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Texto bíblico: I CRÔNICAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/7
O histórico familiar pode nos contar um pouco sobre quem você é. Pode até ter influenciado moralmente para você ter se tornado a pessoa que é. Se seus pais lhe deram lições de abnegação, amor pelos outros, paciência e firme confiança em Deus, podemos esperar que isto dê frutos na sua vida e estes sejam transmitidos a outras gerações. O oposto também é verdade. Pode-se aprender e retransmitir lições de vanglória, amor por si mesmo, irritabilidade e confiança em seu próprio entendimento.
O nome Yissaskar significa “retribuir”. Mais adiante, no capítulo 7, vemos seus descendentes alcançarem “trinta e seis mil homens, pois tinham muitas esposas e filhos” (v. 4). Elohim (a divindade) claramente recompensou aquela tribo. O nome Asher implica “forte” e vemos mais adiante no capítulo que eles eram “escolhidos, valentes e líderes” (v. 40). Deus claramente os fez fortes.
Nomes contém significado. Quem você é está contido em seu nome. O Messias também tinha um nome. Este nome era Yeshuah, que significa: “Ele livrará seu povo de seus pecados” (Mt 1:21). Essa missão será cumprida em nós se continuarmos a “contemplar o Cordeiro, que tira os pecados do seu povo”.
Nicholas Arroyave Howling-Crane
Colportor – Evangelista da Literatura
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/7
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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433 palavras
1-5 Essa lista dos clãs [de Issacar] parece ter origem num alistamento militar (v. 2, 4, 5) desde os dias de Davi (v. 2), o que talvez reflita o censo do cap. 21 e de 2Sm 24 (Bíblia de Estudo Vida).
6 Benjamim. Significa “filho da mão direita”. José e Benjamim eram filhos de Jacó e Raquel. Benjamim foi o último filho de Jacó. Saul, primeiro rei de Israel, era da tribo de Benjamim. Em Gn 46.21 há menção de 10 filhos, e, em 1 Cr 8.1,2 [e em Nm 26.38,39] são mencionados cinco filhos. Acredita-se que os outros [seus clãs] foram mortos na horrenda matança de Jz 20. Essas genealogias são imperfeitas. Sobreviera ruína a Israel, e isso se reflete nos registros. Alguns conservaram seus registros perfeitos, na Babilônia; outros se mostraram descuidados, não se lembrando das promessas de Deus a Seu povo. Perderam as provas que, realmente, pertenciam ao povo escolhido. Os que mantinham seus registros, esperavam, pela fé, o tempo quando retornariam à sua terra. Jr 32 é um exemplo dessa fé esperançosa (Bíblia Shedd).
O único nome que aparece em todas essas fontes documentárias é Belá, o primogênito. As variações refletem origens e funções diferentes para essas genealogias. A lista aqui parece funcionar na esfera militar (v. 7, 9, 11) (Bíblia de Estudo Vida).
11 capazes de sair à guerra. Todos os homens com 20 anos ou mais poderiam ser contados no exército de Israel (Andrews Study Bible).
13 netos de Bila. Dã e Naftali eram literalmente “filhos” de Bila, concubina de Jacó (Gn 30:3-8), de modo que os “filhos” de Naftali são “netos” (hebraico: “filhos”) de Bila (Bíblia de Estudo Vida).
14 Manassés. Refere-se à parte da tribo que vivia a oeste do Jordão (comparar 5.23,24). Foi o filho mais velho de José e Azenate (Gn 41.50,51) (Bíblia Shedd).
14-19 Dos 13 clãs diferentes da tribo de Manassés que ficam conhecidos nessas genealogias, sete são mencionados nos óstracos de Samaria (cerca de 65 cacos de cerâmica tendo inscritos neles registros de entrega de vinho, de óleo, de cevada e de outras comodidades no séc VIII a.C.). O destaque atribuído às mulheres nessa genealogia é incomum; faz supor que pode ter funcionado na esfera doméstica, talvez como declaração da condição social dos vários clãs de Manassés (Bíblia de Estudo Vida).
15 só filhas. As cinco corajosas filhas de Zelofeade motivaram um novo regulamento legal com respeito aos direitos femininos de herança (Nm 27). A proeminência das mulheres de Manassés é notável (Andrews Study Bible).
