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Trad JAQ – Rev GASQ/JDS
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Texto bíblico à Juízes 13
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Não houve nenhum juiz igual a Sansão, e seu chamado também foi incomum. Na verdade, seu chamado veio através de seus pais, antes de ser concebido. Outras mulheres estéreis da Bíblia foram abençoadas com um filho da promessa (Sara e Isaque, Ana e Samuel, Isabel e João), porém a mãe de Sansão foi a única estéril a receber uma visita pessoal do Anjo do Senhor. Deus enviou Seu Anjo ainda uma segunda vez, desta vez para fortalecer a fé do pai de Sansão, Manoá.
Embora a esposa de Manoá lhe houvesse retransmitido a mensagem do Anjo completa e precisamente, Manoá ainda duvidava. Não se tratava aqui de acreditar ou não em sua esposa, mas como Gideão, em ter certeza de que ele estava preparado para a tarefa diante dele. Manoá esperava mais instruções do que as concedidas. Para ele certamente deveria haver mais coisas a saber para criar este menino do que a obediência às simples ordens de Deus. Manoá precisava de um sinal e o Senhor o deu de uma forma surpreendente (vs. 19-20), mostrando a ele que ali estivera um enviado do Céu e não um simples profeta, como ele supusera. Faltou a Manoá o discernimento espiritual para reconhecer a Deus quando Ele apareceu diante de si. Mas desde o começo ele sabia o suficiente para orar por orientação e o Senhor respondeu a sua oração.
É reconfortante saber que Deus está disposto a trabalhar conosco, mesmo quando duvidamos de Suas palavras. Quer nos sintamos inadequados ou simplesmente inseguros a respeito de Sua vontade, o Senhor encontrará uma meio de nos fornecer a tranquilidade e a orientação de que precisamos.
Justo E. Morales
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS
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Texto bíblico à Juízes 12
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Em vez de agradecer a Jefté por derrotar os opressores de Israel, os efraimitas ficaram com inveja do sucesso que Jefté obteve sem eles. Previamente, aprendemos que os efraimitas tinham um senso exagerado de auto-valorização (Jz. 8:1) e desta vez seu orgulho ferido os levou a um confronto desnecessário.
Jefté afirmou corretamente que a tribo de Efraim não tinha o direito de ficar chateada com ele, pois não o haviam ajudado quando pediu apoio em sua contenda anterior com os amonitas. Jefté apresentou uma defesa razoável e justa por suas ações. Mas ele não apelou para que Deus fosse juiz entre Gileade e Efraim como fez com os amonitas (v. 3).
Não sabemos qual foi a resposta dada por Efraim. Sabemos apenas que Jefté ajuntou o exército gileadita e foi à guerra contra Efraim.
Enquanto Gideão havia aplacado os efraimitas com palavras (Jz 8:2-3), Jefté escolheu punir seus irmãos israelitas por sua arrogância. Os efraimitas não foram apenas derrotados na batalha, eles foram abatidos aos milhares a sangue frio (vs. 5-6).
É tentador pensar que os efraimitas receberam o que mereciam. A questão, entretanto, não é o que mereciam, mas se era vontade de Deus que eles fossem punidos. Como Jefté, muitas vezes somos rápidos em condenar nossos irmãos quando eles nos prejudicam. Com facilidade deixamos Deus lidar com os “amonitas” em nossas vidas, porem queremos nós mesmos rapidamente acertar as contas com o nosso irmão ou irmã que nos ofendeu.
Quando seguidores de Cristo brigam, Satanás ganha. Quando permitimos que o orgulho governe nossos corações, não importa quão certo pensemos estar, somos um tropeço para o testemunho de Jesus. Nossa entrega pessoal diária do eu não só protege nossos corações do pecado, mas também nos impede de nos tornarmos uma arma que Satanás possa usar para atacar a nossos irmãos e irmãs.
