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“Ouve, pois, a súplica do Teu servo e do Teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da Tua habitação, dos céus; ouve e perdoa” (v.21).
Contemplando a magnitude do templo e a aceitação divina pela manifestação da glória do Senhor, Salomão dirigiu-se a Israel com palavras que declaram a fidelidade de um Deus que cumpre as Suas promessas. De forma reverente e humilde, o sábio rei se colocou na posição de servo, proferindo uma oração de teor altruísta, de um líder preocupado com o bem-estar de seu povo e consciente a respeito da fraqueza humana e da justiça divina.
Salomão sabia que as promessas de Deus são condicionais à resposta do homem: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como Tu, nos céus e na terra, como Tu que guardas a aliança e a misericórdia a Teus servos que de todo o coração andam diante de Ti” (v.14). Há uma entrega a ser feita; uma experiência pessoal a ser vivida e compartilhada em forma de evidência de que é possível, pelo poder do Espírito Santo, andar em sinceridade e em fidelidade na presença de Deus. Essa entrega precisa ser diária: “para que Te temam, para andarem nos Teus caminhos, todos os dias que viverem” (v.31).
O Senhor aguarda com ardente expectativa que se repita a experiência de Enoque, de Noé, de Jó, dentre outros que viveram uma intensa e genuína intimidade com Ele. Homens e mulheres que O busquem “de todo o coração” (v.14) e que vivam para compartilhar as bênçãos da verdadeira piedade. O Deus “que falou pessoalmente a Davi” (v.4) é o mesmo que deseja falar comigo e com você hoje e todos os dias. O templo era um símbolo de comunhão pessoal e coletiva, de que o Senhor Se importava com cada indivíduo, mas também com a unidade do todo.
À semelhança da oração e súplica de Salomão, nossas orações devem ser carregadas das intenções mais nobres, santas e puras. Nossa vida deve ser uma casa ornada para a habitação do Eterno. Nosso coração deve ser lugar acessível ao Espírito Santo. O Senhor deseja nos ouvir, atender e perdoar, mas, antes, precisamos reconhecer a nossa necessidade dEle e nos submeter à Sua vontade. Para isso, precisamos ser regidos pela Palavra de Deus, “orando noite e dia, com máximo empenho” (1Ts.3:10).
Todos os dias estamos sujeitos ao pecado, “pois não há homem que não peque” (v.36). Esta condição, entretanto, não tem o poder de nos destruir, se aceitarmos que o nosso Criador, com Seu braço poderoso e mão estendida, nos refaça a cada dia. O Deus que é “conhecedor do coração dos filhos dos homens” (v.30) aguarda com paciência a decisão da última geração e o despertar de um povo que com “toda oração e súplica” (v.29) declare ao mundo quem de fato Ele é. Um povo que erga o clamor do terceiro anjo, encharcado da chuva serôdia; que diga ao mundo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).
É hora de volver os nossos olhos para a “eterna habitação” (v.2), para o Senhor que habita “em nuvem espessa” (v.1), e andar nesta Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14 e 16). Acreditem: após o “bom combate” (2Tm.4:7), há um lugar de repouso à nossa espera. Entreguemos o nosso coração ao Senhor. Permitamos que Ele nos ensine o bom caminho em que devemos andar e que o Seu amor nos transforme, “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co.3:18), e nossas orações serão ouvidas e atendidas “como prometera o Senhor” (v.10).
Senhor, nosso Deus, Tu és grande e os céus e até os céus dos céus não Te podem conter. E nós somos pecadores. Mesmo assim, o Senhor deseja não somente habitar conosco, mas em nós. Que sublime e precioso privilégio! Pai, ajuda-nos a andarmos em fidelidade e humildade na Tua presença! Que a Tua graça, a Tua verdade e a Tua justiça estejam sempre guiando o nosso caminho, de modo que os que vierem atrás de nós vejam que andamos nas pegadas de Cristo Jesus. Em nome dEle nós Te oramos, e desde já, Te agradecemos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CRÔNICAS 6 – Perdão divino é uma maravilhosa graça outorgada ao pecador. Ninguém merece perdão. Perdão é fruto da graça.
