Filed under: Sem categoria
“Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (v.1).
O primeiro livro da Bíblia a ser escrito também recebeu o nome de seu personagem principal. O livro de Jó inicia com uma história de grande prosperidade em todos os sentidos. Além de ser um homem de Deus, Jó possuía muitas riquezas, prestígio e uma família bem ordenada. De repente, porém, o relato é interrompido e as cortinas do sobrenatural são abertas para nos revelar o que não conseguimos ver. Através da experiência de Jó, podemos compreender com mais clareza o grande conflito em que estamos envolvidos.
Ostentando ser o representante deste mundo e senhor de todos os seres humanos, Satanás misturou-se aos “filhos de Deus” (v.6), mas logo foi notado por Aquele que tudo vê. Sua mácula distinguia-se dos santos seres e manchava a solene assembleia. Na pergunta do Senhor: “Donde vens?” (v.7), estava implícita a ideia de que ele não deveria estar ali. E sua resposta desafiadora lhe conferia uma autoridade que não lhe pertencia. O diálogo entre o Senhor e o maligno acabou em uma prova da fidelidade de Jó e do quanto Satanás é um inimigo derrotado.
Quando “Satanás saiu da presença do Senhor” (v.12), Jó se tornou o alvo de sua terrível cólera. Movido por inveja e ódio, em um único dia, o inimigo dissipou todos os bens de Jó, matou os seus servos e, por último, todos os seus filhos. A cada má notícia, a dor aumentava no coração do homem de Deus como um fogo que o consumia. Mas a morte de seus filhos lhe causou um sofrimento tão extremo que, não fosse a sua atitude de humilhação e adoração a Deus, o luto o teria feito cair em desespero.
O diagnóstico dado por Deus a respeito de Seu servo Jó deve nos fazer refletir sobre o resumo de nossa própria vida. Diante de uma batalha espiritual invisível, somos alvos do amor de Deus e alvos da ira de Satanás. Ninguém nos conhece como o Senhor. Ninguém tem a capacidade de discernir a nossa essência, nem mesmo o inimigo. Ele pode até tentar destruir os filhos de Deus, mas sempre terminará frustrado, pois o Senhor é fiel e Suas promessas jamais falham: “Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl.91:15).
A nós, pais, Jó deixou o exemplo de uma paternidade vivida sob os moldes da santidade. Um lugar de honra era dado à oração. E, ao interceder por seus filhos “de madrugada” (v.5), ele declarava ao Senhor o seu desejo de ter toda a sua família no Céu. “Assim o fazia Jó continuamente” (v.5), e seus filhos eram guardados no único lugar seguro: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2).
Amados, Jesus mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Podemos, como Jó, até não ver o grande conflito que é travado ao nosso redor, mas, se confiarmos a nossa vida e a nossa família nas mãos de Deus, Ele nos honrará com um final feliz. Jó sabia que a morte de seus filhos não era o fim, mas apenas uma separação passageira; e que, no grande Dia de Deus, os reencontraria e os abraçaria novamente. Portanto, quer na alegria, quer na dor, saiam de nossos lábios e de nosso coração a mais sincera expressão de adoração: “bendito seja o nome do Senhor” (v.21)!
Pai de amor, o Senhor bem o sabe a dor que Jó sentiu com a morte de seus filhos. O Senhor nos deu o Seu único Filho para morrer por nossos pecados. O inimigo tem infringido os mais cruéis sofrimentos a fim de destruir os servos de Deus. Mas nós cremos que o Senhor mesmo luta por nós e já nos garantiu a vitória final. Forja em nós, Espírito Santo, o caráter de Cristo para que, como Jó, possamos permanecer firmes no Senhor ainda que caiam os céus! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, vencedores em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#JÓ01 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JÓ 1 – Grandes nomes de personagens intelectuais como Tomas Carlyle e Victor Hugo tem o livro de Jó em alta estima alegando que o mesmo foi considerado “a obra prima da literatura humana”.
Este foi o primeiro livro bíblico a ser escrito. Seu autor é Deus, mas o escritor é Moisés – o qual pastoreava ovelhas do sogro (Jetro), um não-israelita, quando soube da história de Jó, outro não-israelita.
Jó viveu na parte leste do rio Jordão, conhecido atualmente como Jordânia. Ele era rico e respeitado na região. Mesmo não sendo descendente de Abraão, servia o mesmo Deus e tinha a mesma atitude de adoração que o patriarca que se tornou o pai da fé.
