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“Disse Noemi: Eis que a tua cunhada voltou ao seu povo e aos seus deuses; também tu, volta após a tua cunhada” (v.15).
O primeiro livro da Bíblia com o nome de uma mulher é justamente a história de uma estrangeira. Rute era moabita, descendente de Moabe (filho da relação incestuosa de Ló com sua filha mais velha, Gn.19:37). Devido ao período de fome no tempo “em que julgavam os juízes” em Israel, “um homem de Belém de Judá saiu a habitar na terra de Moabe, com sua mulher e seus dois filhos” (v.1). Elimeleque e Noemi, e seus filhos, “Malom e Quiliom, […] vieram à terra de Moabe e ficaram ali” (v.2). Por mais que as razões de Elimeleque sejam legítimas – afinal de contas, qual pai de família não deseja dar o melhor para os seus – a Bíblia não registra, contudo, que ele tenha consultado o Senhor. Não sabemos a causa de sua morte, mas certamente ela causou um grande abalo emocional à família, principalmente à Noemi.
Apesar de sua grande perda, ela ainda tinha “seus dois filhos, os quais casaram com mulheres moabitas” (v.3-4). Ao que tudo indica, mesmo sendo estrangeiras, elas receberam a aprovação de sua sogra, que as acolheu como filhas. Uma relação que se mostraria preciosa no futuro. A Bíblia também guardou silêncio sobre a causa da morte dos dois filhos de Noemi. O certo é que viúva e sem filhos, Noemi se viu obrigada a voltar à sua terra natal, quem sabe para viver da generosidade de seu povo. Suas noras, porém, insistiram em segui-la enquanto ela insistia que a deixassem e voltassem para a casa de seus pais. “Orfa despediu-se de sua sogra com um beijo, porém Rute se apegou a ela” (v.14). Aquela mulher moabita havia encontrado na relação com sua sogra um amor que ela nunca havia provado antes. E sua firme resolução é digna de ganhar destaque aqui:
“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem Lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti” (v.16-17).
Foram estas palavras que convenceram Noemi de que Rute “estava decidida a acompanhá-la” (v.18). E a chegada daquelas pobres viúvas em Belém comoveu toda a cidade. O estado de espírito de Noemi era de uma pessoa sem esperança e, como ela mesma disse, cheia de “grande amargura” (v.20). Mara significa “amarga”, e assim ela considerava a sua deplorável situação. Viúva, sem filhos e preocupada com o bem-estar de sua amável nora, Noemi considerou seu infortúnio como uma manifestação da ira do Senhor. Um pensamento que encontramos, por exemplo, na experiência de Jó (Leia Jó 10:2). O grande conflito que envolveu a vida de Noemi e a de Jó teve o mesmo originador: Satanás; como a vitória final de ambos proveio da mesma fonte: Deus.
Temos que ter muito cuidado com nossas decisões quando elas envolvem toda a família. Consultar ao Senhor, hoje, deve ser tão real quanto o foi com Noé, com Abraão, com Moisés e com tantos outros que deram ouvidos à voz de Deus. A oposição de Satanás, o originador do mal, é constante e tem o objetivo final de nos destruir. Por isso a importância de permanecermos em Cristo. Noé salvou a sua casa do dilúvio, mas bastou desviar os olhos do Senhor por um instante para que sua embriaguez fosse a causa de uma maldição (Gn.9:24-25). Abraão saiu da casa de seu pai e foi à terra que o Senhor mandou, mas deu ouvidos à sugestão de sua mulher em detrimento da promessa divina (Gn.16:2). Moisés foi o homem mais manso da Terra (Nm.12:3), mas deixou que a impaciência e o orgulho dominassem o seu coração por um instante e isso o impediu de entrar em Canaã (Nm.20:12).
Talvez Noemi tivesse insistido com seu marido para não saírem do meio do seu povo. Talvez estejamos vivendo alguma situação indesejada ou sob a ameaça de vivê-la, não por nossa própria vontade, mas pelas circunstâncias familiares nas quais estamos envolvidos. E por mais que o sofrimento tenha alcançado a vida de Noemi pela morte de seus entes queridos; por mais que o inimigo tivesse arrancado seus bens e sua família, como o fez com Jó, aquela mulher carregava consigo um amor que constrangeu sua nora a tal ponto de não pensar em outro estilo de vida a não ser aquele que aprendeu com ela. E Rute foi para Noemi “melhor do que sete filhos” (Rt.4:15).