Merecedores de sentença de morte receberem o perdão de Deus é um extraordinário milagre gracioso da Onipotência.
A oração de Salomão na inauguração do templo é uma súplica por aceitação, reconciliação e perdão. O sábio Salomão foi claro quando disse: “Quando pecarem contra Ti, pois não há ninguém que não peque, e ficares irado com eles”, e sofrendo as consequências se arrependerem e orarem: “Pecamos, praticamos o mal e fomos rebeldes” e, assim, “voltarem para Ti de todo o coração e de toda sua alma […] então, dos Céus, lugar da Tua habitação, ouve a sua oração e súplica, e defende a sua causa. Perdoa o teu povo, que pecou contra Ti” (II Crônicas 6:36-39).
• Impressionante! Só quem reconhece quão insignificante e miserável pecador e também conhece Quem realmente é Deus, pode fazer uma prece tão profunda como a que se encontra em II Crônicas 6.
Salomão sabia que Deus não caberia no esplendoroso templo que acabara de Lhe construir (II Crônicas 6:1-2). Suas palavras são extremamente pensadas, depois de abençoar o povo. Note a seguinte frase de sua oração de dedicação do templo:
“Mas será possível que Deus habite na terra com os homens? Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-Te. Muito menos este templo que construí! Ainda assim, atende a oração de teu servo e ao seu pedido de misericórdia […] Ouve o clamor e a oração que teu servo faz hoje na Tua presença” (II Crônicas 6:18-19).
Além disso, creio ser um dos pontos altos da oração Salomônica a preocupação que ultrapassa os limites do povo de Deus. Salomão contempla aos estrangeiros em sua intercessão. Isso revela que sua preocupação primária é que todos os povos da Terra conheçam o nome de Deus e O temam (II Crônicas 6:32-33). Uau… que oração!
• Refletindo atentamente sobre os destaques acima, percebo que tenho muito a aprender com Salomão.
Atenção! Todos precisam de perdão. Quem já é membro do povo de Deus, e quem ainda não é. Importa saber que o perdão está disponível indiscriminadamente para todos!
Vamos usufruir da graça do perdão e reavivarmo-nos, para então testemunharmos de De
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/5
O edifício do templo está terminado. Agora é hora de trazer o mais sagrado dos tesouros de Israel – a arca da aliança.
Com cuidado os sacerdotes conduzem a arca passando ao lado do altar de sacrifício, então através do Lugar Santo, até alcançarem o Santo dos Santos. Tudo é feito de acordo com o padrão celeste.
Agora, a arca é colocada em seu lugar, perfeitamente centrada no meio de um quadrado perfeito. A arca é um símbolo do lugar onde Deus Se assenta no Seu trono de domínio universal. Esse domínio se baseia no amor e justiça perfeitos, resumidos nos Dez Mandamentos. E é por isso que os Dez Mandamentos e somente eles estão de forma especial guardados na arca do concerto.
Quando os sacerdotes saem do Lugar Santo, cantos e louvores enchem o ar. Tudo o que temos registrado das belas canções está resumido no versículo 13: “Porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.” Esta simples frase resume a verdade que necessitamos desesperadamente. Na presença de um Deus perfeito com uma lei perfeita, precisamos de Sua misericórdia perfeita.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/5
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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859 palavras
A arca de Deus, que era o objeto mais sagrado, é trazido até o templo. Este texto faz paralelo com 1Rs 8:1-12. Andrews Study Bible.
Por que é colocada tanta ênfase no templo no Antigo Testamento? … (5) Ele preparou o povo para o Messias. No Novo Testamento, Cristo disse que Ele veio para cumprir a Lei, não destruí-la. Hebreus 8:1, 2 e 9:11, 12 usa o ritual do templo para explicar o que Cristo realizou quando morreu por nós. Life Application Study Bible.
1 Assim, se acabou. Este verso, na realidade, se encaixaria melhor no final do capítulo 4, pois resume os materiais mencionados. No relato paralelo ele é o último verso do capítulo (1Rs 7:51). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 227.
O templo demorou sete anos para ser construído. Life Application Study Bible.