21 Gate. Uma das mais importantes das cinco cidades filistéias, que formavam uma confederação (Andrews Study Bible).
23 Berias. O nome significa “com tragédia” (Andrews Study Bible).
iam mal. [desgraça, NVI] No hebraico, beraah, sendo o nome uma reflexão da situação em que se encontrara (Bíblia Shedd).
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“Depois, coabitou com sua mulher, e ela concebeu e teve um filho, a quem ele chamou Berias, porque as coisas iam mal na sua casa” (v.23).
Hoje gostaria de perguntar: você está permitindo ser reavivado pela Palavra? Tem permanecido, dia após dia, examinando as Escrituras? Então você tem sido um valente de Deus. E, certamente, se você é pai, tem sido um chefe de família conduzido pelo Senhor. A genealogia das duas primeiras tribos de hoje enfatiza os homens valentes e os chefes de suas famílias. De acordo com o dicionário, a palavra valente significa aquele “que tem valor e coragem, que acode quando há perigo”. Ou seja, eram corajosos homens de guerra; mas também eram chefes de suas famílias. E era ali, no seio do lar, onde deveria haver o maior cuidado e proteção.
Quem não tem tempo de conduzir a sua casa, está perdendo o seu tempo. Ser chefe de família vai muito além de ser um provedor; tem que ser também, e acima de tudo, um sacerdote do lar. Na primeira carta de Paulo a Timóteo, encontramos esta verdade expressa de forma bem clara: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8). É algo muito sério para ser apenas lido. Precisamos viver o evangelho, primeiramente, dentro de casa.
Deus deseja conceder valor e coragem a todo aquele que, com fé, assume o controle de sua família, para que seus filhos não passem pelo que passou Efraim. Ao serem mortos dois de seus descendentes porque roubaram o gado dos homens de Gate, Efraim chorou por seus filhos por muitos dias, a ponto de seus irmãos terem que ir até ele para consolá-lo. E, para piorar a situação, ainda chamou a seu outro filho de Berias, “porque as coisas iam mal na sua casa” (v.23). Era como se ele tivesse olhado para a criança com ar desmotivado e dito: “Ah, seu nome será ‘casa desgraçada’!”.
Este relato triste, infelizmente, ilustra a realidade da maioria das famílias modernas. São famílias e famílias onde as coisas vão mal. Falta-lhes o conhecimento que salva e que liberta. Pois assim diz o Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6). Não se trata de um conhecimento apenas teórico da Palavra, mas de, através da Palavra, conhecermos o Senhor. Então, os filhos serão preservados, o casamento blindado e cada membro do lar compreenderá o seu verdadeiro papel na família e a sua importância para a missão que o Senhor nos confiou.
Esta é a ordem correta dos fatores da vida:
• Primeiro: Deus;
• Segundo: Família;
• Terceiro: As demais coisas, orientadas pelo Espírito Santo.
O fechamento do capítulo nos mostra outra preciosa pérola. Além de homens valentes e de chefes de família, entra em cena mais uma característica: escolhidos (v.40). A escolha espiritual é um dueto. De um lado, Deus; do outro, você e eu. Deus não nos escolhe porque nós O escolhemos; Deus já nos criou como escolhidos, mas a decisão de aceitar essa eleição de amor é nossa. Fomos escolhidos para a salvação, mas também para sermos condutos de salvação. E essa obra deve começar dentro de nossa casa, pela transmissão do conhecimento de Deus de pais para filhos, como está escrito: “tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt.6:7). Isso não significa que ficaremos isentos de problemas, mas que, com Deus, há solução para cada um deles.
Que a minha e a sua genealogia não tenha a interrupção que teve em Efraim, mas a confirmação que foi registrada em Issacar e em Benjamim e, como em Asser, a disposição em agir como um escolhido do Senhor. Clamemos a Deus por Seu favor, crendo que Ele completará o que está fora de nosso alcance realizar. E se acaso não fizemos bem o nosso “dever de casa”, que possamos crer em Jesus Cristo e em Sua graça que tudo restaura: “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).
Nosso Pai Celestial, poder chamá-lo assim nos assegura de que, mesmo enfrentando dificuldades e limitações, o Senhor luta por nós e está nos educando para a eternidade. Nós almejamos estar no lar que o Senhor preparou para os Teus escolhidos. Por isso clamamos pelo Espírito Santo, para que a nossa vida esteja em comunhão com a Tua vontade e isso reflita para a nossa casa. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, escolhidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 7 – Em meio a tanta confusão religiosa, Deus continua conduzindo um povo na execução de Seus projetos no mundo?