Rute declarou a Noemi que só a morte poderia separá-las. O objetivo de sua vida tornou-se servir a sua sogra e fazê-la feliz. E esse era considerado um sagrado privilégio para ela. É nosso privilégio erguer a cruz de Cristo bem alto e proclamar: Olhem e vivam! Porque o amor entre pessoas, por mais que seja genuinamente procedente da fonte divina, enquanto estamos aqui possui tempo de duração, pois, até que Cristo volte, a morte continuará agindo como um agente separador. Contudo, “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).
Seja por escolhas alheias ou por escolhas pessoais, se existem feridas difíceis de cicatrizar, escolha agora mesmo olhar para Cristo e viver. Mesmo no sofrimento, como Noemi, sejamos instrumentos do amor de Deus na vida de outros.
Senhor, nosso Deus, vivemos em tempos muito difíceis, pois a cada geração, nos tornamos mais frágeis em todos os sentidos. E muitas vezes os sentimentos tentam falar mais alto do que a fé. Ajuda-nos, Pai, para que nos momentos de aflição encontremos nem que seja uma mão bondosa para nos consolar! Ajuda-nos a não desviarmos os nossos olhos de Jesus, nem por um instante! Que, cheios do Teu Espírito de amor, sejamos bênção aos nossos semelhantes! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, amados!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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RUTE 1 – A esperança desaparecida no livro de Juízes renasce no livro de Rute. Não foi nenhum juiz/libertador humano que resolveu o caos e anarquia israelitas. “A vitória final viria mesmo com Jesus, nosso divino Libertador, Juiz e Rei (ver Apoc. 5:9-14). Jesus foi descendente de Rute (Mat. 1:5), a mulher moabita que guardou a aliança de lealdade a Deus e às pessoas, durante o período dos ‘juízes’”, arrazoa Roy Gane.
Enquanto o povo de Deus andava na débil faísca de sua própria compreensão, a moabita Rute aprendeu a andar na luz da Palavra de Deus. É possível que pagãos possam avançar mais rápida e intensamente rumo à vontade divina do que os próprios cristãos. Incompreensivelmente! Embora a moralidade e a espiritualidade despencassem na vida do povo de Deus, a vida de Rute se elevou do paganismo para fazer parte do remanescente fiel que Deus sempre preservou na história mundial.
Assim como Raabe (de Jericó), Rute de Moabe converteu-se ao povo de Deus, abriu mão de seus ídolos, e de seu povo pagão para unir-se ao povo que Deus usava para atingir Seus elevados e nobres propósitos evangelísticos. Como Raabe e Rute, todos os pagãos poderiam experimentar os benefícios da conversão, e fazerem parte do povo que tinha a promessa divina de um galardão especial. Mas eles rejeitaram!
A história de Rute começa com a família de Elimeleque fugindo de Belém para as terras pagãs de Moabe. Ao invés de buscar a Deus, buscou-se refúgio entre pagãos (Rute 1:1-2); a única coisa positiva nesta decisão foi o casamento de seus filhos; pois a situação foi pior em Moabe do que era em Belém. Elimeleque e seus filhos morreram deixando Noemi com duas noras. Amargurada… Noemi decidiu retornar a Belém; Rute a acompanhou deixando tudo para trás (Rute 1:3-22).
Rute é moça de caráter. Determinada. Fiel. Segura. Comprometida. Sincera. Aquela situação deploravelmente triste da história de Noemi foi útil para salvar esta excelente jovem moabita, a qual tornou-se parte da genealogia de Jesus (Mateus 1:5).