Justo E. Morales
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ – rev GASQ/JDS
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Se você se sente incomodado ao ler Juízes 11, talvez se sinta um pouco melhor em saber que este trecho da Bíblia tem incomodado também a muitos por muitos séculos. Entretanto esta passagem pede uma melhor compreensão dos fatos e traz tantos conselhos e advertências importantes, como anotadas em comentários bíblicos, que não poderíamos deixar de registrá-los:
30 fez Jefté um voto ao Senhor A ignorância da Lei de Deus por parte de Jefté era muito grande, tendo-se em vista passagens como Lv 18.21; 20.2-5; Dt 12.31; 18.10. Se de fato ofereceu sua única filha em holocausto (oferta queimada), como o sentido literal do texto indica, pode-se afirmar, com certeza, que não agradara a Deus. O sacrifício humano, que se encontra em passagens como 2 Rs 3.27; 16.3; 17.17; 2 Cr 33.6; Jr 7.31; 32.35, revela que tal costume pagão não era desconhecido entre os hebreus. Louvamos o zelo de Jefté; condenamos seu voto temerário. Desde a Idade Média há intérpretes que argumentam que Jefté jamais teria sacrificado sua filha única, mas que somente a consagrara à virgindade perpétua. As frases “esse será do Senhor” e “jamais foi possuída por varão” (39) são as mais proferidas em prol dessa opinião (Bíblia Shedd).
O registro do voto precipitado de Jefté é uma das mais difíceis passagens das Escrituras. O relato é muito breve para permitir conclusões definitivas sobre o que aconteceu. … Aqui, como em outros lugares, deve-se verificar o que diz a Bíblia e evitar a tentativa de harmonizar as afirmações com o conceito pessoal sobre a história. Deve-se tomar a Bíblia como se lê. Sempre que possível deve-se conceder o benefício da dúvida às pessoas e não julgá-las sem justa causa (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Vol. 2, p. 388, 389).
Voto O voto de Jefté foi feito sob a pressão das circunstâncias, estando ele no limiar de um empreendimento perigoso. Infelizmente, era em tempos de perigo ou crise que votos como esse eram feitos, quando o estresse emocional contribui para o perigo de fazer promessas precipitadas (CBASD, Vol. 2, p. 389).
31 O Espírito de Deus veio sobre Jefté para que Israel fosse salvo da destruição. Entretanto, a presença do Espírito não garante infalibilidade ou onisciência. Aquele que recebe o Espírito permanece um agente moral livre, e espera-se que faça o devido progresso no conhecimento e crescimento espiritual. Jefté, ignorando o que era correto, precipitadamente votou uma coisa errada. … O único julgamento possível no caso de Jefté é o de condenação (CBASD, Vol. 2, p. 389).
34 A tragédia daquele voto precipitado aprofunda-se ao verificarmos que a linhagem de Jefté ficou cortada, provocando o fim da família, o que é considerado uma das mais funestas maldições entre os hebreus(Bíblia Shedd).
35 prostras por completo Quando Jefté viu sua filha, o pleno significado de seu voto precipitado o prostrou (CBASD, Vol. 2, p. 390).
39 lhe fez segundo o voto por ele proferido Este é um dos mais perturbadores versos na Escritura. Jefté claramente ofereceu sua filha como holocausto, sacrifício completamente queimado (não queimado até a morte, Lev. 1). … ele não previu a consequência de seu voto. Por causa de tal limitação humana, Jesus mais tarde advertiu contra fazer votos (Mat. 5:33-37). Mesmo que sua filha atendesse às especificações de seu voto, Jefté não devia sacrificá-la. Um animal deveria substituir um ser humano (Gên. 22:13; Êx. 13:13,15), que não era uma vítima apropriada para um sacrifício queimado (Deut. 12:31). Mas Jefté aparentemente supôs que seu caso era excepcional e que Deus mesmo havia escolhido a vítima. Ele foi motivado por uma piedade equivocada em vez de rebelião contra Deus. Alguns intérpretes argumentam que Jefté não poderia sacrificar sua filha porque a Bíblia não o condena (comparar com 2 Rs 16:3; 21:6) e porque ele aparece na lista do NT dos heróis da fé (Heb 11:32). Eles dizem que ele deve tê-la dedicado a Deus para que servisse no santuário, como Ana dedicou Samuel (1 Sam. 1:22). Mas a dedicação de vivos não explica a tristeza de Jefté (contrastar com a alegria de Ana; 1 Sam. 2:1), a virgindade da filha (Samuel teve filhos; 1 Sam. 8:1-5), ou o registro explícito de que ele fez como havia votado. A Bíblia não precisa condená-lo porque sua condenação é óbvia: ele literalmente cortou completamente sua linha potencial de descendentes com sua própria mão. Como outros heróis em Heb. 11 (incluindo Gideão e Sansão), ele foi usado por Deus para fazer algo grande através da fé mesmo sendo defeituoso (Andrews Study Bible).