Enquanto Abraão fosse oriundo de uma família pagã, politeísta e idólatra conforme revelado por Deus em Josué 24:2-3, e seus netos fossem avessos à piedade (Gênesis 34-38), os filhos de Jó tinham um pai exemplar, que, conforme revelado por Deus, era íntegro, reto, temente/fervoroso/piedoso e desviava-se do mal.
Além de estruturada espiritualmente, a família em questão era estruturada financeiramente. Entretanto, sua vida passou por uma reviravolta negativa. O capítulo foi assim sintetizado por John E. Hartley:
• Fé e prosperidade de Jó (vs. 1-5);
• Primeira cena diante de Yahweh (vs. 6-12);
• Infortúnio trágico de Jó (vs. 13-22).
As cenas alternam entre o céu e a terra. Deus provoca Satanás e Satanás provoca a Deus infernizando a vida de Seu servo Jó. Satanás tem acesso ao Céu e a Terra; contudo, não tem poder para ultrapassar os limites instituídos por Deus.
• Deus é soberano; Satanás não pode fazer nada sem Sua permissão!
Jó era homem de oração; todavia, tragicamente perdeu tudo o que tinha. Ele, que orava pelos filhos, os perdeu num só dia! Satanás é um ser real, mau, cruel e destruidor; sem a interferência divina sua periculosidade aumentaria descomedidamente.
Jó, embora seja o livro bíblico mais antigo, escrito décadas antes da composição de Gênesis, contando de uma época cerca de 2000 anos antes de Cristo, não apresenta assuntos elementares e/ou desatualizado.
Jó ficou falido num só dia, fez o funeral dos dez filhos e, depois, adorou a Deus (vs. 20-22). Portanto, pare de reclamar para que tenhas mais tempo de adorar ao Senhor.
Observaste o servo Jó? Reaviva-te! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ESTER 10 – Primeiro leia a Bíblia
COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ESTER 10
Não mais sentado em um portão, Mordecai, agora o segundo homem mais poderoso do império persa, passeia pelos corredores do palácio, altamente estimado por todos. Qual é o segredo de seu sucesso?
A última frase do livro de Ester revela o princípio que motivou tanto Mordecai quanto Ester: não importa o custo pessoal, sempre trabalhe para o bem dos outros e fale em favor deles.
Mordecai trabalhava pelo bem-estar de seu povo. Ele falava em nome de todos os judeus, defendendo os indefesos, protegendo os inocentes, defendendo os impotentes. Ele se importava com as necessidades e dores, os testes e problemas de todos, desde bebês até inválidos, dos mais pobres aos mais ricos. Mordecai era um defensor de corações e vidas. Esse era o segredo de seu sucesso.
Quer ser bem-sucedido? Pergunte a si mesmo: Por quem Deus está chamando você para trabalhar? Seu povo pode ser sua família, seu vizinho ou colega de trabalho, os cidadãos de uma terra estrangeira ou os sem-teto em sua cidade. Pode ser um político ou um prisioneiro. Quem quer que Deus coloque na sua vida, esse é o seu grupo de pessoas, para ser cuidado, encorajado e defendido, não importa o custo pessoal. Por quem Deus está te chamando para falar?
Deus pode não te tirar das ruas para um palácio nesta vida; você talvez nunca receba elogios como Mordecai recebeu. Mas se você se levantar pelos indefesos e desfavorecidos, Deus vai te guiar numa jornada aventureira até os palácios dourados da eternidade. Você foi escolhido para um momento como este!
Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/10
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
882 palavras
1 tributo sobre a terra. Dario Histaspes foi o primeiro monarca a cobrar impostos universais, mas Xerxes (Assuero) se distinguiu como um grande arrecadador de tributos (ver Dan 11:2). O tributo teria que ser ajustado ao longo do tempo, e Xerxes estaria em extrema necessidade de aumentar os impostos depois de retornar da desastrosa campanha contra a Grécia (CBASD, vol. 3, p. 544).
A guerra contra os gregos prolongou-se na Ásia Menor durante muitos anos depois da batalha de Salamina. Havia necessidade desses tributos, para que o império arcasse com as enormes despesas havidas (Bíblia Shedd).
as ilhas (ARC). Ou “terras do mar” (ARA), neste caso, as províncias marítimas na fronteira com o Mediterrâneo e o mar Egeu. Estas foram ocupadas por um tempo considerável por guarnições persas, mesmo após a derrota na Grécia, e estariam incluídas em qualquer tributações feitas por Xerxes (CBASD, vol. 3, p. 544 e 545)
Note que o rei e Mordecai são mencionados duas vezes nos últimos três versos do livro. Este não é um livro sobre um imprevisível rei persa, mas sobre um povo cuja sobrevivência se articulou na coragem e no comprometimento de duas pessoas (Andrews Study Bible).
