Reavivados por Sua Palavra


SALMO 77 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 77 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 77 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 77

Há muitas coisas tristes acerca da autopiedade. Uma delas é que ninguém mais sabe o que está acontecendo. A autopiedade nos devora silenciosamente. Se não detectada, ela pode nos causar grave dano, muito mais do que os eventos que a originaram. O problema com a autopiedade é que ela nunca melhora a nossa situação. Na verdade, ela pode prejudicar a nossa saúde causando depressão e stress.

Consideremos a vida de Elias, por exemplo. Deus tinha demonstrado um grande apoio ao profeta quando juntos acabaram com o culto a Baal e exterminaram todos os falsos profetas, trazendo a nação de Israel de volta para Deus. Parecia que nada era impossível para Deus. No entanto, horas depois, o valente profeta fugiu de uma única mulher. Imagine o efeito que o conhecimento disso causou sobre as milhares de pessoas que tinham acabado de voltar a adorar o poderoso Deus de Elias!

Durante os primeiros dez versos, nosso salmista se demora na autopiedade referindo-se a si mesmo e aos seus questionamentos, mais de dez vezes. Felizmente ele tomou uma decisão muito importante nos versos 11 e 12: “Recordarei os feitos do Senhor; recordarei os Teus antigos milagres. Meditarei em todas as Tuas obras e considerarei todos os Teus feitos”.

Ao demorar-se em Deus e Seu poder, o abatimento do salmista termina. Ao meditar nas obras de Deus, ele é erguido acima de seus próprios problemas.

Gordon Christo

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/77
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



SALMO 77 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2026, 0:50
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527 palavras

O Salmo 77 é o registro poético de uma alma que tenta encontrar uma razão para o aparente abandono de Deus e descobrir uma saída da escuridão. Finalmente supera sua tristeza ao relembrar as misericórdias de Deus para com Israel no passado. O salmo se divide em duas partes. O v. 11 marca a transição do pesar e do protesto para a esperança e a confiança. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 912.

2 No dia da minha angústia. Os v. 2 e 3 expressam a realidade e a intensidade da oração. Tudo o que o salmista fazia, até meditar em Deus, parecia apenas intensificar sua dor. CBASD, vol. 3, p. 912.

Recusa. A experiência do salmista deve confortar aqueles que não conseguem encontrar uma resposta imediata aos questionamentos sinceros da alma (ver Gn 37:35; Jr 31:15). CBASD, vol. 3, p. 912.

3 Passo a gemer. Quanto mais o salmista meditava sobre a administração incompreensível do governo de Deus, mais triste ele ficava e mais inclinado a se rebelar. CBASD, vol. 3, p. 912.

4. Não me deixas pregar os olhos. Literalmente, “Tu sustentas as vigílias dos meus olhos”. Na maneira de ver do salmista, Deus o mantém acordado para que medite a noite toda. CBASD, vol. 3, p. 912.

6 De noite. O salmista mostra preferência por meditar e orar na quietude da noite (ver Sl 16:7; 17:3). CBASD, vol. 3, p. 912.

8 Graça. Ou, “amor”, do heb. chesed (ver nota adicional ao Salmo 36). CBASD, vol. 3, p. 912.

9 Benigno. O salmista parece sentir que Deus esqueceu-se de um dos principais atributos de Seu caráter (Ver Êx 34:6). CBASD, vol. 3, p. 912.

10 Minha aflição. O salmista não encontra falta em Deus, mas reconhece sua própria fraqueza de espírito e sua capacidade de entender os caminhos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 912.

11 Recordo. Este verso marca a transição do pesar e do protesto, da primeira seção do poema, para a esperança e a confiança da segunda seção. CBASD, vol. 3, p. 912.

13 De santidade. Embora o ser humano não possa compreendê-lo, o caminho de Deus é sempre santo, justo e bom (ver Gn 18:25). CBASD, vol. 3, p. 913.