O livro da ex-pagã Rute conta a história do remanescente fiel do período dos juízes, mostrando que Deus sempre tem os Seus – mesmo em meio ao caos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JUÍZES 21 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/21
No capítulo anterior (20) os israelitas vencedores haviam tomado a decisão de proibir qualquer israelita de dar sua filha como esposa a um benjamita e selado esta decisão com um juramento. Esta decisão foi inteiramente deles, não do Senhor, e criou um problema aos próprios israelitas para encontrar uma maneira de salvar o que restou da tribo de Benjamim. Eles então decidem destruir a cidade e os habitantes de Jabes-Gileade – homens, mulheres e crianças, mas mantiveram vivas as 400 virgens que encontraram para se tornarem esposas para seus irmãos benjamitas.
Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as consequências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.
Muitos professos cristãos de hoje têm uma “fé” egoísta. Eles fazem apenas o necessário para satisfazer os requisitos mínimos da Lei e nada mais. É uma obediência superficial que degenera em legalismo, sem obedecer ao espírito de amor da Lei.
Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira?
Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama?
O Senhor deseja “misericórdia, e não sacrifícios; conhecimento de Deus em vez de holocaustos” (Os 6:6 NVI).
Que isso sirva de lição para nós! Antes de corrigirmos a outros devemos corrigir a nós mesmos.
Justo Morales
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/20
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara
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1622 palavras
1-25 As ações de Israel nesse episódio final do livro devem ser interpretado à luz do comentário final: “Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (v. 25). Os israelitas queriam saber por que este triste fim lhes sobreviera (vs 3, 15; 6.13, nota). Assim como no caso de Gideão (6.13), não foi dada nenhuma resposta. Entretanto, o contexto global do livro oferece a resposta clara de que Israel tinha ecado e continuava a pecar horrivelmente. Bíblia de Genebra.
1 Haviam jurado. Esse voto, provavelmente feito em nome do Senhor, não era uma promessa comum, mas implicava uma maldição sobre quem violasse o juramento (v. 18; v. tb. At 23.12-15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Apesar de os juramentos não poderem ser quebrados ou retirados, os israelitas, principalmente em tempos posteriores, descobriram várias maneiras de manter a letra do juramento, porém quebrando-lhe o espírito, por meio de engano ou alguma outra evasiva. No entanto, ninguém está obrigado a manter a palavra empenhada, se exige que se cometa um ato equivocado ou mau. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 433.
2 O povo foi a Betel. Ou foi à casa de Deus. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
Prantearam com grande pranto. Após ter passado a ira ardente, o povo reconheceu que tinha ido longe demais na vingança sobre uma de suas tribos. Seria muito melhor se o choro tivesse vindo primeiro, antes que as ações se concretizassem. CBASD, vol. 2, p. 439.
3 Por que sucedeu isto … ? Esta pergunta sugere que os israelitas acusavam a Deus de ter extinguido a tribo de Benjamim (ver v. 15). As tribos deveriam reconhecer que a ira e o desejo de vingança, engendrados pelas duas derrotas aplicadas a eles pelo exército de Benjamim, foram o motivo real da quase extinção da tribo de Benjamim. CBASD, vol. 2, p. 440.
Eliminar uma tribo seria como alguém perder um de seus braços. Este sentimento de solidariedade refere as raízes da unidade da igreja no NT. Bíblia Shedd.
5 deixou de vir à assembléia. As tribos tinham mútua responsabilidade em tempos de operações militares … Os que deixavam de participar eram com frequência apontados e às vezes castigados (5.15-17.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8-12 Os israelitas passaram de uma confusão para outra. Por causa de um voto precipitado feito no calor da emoção (21:5), eles destruíram outra cidade. Israel provavelmente justificou sua ação com os seguintes argumentos: (1) Um juramento não podia ser quebrado, e Israel havia jurado que qualquer um que não os ajudasse a lutar contra os benjamitas seria morto. (2) Como todas as mulheres de Benjamim haviam sido mortas, os poucos homens restantes precisavam de esposas para impedir que a tribo desaparecesse. Poupar as mulheres solteiras de Jabes-Gileade parecia a solução certa. Não sabemos todas as circunstâncias por trás do massacre brutal em Jabes-Gileade, mas parece que o resto de Israel seguiu o padrão de Benjamim. Eles colocaram as lealdades tribais acima dos mandamentos de Deus e justificaram ações erradas para corrigir erros passados. Life Application Study Bible Kingsway.
