Reavivados por Sua Palavra


Isaías 43 by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Neste capítulo e nos outros nesta seção de Isaías, Deus revela os Seus planos de esperança e sua frustração sobre Israel. O capítulo 42 se encerra com a triste declaração de que Deus teria de entregar Israel aos seus inimigos por causa de sua idolatria (42:23-25). Neste capítulo, Ele afirma que Israel era a sua testemunha, o servo que Ele tinha escolhido para revelar às nações pagãs o verdadeiro caráter e natureza de Deus: que Ele era o Senhor, e não havia nenhum salvador além Dele ! (v. 10-11). Mas, como a figueira coberta de folhas e sem fruto, Israel se achou apenas pretensiosa folhagem. Enquanto as nações esperavam obter a vida do Deus de Israel, Israel O manteve escondido do mundo por suas próprias ações e prioridades.

Apesar da infidelidade humana, Deus reafirma a sua fidelidade. “Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não há salvador algum” (v. 11, NVI). “Assim diz o Senhor, o seu Redentor, o Santo de Israel: ‘Por amor de vocês mandarei inimigos contra a Babilônia e farei todos os babilônios descerem como fugitivos nos navios de que se orgulhavam’ ” (v. 14, NVI). Deve ter sido uma grande esperança saber, antes que houvesse o cativeiro, que Deus já predizia a fuga dos captores e a libertação de Israel!

Assim como Deus derrotou no Mar Vermelho o Egito, a maior nação da Terra na época, ele também irá cuidar dos babilônios no tempo devido. Na verdade, Ele diz: “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado” (v.18 NVI), a próxima libertação será “uma coisa nova” (v. 19 NVI).

Deus não decide como nós decidiríamos, nem age como nós agiríamos. Mesmo sabendo da desobediência egoísta e intencional da Sua vontade, por parte do Seu povo, Ele insiste: “Eu não me lembrarei de seus pecados” (v. 25b). Ele é a bondade personificada e Seu amor dura para sempre.

“Sou Eu, Eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões” (v. 25a NVI), ele promete. E a que norma elevada Ele apela para fazer isso? Seria devido a alguma bondade inerente nossa? De modo algum. Eu faço isso, Ele diz: “por amor de mim” (v.25b ARA e NVI). O perdão é concedido com base no mais elevado dos méritos: Seus próprios méritos, os méritos de Jesus Cristo.

Louvado seja Deus, de quem todas as bênçãos fluem!

Ron E M Clouzet
Professor da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/43/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 43 



Salmo 117 by Jeferson Quimelli
2 de dezembro de 2013, 0:00
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Introdução:
 
Este salmo, o mais curto capítulo da Bíblia, retoma a palavra “Aleluia”, que é o desfecho do salmo 116, e aplica aquela conclusão individual à raça humana inteira, convidando todos a participarem das experiências ali narradas. Bíblia Shedd.
 
Alguns comentaristas acreditam que o Salmo 117 tenha sido, em especial, o cântico entoado por Jesus e seus discípulos, antes de deixarem o cenáculo. Nesse momento de crise, Ele louvou, ao invés de murmurar ou se queixar (ver tb DTN, 672).
 
 
Comentário devocional:
 
O salmista convida todas as nações a louvar ao Senhor por Sua misericordiosa bondade para com o Seu povo. É o mais curto de todos os Salmos, no entanto sublime em seu conteúdo. Observe que nenhuma tribo ou nação é deixada de fora do convite glorioso para louvar o Senhor. Em Romanos 15:11 o apóstolo Paulo se refere a este capítulo, para demonstrar que, em Cristo, a misericórdia de Deus foi estendida tanto para os gentios quanto para os judeus.
 
Nestes dois versos podemos ver atributos suficientes de Deus para que O amemos e O louvemos. Estes atributos, a Sua misericórdia e a Sua fidelidade, são eternos como o próprio Deus, e foram registrados para nos lembrar que no meio da sociedade insegura podemos descansar seguros no amor de Deus.
 
O Senhor está esperando que proclamemos a Sua bondade e falemos do Seu poder. Ele é honrado pela expressão de nosso louvor e ação de graças. Ele diz: “O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse Me glorificará” (Salmo 50:23 ARA) [ou: “Quem me oferece sua gratidão como sacrifício, honra-me” NVI]. 
 
Os israelitas louvavam a Deus enquanto viajavam pelo deserto com cânticos sagrados. Os mandamentos e promessas de Deus foram transformados em música e cantados ao longo da viagem. Em Canaã, quando o povo se reunia para suas festas sagradas, recontavam as obras maravilhosas de Deus e ofereciam ações de graças ao Seu nome.
 
Deus deseja que toda a vida do seu povo seja uma vida de louvor. Este estilo de vida expulsará o espírito de murmuração e queixa. Assim, Seus filhos cultivarão atributos de caráter que os prepararão para as mansões celestiais. Tal testemunho influenciará outros e será um meio eficaz para ganhar vidas para Cristo.
 
Peça a Deus para ajudá-lo a ter essa experiência hoje.
 
