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“Disse o Senhor a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a Mim, para Eu não reinar sobre ele” (v.7).
Avançado em dias, Samuel tomou as devidas providências para que seus filhos o sucedessem no julgamento de Israel. Joel e Abias, contudo, não andaram nos caminhos de seu pai, “antes, se inclinaram à avareza, e aceitaram subornos, e perverteram o direito” (v.3). Sabendo disso, os anciãos de Israel foram ao encontro de Samuel para protestar contra tal liderança e exigir que ele constituísse um rei sobre o povo, segundo a tradição das demais nações.
Não deve ter sido fácil para Samuel ouvir aquelas palavras. Por vários anos, ele havia julgado o povo e os advertido de seus maus caminhos. Se tinha alguém que havia se tornado um modelo de homem consagrado a Deus, esse alguém era Samuel. Como agora lidar com a triste sorte de filhos que não lhe seguiram o exemplo? Isto partiu o coração do velho pai. E, como sempre, o profeta depôs diante do Senhor a sua profunda tristeza: “Então, Samuel orou ao Senhor” (v.6).
Ó, amados, o Senhor, nosso Deus, também é o nosso Pai amoroso, e jamais ignora um filho que dEle se aproxime com o coração quebrantado. Sentindo-se rejeitado pelo povo e envergonhado pelos filhos, Samuel foi consolado por Aquele que sabia o que ele estava sentindo: “pois a Mim Me deixou” (v.8). O fato de os filhos de Samuel não satisfazerem as expectativas do povo serviu apenas de impulso para um desejo que há muito crescia em seus corações. Eis o verdadeiro motivo de Israel pedir um rei: “Para que sejamos também como todas as nações” (v.20).
Desde a saída do Egito, Israel havia experimentado da grandeza de Deus, de Seu cuidado paterno em alimentá-los, protegê-los e instruí-los. A inclusão de um rei terreno lhes traria consequências que lhes foram expostas. O Senhor não deixou o povo inadvertido. Por intermédio de Samuel, declarou todos os encargos e jugos que lhes sobreviriam. Ainda assim, assumiram as consequências, exigindo para si um líder semelhante às nações pagãs. Chegaria o dia em que clamariam novamente por auxílio, porém teriam de deparar-se com a assoladora realidade: “mas o Senhor não vos ouvirá naquele dia” (v.18).
Perto como estamos do maior evento que este mundo jamais viu, eis diante de nós um prévio tempo de graça, mas também um tempo de angústia. Quando estudamos e paramos para meditar na vida de homens e mulheres de Deus, que, como Samuel, buscaram viver “de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt.4:4), e olhamos para a condição atual da igreja do Senhor, somos tomados por perplexidade e nos perguntamos: ‘Até quando, Senhor?’. E a infelicidade de Samuel para com seus filhos tem sido a realidade de muitos lares, onde os filhos escolhem andar por caminhos diferentes do caminho no qual foram instruídos.
Amados, como mãe cristã, posso lhes garantir com propriedade, que Deus sofre os nossos sofrimentos e sente as nossas dores. Ele compartilha da nossa angústia, mas não permite que sejamos por ela derrotados. O que Ele disse a Samuel, em outras palavras, foi que tanto o povo quanto seus filhos não estavam agindo por indisposição ao profeta e pai, mas a Deus. Se, pela graça de Deus, somos pais e mães que correspondem ao sagrado chamado do Senhor, precisamos segurar firme na esperança de que Ele irá completar a obra. Mas também precisamos cumprir com fidelidade a nossa parte, confiando e obedecendo as orientações que o Senhor nos deixou nestes últimos dias. A realidade, meus irmãos, é que, em muitos aspectos, a verdade presente, através da reforma de saúde, da verdadeira educação, da vida simples no campo, está sendo melhor compreendida e vivida pelos que não possuem a luz que recebemos.