8 Jabes-Gileade. Uma cidade da tribo de Manassés, 15 km a oeste de Bete-Seã e 3 km ao leste do Jordão. Manassés era neto de Raquel, mãe de Benjamim, e portanto houve uma afinidade de sangue entre as duas tribos descendentes. Isto explica por que os homens de Jabes-Gileade não concordaram com a guerra contra Benjamim. Bíblia Shedd.
Um laço de afinidade parece ter existido entre a tribo de Benjamim e a cidade de Jabes-Gileade. A afinidade pode ter continuado mesmo depois que a cidade foi destruída e reconstruída. Saul, da tribo de Benjamim, realizou sua primeira proeza salvando Jabes-Gileade dos amonitas (1Sm 11:3-15). Na época da morte de Saul, os habitantes de Jabes-Gileade pagaram a dívida de gratidão ao resgatar seu corpo da exposição pública nos muros de Bete-Seã (1Sm 31:8-13).
Visto que era um benjamita proveniente de Gibeá, Saul pode ter sido descendente de uma das mulheres tiradas de Jabes-Gileade. Bíblia de Genebra
10 Ide e … feri. A adoção deste recurso para obter esposas para os 600 sobreviventes da tribo de Benjamim que se escondiam nas cavernas de Rimon, ajuda a entender o limitado esclarecimento espiritual daquela época. Essas medidas cruéis em nome da religião são revoltantes e devem ser compreendidas à luz da época em que ocorreram. CBASD, vol. 2, p. 440.
11 Toda mulher. Todos os habitantes deveriam ser destruídos exceto garotas virgens em idade de casamento. Os outros membros das famílias não eram, na verdade, mais culpados que essas moças. Todo o procedimento cruel, embora realizado sob o pretexto de cumprir um juramento sagrado para o Senhor, não foi senão um recurso brutal para evitar a extinção da tribo de Benjamim. CBASD, vol. 2, p. 440.
15 O SENHOR tinha feito brecha. A brecha ou lacuna no círculo ou na corrente das doze tribos realmente foi feita pelos próprios israelitas, em seus excessos irracionais ao punir as más ações de determinados benjamins. Se tivessem agido em todo o tempo no espírito do verdadeiro amor fraternal, poderiam ter alcançado o fim pretendido sem a matança despropositada e as atrocidades que cometeram. CBASD, vol. 2, p. 440.
16 Como obteremos … ? Os anciãos sabiam que necessariamente esses homens se casariam com mulheres cananeias. Para evitar essa calamidade, empregaram meios tortuosos para observar a letra de seu juramento, apesar de violarem seu espírito. Em vez de resolutamente repudiar seu voto, em primeiro lugar, e permitir que os benjamins se casassem com pessoas de outras tribos, movidos pela crença errada de que um juramento é sempre inviolável, perpetraram a carnificina de homens, mulheres e crianças inocentes. CBASD, vol. 2, p. 440, 441.
19 Solenidade. Durante o ano, havia três festas solenes às quais todos os homens deveriam comparecer (Êx 23:17). Visto que o tabernáculo nessa época se situava em Siló, essas reuniões deveriam ser ali. CBASD, vol. 2, p. 441.
Levando e conta a menção das vinhas (v. 20), é provável que essa referência diga respeito à Festa das Cabanas [ou Tabernáculos]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Para o norte de Betel. O fato de o autor sentir necessidade de explicar aos leitores a localização de Siló tem levado muitos a fixar a data para o relato de Juízes muito anos depois dos filisteus terem destruído Siló, no final do juizado de Eli. CBASD, vol. 2, p. 441.
21 Filhas de Siló. Somente os homens tinham a obrigação de ir a essas festas (Êx 23:17; Dt 16:16). Algumas vezes, os homens eram acompanhados pelas esposas e filhas, mas a maioria das mulheres presentes seriam as que moravam em Siló ou nas proximidades. CBASD, vol. 2, p. 441.
Dançar. Nos festivais de colheita, eram proporcionadas ocasiões sociais bem como serviços religiosos (ver PP, 540). CBASD, vol. 2, p. 441.