2 estão escritos. Esta frase usa as mesmas forma e linguagem utilizadas pelo(s) editor(es) dos livros de Reis e Crônicas para concluir os registros dos reis de Judá e Israel (1Rs 14:29; ver tb 1Rs 15:23; 16:14; 2Cr 25:26). O propósito é claro: apesar de Israel estar disperso por toda a terra, seus líderes compartilham status similar aos reis dos séculos passados (Andrews Study Bible).
livro da história. As Crônicas do império persa, cf 2.23; 6.1. Essas Crônicas devem ter sido estudadas na composição do Livro de Ester (Bíblia Shedd).
3 segundo depois do rei Assuero. Mordecai tinha galgado à posição oficial de Hamã (3.2 e 8.15). Os registros históricos mostram que no ano 465 a.C., aquela posição pertencia a Artabano, que naquele ano assassinou o rei Assuero (Xerxes I). Se os acontecimentos narrados nestes capítulos pertencem ao ano 474 a.C., então é provável que entre 474 e 465 a.c., tanto Ester como Mordecai teriam morrido ou caído do poder; naquele intervalo Vasti recuperou sua posição, apesar dos esforços dos nobres para isso evitar. No caso de Ester ter caído do poder, podemos frisar a expressão de 4.14 “Quem sabe se para tal conjuntura como essa é que foste elevada a rainha?”. A mensagem da sua vida é “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”, (Rm 8.28) (Bíblia Shedd).
Não foram descobertos registros arqueológicos de Mordecai sendo o segundo em comando, mas durante este tempo existe uma estranha falha nos registros persas. […] Foi descoberto um tablete com o nome Mardukaya como sendo um oficial nos primeiros anos do reinado deAssuero; alguns acreditam que este seja Mordecai (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
Mordecai é avaliado como um estadista judeu ideal. A importância dele como modelo para os judeus e no estabelecimento da Festa de Purim foi reconhecida no livro apócrifo dos Macabeus, em que a Festa de Purim é chamada de “o dia de Mordecai” (2Macabeus 15.35) (Bíblia de Genebra).
Percebe-se claramente a providência divina em todos os incidentes aqui registrados. Em todos os governos humanos e todos os acontecimentos há sempre um propósito divino; e, assim como Deus exaltou Mordecai com honra e glória, de igual modo poderá agir em favor dos que O amam, e, desse modo, por fim, porá todos os inimigos sob os pés (Comentário Bíblico Devocional-VT, FBMeyer).
No livro de Ester podemos ver claramente Deus trabalhando na vida de indivíduos e nos assuntos de uma nação. Mesmo quando parece que todo o mundo está nas mãos de pessoas perversas, Deus ainda está no controle protegendo aqueles que são Seus. Apesar de não entendermos tudo o que acontece ao nosso redor, devemos confiar na proteção de Deus e manter nossa integridade, fazendo o que sabemos que é correto. Ester, que arriscou sua vida ao comparecer diante do rei, tornou-se heroína. Mordecai, que estava efetivamente condenado à morte, não só sobreviveu, como chegou a se tornar a segunda mais alta autoridade na nação. Não importa quão sem esperança é a nossa condição ou o quanto queiramos desistir, não precisamos nos desesperar. Deus está no controle de nosso mundo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
O capítulo final não menciona o nome de Ester. Só nos resta supor que o resto de seu tempo como rainha foi muito parecido com os primeiros cinco anos. Após evitar uma crise terrível, ela continuava casada com o mesmo homem. Mordecai ainda cuidava dela, protegendo-a. Só que agora, ele poderia fazer isso de dentro da corte, em vez de a partir do pátio do palácio. Não sabemos se Ester teve filhos, envelheceu ou morreu feliz. Só conhecemos um momento de sua vida, talvez o de maior bravura e mais difícil e, quem sabe, o seu momento mais brilhante. Que a nossa vida, também, possa ser reconhecida pela nossa fé. Que a nossa superação dos momentos de dificuldade possam revelar a atuação soberana de Deus em nossa vida, mesmo que o nome dele não seja mencionado, como no livro de Ester. (Jean Boonstra, Voz da Profecia, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/25/ester-10/).
Filed under: Sem categoria
“Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça” (v.3).