Que, como “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), não desejemos imitar o mundo, para que, no Dia de Deus, não nos aconteça o que aconteceu com Israel: “mas o Senhor não vos ouvirá naquele dia”. Mas que se cumpra em nossa família a bendita profecia: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:6). E, com alegria inexprimível, possamos exclamar naquele grande Dia: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is.8:18).
Nosso Pai Celestial, Tu bem sabes que não tem sido fácil educar filhos para Ti nesses dias finais e muitas vezes nosso coração desfalece diante das dificuldades no lar. Nós clamamos, ó Deus, pela salvação dos nossos filhos! Nós clamamos para que o Teu Espírito os encontre, os converta e os salve! Que na disciplina da vida, eles tenham seu caráter desenvolvido à semelhança de Cristo. E opera em nós, como pais, o Teu querer e o Teu efetuar, para que a nossa influência seja sempre um cheiro de vida para vida! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I SAMUEL 8 – O fato de Israel ter rei não contrariava o que Deus pretendia para Seu povo (Gênesis 17:6, 16; 35:11; 49:10); porém, o propósito israelita de ter rei contrastava com a intenção do Deus do povo.
O próprio Deus muito tempo antes já havia dado orientações específicas para a atuação de alguém na monarquia (Deuteronômio 17:14-20). Porém, em I Samuel 8 o que estava por trás do propósito de Israel ao pedir um rei demonstrava a intenção do povo em rejeitar a Deus, e os benefícios pretendidos por Ele em torná-lo uma nação especial, diferente, com uma missão divina no mundo.
O desejo de ser igual às outras nações foi uma forma de rejeitar a participação nos planos celestiais, e descartar a Deus dos seus planos pessoais e nacionais. Tal atitude é uma rebelião contra o governo de Deus, como fizera Lúcifer antes de tornar-se Satanás.
O livro de Juízes demonstrou a anarquia social por não se ter monarquia em Israel (Juízes 17:9; 18:1; 19:1; 21:25). Assim, um dos objetivos do livro dos Juízes é mostrar a importância fundamental de ter um rei. Samuel é o último dos juízes, que além de julgar Israel, era influente profeta de Deus. Consequentemente, o livro de I Samuel apresenta a transição da teocracia para a monarquia. Tudo foi conduzido por Deus, o soberano do Universo.
A cosmovisão israelita em relação ao rei visava orgulho e grandeza; com tal pano de fundo, Deus mostra quão ruim seriam os resultados. Em vez de avançar, o povo regrediria. Em lugar de crescimento, haveria retrocesso (I Samuel 8:6-18).
Além de almejar ser como outras nações (revelado na conclusão de 1 Samuel 8), a motivação para o pedido de um rei também se deu pelo fato de Samuel estar velho e seus filhos seres corruptos, apresentado na introdução do capítulo. É possível que a fraca liderança do sumo sacerdote Eli tenha contribuído com a percepção da necessidade de um líder expressivo.
Digno de atenção é o fato de Deus ceder aos caprichos e vaidades do povo, e também o fato de. mesmo indignado, Samuel obedecer a Deus. Tais atitudes têm muito a nos ensinar, diante de nossa tendência de exaltar e afagar nosso ego, nosso orgulho…
Rejeitemos nossas vaidades, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I SAMUEL 7 – Primeiro leia a Bíblia
I SAMUEL 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/7
Leitura auxiliar recomendada: PATRIARCAS E PROFETAS, Cap. 57
Na Bíblia, pedras serviram como testemunhas tangíveis do que o Senhor fez. A esposa de Ló foi transformada em um pilar de sal como uma advertência para aqueles cujos corações não estavam totalmente dedicados a Deus e optaram por olhar para trás, para o mundanismo. Jacó colocou algumas pedras como testemunhas de seus encontros com Deus. Um pilar, Mizpá, serviu como testemunha da aliança entre Jacó e Labão de que não fariam mal um ao outro. Em 1 Samuel 7:5, Samuel reúne todo o Israel neste mesmo local, Mizpá, e lembra-lhes que Deus intervirá em seu favor. Israel derrotou os filisteus naquele dia e Samuel erigiu outra pedra-testemunha. “Ele a chamou Ebenezer, dizendo: ‘Até aqui o Senhor nos ajudou’ ”. 1 Samuel 7:12.