Após retornar do exílio babilônico, a questão aos ex-exilados era se ainda eram o povo de Deus. As genealogias são importantes para garantir o “sim” da resposta divina.
Neste capítulo Deus cita seis tribos além das outras citadas em capítulos anteriores. Estas ficavam a oeste do Jordão. São elas:
· Issacar (vs. 1-5);
· Benjamim (vs. 6-12);
· Naftali (v. 13);
· Manassés (vs. 14-19);
· Efraim (vs. 20-29);
· Aser (vs. 30-40).
Neste capítulo consta a menor das genealogias. Em apenas um versículo o cronista cita a genealogia de Naftali.
· Nem pequenez ou pecado pode impedir Deus de realizar Seu plano no mundo.
Em Seu plano Deus não exclui tribos de Seu povo; porém, algumas tribos se excluíram da vontade de Deus e acabaram sendo consumidas pelos próprios pecados.
Deus deu oportunidade e habilidade, bênçãos e mais bênção ao Seu povo que vivia num contexto de guerra (vs. 2, 4-5, 7, 9, 11, 40). Ainda que os filhos de Efraim morressem em batalha e o luto tomasse conta dos sobreviventes (vs. 21-24) a genealogia de Josué englobou esse triste fato (vs. 20-21, 25-27).
Cada tribo tinha um propósito específico no plano divino, pena que desviaram-se terrivelmente desse propósito. Cada tribo tinha direito ao Seu lugar na Terra Prometida, nem mesmo as que estavam dalém do Jordão ou as mulheres (vs. 14-18) estava fora dessa herança deixada por Deus. Ao voltar do exílio nenhuma tribo deveria ser esquecida.
Após 70 anos exilados babilônico, não era hora do povo lamentar, mas de reavivar. Eis uma das razões pela qual o Espírito Santo inspirou o cronista: Israel ainda era povo especial. Deus aviva a fé do aflito remanescente com as genealogias. Deus quer ativar nossa esperança ao mostrar que mesmo não parecendo, Ele continua no controle!
1. Estamos diante de problemas mundiais, a mornidão espiritual está dando lugar à frieza; contudo, os planos de Deus de salvar o mundo acontecem apesar de nós; Ele os concretizará apesar de nós.
2. O Messias veio apesar da indiferença do povo no passado, Ele voltará apesar de nossa indiferença no presente. Entretanto, levará apenas o remanescente fiel para o céu!
Reavivemo-nos antes que seja tarde demais! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/6
Os levitas não receberam parte da terra quando ela foi dividida entre as demais tribos. Em vez disso, Deus os distribuiu nas cidades de Israel, para que influenciassem as vidas dos demais cidadãos. Esta distribuição mostra como Deus tem um lugar especial para os seus obreiros e também se preocupa de um modo especial com Seus servos comprometidos em tempo integral com o trabalho do ministério. Isto nos serve como um lembrete, hoje, para que sustentemos os envolvidos no ministério através de nossos dízimos e ofertas.
No versículo 15 encontramos uma referência ao cativeiro do povo de Deus nas mãos de Nabucodonosor. Isso indica que as Crônicas foram escritas relativamente perto dos últimos registros do Antigo Testamento*. A genealogia de Crônicas traça cuidadosamente a linhagem de Cristo, especialmente o sacerdócio, primeiro de Adão a Arão e até Davi. Esta prova adicional de confiabilidade dos antigos registros é mais uma confirmação de que as promessas de Deus são verdadeiras, de que Ele tem um plano e que nesse plano temos esperança e redenção.
À luz do plano de redenção, Deus nos tem dado promessas que nos trazem ânimo e encorajamento para os repassarmos aos que nos rodeiam. Podemos reconhecê-las?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
* NT: Durante o domínio persa, antes dos domínios grego e romano.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/6
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1266 palavras
O cap. 6 trata da tribo de Levi, seus descendentes e suas cidades. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 142.