22 Irmãos. Antigamente, os irmãos de uma garota sequestrada ocupavam papel importante no juízo que se fazia para exigir compensação pelos maus-tratos que ela recebesse (ver Gn 34:7-31); 13:20-38). CBASD, vol. 2, p. 441.
Segundo o costume, quando uma moça era sequestrada, os irmãos dela iam exigir satisfação (v. Gn 34.7-31; 2Sm 13.20-38). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pois neste caso ficaríeis culpados. Porque as filhas não foram dadas em casamento, mas foram tomadas à força. CBASD, vol. 2, p. 441.
25 Não havia rei em Israel. A afirmação faz uma transição adequada para os livros seguintes, que descrevem o início da monarquia. CBASD, vol. 2, p. 441.
O último versículo esclarece a razão por que o período dos juízes se caracterizou pela maldade e anarquia. Nota-se a transição para a narrativa de 1 Samuel. O autor escreveu numa época de unidade nacional, sob a liderança de um rei justo e forte, talvez no tempo de Davi ou no de Salomão. Bíblia Shedd.
Durante o tempo dos juízes, o povo de Israel passou por problemas porque cada um se tornou sua própria autoridade e agiu de acordo com suas próprias opiniões sobre o certo e o errado. Isso produziu resultados horrendos. Nosso mundo é semelhante. Indivíduos, grupos e sociedades se tornaram as autoridades finais sem referência a Deus. Quando as pessoas satisfazem egoisticamente seus desejos pessoais a qualquer custo, todos pagam o preço. É o ato heroico supremo submeter todos os nossos planos, desejos e motivações a Deus. Homens como Gideão, Jefté e Sansão são conhecidos por seu heroísmo em batalha. Mas suas vidas pessoais estavam longe de ser heroicas. Para sermos verdadeiramente heróis, devemos ir à batalha todos os dias em nossa casa, trabalho, igreja e sociedade para tornar o reino de Deus uma realidade. Nossas armas são os padrões, a moral, as verdades e as convicções que recebemos da palavra de Deus. Perderemos a batalha se acumularmos os despojos dos tesouros terrenos em vez de buscarmos os tesouros do céu. Life Application Study Bible Kingsway.
O livro conclui com a reflexão do autor de que a ausência de um rei foi um dos principais responsáveis pelas condições caóticas que existiam em Israel na época dos juízes. A rejeição aos propósitos de Deus para Israel ilustra de maneira bem vívida a depravação dos seres humanos, a ira de Deus contra o pecado, bem como Sua misericórdia e longanimidade com os pecadores arrependidos. […] Não nos surpreende que, para o escritor bíblico, a solução para a condição de Israel durante o período de Juízes fosse um rei vindouro. Mais tarde, surgiriam reis em Israel, alguns para infundir o temor a Yahweh e outros para afastar o povo Dele. No entanto, a solução final foi sempre a vinda de um Rei messiânico que estabelecerá paz, justiça e retidão no meio do povo. Para os cristãos, esse Messias veio na pessoa de Jesus Cristo. Ele é o único que pode verdadeiramente nos libertar do poder opressivo do pecado do pecado e da tentação diária de fazer o que é certo aos nossos próprios olhos As vitórias parciais dos juízes sobre os inimigos de Israel são quase sem sentido comparadas com o que Cristo realizou na cruz e com o que acontecerá na futura consumação de Sua vitória. O termina termina em expectativa, à espera do rei. Comentário Bíblico Andrews, vol. 1, p. 534.
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“Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (v.25).
Último capítulo do livro de Juízes, e seu último versículo resume bem essa fase de Israel: desorientada, o que atesta que todos os episódios horríveis que lemos neste livro foram consequências de suas más escolhas. E, mais uma vez, o povo tomou decisões sem consultar a Deus. Eles deram as costas ao Rei dos reis e Senhor dos senhores! Quando estudamos o Pentateuco, em cada um dos estatutos e leis percebemos um cuidado especial de Deus a fim de que Israel fizesse diferença entre o santo e o profano, entre o limpo e o imundo, e buscasse assim a santificação.