2 Cidade de Davi. A arca havia sido guardada numa tenda na Cidade de Davi. A Cidade de Davi era a área mais baixa, no extremo sul da cidade de Jerusalém: a velha fortaleza jebusita de Sião, conquistada or Davi, onde ele fez a residência real (2Sm 5:6-9; 1Cr 11:5, 7). CBASD, vol 3, p. 227.
Sião. O nome foi primeiro utilizado para a cidade de Davi, mas depois foi aplicado a toda a cidade de Jerusalém. Andrews Study Bible.
3 todos os homens de Israel. A arca foi trazida com a presença de uma imensa assembleia de anciãos de Israel, que vieram prestigiar a solenidade. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
Festa. A Festa dos Tabernáculos, também chamada a Festa da Colheita (Êx 23.16). Bíblia Shedd.
no sétimo mês. No mês de Tisri, quando acontecia a Festa dos Tabernáculos, que comemorava a habitação de Israel no deserto (Lev 23:33-34). Andrews Study Bible. [NC: E prefigurava que Jesus “tabernacularia” ou “viveria em tendas”, ou “viveria temporariamente” entre nós.]
6 sacrificaram carneiros e bois. Quando … a lei é escrita no coração, a arca do concerto é colocada ali para que se torne o templo do Espírito Santo … haverá grande satisfação naquela alma. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
10 Até ao dia de hoje. Se todo o livro das Crônicas foi compilado após o exílio (ver Introdução a Crônicas, p. 107-109), o compilador aqui preserva uma declaração feita antes da destruição do templo (2Rs 24:13; 25:9, 13-17) e da ocultação da arca numa caverna (ver PR, 453). CBASD, vol 3, p. 228.
Sob inspiração divina, alguns livros da Bíblia foram compilados e editados de outras fontes. Tendo em vista que 1 e 2 Crônicas cobriam muitos séculos, eles foram compilados de várias fontes por uma simples pessoa. A frase “aí estão … até os dias de hoje” (v.tb. 1Rs 8:8) foi retirada de material escrito anteriormente ao exílio de Judá em 586 a.C. Apesar de 1 e 2 Crônicas terem sido compilados após o exílio e após a destruição do templo de Salomão, o escritor julgou ser melhor deixar esta frase na narrativa. Life Application Study Bible.
Horebe. Outro nome para o Monte Sinai, onde Deus apareceu a Moisés (Êx 3:1). Andrews Study Bible.
Nada havia na arca. Na arca propriamente dita se encontravam apenas as duas tábuas de pedra que continham a lei de Deus. O vaso de maná e a vara de Arão já não estavam mais ali (ver com. de 1Rs 8:9). CBASD, vol 3, p. 228. [cf. Nm 17.10-11 e Êx 16.32-34.]
Supõe-se que esses artigos foram perdidos, talvez enquanto a arca estava na mãos dos filisteus. Bíblia de Estudo NVI Vida. [ou, “… talvez se perderam durante a época dos juízes, o qua se prolongara por quatro séculos”. Bíblia Shedd.]
Fez aliança. A lei de Deus foi a base da antiga aliança que Deus fez com Israel no Horebe quando o povo saiu do Egito (Êx 19:5-8; 34:27, 28), e também foi a base da nova aliança, segunda a qual Ele prometeu escrever essa lei no coração (Jr 31:33, 34). CBASD, vol 3, p. 228.
11 Todos os sacerdotes. Normalmente, o serviço do templo se dividia entre os 24 turnos de sacerdotes (1 Cr 23.6 a 24.31; Lc 1.8-9). Cada quinzena servia um novo turno; mas a solenidade de um acontecimento daquela relevância exigia a presença integral do corpo sacerdotal. Bíblia Shedd.
12-13 Crônicas enfatiza o uso da música no culto (ver 1Cr 15.16, nota). Bíblia de Genebra.
12 Asafe e Hemam e Jedutum. Os três músicos líderes no templo indicados por Davi. Os cantores mencionados são seus descendentes cuja execução de músicas sagradas coincidiu com a aparição da nuvem divina. Andrews Study Bible.