Jan Harry Cabungcal
Suíça
 
 
 
Traduzido por JAQ/JDS
 
Texto bíblico: Salmo 117 


Salmo 113 by Jeferson Quimelli
28 de novembro de 2013, 0:00
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Introdução:

Os Salmos 113 a 118 constituem o Hallel, que era recitado nas grandes festas dos judeus. Durante a Páscoa, os Salmos 113 e 114 eram cantados antes da refeição, e os Salmos 115 a 118, após. Estrofes destes salmos foram cantadas por Jesus e os discípulos no cenáculo, na noite da traição (Mt 26:30; Mc 14:26; ver tb Ed, 166; DTN, 672). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, p. 991.

Comentário devocional:

“Tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras” (Marcos 14:26 ARA). Quando revemos nos evangelhos o que aconteceu na noite da traição de Cristo, nos deparamos com esse relato que menciona Jesus e os discípulos cantando um hino. Esse detalhe fala de forma muito eloquente sobre a atitude de Jesus quando confrontado com a crise mais difícil e esmagadora. Como este Salmo é parte do chamado Hallel (louvor, cantado na Páscoa), é possível pensar que estes foram exatamente os versos cantados por Jesus com seus discípulos antes de irem para o Getsêmani.

O Salmo começa com vários convites para louvar (v. 1-3) e termina com a mesma expressão: “Aleluia!” (ou: “Louvado seja o Senhor”, v. 1 e 9). O objeto de louvor é o nome do Senhor (mencionado três vezes nos primeiros três versos). Este é o nome usado por Deus para fazer-se conhecido (Êxodo 3:16, 6:7) e exalta a aliança que Deus iniciou com o Seu povo. 

Adorar a Deus não deve ser limitado pelo tempo e pelo espaço, mas deve estender-se a toda a terra, “do nascente ao poente” (v. 3 NVI) e continuar “desde agora e para sempre” (v. 2 NVI).

A razão para louvar a Deus é a Sua grandeza. “O Senhor está exaltado acima de todas as nações; e acima dos céus está a sua glória” (v. 4 NVI). O que temos aqui, descrito em linguagem poética, é expresso por teólogos como sendo a noção da transcendência divina. Ele é o Criador, a Fonte e o Preservador da vida, o Soberano absoluto de todo o universo.

Para convencer-nos de Seu amor, o Senhor se dispôs a descer, assumir a existência humana, e tornar-se “semelhante aos homens” (Fp 2:7 NVI). 

“Levanta do pó o necessitado” (v. 7), expressa o sentimento das canções de Ana (1Sm 1:11) e Maria (Lc 1:48,52), que podem se tornar a nossa própria canção quando percebemos que Deus está conosco em cada novo dia, mesmo quando rodeados de perigos, e permanece fiel à Sua promessa: “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28:20 NVI).

Querido Deus,

Temos a necessidade de conhecê-Lo melhor. Por favor expulse qualquer vestígio de dúvida de nossos corações. Dá-nos o poder e a coragem de louvá-Lo hoje, apesar de todas as circunstâncias adversas pelas quais possamos estar passando. Amém.

Ioan Campian – Tartar

Romênia

 

http://www.reavivadosporsuapalavra.org

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/113/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 113 



Salmo 105 by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

Este Salmo nos apresenta a fidelidade de Deus em cumprir a Aliança com o Seu povo. Profeticamente, nos lembra que iremos celebrar esta fidelidade de Deus ao longo da eternidade. 

O Salmo nos encoraja a lembrarmos dos feitos passados de Deus. “Lembrem-se das maravilhas que ele fez, dos seus prodígios e das sentenças de juízo que pronunciou” (Sl 105:5, NVI) 

Não se esqueça dos milagres de Deus em sua vida. Escreva-os em um livro especial, mantenha-os como tesouros especiais, reflita sobre eles, especialmente quando você se sentir desanimado e, então, quando for adequado, reparta esses tesouros de pensamento com outras pessoas.

Falando profeticamente, os pensamentos desta canção serão cantados quando o povo de Deus estiver na presença do Senhor Jesus na Sua segunda vinda. 

Ao longo da história o Senhor foi fiel à Sua aliança, desde o tempo dos Patriarcas. Sim, Ele se lembrará para sempre da aliança que fez com Seu povo. Com esta aliança em mente, o Senhor enviou José adiante dos seus irmãos para o Egito. José foi exaltado para que pudesse abrir as portas da terra para o povo de Deus. 

Deus continuou a ser fiel através de Moisés e do Êxodo, enviando as pragas aos egípcios e libertando Seu povo com muita prata e ouro em suas mãos (Ex 13:21 e Salmo 105:37). Ele colocou a nuvem sobre eles para guiá-los e protegê-los  do calor do sol e a nuvem de fogo para iluminá-los à noite. Ele enviou pão do céu e fez jorrar água da rocha, a fim de atender às suas necessidades.

O mesmo Pai Celestial está disposto a prover poderosos e graciosos bens para você hoje porque Ele cumpre suas promessas! Louvado seja o Senhor por Sua fidelidade à aliança!

Christoph Berger

Áustria





Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/105/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 105