Através de uma vida de obediência em amor, Israel revelaria ao mundo o caráter de Deus. Em Sua oração sacerdotal, Jesus declarou: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). A intercessão de Cristo por Seus filhos define bem o papel que os sacerdotes de Israel negligenciaram. Como líderes espirituais da nação, deveriam conduzi-la à verdadeira adoração e santificação. Cristo, como o nosso Sumo Sacerdote, resumiu perfeitamente, em Sua oração em João 17, o que deveria ter sido promovido no antigo Israel, mas não o foi.
Há uma sequência lógica na oração de Cristo de que Seus seguidores O conheçam, escutem a Sua voz, sejam santificados por Sua Palavra e vivam a unidade cristã. Percebem, amados? Existe uma senda bem ordenada para alcançar o objetivo da unidade: “a fim de que todos sejam um. E como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti, também eles estejam em nós” (Jo.17:21). Todo aquele que se aproxima de Deus com o coração sincero e contrito torna-se um promotor da unidade, um reparador de brechas. Mas todo o que conserva um coração endurecido, mais cedo ou mais tarde revela a sua natureza bruta e separatista. Israel estava fazendo guerra entre si. E devido à atitude estúpida de um levita, quase toda uma tribo foi dizimada.
Nos juramentos dos filhos de Israel percebemos como levavam mais a sério o cumprimento de seus votos do que demonstrar misericórdia. Apesar de terem cometido um quase genocídio, ainda restaram alguns dos filhos de Benjamim. Então, Israel usou de sutilezas para conceder esposas para eles. Confuso, não? Mas tudo o que acontece sem a bênção de Deus é assim: uma confusão! E como explicar o versículo 15? “Então, o povo teve compaixão de Benjamim, porquanto o Senhor tinha feito brecha nas tribos de Israel”. E agora? Teria sido Deus o causador da divisão das tribos? De forma alguma, meus irmãos! Deus não causou, mas eles buscaram seu próprio infortúnio. Israel provocou as próprias brechas, se envolvendo em guerras civis desnecessárias, causando o desequilíbrio da nação.
Apesar de compreender 12 tribos, Israel era um só povo, que deveria estar sob o senhorio de um só Deus. Assim deveria ter sido a nação eleita. Assim deve ser o Israel de Deus hoje, conforme Cristo orou: “[…] a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade” (Jo.17:23). Israel representa o corpo de Cristo. Cada tribo tinha a sua função. Cada tribo tinha a sua importância. Cada tribo era essencial nos planos de Deus. Mas o povo resolveu agir da forma que lhe fosse mais conveniente, e não da forma que Deus havia ordenado. Quantos não têm agido do mesmo modo, pensando estar fazendo o que é certo, quando na verdade estão fazendo uma tremenda confusão! Fazem o que têm vontade de fazer, e pronto. E o resultado de tamanha insensatez se resume nas palavras de pesar dos filhos de Israel: “Disseram: Ah, Senhor, Deus de Israel, por que sucedeu isto em Israel, que, hoje, lhe falte uma tribo?” (v.3).
Deus quer o teu coração para que nele possa estabelecer o Seu trono. Lembrem-se que Jesus não orou pelo mundo: “É por eles que eu peço; não peço pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus” (Jo.17:9). E quem são estes? Jesus mesmo nos diz: “Eram teus, tu os deste a mim, e eles têm guardado a tua palavra” (Jo.17:6). O fato de ter Deus amado o mundo de forma tão intensa a ponto de dar o Seu único Filho (Jo.3:16), não significa que todos herdarão a salvação. Pois todos são convidados às bodas do Cordeiro, contudo, somos convidados, e não intimados. Jesus bate à porta do coração, Ele não a força. A minha oração e o meu desejo é que todos possamos compreender que entregar o coração a Deus envolve completa dependência e total confiança. Até que, como o apóstolo Paulo, possamos dizer do íntimo de nosso ser: “logo, não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl.2:20).
Que Jesus reine soberano em nosso coração, e estaremos tão ligados a Ele e uns aos outros como Ele e o Pai são um.