Um longo relato sobre a tribo de Levi provê o pano de fundo quanto à disposição dos encarregados do templo na comunidade restaurada, após o exílio na Babilônia. O autor faz uma vinculação da monarquia davídica [v. 31, 32] com a adoração no templo, em sua concepção de um povo restaurado. As considerações abrangem povos e territórios (1.5; 2.3-9.1). A atenção dada a Levi revela a importância do templo e do sacerdócio. Se os exilados que voltaram quisessem ter a bênção de Deus, então a família real (Judá) e os encarregados pelo templo (Levi) também deviam continuar suas funções apropriadas (29.22, nota). A narrativa abrange os sacerdotes que descendiam de Arão, uma pesquisa sobre os três clãs de Levi, os músicos do templo designados por Davi (6.31-47) e os deveres dos filhos de Arão e de outras famílias. Essa narrativa provê um argumento racional para o funcionamento da tribo de Levi no período após o exílio da Babilônia. Bíblia de Genebra.
4 Eleazar. A linhagem o acompanha, visto que seus irmãos mais velhos, Nadabe e Abiú, foram mortos pelo Senhor, no deserto, por comportamento irreverente, e não deixaram filhos (Lv 10.1,2; Nm 3.4). A lista [não completa] de sumos sacerdotes que se segue (vv 4-15) acompanha-os durante os 860 anos entre o Êxodo e a queda de Jerusalém. Bíblia Shedd.
8 Zadoque. Sumo sacerdote no tempo de Davi e Salomão, 970 a.C. Bíblia Shedd.
Esse Zadoque era um dos dois sacerdotes de Davi (18.16; 2Sm 8.17). Enquanto Abiatar, o outro sacerdote de Davi, apoiou a rebelião de Adonias, Zadoque apoiou Salomão (1Rs 1). Depois da expulsão de Abiatar (1Rs 2.26,27), Zadoque detinha sozinho o cargo (1Cr 29.22), que continuou dentro da linhagem dele (1Rs 4.2). … Esdras fez questão de remontar sua linhagem sacerdotal a essa casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Azarias. Um interesse pelos preparativos do templo de Salomão como um modelo a ser seguido pela comunidade que retornara do exílio explica a relevância de um comentário sobre Azarias. Bíblia de Genebra.
13 Hilquias. Descobriu o livro da lei no templo, no reinado de Josias (2Rs 22; 2Cr 34). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 Seraías. [O último sumo sacerdote do primeiro templo, de Salomão] Foi levado para Ribla [Síria] e ali executado por ordem da Nabucodonosor. Bíblia Shedd.
Executado pelos babilônios depois da conquista de Jerusalém em 586 a.C. (2Rs 25.18-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14-15. Jeozadaque. A linhagem sumo sacerdotal foi acompanhada até Jeozadaque, pai de Josué, que foi o sumo sacerdote no começo do período que se seguiu ao exílio babilônico (Ed 3:2; 5.2; 10.18; Ag 1.1; Zc 3.1; 6.11). Bíblia de Genebra.
15 Jeozadaque foi levado cativo. Ele devia ser bem jovem nessa época (586 a.C.). CBASD, vol. 3, p. 143.
16-48. Outros levitas, não da privilegiada família sacerdotal, realizavam deveres secundários no templo, como o canto (31). Davi teria instituído o culto musicado no templo, conforme existia nos dias do cronista, em caráter definitivo… . Nomes de famílias proeminentes entre os cantores eram Hemã (33), Corá (37), Asafe (39) e Etã (44); ver os títulos dos salmos 73-83, 88 e 89. Bíblia Shedd.
27-28 Elcana … Samuel. 1Sm 1.1 Faz Elcana e seus ancestrais remontar a Zofia (Zufe) como efraimitas. Essa designação pode ter indicado a localização onde ele morava e não a sua tribo. Bíblia de Genebra.
31 Davi constituiu. Davi nomeou alguns dos levitas para atuar como cantores no templo. Muitas cerimônias e festas religiosas eram acompanhadas por apresentações vocais e instrumentais. Bíblia de Estudo Andrews.
Davi nomeou grupos de cada um dos três clãs de Levi como músicos (15.16-26; 2Cr 35.3): a família de Hemã, de Coate …, a família de Asafe, de Gerson … e a família de Etã, de Merari… . É salientada a importância da música na adoração a Deus (15.16, nota), e o que é dito também fornece uma base para as funções desses clãs no período que se seguiu ao exílio babilônico. Bíblia de Genebra.