E quanto a você? Você é uma testemunha tangível? A sua vida dá evidências de como o Senhor o tem ajudado? 1 Pedro 2:5 promete: “Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo”. Permita que a sua vida brilhe a favor de Jesus enquanto você tem essa oportunidade. Caso contrário, se ficar calado, “as pedras clamarão”. Lucas 19:40.
Karen Lifshay
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston
Oregon, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/7
Tradução: Jeferson Quimelli
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920 palavras
1 a arca do Senhor não foi levada a Silo, que os filisteus já haviam destruído junto com o tabernáculo (ver 4.10). Bíblia Shedd.
Abinadabe … Eleazar, seu filho. Fica claro, pelo contexto da passagem, que Abinadabe, cujo nome quer dizer “mau pai é nobre”, pertencia a uma família sacerdotal. O nome de seu filho [Eleazar] significa “Deus tem ajudado”, um sentido adequado para a história do capítulo. Bíblia de Estudo Andrews.
20 vinte anos. A arca permaneceu tanto tempo em um só lugar por causa do medo do povo, depois das várias mortes relatadas no capítulo anterior. Bíblia de Estudo Andrews.
3-9 Aprendemos aqui os passos sucessivos que devem ser tomados para experimentarmos um reavivamento, seja para a Igreja ou para o indivíduo. (1) Unidade. Todo o Israel se congregou ali. As divisões e os ciúmes dos anos precedentes foram postos de lado. (2) Confissão. Os israelitas derramaram o coração perante Deus. (3) O abandono dos falsos deuses. Eles “tiraram dentre si os Baalins e Astarotes, e serviram só ao Senhor” (7.4). (4) Oração intercessora. A única condição para avivamento é o retorno à oração. “Não cesses de clamar ao SENHOR nosso Deus por nós.” (5) Total rendição, como ficou demonstrado no holocausto de Samuel. Rende-te a Deus e os filisteus serão desbaratados, e tu erguerás teu Ebenézer. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
3 preparai o vosso coração. Na Bíblia, o coração é considerado o centro dos pensamentos de uma pessoa. Bíblia de Estudo Andrews.
Era o Dia da Expiação (Lv 23.27), quando se praticava um completo jejum, com a confissão de pecados (6). Bíblia Shedd.
Samuel aparece na narrativa pela primeira vez desde a batalha de Afeca, desempenhando o papel de um reformador na tentativa de fazer um povo idólatra e egoísta se voltar para Deus. … Samuel sabia que se o povo abandonasse a idolatria e se recusasse a servir aos deuses filisteus, isso seria interpretado como o equivalente a uma rebelião contra a supremacia filisteia e, é claro, significaria guerra. Contudo, Samuel tinha confiança nas promessas de Deus e prosseguiu inspirando esperança num povo desolado. … Um dos maiores incentivos para o cristão é a certeza de que Deus nunca é surpreendido, quaisquer que sejam as circunstâncias. CBASD, vol. 2, p. 512.
Samuel exortou os israelitas a jogar fora os deuses estranhos [estrangeiros]. Ídolos hoje são mais sutis do que deuses de madeira e pedra, mas são tão perigosos quanto eles. Seja o que for que ocupe o primeiro lugar em sua vida ou controle você é seu deus. Dinheiro, sucesso, bens materiais, orgulho ou qualquer outra coisa pode ser um ídolo se tomar o lugar de Deus em nossas vidas. O Senhor somente é digno de nosso serviço e adoração e não devemos deixar que nada se rivalize com Ele. Se temos “deuses estranhos”, precisamos pedir que Deus nos ajude a destroná-los, fazendo o verdadeiro Deus a nossa prioridade. Life Application Study Bible Kingsway.
