Reavivados por Sua Palavra


Jó 16 – comentários by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2013, 18:59
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As palavras de Jó revelam várias maneiras de se tornar um melhor consolador para aqueles que sofrem: (1) não fale apenas por uma necessidade de conversar; (2) não faça sermões dando respostas prontas; (3) não acuse nem critique; (4) coloque-se no lugar da outra pessoa; e (5) ofereça ajuda e encorajamento. Tente estas sugestões de Jó, sabendo que elas foram dadas por uma pessoa que precisava de grande conforto. Os melhores consoladores são aqueles que conhecem algo sobre sofrimento pessoal (Life Application Study Bible).

19 Jó tinha medo de que Deus o houvesse abandonado. No entanto, ele apelou diretamente a Deus (o seu advogado e testemunha) e ao conhecimento que Deus tinha de sua inocência. Uma testemunha é alguém que viu algo que beneficia o requerente. Ao usar esses termos, Jó mostrou que ele tinha lançado toda a sua esperança de qualquer defesa justa sobre Deus, no Céu, porque ele provavelmente morreria antes de ser justificado na Terra. No Novo Testamento, aprendemos que Jesus Cristo intercede em nosso favor (Hebreus 7:25, 1 João 2:1) e, portanto, não temos nada a temer (Life Application Study Bible).



Jó 16 by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2013, 0:00
Filed under: esperança, salvação

Comentário devocional:

Jó respondeu a seus amigos dizendo-lhes estar familiarizado com o pensamento humano contemporâneo:  “Eu tenho ouvido muitas coisas como estas” (v. 2). Seus conceitos do divino estão errados, por isso são como “palavras de vento” (v. 3). Eles precisam de atualização sobre a verdade das Escrituras, “para trazer clareza às suas respostas” (v. 3). Se Jó pensasse apenas num nível humano, ele também falaria como os amigos e sacudiria a cabeça (v. 4). Mas ele falaria palavras encorajadoras [de acordo com a NVI] (v. 5). 

Todo esse discurso havia cansado Jó e silenciado seu testemunho (v. 7). As palavras dos seus amigos eram um testemunho contra ele. Eles o acusam “cara a cara” (v. 8). 

A culpa dos seus amigos é semelhante a culpa de Satanás. A ira de Satanás dilacerou a Jó, mas em última análise foi Deus quem o permitiu. 

Jó chorou muito até ficar com olheiras (v. 16). Apesar de tudo isso, Jó não tem violência em seu coração ou em suas mãos e sua oração é pura (v. 17). Ele diz que, mesmo a sombra da morte não lhe dá uma pausa para parar de chorar (v. 18). 

Por traz das palavras de Jó descobrimos a teologia de Moisés. Ele diz que o seu advogado e testemunha está no Santuário Celestial e “testifica por ele nas alturas” (v. 19). Isso é o que o profeta Miquéias também viu mais tarde, quando disse:  “O Senhor é testemunha do seu santo templo” (Miquéias 1:2). O advogado é intercessor e amigo de Jó. 

Jó deseja que houvesse alguém capaz de interceder junto a Deus em seu nome como um homem fala com seu amigo (v. 21). O personagem que faz exatamente isso que Jó está pedindo é Cristo (lemos isto em Daniel 7). Quando Jó morrer, ele não voltará a esta vida ou a qualquer vida até a manhã da ressurreição (v. 22).

Querido Deus,

Vivemos em uma sociedade moderna, onde a violência parece ser admirada, respeitada, apoiada, embelezada, e até santificada. Ajude-nos a ficar longe da violência verbal e não verbal e que nossas orações sejam puras como as orações de Jó. Amém

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Trad GASQ/JDS


Texto bíblico: Jó 16