31-48. A menção frequente do papel dos levitas tem levado muitos a tomar por certo que o autor era um membro dos músicos … . Essa genealogia parece funcionar como meio de legitimar os levitas do período da restauração (Ed 2.40, 41; Ne 7.43, 44; 10.9-13, 28, 29; 11.15-18; 12.24-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 Tabernáculo. Depois da entrada em Canaã, o tabernáculo [ou Tenda da Congregação] que Moisés tinha feito foi estabelecido em Siló e ainda estava nesse lugar nos dias de Eli (Js 18:1; Jz 18:31; 1Sm 1:3). Mais tarde, foi transferido para Nobe, conforme fica evidente pela menção dos pães da proposição nessa localidade (1Sm 21:1, 4, 6). Na época de Davi, mesmo depois de a arca ter sido levada a Jerusalém (1Cr 13:5-14; 15:1-16:6), o tabernáculo e o altar do holocausto estavam em Gibeão (1Cr 21:29). O tabernáculo parece ter permanecido ali até o reinado de Salomão (2Cr 1:3), que finalmente o transferiu para o novo templo (2Cr 5:5). CBASD, vol. 3, p. 143.
33 Hemã. Neto de Samuel, o qual escreveu o Sl 88. Bíblia Shedd.
Asafe. Cantor e vidente (2Cr 29.30) que nos é conhecido como autor de muitos salmos (50.73-83). Bíblia Shedd.
49-53 Repete v. 4-8, mas presumivelmente tem uma funçãi diferente: a de legitimar a linhagem de Zadoque, que é levada adiante até os dias de Salomão, como a única divisão legítima autorizada a oferecer sacrifícios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
53 Zadoque. A consideração sobre as famílias dos levitas é concluída observando-se o direito exclusivo dos zadoquitas de oferecerem sacrifícios por serem descendentes diretos de Arão. Talvez tenha havido alguma controvérsia entre as famílias dos levitas sobre isso no tempo em que o livro estava sendo escrito. Bíblia de Genebra.
54-81 Cidades e territórios dados aos clãs levíticos (Nm 26.62; Js 21). Bíblia Shedd.
Neste relato (vs. 54-81), fundamentado em Js 21.4-48, o autor salienta a vasta área que pertencera a Levi. Bíblia de Genebra.
Esta lista de cidades levíticas é quase idêntica à apresentada em Js 21. Os levitas não tinham território próprio para a tribo; em vez disso, foram espalhados por todo o Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
55 Hebrom. Cidade mais importante da região central de Judá. A terra em volta foi dada aos levitas. Além de ser uma cidade levítica, era também uma das seis cidades de refúgio em Israel (Js 21.3-40). Bíblia de Estudo Andrews.
57 Cidades de refúgio. Havia seis cidades levíticas de refúgio (Êx 21.13; Dt 19.1-13; Js 20.7-9): Hebrom e Siquém (57, 67), Golã (71), Quedes (76), Bezer (78) e Ramote de Gileade (80). Tinham tal nome porque colocavam sob sua proteção o homicida involuntário que procurasse a qualquer delas, quando perseguido pelo vingador. Na cidade de refúgio o criminoso era julgado. Se inocente, gozava do asilo da mesma. A cidade de refúgio é um belo símbolo de Cristo que, na cruz, absolve e perdoa o pecador que nele se refugia, arrependendo-se de seus pecados e confiando nele. “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo”(Rm 8.1, 2). Bíblia Shedd.
Deus havia dito às tribos que designassem cidades específicas para serem cidades de refúgio (Nm 35). Estas cidades deviam providenciar refúgio para a pessoa que acidentalmente matasse outra. A instrução parecia sem importância quando foi dada – os israelitas não haviam ainda entrado na terra prometida. Às vezes Deus nos dá instruções que não nos parecem ser relevantes no momento. Mas mais tarde podemos ver a importância dessas instruções. Não descarte as lições da Bíblia porque certos detalhes possam parecer irrelevantes. Obedeça a Deus agora – no futuro você terá um entendimento mais claro das razões dessas instruções. Life Application Study Bible Kingsway.
60 arredores. Áreas ao redor das cidades, usadas como pastagem. Bíblia de Genebra.
Anatote. Cidade natal do profeta Jeremias (Jr 1:1), localizada ao norte de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.