4 baalins, plural de Baal, deus supremo dos cananeus. Astarotes, plural de ‘Ashtoreth, deusa da fertilidade e do amor profano. Bíblia Shedd.
A adoração a Astarote é muitas vezes combinada com a adoração a Baal (cf. v. 4; 12.10; Jz 2.13; 3.7; 10.6), de acordo com a praxe comum nos cultos de fertilidade: a associação entre si de deidades masculinas e femininas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 tiraram a água e a derramaram. Com a água derramada no chão e uma completa abstenção de alimentos, era um jejum absoluto. Ana usou o mesmo termo “derramar” na sua oração, em 1.15. Um coração derramado é um coração humilhado e arrependido (Lm 2.19; Sl 22.14; 61.8). Bíblia Shedd.
pecamos contra o SENHOR. É a mais alta e a mais profunda expressão da alma (Lc 15.18; Is 6.5). Foi o maior dia de avivamento espiritual nacional até então. Bíblia Shedd.
7 subiram os príncipes dos filisteus. Eles [os filisteus] atacaram com tamanha rapidez que os israelitas, reunidos de várias partes do país com intenções pacíficas, se viram obrigados a enfrentar-lhes sem estar preparados para a guerra. A única saída seria por meio da oração. CBASD, vol. 2, p. 513.
12 Ebenézer. “Pedra do Socorro” erigida em honra a Deus pela vitória conseguida sobre os filisteus, justamente no mesmo lugar onde foram derrotados há 20 anos (4.1; 5.1). Bíblia Shedd.
13 a mão do SENHOR. …graças à renovação do relacionamento com Deus, os israelitas puderam tirar vantagem do ponto de vista pagão tradicional e consumar a mais completa vitória sobre os inimigos. Assim foi naquela época e assim é hoje. O ser humano chega a um ponto em que reconhece que sua vida é completamente insatisfatória. Encontra-se amarrado a seus ídolos, quaisquer que sejam. Percebe a inutilidade dos hábitos passados, dos motivos que abrigou e dos desejos que satisfez. É atraído à comunhão que vê outros desfrutarem com Deus, assim como Israel viu em Samuel durante 20 anos. Renuncia, então, à vida passada e confessa sua incapacidade para se transformar pelos próprios esforços. Então, se entrega ao Espírito Santo e, dentro de si mesmo, descobre autocontrole, aceitação da ajuda espiritual que Deus lhe dá, com toda sabedoria, para capacitá-lo a alcançar uma vida superior até então desconhecida. Os erros do passado se transformam, portanto, em degraus. CBASD, vol. 2, p. 514
nunca mais vieram ao território de Israel. Os filisteus foram derrotados de modo convincente e não tentaram nenhum contra-ataque (compare 2Sm 2.28 com 3.1; também 2Rs 6.23 com 6.24), mas isso não exclui agressões filisteias subsequentes (9.16; 10.5; 13.3; 14.52). Bíblia de Genebra.
15 julgou Samuel todos os dias de sua vida a Israel. Indica que Samuel continuou a ser juiz, mesmo durante o reinado de Saul. Calcula-se que tenha atingido 89 anos. Bíblia Shedd.
17 Ramá. Samuel nasceu e foi criado nesta cidade antes de partir para Siló. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor” (v.12).