Comentário adicional:
Por volta de 1.200 d.C., o Rabbi Kimchi, seguido por vários escritores, disseminou o ponto de vista de que Jefté não sacrificou a filha. Ele disse que as palavras “oferecerei em holocausto” (Jz 11:31) se aplicariam somente se quem encontrasse Jefté fosse um animal sacrifical. Ele interpreta o v. 39 como Jefté tendo construído uma casa para sua filha onde ela ficaria isolada dos homens o resto da vida, em celibato sagrado, para que todos os momentos fossem dedicados ao Senhor. As virgens de Israel a visitavam anualmente e lamentavam o ocorrido.
Há contra a interpretação de Kimchi o fato de que os costumes daquele tempo não incluíam o tratamento de mulheres como freiras. Virgindade perpétua e não ter filhos eram vistos como os maiores dos infortúnios. Não há lei nem costume em todo o Antigo Testamento que, pelo menos, sugira que uma mulher solteira fosse vista como mais santa, mais dos Senhor ou mais dedicada a Ele do que uma mulher casada. Isso não fazia parte da lei dos sacerdotes nem nazireus. Débora e Hulda, profetizas, são mencionadas como mulheres casadas. Além disso, se a filha fosse permanecer solteira em harmonia com um costume desconhecido, o caso não seria tão trágico como retratado aqui. E ela não precisaria de dois meses para chorara a virgindade porque teria o resto da vida para fazer isso. Todos os intérpretes judeus e cristãos até o tempo de Kimchi mantiveram a intenção natural da passagem, a saber, que Jefté sacrificou sua filha ao Senhor, uma coisa que Abraão quase fez com seu filho, sob circunstâncias diferentes.
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Se você se sente incomodado ao ler Juízes 11, talvez se sinta um pouco melhor em saber que este trecho da Bíblia tem incomodado também a muitos por muitos séculos. Entretanto esta passagem pede uma melhor compreensão dos fatos e traz tantos conselhos e advertências importantes, como anotadas em comentários bíblicos, que não poderíamos deixar de registrá-los:
30 fez Jefté um voto ao Senhor A ignorância da Lei de Deus por parte de Jefté era muito grande, tendo-se em vista passagens como Lv 18.21; 20.2-5; Dt 12.31; 18.10. Se de fato ofereceu sua única filha em holocausto (oferta queimada), como o sentido literal do texto indica, pode-se afirmar, com certeza, que não agradara a Deus. O sacrifício humano, que se encontra em passagens como 2 Rs 3.27; 16.3; 17.17; 2 Cr 33.6; Jr 7.31; 32.35, revela que tal costume pagão não era desconhecido entre os hebreus. Louvamos o zelo de Jefté; condenamos seu voto temerário. Desde a Idade Média há intérpretes que argumentam que Jefté jamais teria sacrificado sua filha única, mas que somente a consagrara à virgindade perpétua. As frases “esse será do Senhor” e “jamais foi possuída por varão” (39) são as mais proferidas em prol dessa opinião (Bíblia Shedd).
O registro do voto precipitado de Jefté é uma das mais difíceis passagens das Escrituras. O relato é muito breve para permitir conclusões definitivas sobre o que aconteceu. … Aqui, como em outros lugares, deve-se verificar o que diz a Bíblia e evitar a tentativa de harmonizar as afirmações com o conceito pessoal sobre a história. Deve-se tomar a Bíblia como se lê. Sempre que possível deve-se conceder o benefício da dúvida às pessoas e não julgá-las sem justa causa (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Vol. 2, p. 388, 389).
Voto O voto de Jefté foi feito sob a pressão das circunstâncias, estando ele no limiar de um empreendimento perigoso. Infelizmente, era em tempos de perigo ou crise que votos como esse eram feitos, quando o estresse emocional contribui para o perigo de fazer promessas precipitadas (CBASD, Vol. 2, p. 389).
31 O Espírito de Deus veio sobre Jefté para que Israel fosse salvo da destruição. Entretanto, a presença do Espírito não garante infalibilidade ou onisciência. Aquele que recebe o Espírito permanece um agente moral livre, e espera-se que faça o devido progresso no conhecimento e crescimento espiritual. Jefté, ignorando o que era correto, precipitadamente votou uma coisa errada. … O único julgamento possível no caso de Jefté é o de condenação (CBASD, Vol. 2, p. 389).