66 Algumas das famílias. Os vs. 66 a 81 alistam os nomes das cidades cujos números foram dados nos v 61 a 64 (comparar com Js 21:20-39). Muitas variações ocorrem nos nomes das cidades nas duas listas. Cerca de nove séculos se passaram entre a escrita de Josué e das Crônicas, e nesse período houve muitas mudanças nos nomes das cidades. CBASD, vol. 3, p. 144.
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“Seus irmãos, os levitas, foram postos para todo o serviço do tabernáculo da Casa de Deus” (v.48).
Os levitas foram escolhidos por Deus para dirigir todo o serviço do santuário, inclusive o serviço de “canto na Casa do Senhor” (v.31). Davi, além de um grande guerreiro e rei, era um músico talentoso. A Bíblia o chama de “mavioso salmista de Israel” (2Sm.23:1). Ele escreveu a maior parte dos Salmos, que compunham o hinário do povo israelita, e foi ele mesmo quem escolheu os cantores levitas (v.31). Mas por que Deus escolheu justamente a tribo de Levi para um encargo tão importante? Após o episódio em que o povo adorou um bezerro de ouro no deserto, enquanto Moisés recebia de Deus as tábuas da Lei (Êx.32), Moisés notou que o povo estava desenfreado, “pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do Senhor venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi” (Êx.32:26). Deus honrou a atitude daquela tribo, que decidiu permanecer fiel a Ele.
Os levitas, portanto, receberam o privilégio e a responsabilidade de cuidar da Casa do Senhor e de tudo o que se referisse à sua liturgia. Os filhos de Levi, no entanto, não herdariam a terra, como bem foi profetizado na bênção de Jacó: “[…] dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:7). Levi e Simeão foram extremamente violentos ao assassinar todos os homens de uma cidade por causa de sua irmã Diná (Gn.34:25-31). O fato de terem ficado de fora da herança territorial confirma as palavras de Cristo quanto aos que hão de herdar a terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5). Toda a ministração do templo estava aos cuidados desta tribo “sem terra”, cujas obras deveriam estar de acordo com a fé. É interessante que Jesus utilizou um levita e um sacerdote ao proferir uma de Suas parábolas. Ao ser questionado sobre quem era o nosso próximo, Ele contou a seguinte parábola, que muitos acreditam ter sido uma história baseada em fatos reais (permitam-me parafrasear):
Um homem foi roubado e gravemente ferido em uma estrada. Caído ao chão, quase morto, seu coração clamava por uma alma piedosa que dele se compadecesse. Com muito esforço, abriu os olhos e, vendo aproximar-se um sacerdote, pensou: “Estou salvo! Certamente este homem de Deus irá me ajudar!” Mas o “homem de Deus” o ignorou e passou bem longe. Ele quase não acreditou! Aquele que ministrava as coisas sagradas e que sempre o cumprimentava na igreja fez de conta que não o tinha visto. Tremenda foi a sua decepção! Naquele momento, ele desmaiou de dor.
Ao começar a recuperar os sentidos, ouviu de longe outros passos e novamente se esforçou para ver quem era. “Graças a Deus!”, pensou. “É o levita cantor da minha igreja. Ele, sim, vai me ajudar!” Mas, para sua surpresa, ele tomou a mesma atitude do sacerdote. Pronto! E agora? Tudo parecia perdido até que … surgiu um samaritano. Quem? Um cujo povo era considerado inimigo dos judeus? Pois é! Logo, o homem moribundo reconheceu no olhar daquele estrangeiro a pura compaixão. Prontamente, ele se aproximou, cuidou de suas feridas, o levou a uma hospedaria e pagou para que cuidassem dele até que ele voltasse. (Lc.10:25-37).
Os levitas lidavam com coisas santas, mas, acima de tudo, com o Santo de Israel. Deus deveria ser o primeiro e o último em suas vidas. Sendo assim, deveriam compreender como ninguém o Seu amor e a Sua misericórdia. Mas, com o passar do tempo, tornaram-se os que menos conheciam o real caráter de Deus. Não estamos livres do mesmo perigo, amados. Vamos à igreja, trabalhamos nela, derramamos lágrimas pela causa, damos o suor pelas obras, mas esquecemos do principal: manter um relacionamento diário com o Dono da Casa. O nome já diz tudo: Casa de Deus. Ora, se a Casa é de Deus, Ele deve estar no controle de todas as coisas, inclusive, e principalmente, do nosso coração.