13 Para louvarem o SENHOR e render-Lhe graças. A música é uma forma de adoração, e o louvor e as ações de graças são um importante elemento da oração. Enquanto as pessoas elevavam a voz em alegre louvor a Deus e em grata lembrança de Suas maravilhosas misericórdias, o Senhor Se aproximou, e uma nuvem encheu o templo. CBASD, vol 3, p. 228.
porque ele é bom … para sempre. Uma linha familiar de louvor descritivo que honra a Deus por sua bondade e misericórdia perpétuas (7.3, 6; Sl 106.1; 107.1, 136). Bíblia de Genebra.
a casa se encheu de uma nuvem. Dessa forma, Ele simbolizou a Sua aceitação de que este templo significava para Ele o mesmo que o tabernáculo de Moisés significava. Assim, Ele considerou a fraqueza e debilidade daqueles a quem se manifestava, os quais não conseguiam suportar o brilho da luz divina. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
Os profetas esperavam que a glória de Deus retornasse ao templo após o exílio na Babilônia (Ez 43.1-5; Ag 2.7-9; Zc 2.10; 8.3). Bíblia de Genebra.
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“Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v.7).
Terminada a edificação do templo, Salomão “pôs entre os tesouros da Casa de Deus”, “as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado” (v.1). Então, reunindo os principais do povo, fez “subir a arca da Aliança do Senhor, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo” (v.2). Seguindo as orientações dadas por Deus para o transporte da arca, da tenda da congregação e dos utensílios sagrados, “os levitas sacerdotes é que os fizeram subir” (v.5). Transporte que foi acompanhado de “tão numerosos” sacrifícios, que “não se podiam contar” (v.6).
Chegando ao templo, colocada a arca em seu lugar determinado — no lugar Santíssimo — saindo os sacerdotes e iniciada a ministração dos cantores e dos sacerdotes com suas trombetas, “quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram […] para louvarem o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a Casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem […] porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (v.13-14).
A inauguração e dedicação do templo foi precedida de ofertas voluntárias, obediência às instruções divinas, sacrifícios, louvor agradável a Deus e submissão aos mandamentos de Deus — representados pelas “duas tábuas que Moisés ali pusera” (v.10) dentro da arca. Foi nesse cenário de verdadeira adoração e genuína entrega que o Senhor manifestou a Sua glória. Ele encheu aquele lugar com Sua presença santa e pura.
Quando Jesus veio à Terra, Ele fez tudo segundo a vontade do Pai. A Sua vida iluminava o mundo com a atmosfera de Seu caráter santo e puro. Tudo o que fazia, não o fazia por vontade própria, mas movido pelo amor do Pai em cumprimento de Sua sagrada Lei: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). Jesus era o próprio tesouro da Casa de Deus, o Filho da obediência, o sacrifício perfeito, o cumprimento da Lei, o mais sublime louvor. Ele foi a perfeita revelação da glória de Deus.
Como naqueles momentos solenes não havia grande ou pequeno, rico ou pobre, escravo ou livre, assim Cristo nos uniu para que “em uníssono, a um tempo” (v.13), como corpo de Cristo, louvemos ao Senhor, “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.13). Sendo que Jesus “não veio para ser servido, mas para servir” (Mc.10:45), e devemos imitar-Lhe o exemplo, precisamos nos despir de nossa natureza egoísta e combater nossos gostos não santificados, buscando na verdade presente para os nossos dias toda a sabedoria e conhecimento necessários para andarmos em fidelidade na presença de Deus.
O relógio deste mundo já está marcando os minutos finais, amados. Há um cenário profético em rápido andamento. Será que estamos como Jonas, fugindo da vontade de Deus, adormecidos dentro do barco do comodismo enquanto há uma terrível tempestade lá fora? Ou como Salomão e os levitas, estamos prontos e preparando o Israel espiritual de Deus para a manifestação do glorioso advento de Cristo?
Jesus está agora no “santuário, que se encontra no Céu” (Ap.14:17), no Santo dos Santos, como nosso Sumo Sacerdote (Hb.8:1), prestes a concluir a Sua obra. Logo Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Que Ele nos encontre apercebidos e como templos preparados para a glorificação.