15 Com o Teu braço. O braço é símbolo de força (ver Êx 6:6; Sl 10:15; 98:1). CBASD, vol. 3, p. 913.

16-20 Os v. 16 a 20 são uma descrição bem compacta e, contudo, dramática do milagre da libertação no Mar Vermelho. Esses versículos fornecem valiosos adicionais à narrativa do êxodo (ver PP, 287; comparar com a narrativa em Êx 14:27-29). CBASD, vol. 3, p. 913.

16 Viram-Te as águas. É sublime o recurso de personificação utilizado pelo salmista, que representa as águas como que reconhecendo a presença do Senhor e fugindo de medo dEle, para abrir caminho a Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 913.

16 Temeram. Literalmente, “eles se contorciam em dor”, como dores de parto. CBASD, vol. 3, p. 913.

19 O Teu caminho. Embora invisível, Deus estava com Seu povo ao atravessar o leito seco do mar (ver Êx 15:13; Sl 78:52, 53). Deus está sempre com Seus filhos quando estes seguem Sua direção.. CBASD, vol. 3, p. 913.

20 De Moisés e de Arão. Deus era o verdadeiro Líder. Moisés e Arão eram Seus instrumentos (ver Nm 33:1). Assim como Deus libertou Israel no Mar Vermelho, libertará Seu povo em tempos de perigo. Esta percepção deve nos ajudar a sempre depositar a confiança nEle. O salmista termina expressando confiança no poder redentor de Deus. CBASD, vol. 3, p. 913



SALMO 77 — Rosana Barros by Ivan Barros
23 de outubro de 2026, 0:45
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“Recordo os feitos do Senhor, pois me lembro das Tuas maravilhas da antiguidade” (v.11).

O mundo tem vivido dias escuros e de insegurança. Conflitos, doenças, violência, degradação moral, desamor, crises econômicas. Não há registros na História sobre algo que tenha atingido todo o mundo de forma tão avassaladora e tão rápida quanto o foi com a última pandemia. A célere propagação de um vírus microscópico mudou drasticamente o ritmo do planeta. E o que antes considerávamos coisas simples, como a liberdade de ir e vir, ou viajar nas férias, tornou-se para muitos lembranças de um passado feliz. Foram dias bem difíceis. Olhando para o passado com saudosismo e para o futuro com pessimismo, a alegria deu lugar à angústia, e a esperança, ao desânimo.

Asafe estava passando por um momento de forte tribulação. Em uma súplica sincera, o salmista abriu o coração através de questionamentos sobre a ação e a presença de Deus em seus dias de aflição. Relembrando as obras do Senhor em favor de Seu povo, ele reconheceu que se deixou levar pela tristeza, ao declarar: “Então, disse eu: isto é a minha aflição” (v.10). Deus sempre está à nossa disposição, amados. Ainda que seja para ouvir nossas lamentações e pesares. Mas precisamos ter cuidado para não sobrepor as nossas aflições ao que verdadeiramente é remédio para a alma: a confiança em Deus.

Foi quando caiu em si que Asafe mudou completamente o seu discurso, exaltando a Deus e as Suas obras. Olhou para o passado com alegria e vislumbrou o futuro com esperança. Disse ele: “O Teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?” (v.13). Assistindo a um documentário sobre a dimensão do Universo e a grandeza das obras de Deus (https://youtu.be/Zk_Ne2dJxYk), meus olhos foram ainda mais abertos para o Seu amor por um planeta que não passa de uma “poeira cósmica” entre galáxias incontáveis. E se Ele Se importa conosco a ponto de tornar-Se semelhante a nós e dar-Se em sacrifício para nos salvar, podemos, como o salmista, exclamar em louvor e adoração: “Tu és o Deus que opera maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o Teu poder” (v.14). Louvado seja o nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

O nosso Deus deseja nos conduzir como Seu rebanho (v.20). Somos as ovelhas do Seu aprisco. Ainda que tenhamos que enfrentar dificuldades e angústias, como Davi, confiemos no nosso bom Pastor: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” (Sl.23:4). Como escreveu Ellen G. White: “Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado” (Testemunhos Seletos 3, CPB, p.443).