A despeito de ser um dos menores capítulos da Bíblia, Ester dez tem uma das mais belas lições de superação, fidelidade, fé e altruísmo. A “grandeza de Mordecai, a quem o rei exaltou” (v.2), alcançou o patamar de Daniel e de José. Como esses homens de Deus, Mordecai também chegou à posição mais nobre do reino após o rei. Em nenhum momento percebemos no texto sagrado que Mordecai alcançou favor pela cobiça, tampouco por falsas gentilezas ou por motivos egoístas. Muito pelo contrário, ele era estimado entre seus irmãos e procurava o bem-estar e a prosperidade de seu povo (v.3). Ou seja, a vida de Mordecai e os propósitos que Deus colocou em seu coração foram tão nobres, que as últimas palavras do livro de Ester não foram dedicadas à rainha, mas a ele.
Assim como Daniel e José, Mordecai confiou no Senhor e Lhe foi fiel. Ele pisou nas pegadas que Deus havia traçado para ele e cuidou de conduzir Ester pelo mesmo caminho. Se ambos não tivessem sonhado os sonhos de Deus, quão diferente teria sido a história não somente deles, mas de todo o povo judeu. Quando o Egito tinha o poder nas mãos de matar ou deixar viver, Deus suscitou José. Quando o mesmo se deu com a Babilônia, Deus levantou Daniel. Não seria diferente no reino persa. Então, Deus levantou Mordecai, mostrando que em nenhum momento Ele permite que Seus filhos fiquem à mercê da impiedade. Mesmo em meio à perversidade, o Senhor não permitiu que o Seu povo perecesse.
A sobrevivência de um povo que estava condenado à morte, já foi uma prova inequívoca de que Deus tem o controle de tudo e que Ele conhece bem o coração humano. Ainda havia uma “multidão” (v.3) de judeus que não havia regressado a Jerusalém, mas, no meio da multidão, Deus enxergou dois corações dispostos a fazer a Sua vontade. Ester e Mordecai arriscaram a vida em favor de seu povo. Quanto vale a sua vida? Você a daria por alguém? Aquele que por nós entregou a própria vida, nos deixou o que deve ser a nossa resposta a esses questionamentos: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á” (Mc.8:35).
Jesus não estava falando de uma escolha qualquer, mas de algo que envolve vida ou morte, eternidade ou perdição. Buscar o bem-estar do próximo em detrimento do nosso é andar sobre as pegadas que Jesus nos deixou. Imagine se Ester desse de ombros ao decreto de morte de seu povo; ou se Mordecai simplesmente tivesse se prostrado diante de Hamã. A coragem da rainha e a fidelidade de Mordecai, antes que alcançassem êxito aos olhos humanos, alcançaram êxito aos olhos de Deus. Percebam que a Bíblia não diz que Mordecai se exaltou, mas que o rei o exaltou (v.2). Ester não se valeu de nada para alcançar o favor do rei, mas o rei a amou (Et.2:15 e 17).
Os verdadeiros filhos de Deus não conquistam destaque neste mundo por méritos próprios, mas pela vivência da verdadeira grandeza, a que vem de Deus. A grandeza de Mordecai, assim como a de José e a de Daniel, não foi para favorecimento próprio, mas de seus irmãos na fé. Mordecai não considerou preciosa a própria vida, se não fosse para viver para a glória do Senhor. De que valeria dizer que era um judeu, que adorava o Deus dos céus e da terra, curvando-se diante da perversidade? Mordecai sabia a Quem servia. E nós, amados, a quem servimos? Cristo disse que quem desse a vida por Ele a encontraria. Ele é o Dono da vida. E não somente esta vida que agora existe e daqui a pouco pode acabar, mas a vida eterna.
O desejo do Senhor é de engrandecer o Seu povo. A genuína grandeza, porém, não está em conquistas pessoais, mas em conquistas dadas por Deus. O livro de Ester nos trouxe muitas lições, mas creio que a maior delas tenha sido a fidelidade. Pois, assim como dela dependeu a coroa de Ester e a posição privilegiada de Mordecai, da fidelidade, depende a nossa futura coroação: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10). Não ame a sua vida nem os seus traços de personalidade, mas ame o que a vida de Cristo pode ser em você. Só experimentaremos a verdadeira grandeza quando todos os que nos cercam puderem ver Jesus em nós. Busquemos ao Senhor em fidelidade e humildade, amados, e Ele nos exaltará para a Sua glória.