Um verdadeiro adorador do Senhor não é aquele que canta melhor ou que tem uma oratória que arrasta multidões. O verdadeiro adorador do Deus vivo é aquele que procura viver como Cristo viveu. Cristo não se preocupava em agradar pessoas; Ele veio para salvar pessoas! Essa é a maior confusão que fazemos: queremos mais agradar do que salvar. Aquele sacerdote e o levita da estrada pensaram apenas nos contratempos que lhes causariam cuidar daquele ferido; o bom samaritano pensou que não poderia deixar aquele homem morrer se ele tinha nas mãos o poder de fazer algo por ele. Pois “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisto está pecando” (Tg.4:17). Compreendem, meus irmãos?
Precisamos despertar para a mesma atitude daquele verdadeiro servo de Cristo: nos preocupar menos com as “más línguas” e mais com os que perecem pelas estradas deste mundo. Esta obra não é mais conferida apenas aos levitas, mas a todos os que aceitam o sacrifício de Cristo Jesus. Porque a partir do momento em que experimentamos deste amor inigualável, torna-se impossível não querer compartilhá-lo. Somos obreiros do Mestre, e esta obra deve ser iniciada em nosso coração, aperfeiçoada na igreja e praticada por todo o mundo. Portanto, mãos à obra, servos do Deus Altíssimo!
Senhor, derrama em nosso coração o Teu amor, mediante o Teu Espírito! Enquanto o amor está esfriando de quase todos, que o Teu amor em nós cresça e seja aperfeiçoado. Dá-nos um coração compassivo, olhos sensíveis, ouvidos atentos e mãos que abençoem, segundo a necessidade do nosso próximo. Em nome do nosso supremo Exemplo, Jesus Cristo, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, obreiros de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 6 – A Bíblia não é como gibi, ou jornal, que se lê rapidamente e geralmente sem reflexão. Sua leitura exige tempo, submissão a Deus, abrir o coração, com muita oração… a fim de aprofundar em sua mensagem espiritual.
Observe o todo, avance depois para os detalhes. Perceba o propósito do livro bíblico para que interpretes suas porções corretamente.
Após estas considerações, note que I Crônicas foca a teologia da história do povo de Deus. Por isso, a ênfase está na monarquia e na eclesiologia. Sendo assim, o cronista destaca a tribo de Judá e a de Levi; de Judá, porque o rei seria dessa tribo; de Levi, porque os operários do templo deveriam ser levitas. Por isso, mais espaço é dedicado a essas duas tribos do que às outras (I Crônicas 4:1-23; 6:1-81; compare com 4:24-5:26; 7:1-8:40).
I Crônicas 6 contêm 81 versículos indicando quanta importância o autor concedeu à questão litúrgica ou eclesiástica.
É possível perceber quatro partes nesse capítulo:
• A genealogia sumo-sacerdotal da linhagem de Arão recebe atenção primária ao tratar dos levitas (I Crônicas 6:1-15).
• A divisão dos filhos de Levi formavam três grupos; cada grupo liderado por um filho de Arão: Gérson, Coate e Merari (I Crônicas 6:16-30).
• Os músicos deviam seguir certas exigências: Ou deveriam ser nomeados por Davi, ou deveriam ser levitas subordinados à linhagem de Arão (I Crônicas 6:31-53).
• As habitações dos levitas deveriam seguir orientações especificadas por Deus, espalhando-se por todo o território geográfico do povo de Deus (I Crônicas 6:54-81).
Observando atentamente estes e outros detalhes do capítulo em análise; pode-se dizer que Deus espera que as coisas sagradas sejam tratadas com o máximo respeito, com total reverência e com absoluta submissão ao Deus que será adorado.
A liderança espiritual não deve ser qualquer um que alegar possuir algum chamado de Deus; os músicos não devem ser qualquer um que alegar ter alguma (ou muita) noção musical; e, a localização geográfica das habitações mostra que não se deve descuidar das heresias e falsas teorias que rondam o povo de Deus.
Todos os ministros do culto devem ser devidamente consagrados a Deus a fim de conduzirem o povo a uma adoração genuína ao Deus verdadeiro! Saiamos da mornidão, reavivemo-nos biblicamente na adoração! Façamos isso… – Heber Toth Armí.