Há uma sequência a ser observada no relato de hoje. Notem que, primeiro, o povo dirigiu lamentações a Deus, orou, chorou, e, por se voltar a Ele de todo o coração, deu ouvidos à voz de Deus por meio do profeta, livrando-se de tudo o que lhe trazia maldição, arrependendo-se de seus maus caminhos e confessando os seus pecados. Essa, meus irmãos, é a sequência para se obter o perdão e a salvação. A busca de Deus para salvar o pecador pode ser um processo lento, gradativo, rápido ou até instantâneo. Vamos analisar alguns exemplos bíblicos para entendermos cada situação:
Processo lento: Manassés. Um dos piores reis de Judá, Manassés era tão sanguinário que não via problema algum em sacrificar seus filhos a deuses pagãos e, segundo a tradição judaica, mandou serrar o profeta Isaías ao meio. Era tão cruel, que as Escrituras dizem que ele fez o povo tornar-se pior do que as nações que Deus havia destruído (2Cr.33:9). Detalhe: ele começou a reinar aos 12 anos de idade e reinou 55 anos. Foi tempo suficiente para inúmeros apelos divinos. Apenas quando foi afligido e preso como um animal, orou, se humilhou e se arrependeu diante de Deus. Uma oração e Deus o cobriu de perdão;
Processo gradativo: Que melhor exemplo do que o do apóstolo Pedro? Pedro era impulsivo e autossuficiente. Queria estar sempre perto de Cristo, sempre se adiantava em falar, sempre se adiantava em agir. Era uma pedra bruta. Mas o Senhor o foi lapidando com paciência e amor. As suas epístolas provam a mudança ocorrida na vida daquele homem. E a vida de Jesus projetada em sua vida fazia com que até a sua sombra manifestasse a glória de Deus (At.5:15);
Processo rápido: Se teve um processo que foi rápido, foi o de Zaqueu. De cobrador de impostos fraudulento a cristão honesto. Bastou um olhar do Salvador e o tempo de uma refeição para que o homem corrupto fosse transformado em homem de bem (Lc.19:1-10);
Processo instantâneo: Creio que não há na Bíblia um processo entre conversão, arrependimento e salvação mais rápido do que o foi com o ladrão na cruz. Aquele homem não teve tempo e nem oportunidade de descer da cruz, ser batizado e recomeçar a sua vida transformada. Ele só teve a chance de abrir o coração, se arrepender e clamar por ajuda. Só que ele estava diante do Senhor do Universo, da Água da vida e do Doador da vida aos que nele creem. Aquele homem clamou à Pessoa certa e morreu com a fiel promessa da ressurreição para a vida.
Que tipo de processo você viveu ou tem vivido? Meus amados irmãos, existem três fases na vida cristã. A primeira acontece como vimos nos exemplos anteriores. Deus tem maneiras diferentes de alcançar Seus filhos, porque Ele nos fez cada um com seu jeitinho especial. O que o Senhor realizou na vida daquelas pessoas foi o processo de salvação. Após essa fase, inicia-se então a fase da santificação. E essa dura enquanto há vida. Deus não quer apenas uma entrega emocional e passageira. O encontro real com Cristo promove constante crescimento espiritual, como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18). “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18).
Não bastava que os filhos de Israel pedissem a ajuda de Deus; eles precisavam fazer aquilo de todo o coração para que pudessem iniciar a fase da santificação, o andar diariamente com Deus. Eles ainda se apoiavam na figura de Samuel, e não no Senhor. Seus pecados os haviam afastado tanto de Deus, que não se sentiam seguros em buscar por si mesmos o socorro divino. Vendo em Samuel um homem de Deus, eles sabiam que o Senhor aceitaria a oração de Seu fiel servo. A resposta favorável do Senhor à oração de Seu profeta deveria ser para Israel uma prova inequívoca de que não os havia rejeitado; de que por mais longe que tivessem ido, Deus estava disposto a perdoá-los e transformá-los na poderosa e feliz nação cujo Deus é o Senhor (Sl.33:12).