Oração: Senhor, nosso Deus, a Ti elevamos a nossa voz, pois estamos vivendo em tempos difíceis e reconhecemos que precisamos do Senhor. Não permitas, ó Deus, que a nossa mente divague ou se distraia a ponto de nos comportarmos ou pensarmos como quem não tem esperança. O Teu caminho, ó Deus, é de santidade. Segura-nos com Tua forte mão direita e guia-nos em Teu caminho eterno, pois esperamos e confiamos em Ti! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, dependentes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#SALMO77 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 77 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2026, 0:30
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SALMO 77 – Ao mergulharmos profundamente no conteúdo deste Salmo sagrado, somos conduzidos a um mundo de emoções intensas e questionamentos sinceros, abrindo o coração para uma corajosa jornada de auto descoberta espiritual.

As palavras deste Salmo permitem-nos explorar a experiência do desespero e dúvida que inúmeras vezes trazem momentos de grandes aflições; ao mesmo tempo, a motivação do salmista encoraja-nos a busca pela presença divina e a encontrar esperança, mesmo quando as evidências apontam na direção contrária.

“O versículo 10 é o pivô desse Salmo, passando da descrição de uma experiência de escuridão e tristeza para a descrição de alegria e louvor. A primeira relata uma tristeza que está esmagando a alma. A segunda descreve um cântico que é resultado de uma visão que apagou a origem da tristeza. Na primeira parte, uma grande enfermidade ou debilidade obscurece o céu, e não se ouve cântico. Na segunda parte, vemos o irromper de um grande cântico, e a tristeza é esquecida. A diferença está entre um [indivíduo] que se preocupa com as dificuldades e um [indivíduo] que vê Deus entronizado lá no alto”, analisa criteriosamente Campbell Morgan.

Após isso, ele destaca: “Na primeira parte [do Salmo], o ego predomina. Na segunda, Deus é visto em Sua glória. Um aspecto muito simples desse Salmo deixa isso perfeitamente claro. Nos versículos 1 a 9, o pronome pessoal da primeira pessoa ocorre 22 vezes, e há referências a Deus por nome, título e pronome. Na segunda parte, há apenas 3 referências pessoais e 24 menções a Deus”.

Então, Morgan conclui com maestria numa aplicação impactante: “A mensagem do Salmo é que focar na tristeza deixa a pessoa quebrada e desanimada, enquanto olhar para Deus faz com que a pessoa cante mesmo no dia mais escuro. Quando nos conscientizamos de que nossos anos estão nas mãos dEle, encontramos luz por toda parte e nosso cântico se eleva”.

Considere:

• A mudança do pronome pessoal da primeira pessoa para as menções a Deus reflete uma importante mudança de perspectiva.

• Ao invés de nos concentrarmos apenas em nossos problemas e dificuldades para reclamar, devemos ser redirecionados ao poder da glória de Deus.

• Desta forma, encontramos uma fonte de esperança que transcende nossas circunstâncias e nos capacita a cantar, mesmo em dias nebulosos!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 76 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 76 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 76 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 76

Não seria maravilhoso se pudéssemos voltar no tempo e ouvir este Salmo musicado pelo compositor original? Uma canção de louvor a Deus, com música de instrumentos de cordas. Felizmente ainda temos a letra, embora a música tenha se perdido na história.

Deus é ilustre. Ele é esplendoroso. Ele deve ser temido, honrado e obedecido. Ele é grande e ninguém jamais o dominará.

Como soaria sua canção de honra a Deus?

Obrigado, Deus, pelo seu cuidado! Tu me salvastes de um acidente de carro hoje.
Obrigado pelo Teu poder. Ajudaste-me a não ter medo quando estava dando meu testemunho para um amigo.
Obrigado pela beleza com a qual pintastes o pôr do sol.

Eu te encorajo a reservar alguns minutos para escrever algumas coisas pelas quais você é grato a Deus hoje.