34 A tragédia daquele voto precipitado aprofunda-se ao verificarmos que a linhagem de Jefté ficou cortada, provocando o fim da família, o que é considerado uma das mais funestas maldições entre os hebreus(Bíblia Shedd).
35 prostras por completo Quando Jefté viu sua filha, o pleno significado de seu voto precipitado o prostrou (CBASD, Vol. 2, p. 390).
39 lhe fez segundo o voto por ele proferido Este é um dos mais perturbadores versos na Escritura. Jefté claramente ofereceu sua filha como holocausto, sacrifício completamente queimado (não queimado até a morte, Lev. 1). … ele não previu a consequência de seu voto. Por causa de tal limitação humana, Jesus mais tarde advertiu contra fazer votos (Mat. 5:33-37). Mesmo que sua filha atendesse às especificações de seu voto, Jefté não devia sacrificá-la. Um animal deveria substituir um ser humano (Gên. 22:13; Êx. 13:13,15), que não era uma vítima apropriada para um sacrifício queimado (Deut. 12:31). Mas Jefté aparentemente supôs que seu caso era excepcional e que Deus mesmo havia escolhido a vítima. Ele foi motivado por uma piedade equivocada em vez de rebelião contra Deus. Alguns intérpretes argumentam que Jefté não poderia sacrificar sua filha porque a Bíblia não o condena (comparar com 2 Rs 16:3; 21:6) e porque ele aparece na lista do NT dos heróis da fé (Heb 11:32). Eles dizem que ele deve tê-la dedicado a Deus para que servisse no santuário, como Ana dedicou Samuel (1 Sam. 1:22). Mas a dedicação de vivos não explica a tristeza de Jefté (contrastar com a alegria de Ana; 1 Sam. 2:1), a virgindade da filha (Samuel teve filhos; 1 Sam. 8:1-5), ou o registro explícito de que ele fez como havia votado. A Bíblia não precisa condená-lo porque sua condenação é óbvia: ele literalmente cortou completamente sua linha potencial de descendentes com sua própria mão. Como outros heróis em Heb. 11 (incluindo Gideão e Sansão), ele foi usado por Deus para fazer algo grande através da fé mesmo sendo defeituoso (Andrews Study Bible).
Comentário adicional:
Por volta de 1.200 d.C., o Rabbi Kimchi, seguido por vários escritores, disseminou o ponto de vista de que Jefté não sacrificou a filha. Ele disse que as palavras “oferecerei em holocausto” (Jz 11:31) se aplicariam somente se quem encontrasse Jefté fosse um animal sacrifical. Ele interpreta o v. 39 como Jefté tendo construído uma casa para sua filha onde ela ficaria isolada dos homens o resto da vida, em celibato sagrado, para que todos os momentos fossem dedicados ao Senhor. As virgens de Israel a visitavam anualmente e lamentavam o ocorrido.
Há contra a interpretação de Kimchi o fato de que os costumes daquele tempo não incluíam o tratamento de mulheres como freiras. Virgindade perpétua e não ter filhos eram vistos como os maiores dos infortúnios. Não há lei nem costume em todo o Antigo Testamento que, pelo menos, sugira que uma mulher solteira fosse vista como mais santa, mais dos Senhor ou mais dedicada a Ele do que uma mulher casada. Isso não fazia parte da lei dos sacerdotes nem nazireus. Débora e Hulda, profetizas, são mencionadas como mulheres casadas. Além disso, se a filha fosse permanecer solteira em harmonia com um costume desconhecido, o caso não seria tão trágico como retratado aqui. E ela não precisaria de dois meses para chorara a virgindade porque teria o resto da vida para fazer isso. Todos os intérpretes judeus e cristãos até o tempo de Kimchi mantiveram a intenção natural da passagem, a saber, que Jefté sacrificou sua filha ao Senhor, uma coisa que Abraão quase fez com seu filho, sob circunstâncias diferentes.
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Texto bíblico à Juízes 11
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Nossa primeira impressão de Jefté, o gileadita não é positiva. Ele é filho ilegítimo de uma prostituta, um proscrito com uma história familiar conturbada e o líder de uma gangue de “homens sem valor.” No entanto, este indivíduo aparentemente indigno tornou-se juiz de Israel por seis anos (12:7), mas antes ele precisaria aprender algumas lições difíceis ao longo do caminho.