Senhor, nosso Deus e Pai, nós Te louvamos, porque o Senhor é bom e a Sua misericórdia dura para sempre! Pai bondoso, tem misericórdia de nós, pecadores! Como está escrito em Lucas 21:38, que todo o povo madrugava para ir ter com Jesus no templo, a fim de ouvi-Lo, nos desperta nas madrugadas para a nossa audiência Contigo em Teu santuário, pois queremos e precisamos Te ouvir, Senhor! São muitas as vozes e os barulhos deste mundo, mas nós clamamos que o Teu Espírito mantenha os nossos ouvidos atentos à Tua voz! Enche a nossa vida da Tua presença, Senhor, e vem reclamar-nos como Teu povo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CRÔNICAS 5 – Apesar do pecado – que é exacerbadamente inflamável diante da presença de Deus – o santo Deus quer Se envolver com pecadores.
Se não fosse Sua graça, misericórdia, bondade e compaixão pelos seres humanos mergulhados nas mazelas do pecado, o abandono seria o mínimo que Deus faria. Todavia, a Bíblia revela o santo Deus sempre indo atrás do pecador; ainda que, desde o início, o culpado fugia e se escondia dEle (Gênesis 3).
O Santuário foi um empreendimento divino com o objetivo de poder habitar entre os pecadores (Êxodo 25:8-9). Quando foi concluído esse projeto no deserto, a presença gloriosa de Deus manifestou-Se espetacularmente (Êxodo 40:34-35).
Nesse dia antigo, uma “nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés não podia entrar” nela, “porque a nuvem estava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”.
• Isso foi no passado! E, mais tarde, quando Salomão concluiu o templo (II Crônicas 5:1), Deus demonstrou Sua glória como fizera no passado?
O “sim” para esta pergunta deve-se ao fato de Deus ser bom e Seu amor misericordioso durar para sempre (II Crônicas 5:13). Nesse dia magnífico, a arca fora levada da Cidade de Davi ao Lugar Santíssimo do Templo, com a mesma forma de cortejo que se deu quando Davi transferiu a arca para Jerusalém (I Reis 8:1-11; I Crônicas 15:16). O povo agiu com Salomão como agiu com Davi: Todo o Israel aglomerou-se em Jerusalém. Levitas levavam a arca, e o cortejo celebrava alegremente, oferecendo inúmeras ofertas sacrificais (II Crônicas 5:2-13).
Então, “uma nuvem encheu o templo do Senhor, de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o templo de Deus” (II Crônicas 5:13-14), igualmente como aconteceu no tempo de Moisés.
“A música é uma forma de adoração, e o louvor e as ações de graças são um importante elemento da oração”; por isso, “enquanto as pessoas elevavam a voz e alegre louvor a Deus e em grata lembrança de Suas maravilhosas misericórdias, o Senhor Se aproximou, e uma nuvem encheu o templo”, salienta o Comentário Bíblico Adventista.
Sonho quando a glória de Deus encher toda a Terra (Isaías 11:9; Habacuque 2:14). Reavivemo-nos enquanto aguardamos… Celebremos a Deus! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/4
Moldes enormes foram feitos de argila na planície do Jordão, abaixo. A quantidade de bronze derretido e moldado foi tão grande que eles até perderam a noção do peso total!
Da planície do Jordão, até as montanhas íngremes para chegar a Jerusalém e ao local do templo a distância é enorme. Com suor, dores musculares e perseverança, lentamente, os produtos acabados são reunidos. Há um grandioso altar de bronze para sacrifícios, dez pias para lavar, dez castiçais para brilhar continuamente, dez mesas sólidas para os pães da proposição e uma centena de bacias de ouro. Além de tudo isso, há panelas, pás, garfos, aparadores, incensários, e flores ornamentais. Salomão queria oferecer a Deus apenas o melhor!
E quanto a nós? Nós não precisamos construir um templo glorioso como local de culto, mas temos de preparar os nossos corações para a adoração. Como você se prepara? O pai de Salomão, Davi, deixou isso claro: “Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar? Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro, que não recorre aos ídolos nem jura por deuses falsos” (Salmos 24:3-4 NVI).