Lisa Ward
Escriturária na Country Life SDA Church, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/76
Tradução: Luís Uehara/ Jeferson Quimelli



SALMO 76 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2026, 0:50
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280 palavras

O Salmo 76 é uma ode [poema lírico destinado ao canto] de ação de graças pelo livramento de Jerusalém de um grande perigo. O salmo foi usado para celebrar a derrota dos exércitos assírios sob o comando de Senaqueribe (ver PR, 361, 362; cf. GC, 23). O salmista contemplo além das cenas de vitória imediata e vê nelas o triunfo da justiça divina, provando a tolice da ira do ser humano e a sabedoria em se submeter a Deus. O salmo consiste de quatro estrofes com três versículos cada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 910.

1 Judá … Israel. O paralelismo sinonímico [como sinônimos] das duas frases deste versículo indica que “Israel” é sinônimo de “Judá”. CBASD, vol. 3, p. 910.

2 Salém. O nome mais curto e antigo de Jerusalém. O lugar de paz, onde Deus habita (ver com. de Gn 14;18; PP, 703). CBASD, vol. 3, p. 910.

5 Os de ânimo forte. Os invasores que se orgulhavam de sua força. CBASD, vol. 3, p. 910.

8 Juízo. A derrota do inimigo foi considerada como um juízo dos céus. CBASD, vol. 3, p. 910.

10 Há de louvar-Te. A impiedade do ser humano faz com que Deus realize grande feitos. A hostilidade humana para com Deus dá oportunidade para que o poder divino seja manifestado, despertando louvor a Deus (ver Êx 9:16; 18:11). CBASD, vol. 3, p. 910.

Do resíduo das iras Te cinges. Literalmente, “Te cingirás”. O paralelismo das duas frases no versículo indica que Deus coloca, como um adorno, os últimos e inúteis esforços dos débeis seres humanos para demonstrar Sua força, vestindo-Se para Sua própria glória. A experiência de Daniel é um exemplo notável disso (ver PR, 543, 544). CBASD, vol. 3, p. 910, 911.

12 Orgulho (ARA; ARC: “espírito”). Do heb. ruach, literalmente, “vento”(ver com. de Ec 12:7). CBASD, vol. 3, p. 911.



SALMO 76 — Rosana Barros by Ivan Barros
22 de outubro de 2026, 0:45
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“Desde os céus fizeste ouvir o Teu juízo; tremeu a Terra e se aquietou” (v.8).

Asafe apresentou a majestade e o poder de Deus na perspectiva do juízo divino. Parece que este era o assunto de maior interesse do salmista; o tema de estudo que mais o fascinava. Ao reconhecer a grandeza de Deus, seu coração ardia na expectativa de que Ele Se levantasse “para julgar e salvar todos os humildes da Terra” (v.9). Asafe não enxergava o juízo como algo a ser temido, mas como a ação divina que culminará na salvação dos justos.

“O Senhor odeia o pecado, mas ama o pecador”. Você certamente já ouviu essa frase. Ela é verdadeira e nos ajuda a entender melhor a ira de Deus. Foi exatamente o pecado que fez separação entre nós e o Senhor (Is.59:2). Como de costume, o Senhor andava pelo Éden no pôr do sol, e mesmo sabendo o que havia acontecido e como Adão e sua mulher se esconderam de Sua face, em um misto de ternura e tristeza, perguntou ao homem: “Onde estás?” (Gn.3:9). Desde então, pela mácula da iniquidade, perdemos o privilégio de um relacionamento face a face com o nosso Criador.

O pecado criou uma barreira que, não fosse a intervenção de Deus ao longo da história, todo o mundo teria perecido nas águas do dilúvio. Mas a vitória de Cristo na cruz do Calvário quebrou o jugo do pecado e nos leva para cada vez mais perto do encontro com o nosso Deus e Redentor (Jo.14:1-3). O Senhor não lança fora nenhum pecador arrependido, por mais longe que tenha ido. A Sua ira é contra o pecado e seu originador. A cada filhinho que se tem escondido pelo medo da rejeição, Ele pergunta: “Onde estás?”. E assim como Ele vestiu Adão e Eva com “vestimenta de peles” (Gn.3:21), Ele deseja nos vestir com as “vestiduras brancas” da justiça de Cristo (Ap.7:9).