Ao contrário de juízes anteriores, não houve uma chamada divina de Jefté à liderança. Seu domínio sobre os gileaditas veio como resultado da negociação junto aos anciãos de Gileade (11:8-10). Apesar disso, no entanto, não há dúvida de que Deus está guiando os eventos nos bastidores. O Senhor capacita Jefté para lutar contra os inimigos de Israel (11:29) e entrega os amonitas em suas mãos (11:32). As livramentos do Senhor favorecem Israel (11:27), mas não favorecem Jefté.
História de Jefté poderia muito bem ter terminado aqui, sem o infeliz voto que ele fez. Mesmo estando claro que Deus o havia ajudado a combater os amonitas, Jefté sentiu que poderia barganhar com Deus da mesma maneira que ele fez com os anciãos de Gileade. Imediatamente nós nos chocamos com a total falta de entendimento do sistema de sacrifício por parte de Jefté. A Lei de Moisés claramente especificava que tipos de ofertas eram aceitáveis. Jefté não tinha permissão para sacrificar a quem primeiro saísse das portas de sua casa (11:31). No entanto, ele acredita que Deus pode ser subornado por holocaustos. Este voto desnecessário traria muita tristeza a Jefté e a sua filha única.
A narrativa não é clara sobre o que aconteceu com a filha de Jefté. O voto está redigido de tal forma a dar a impressão de que Jefté se referia a um sacrifício físico. Mas a Bíblia não diz que ela foi sacrificada. Em vez disso, nos é dito simplesmente que ela cumpriu a promessa de seu pai e não conheceu homem (11:39). Ela lamenta a sua virgindade ao longo da vida (11:37), e está obviamente preocupada que seu pai a sacrificasse. Desde que sacrifícios humanos foram condenado pela Torá (Dt 18:10), a filha de Jefté deveria viver a vida solitária de um nazireu (Nm 6).
A experiência de Jefté é uma lição bíblica sobre como devemos ser cuidadosos com o que dizemos. É também um aviso sobre negociar com Deus, como se o Todo-Poderoso fosse uma divindade pagã, que pode ser manipulado. Muitas vezes nos encontramos dizendo: “Senhor, se você fizer isso por mim, então eu vou ser um cristão melhor.” Não há nada que o Senhor queira mais de nós do que a nossa entrega incondicional a Ele.
Deus anseia para regar as nossas vidas com bênçãos, mas devemos estar dispostos a submeter-nos à Sua vontade em vez de tentar manipulá-lo com a promessa de boas ações.
Justo Morales
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ
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Trad JAQ – Rev JDS
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Texto bíblico à Juízes 10
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/jdg/10/):
Neste capítulo, vemos que os israelitas adoravam ídolos.Quando oprimidos por seus inimigos clamavam ao Senhor por ajuda (v. 15). Quando a opressão parava eles voltavam a adorar ídolos.
É muito fácil julgar os israelitas e dizer: “Por que eles continuam fazendo isso se eles tinham exemplos repetidos da presença de Deus e da salvação?”
No entanto, nós mesmos fazemos isso. Quantas vezes Deus nos ajuda a sair de uma situação difícil e, após, voltamos diretamente aos mesmos vícios. Todos nós temos hábitos errados, ou ídolos, a quem recorremos em busca de conforto, descanso e da energia que precisamos para continuar nosso trabalho, ao invés de irmos a Deus.
O Senhor, porém, quer fazer muito mais do que isso por nós. Ele quer mudar nossas vidas.
Ele não está interessado em falso arrependimento, aquele em que nós vamos a Ele porque não queremos lidar com as conseqüências de nossas ações. O que Ele quer é nos dar novos corações e novas vidas, assim como as outras coisas das quais precisamos.
Deus tem oportunidades de crescimento espiritual e aventuras de fé esperando por nós logo à frente. Mas você não irá experimentar essas bênçãos enquanto não deixar para trás os ídolos de sua vida, mediante genuíno arrependimento. O que lhe impede de se entregar totalmente a Deus hoje?
Deus Se entristece muito por estar separado de você e ter que reter tudo o que Ele gostaria de fazer por você, quando Ele tem tanto mais para dar.
Confie em Deus e veja a Sua mão poderosa trabalhando em sua vida.
Brandy Kirstein
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ – Rev JDS
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Confie em Deus e veja a Sua mão poderosa trabalhando em sua vida.