Mas e quanto à terceira fase? Ah, esta é especial e definitiva, amados: a glorificação quando Jesus voltar. Porém, dependemos do êxito nas duas anteriores para alcançá-la no futuro. Precisamos erguer em nosso coração, dia após dia, um monumento chamado Ebenézer. Reconhecer que dependemos totalmente de Deus em todas as circunstâncias, sepultando o nosso eu e vivendo em Cristo, é o que nos coloca no centro de Sua vontade e o que nos guiará para Casa. Quando Jesus voltar, Ele espera nos encontrar perfeitos, como aqueles que são perfeitamente dependentes do Espírito Santo. Se formos obedientes à Sua Palavra porque O amamos, não temos o que temer: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Esta é uma promessa daquele cujas promessas jamais falham. Confie e ande com Jesus, pois estamos vivendo nos últimos instantes deste mundo caído. Maranata!
Pai de amor eterno, Tu és Deus clemente e compassivo, que desvia a ira daqueles que se arrependem e se voltam para o Senhor. Graças Te damos porque um dia a Tua graça nos alcançou e nos salvou! Te pedimos, humildemente, que o Teu Espírito continue a obra que um dia começou em nosso coração até que estejamos prontos para Te encontrar. Estamos em contagem regressiva para o retorno do nosso Redentor. Bendita esperança! Preciosa promessa! Ó, Pai, nos sustenta nesses dias finais em que a ira do Teu inimigo se intensifica. Dá-nos a fé e a perseverança de que tanto necessitamos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
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I SAMUEL 7 – A oração é muito mais poderosa que qualquer arma humana; o jejum é mais potente que qualquer exército; o arrependimento é mais eficaz que qualquer arsenal.
Se confessarmos nossos pecados, e reafirmarmos nosso compromisso exclusivo com Deus, coisas impressionantes acontecerão na Terra pelo poder que vem do Céu.
Pensar que alguma coisa possa substituir Deus é tão ilógico quanto tentar fazer uma imagem de escultura falar igual papagaio (I Samuel 7:1-6). Por conseguinte, confiar em Deus e exercer fé em Sua soberania é o elixir da verdadeira sabedoria.
A consagração a Deus de forma integral é essencial para obter a atuação do Senhor em nosso favor. Somente quando realmente nos submetemos a Deus, declararemos como Samuel quando venceu com a ajuda divina aos implacáveis filisteus: “Até aqui o Senhor nos ajudou” (I Samuel 7:12).
Aquele que, como Samuel, confia em Deus sabendo o quão importante é a consagração e a oração, insiste no apelo para intensificar o clamor e a intercessão a Deus em prol de Sua atuação poderosa (I Samuel 7:7-9).
A fé produz discernimento que não pode ser produzido de nenhuma outra forma. Ela eleva a visão natural para a percepção sobrenatural. Daí deve surgir a motivação para a intensificação da oração.
Os olhos da fé enxergam bem mais longe que os olhos físicos. A percepção espiritual consegue visualizar o que os olhos carnais nunca perceberão. Quando muita gente é tomada pelo medo e pavor, os servos do Senhor confiam no Deus que pode trovejar com fortíssimo estrondo, e operar o que nenhuma ação humana poderia lograr – tal confiança parte da oração para a ação (I Samuel 7:10-12).
Deus espera que renunciemos nossos caprichos e vaidades, nossos ídolos e nosso ego. Ele é exclusivista, não aceita nada e nem ninguém no lugar que só Ele deve ocupar em nossa vida.
O caminho da plena consagração a Deus passa pela completa confiança que leva-nos pela vereda da submissa obediência. Sem trilhar esse caminho, é impossível ter a bonança como destino neste mundo em conflito. Samuel sabia disso e nos mostrou como agia como juiz de Israel para obter vitórias: Sempre voltava ao lugar em que construiu um altar em honra ao Senhor (I Samuel 7:13-17).