Talvez eu e você devamos nos preparar para o nosso próximo culto de adoração, buscando-O hoje para que nos dê um novo coração.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/4
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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554 palavras
O capítulo 4 trata da mobília, dos vasos e dos utensílios do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 225.
1 Altar de bronze. Era destinado à oferta dos holocaustos e sacrifícios, que faziam parte do culto e apontavam para a crucificação de Jesus Cristo, como nosso substituto. Bíblia Shedd.
2 Mar de fundição (ARA; NVI: “tanque de metal fundido”). O principal depósito da água destinada aos ritos de purificação, que simbolizavam a santificação (cf Hb 6.1). Bíblia Shedd.
Substituiu a bacia de bronze no tabernáculo (Êx 30:18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 touros (NVI; ARA: “colocíntidas” [um tipo de fruto]). 1 Rs 7.24 tem “frutos”. Em hebraico, as duas palavras são muito semelhantes entre si, de modo que a diferença pode ser muito bem devido a um erro de copista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 doze touros. Simbolizavam, possivelmente, as 12 tribos, que também acampavam de três em três, em cada lado do tabernáculo durante a peregrinação no deserto (Nm 2; Ez 48.30-35). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 Aqui se vê o tamanho deste mar que era, na realidade, uma enorme bacia, com capacidade para 3.000 batos, ou seja, 22.000 litros. Bíblia Shedd.
6 Porque tudo no templo era construído em tão grande escala? O grande número e tamanho eram necessários para acomodar as grandes multidões que o visitariam nas festas, como as da Páscoa (30:13). Os numerosos sacrifícios diários requeriam muitos sacerdotes e muito equipamento. Life Application Study Bible.
7 Os artífices seguiam as instruções divinas cuidadosamente – com resultados espetaculares. Quando Deus dá instruções específicas, elas devem ser obedecidas ao pé da letra. Existe um tempo de ser criativo e para colocar em prática nossas próprias ideias, mas não quando estas ideias alteram ou contradizem quaisquer orientações específicas que Deus já tenha dado para nós na Bíblia. Para melhores resultados em sua vida espiritual, siga cuidadosamente e siga as instruções divinas. Life Application Study Bible.
9 o pátio dos sacerdotes e o pátio grande. Esses dois pátios são mencionados em Reis (1Rs 6.36; 7.12). O pátio grande era para os leigos. Bíblia de Genebra.
10 Lado direito. O mar (v. 2) foi colocado no pátio, no canto sudeste do templo. Em hebraico, as direções são dadas do ponto de vista de alguém que esteja voltado para o leste; assim, o lado direito indica o sul (cf. 1Rs 7:39; ver também com. de Gn 23:19; Êx 3:10. CBASD, vol 3, p. 225.
11 As panelas. Ver 1Rs 7:40. As Panelas aqui mencionadas eram usadas para cozer a carne com vistas a propósitos sacrificais (ver 1Sm 2:13, 14). CBASD, vol 3, p. 225.
11-16 Panelas, pás e tigelas – estes são equipamentos de cozinha familiares para nós. Ainda que os artigos usados na adoração tenham mudado, o propósito continua o mesmo – honrar e louvar a Deus. Nunca devemos deixar nosso louvor a Deus ser ofuscado pelas coisas que usamos para louvá-Lo. Life Application Study Bible.
11 Pás. Para remover as cinzas sobre o altar sacrificial. Bíblia Shedd.
17 Sucote e Zereda. Entre 40 e 60 km ao nordeste de Jerusalém, no vale do Jordão. Bíblia Shedd.
20 Candeeiros. Estes, com os demais utensílios do Templo, foram levados para a Babilônia na ocasião do Cativeiro (Jr 52.19). Bíblia Shedd.
22 Todos esses detalhes a respeito do templo demonstravam o cuidado que Israel dava aos atos de adoração… As instruções também eram úteis aos leitores originais de 2 Crônicas, aqueles que reconstruiriam o novo templo em sua localização original (Esdras 3:8 – 6:15) após o templo de Salomão ter sido destruído pelos babilônios (2Rs 25). Life Application Study Bible.