O Senhor virá para destruir o mal com “o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), mas todos os que se agarram ao pecado, “os que lavram a iniquidade e semeiam o mal, isso mesmo eles segam. Com o hálito de Deus perecem; e com o assopro da Sua ira se consomem” (Jó 4:8-9). E até estes terão, um dia, de reconhecer: “Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos” (Ap.5:13). “Pois até a ira humana há de louvar-Te” (v.10).

À semelhança de Asafe, não devemos temer o juízo e a ira de Deus, pois o nosso ilustre e glorioso Senhor trabalha incansavelmente para nos levar de volta para Sua casa, de volta para um relacionamento face a face e eterno, “pois o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida” (Ap.7:17). Porque Ele mesmo prometeu: “Certamente, venho sem demora”. E seja a nossa resposta e clamor diário: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).

Oremos: “Tu és ilustre”, ó Deus, “e mais glorioso do que os montes eternos”! Tu és o Juiz justo e salvas “todos os humildes da Terra”! Por isso, Senhor, ensina-nos a aprender de Cristo, para que tenhamos um coração manso e humilde como o dEle, e volta logo, Senhor! No precioso nome de Jesus, nós clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, humildes da Terra!

Rosana Garcia Barros

#SALMO76 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 76 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2026, 0:30
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SALMO 76 – Este é um cântico de vitória que nasce num momento real da história para revelar uma verdade eterna. Ele nos remete ao ano 701 a.C., quando o poderoso exército assírio de Senaqueribe cercou Jerusalém. Diante de uma ameaça aparentemente invencível, Deus interveio diretamente: numa única noite, a força militar inimiga foi neutralizada. Guerreiros, com carros e cavalos, tombaram em sono profundo.

O texto nos ensina uma lição central: a força humana mais formidável é nada diante da palavra de Deus.

Para a Igreja, essa narrativa histórico-teológica carrega significados profundos:

• Segurança na crise: Deus revela Seu poder soberano para que Seu povo não viva dominado pelo terror das ameaças terrenas.

• Soberania divina: até mesmo a fúria e a rebelião humana são transformadas em instrumento de louvor. As crises da história não são acidentes fora de controle, mas meios pedagógicos pelos quais Deus refina, protege e liberta os humildes.

• Graça: a salvação e a preservação do povo de Deus nunca dependem de recursos ou alianças terrenas, mas do favor imerecido do Senhor.

A libertação de Jerusalém não é o fim da história, mas um vislumbre de algo muito maior. “Tu, sim, tu És um Deus terrível; se Te iras, quem pode subsistir à Tua vista?” (v. 7). “Uma pergunta semelhante ocorre em Ap 6:17. Ninguém pode se apresentar por si mesmo diante de Deus. Todos somos pecadores. Os seres humanos só recebem salvação por meio da atividade salvadora divina, fruto de Sua graça, quando se achegam a Ele em humildade, pedem perdão e, agradecidos, pelo poder do Espírito, vivem respeitando ao Senhor e Sua vontade (Sl 15:1-5; 32:1-2; 51:10-12)” (Bíblia Andrews).

O Salmo 76 aponta para o Juízo Final, quando Deus Se levantará não para socorrer uma cidade, mas para julgar a Terra com justiça. O temor que alcançou os exércitos da antiguidade prefigura o dia em que todas as nações reconhecerão Seu domínio.

A exortação “fazei votos e pagai-os” é o convite para uma resposta de fidelidade diária. O povo de Deus é chamado a viver em gratidão e aliança, aguardando o dia em que a paz definitiva será estabelecida para sempre.

A história humana é o palco onde Deus demonstra Seu juízo, mas a eternidade é o Seu desfecho triunfante e irrevogável – Heber Toth Armí.