Nosso Pai Celestial, nós Te agradecemos por ter nos falado por mais um livro das Tuas Escrituras! Mordecai decidiu não se curvar perante um ímpio e Ester decidiu colocar sua vida em risco, porque ambos eram Teus servos fiéis. Hoje, Senhor, muitos têm se curvado diante de situações tão pequenas, trocando o Senhor por coisas insignificantes desta terra. Nós Te damos a permissão para que o Teu Espírito purifique o nosso caráter e nos prepare para Te encontrar! Até lá, nosso Deus, nos guarda debaixo das Tuas asas para que perseveremos em fidelidade e amor ao Senhor! Clamamos, em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fiéis ao Senhor!
Rosana Garcia Barros
#ESTER10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
ESTER 10 – Fim do túnel, beco sem saída, desgraça iminente, suspense, e, por fim emoção, satisfação e alegria. A história bíblica do livro de Ester é fantástica, extraordinária.
“Enquanto a trama dá reviravoltas, o autor desenvolve uma história subjacente sobre o caráter de Deus. A narrativa demonstra a providência e a soberania divinas em uma situação que parecia sem saída. Os israelitas estavam vivendo entre estrangeiros que não se importavam com eles […]. Mas numa época em que Deus parecia estar distante, Ele na verdade se preparava para libertar Seu povo […]. Na capital persa, Deus demonstrou Sua lealdade ao pacto com os israelitas. Muito tempo antes, Ele prometera a Abraão que amaldiçoaria qualquer pessoa que amaldiçoasse os israelitas (Gn 12.2,3). A queda de Hamã ilustrou de forma dramática a fidelidade de Deus a essa promessa. Até com relação aos israelitas que permaneceram em terras estranhas Ele manteve Sua palavra, pois, apesar disso, considerou-os Seu povo. Assim, o autor de Ester ilustra claramente o que os israelitas estavam festejando no Purim: a fiel proteção que Deus provê a Seu povo” (Earl D. Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne House).
O último capítulo de Ester é bem curtinho, contém somente três versículos. Ester não é mencionada na conclusão de seu livro como não foi mencionada no primeiro capítulo. Mordecai tornou-se o segundo maior do reino persa, teve o prestígio do povo; isso tudo, porém, foi pela reviravolta que Deus fez na Pérsia em seus dias.
O Comentário Bíblico Adventista destaca o caráter religioso e o ensino moral do livro de Ester:
• Embora o nome de Deus não seja mencionado, Sua providência é manifestada no livro todo.
• O livro de Ester fornece um relato da origem de um importante festival nacional judaico, a Festa de Purim, que ainda é observada com alegria a cada ano.
• Uma lição moral vital permeia a narrativa. Com o decorrer do breve dia de popularidade de Hamã, a natureza transitória da prosperidade e do poder terrestre se torna dolorosamente evidente. Deus humilha os soberbos e exalta aqueles que confiam nEle.
• A providência de Deus é impressionantemente apresentada. O poder divino está unido ao esforço humano. Os meios utilizados são humanos, mas a libertação, em si, é divina.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Atenção! Escreva tua reação ao livro de Ester:
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ESTER 9 – Primeiro leia a Bíblia
COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ESTER 9
O livro de Ester trata de coisas ocultas e de coisas reveladas. Ester ocultou sua identidade e, posteriormente, a revelou para salvar seu povo. Houve uma conspiração oculta contra o rei; Mardoqueu a revelou e salvou o monarca. Em Ester 9, deparamo-nos com outra revelação. Embora os judeus tivessem recebido o direito à autodefesa e não fossem vítimas indefesas, ainda havia racistas que os odiavam a ponto de tentar matá-los.
Quando chegou o dia 13 de Adar, 500 aspirantes a assassinos foram abatidos em Susã. E, ao que parece, os racistas não aprenderam a lição, pois, no dia seguinte, 300 deles foram mortos enquanto tentavam destruir o povo escolhido de Deus.
O pecado é tão terrível que distorce o caráter de todos que toca — somente Deus pode remover seus efeitos. Algumas pessoas tentam agir com bondade e amor, mas, no instante em que alguém parece fraco ou desprotegido, o preconceito e o ódio podem levar outros a tentar feri-las. Em nosso mundo atual, vemos a violência e a dor terríveis que podem advir do racismo e do ódio. O amor de Deus é a única resposta para isso. Deus é o único antídoto contra a violência, o racismo e a dor causada por seus efeitos.
Laura Muse
Capelã de cuidados paliativos e coordenadora de apoio ao luto (à época desta redação), Indiana, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/9
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli