mais forte, e de medidas um pouco maiores (onze cortinas, no lugar de dez) para cobrir tudo e deixar uma sobra na frente e atrás para dar entrada (9 e 13). O sistema de laçadas e colchetes visa produzir uma tenda portátil. Bíblia Shedd.

querubins. Os querubins representavam a hoste de anjos que servem ao Senhor e cumprem Suas ordens (Sl 103:20, 21; ver com. de Gn 3:24). CBASD, vol. 1, p. 690.

Não havia nada de atrativo no tabernáculo visto de fora. No entanto, o interior era algo de muita beleza, com ouro e “cortinas” de cores azul, púrpura e carmesim e os querubins bordados nelas. CBASD, vol. 1, p. 690.

cortinas de pelos de cabra (ARC). Os árabes ainda usam pelos de cabras para tecer tendas. Era o pelo de cabra que dava solidez ao santuário e o protegia de climas úmidos e tempestades. CBASD, vol. 1, p. 690.

13 côvado. Mais ou menos 46 cm. Bíblia Shedd.

14 de peles de carneiro … uma coberta. Esta cobertura devia estar por cima das cortinas de pelos de cabra para assegurar proteção extra em relação ao clima.  CBASD, vol. 1, p. 690.

Duas cobertas adicionais de peles de carneiro e de animais marinhos, aparentemente colocadas nessa sequência, foram feitas para proteger os dois conjuntos internos de cobertas. Bíblia de Genebra.

As duas camadas de cortinas descritas em vv 1-13 formavam as cobertas interiores. mais duas cortinas (uma feita de pele de carneiro, tingida, e a outra de texugo, (isto é, de peles de animais marinhos) formavam uma proteção extra contra os elementos. Bíblia Shedd.

Conquanto não haja evidência, parece provável que o teto era plano. Desenhos do tabernáculo que mostram um teto de duas águas são baseados apenas na concepção do artista. … A quantidade insignificante de chuva no deserto árido não faria com que um teto plano fosse inconveniência. CBASD, vol. 1, p. 692.

15-30 A estrutura do tabernáculo tem seu projeto visando mobilidade. Cada unidade estrutural mede cerca de 4,5 m de comprido e 0,7 m de largura. Andrews Study Bible.

15 tábuas. Aqui começa a descrição da armação do Tabernáculo, da estrutura básica que sustentaria as cortinas. Bíblia Shedd.

Estas tábuas tinham 4,45 m de comprimento por 66 cm de largura (v. 16). Ficavam em pé, calçando os dois encaixes (v. 17) de cada tábua em duas bases de prata. As tábuas eram revestidas de ouro. CBASD, vol. 1, p. 690.

17 encaixes. Cada encaixe era feito para ser colocado numa base firme (19) para conservar as tábuas em posição vertical (15). Bíblia Shedd.

19 quarenta bases. Cada uma pesava um talento, ou seja, 34,2 kg (Êx 38:27). … As bases eram colocadas lado a lado no chão, formando um fundamento contínuo das paredes de tábua. … Segundo comentaristas, o fato de o tabernáculo se erguer do solo sustentado por esse fundamento de prata tipifica que a igreja deve estar separada do mundo. Aqui ela não tem um lugar de descanso permanente, mas anseia pela fé a “cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e o edificador” (Hb 11:10). Aqui não temos “cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13:14). CBASD, vol. 1, p. 690, 691.

20 também. A ordem e a simetria no Tabernáculo de Deus são notadas em todas as direções. Bíblia Shedd.

23 duas tábuas para os cantos do tabernáculo. São reforços para os cantos, do lado posterior [fundos], o ocidental [a entrada do tabernáculo se orientava para o leste, o oriente, de modo que ao entrar no tabernáculo de manhã o sumo sacerdote dava as costas ao sol, adorado pelos pagãos]. Tudo dá a entender que a frente e o lado oriental, por não terem vigamento, perfariam uma grande porta, aproveitando as cortinas duplas para fechá-la. Bíblia Shedd.

26 travessas. Para reforçar as armações nos lados norte, sul e oeste. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma travessa comprida, a fim de unir todo material dos lados do Tabernáculo (28) e as outras quatro para suportar as várias partes do peso. Bíblia Shedd.

Para manter as tábuas em seu lugar e para reforçar as paredes, cinco travessas deviam ser feitas para cada lado e para o lado posterior ocidental, quatro delas deviam passar por argolas presas às tábuas. A quinta travessa ou travessa do meio em cada parede devia passar pelo centro das tábuas (ver v. 28). É provável que as quatro travessas visíveis estivessem na parede externa do tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 691.

29 outro. O mais precioso dos metais então conhecidos, cobria o lugar onde Deus havia de ser adorado, inclusive as enormes travessas. Indica, isto, que devemos sempre oferecer a Deus o mais precioso, para realmente glorificá-lO. Bíblia Shedd.

30 no monte. Mais uma vez se lembra que este Tabernáculo físico e visível é feito segundo a vontade divina, sendo um símbolo das coisas eternas, reveladas em visão (Hb 8.5). Bíblia Shedd.

Enfatiza novamente a construção cuidadosa da estrutura seguindo o modelo previamente mostrado (ver 25:9, 20). Andrews Study Bible.

31 véu. Este deveria ser do mesmo material e ornamentado da mesma maneira que as “dez cortinas” que formavam a cobertura interior para o forro e as paredes do tabernáculo (v. 1) e, como essas, tinha figuras de querubins trabalhados a ouro e prata (PP, 347). CBASD, vol. 1, p. 691.

Este véu servia para separar, do resto do Santuário [Lugar Santo], o lugar chamado o Santo dos Santos (33), no qual havia apenas a Arca com o propiciatório que, evidentemente, era a tampa da Arca (34). O véu era ultrapassado pelo Sumo Sacerdote apenas uma vez por ano, onde este reaparecia depois de fazer ofertas pelo próprio pecado e pelos do povo; no dia em que Cristo foi sacrificado pelos nossos pecados, este véu se rasgou (Mt 27.51) e, agora, a entrada à plenitude da comunhão com Deus só é possível através da própria pessoa de Cristo (Hb 10.19-22). Todo o décimo capítulo da Epístola aos hebreus mostra como Cristo é a chave do Santo dos Santos e o mistério revelado no Tabernáculo de Deus. Bíblia Shedd.

Esta cortina separava os dois aposentos sagrados no tabernáculo – o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos]. O sacerdote entrava no Lugar Santo em todos os dias para comungar com Deus e cuidar do altar de incenso, das lâmpadas [menorah] e a mesa dos pães da Presença [Proposição]. O Lugar Santíssimo era o lugar onde [a glória de] Deus habitava. Nesse lugar, Sua presença [o shekinah] permanecia sobre o propiciatório, tampa que cobria a arca do Testemunho [pedras com os Dez Mandamentos]. Somente o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo. E mesmo ele só poderia fazê-lo uma vez por ano (no Dia da Expiação [Yom Kippur]) para fazer expiação dos pecados de toda a nação. Quando Jesus morreu na cruz, a cortina do templo (que substituiu o tabernáculo) rasgou-se de alto a baixo (Mc 15:38) simbolizando nosso livre acesso a Deus por conta da morte de Jesus. Nunca mais as pessoas teriam que se aproximar de Deus através de sacerdotes e sacrifícios. Life Application Study Bible.

32 quatro colunas. O “véu” (v. 31) devia ser suspendido “sobre quatro colunas”. A “cortina” para a “porta da tenda” estava suspensa sobre “cinco colunas” (v. 36 e 37). O véu interno não se estendia até o alto do edifício [melhor: edificação], mas permitia que a glória de Deus manifestada por cima do propiciatório fosse parcialmente visível no primeiro compartimento (PP, 353). As quatro colunas tinham “colchetes” de ouro e estavam sobre “quatro bases de prata”, do mesmo modo que as tábuas nas paredes (v. 15, 19). CBASD, vol. 1, p. 691.

33 colchetes. Os “colchetes” eram os ganchos que sustinham o véu. Somente o sumo sacerdote adentrava o véu que separava o lugar santo do santíssimo, e isso era feito apenas uma vez ao ano, no Dia da Espiação [Yom Kippur] (Lv 16; Hb 9:7). As várias partes do serviço “diário” eram realizadas diante do véu, ou no lugar santo. CBASD, vol. 1, p. 691.

36-37 A cortina externa da entrada do tabernáculo era suportada por cinco tábuas feitas de madeira de acácia, cobertas com outro. Andrews Study Bible.

36 um reposteiro [cortinado que serve para substituir ou dissimular uma porta]. A porta da extremidade leste estava coberta por uma cortina apoiada em colunas de acácia, posta sobre bases de bronze. A cortina era feita do mesmo material que as cortinas interiores e o véu, mas era bordada, e não tapeçaria, visto estar mais longe do Santo dos Santos. Bíblia de Genebra.

Esta “cortina” cobria a extremidade oriental do tabernáculo, ou a frente dele. Alguns eruditos bíblicos acreditam que era possível levantar ou baixar esta cortina, como se desejasse. CBASD, vol. 1, p. 691.

37 bronze. Os móveis perto do lugar da habitação de Deus eram feitos de ouro, ou revestidos de ouro; os que ficavam mais longe (v. 27.2-6; 30.18), eram feitos ou revestidos de bronze. As bases que sustentavam as armações do tabernáculo e os quatro postes que sustentavam a cortina divisória eram de prata (cf v. 19, 21, 25, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.