Precisamos nos consagrar! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I SAMUEL 6 – Primeiro leia a Bíblia
I SAMUEL 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/6
Leitura auxiliar recomendada: PATRIARCAS E PROFETAS, Cap. 57
Quão confortável você fica com coisas que não pode controlar? Você prefere seguir o fluxo ou insiste em estar no comando e definir a direção? Se você gosta de estar no controle em todos os momentos, você provavelmente terá muitos problemas da mesma forma que os filisteus. A Arca capturada só causou problemas para os filisteus em todas as cidades onde veio a estar, porque nenhum desses lugares era onde Deus queria que a arca estivesse. Os filisteus finalmente decidiram abandonar o controle da arca e oraram para que Deus a levasse de volta. Eles finalmente colocaram a arca em uma carroça puxada por duas vacas leiteiras, abriram mão de conduzir a carroça e deixaram que Deus assumisse o controle. Então Deus devolveu a Arca a Israel, onde ela pertencia.
Você tem alguma coisa que precisa ser colocada em uma carroça metafórica e devolvida para Deus? Seus pensamentos ou comportamentos estão fora do lugar? Ofereça-os de volta a Deus. Deixe-o saber que você sente muito por escolher seus próprios modos rebeldes e peça a ele que assuma o controle. Ele pode colocar seu coração no lugar certo.
Karen Lifshay
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston
Oregon, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/6
Tradução: Jeferson Quimelli
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996 palavras
Este capítulo conta como os filisteus devolveram a arca da aliança para Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Sete meses. Os eventos descritos no capítulo anterior aconteceram, não em questão de dias, mas de meses. O número sete frequentemente significa integralidade. Bíblia de Genebra.
O texto grego [LXX] ainda acrescenta: “… e a terra produziu enxames de ratos”. Bíblia Shedd.
3 não a envieis sozinha. Um costume disseminado no mundo antigo, de nunca se aproximar de alguém em posição elevada ou de um deus sem um presente. Bíblia de Estudo Andrews.
Os adivinhos (6:2) provavelmente ajudaram a escolher os presentes que eles pensavam que aplacariam Yahweh. Mas as ofertas consistentes de tumores e raros não eram o tipo de oferta de culpa prescrita nas leis de Deus (Lv 5:14 – 6:7; 7:1-10). Quão fácil é imaginarmos nossos próprios métodos para agradarmos a Deus do que servi-Lo do modo que Ele requer! Life Application Study Bible Kingsway.
4 cinco ratos de ouro. É provável que os ratos fossem portadores da doença, que pode ter sido uma forma da peste negra [bubônica]. Bíblia Shedd.
5 porventura, aliviará a Sua mão de cima de … vosso deus. O tratamento opressivo que o Senhor aplicou aos deuses dos filisteus é como o seu tratamento aos “deuses dos Egito” (Êx 12.12). Conforme indica o versículo seguinte, os próprios filisteus perceberam essa comparação. Bíblia de Genebra.
6 Revela que a história de Israel era conhecida pelos povos vizinhos. Os filisteus não esperaram pelas dez pragas egípcias; contentaram-se com três: tumores, ratos e mortes. Bíblia Shedd.
7 afastem delas os seus bezerros (NVI). Normalmente, as vacas não se dispõem a deixar seus bezerros que ainda mamam. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 metei num cofre (ARA; NVI: “ponham numa caixa”).
9 Reparai. Se as vacas, que não conheciam o caminho, nem canga, e se, separadas de suas crias, que amavam, não retrocedessem e acertassem o rumo, seria Deus quem mandara o mal; senão, seria o acaso. As vacas acertaram. Bíblia Shedd.
Bete-Semes. Lit. “Casa do Sol”. … Bete-Semes era uma cidade fronteiriça (v. 12, Js 15.10), frequentemente disputada por filisteus e israelitas (2Cr 28.18). Bíblia de Genebra.
Cidade pertencente a Judá, perto da fronteira dos filisteus (v. Js 15.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
… os cananeus era devotos adoradores dos corpos celestes, neste caso, o Sol. CBASD, vol. 2, p. 507.
Os filisteus aceitavam a existência do Deus dos hebreus, mas somente como uma das divindades cujo favor eles buscavam. Ao pensar em Deus desse modo, era fácil para eles ignorarem suas ordens para que o povo adorasse somente a Ele. Eles viam Deus como um ingrediente em uma vida bem sucedida. Mas Deus é muito mais que um ingrediente – Ele é a própria fonte da vida. É você um “filisteu”, que busca o favor de Deus como um dos ingredientes de uma boa vida? Life Application Study Bible Kingsway.
12 até o território de Bete-Semes (ARA; NVI: “até a fronteira de Bete-Semes”). O autor deixa subentendido que os anjos de Deus conduziram as vacas na direção da terra de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
“O sermão das vacas filisteias”. 1) Obedeceram, mesmo contrariando seus instintos, deixando atrás, apartados, os seus bezerros. Deixaram tudo […] (7, 12; Mt 19.27); 2) Sem conhecerem o caminho, acertaram o rumo. Deus as guiava (9, 12; Sl 95.7); 3) Não estranharam o peso, mesmo que o sentissem pela primeira vez, pois o jugo era a arca e o ouro do Senhor (8; Mt 11.29, 30). Bíblia Shedd.
Que notável ilustração constituem essas vacas berrando! O instinto maternal as impulsionava para junto de suas crias, detidas lá atrás; mas elas foram forçadas a seguir em frente movidas por um impulso sobrenatural. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
14 O término da viagem em Bete-Semes é uma revelação da mão de Deus, tanto quanto a própria viagem, porque essa foi uma das cidades de Judá distribuídas aos sacerdotes na época da conquista (v. Js 21.13-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Bete-Semes era atribuída aos levitas; especificamente aos descendentes de Arão (Js 21.16). Bíblia de Genebra.
fenderam a madeira do carro (ARA; NVI: “cortaram a madeira da carroça”).
16 voltaram para Ecrom. Que decepção para os filisteus! Eles haviam testemunhado a rendição de Dagom ao Senhor no templo de Asdode. Tinham contemplado a guia sobrenatural das vacas ao enviarem a arca de volta a Judá. Ainda testemunhariam o poder controlador de Deus ao deter a epidemia e lhes dar a cura. Embora convictos de que viram coisas estranhas naquele dia, viraram as costas e voltaram a seus deuses e a seu povo. CBASD, vol. 2, p. 508.
19 porque olharam para dentro da arca. Como Deus vinculara tão estreitamente com a arca a manifestação da sua presença, a arca devia ser tratada com grande honra e respeito (v. 2Sm 6.7; Nm 4.17-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ver Nm 4.5, 20. O manuseio presunçoso da arca levara à sua perda, e um delito semelhante deve ser agora castigado na ocasião da sua devolução. O problema de manusear a arca de modo impróprio surgirá de novo em 2Sm 6. Bíblia de Genebra.
Para proteger os israelitas de Seu poder, Ele os havia advertido para nem mesmo olhar para os objetos do Lugar Santíssimo do santuário ou eles morreriam (Nm 4:20). … Deus não matou os homens de Bete-Semes por crueldade. Ele os matou porque desprezar sua presunção pecaminosa encorajaria toda a nação de Israel a ignorá-Lo. Life Application Study Bible Kingsway.
20 E para quem subirá desde nós? (ARA; NVI: “A quem enviaremos a arca, para que Ele se afaste de nós?”). Os habitantes de Bete-Semes reagiram diante do juízo divino semelhantemente aos habitantes de Asdode, Gate e Ecrom (v. 5.8-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 Quiriate-Jearim. Literalmente, “a cidade das florestas”. Estava listada dentro da herança de Judá (Js 15:9) e situada nos cumes ocidentais das montanhas próximas a Jerusalém, cerca de 14 km de Bete-Semes. O envio da arca para a cidade de Quiriate-Jearim sugere a impressão de que, quanto mais a arca ficasse longe dos filisteus, mais segura estaria. Quiriate-Jearim, situada em uma altitude ainda mais elevada, podia ser defendida com mais facilidade contra um ataque do que uma cidade numa região mais baixa e cercada de colinas. CBASD, vol. 2, p. 509.