Pai de amor, é o Teu desejo unir o Teu povo num só coração, num só espírito. Mas para isso, nós precisamos Te conhecer e conhecer o Teu Filho. Precisamos ser reavivados e santificados por Tua Palavra. Precisamos do poder do Espírito Santo. Que Ele continue nos motivando à comunhão diária Contigo para que sejamos imitadores de Cristo e a geração do Teu povo que terminará a Tua obra na Terra. Graças Te damos pelo estudo de mais este Teu livro sagrado! Prepara-nos para Te encontrar, Senhor! Em nome de Jesus. Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo feliz cujo Deus é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 21 – O povo não eliminou os perversos da terra como Deus havia orientado. E, ao invés de guerrearem contra os cananitas pagãos, houve batalhas entre irmãos: israelitas contra benjamitas – estes quase foram erradicados por aqueles.
Ao invés de influenciar os povos pagãos com os princípios divinos, o povo de Deus perdia a batalha espiritual ao deixar-se influenciar pelas absurdas ideologias deles – a tal ponto de cair no nível de Sodoma e Gomorra.
Estes últimos capítulos de Juízes nos deixam com as perguntas, o que será do povo de Deus? A desgraça do pecado exterminará a graça de Deus na existência dos israelitas?
“Às vezes, a verdade pode parecer humilhada enquanto seus inimigos parecem estar na melhor situação (Dan. 7:21 e 25; Miq. 7:1-3; Apoc. 17:1-6, 12-13). Mas o juízo de Deus irá, no momento certo, subverter as forças do mal (Dan. 7:1-4, 22, 26-27; Miq. 7:4-20; Apoc. 17:14; 18:1-8; 20:1-4)”, afirma Roy Gane.
Ao de lermos que, apesar da situação deplorável e caótica espiritual e moralmente que se encontrava o povo, o próprio Deus nos surpreende com Suas escolhas das pessoas para liderar Israel contra os opressores de Seu povo. Se Deus escolheu um assassino (Eúde), uma mulher para liderar os homens numa guerra (Débora), um covarde proveniente de uma família insignificante (Gideão), um temerário filho de uma prostituta (Jefté) e um mulherengo obcecado (Sansão), Ele pode continuar conduzindo a história de anarquia que Seu povo vivia.
Na vingança exacerbada para eliminar o erro cometido pelos benjamitas, os israelitas quase eliminaram uma das doze tribos (Juízes 21:1-3). Com a consciência culpada, despertou-se a misericórdia e a compaixão para com o remanescente de Benjamim; então, preservou-se aquela tribo (Juízes 21:4-23).
O último versículo de Juízes dá um tom negativo à conclusão desse livro, o qual é o arremate que dá explicação para todo o seu conteúdo:
“Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo”.
Fica claro que a natureza humana carece de fortes personalidades que imponham a moralidade na sociedade. Além disso, é nítido que é necessário um juiz sobre-humano para resolver o problema do pecado. Jesus é a resposta real para nossa situação caótica. Ele é nossa esperança. Deus é bom demais (João 3:16; Gálatas 3:13). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JUÍZES 20 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/20
Juízes se inicia com a morte de Josué e a subsequente apostasia de Israel. Desde então, os filhos de Israel foram oprimidos por causa da sua infidelidade e também se dividiram e chegaram, às vezes, até mesmo a lutar e matar uns aos outros. Neste capítulo, finalmente vemos o que não havia mais acontecido desde os dias de Josué: a nação inteira de Israel – exceto os benjamitas – se ajuntando “como um homem” (v. 8). Reuniram-se para tratar da “maldade” que havia ocorrido entre eles.
Deus intencionalmente permitiu que Israel fosse derrotado duas vezes antes de conceder-lhes a vitória. Havia uma importante lição a ser aprendida sobre como obter a bênção de Deus. Mesmo sendo justa a causa – remover a iniquidade de Israel -, o Senhor exige arrependimento e humildade, especialmente considerando que toda a nação era merecedora da ira de Deus.
Há um grande contraste entre o ultraje moral exibido em Gibeá e a completa falta de preocupação de Israel com todos os anos de aberta idolatria que eles praticaram. A punição pretendida aos gibeonitas era a completa destruição de toda a vida e propriedade, mas tal julgamento havia sido prescrito apenas para o pecado de idolatria (Dt 13:12-18)! Na sua hipocrisia, eles não perceberam que haviam sido mais diligentes na destruição de seus irmãos pelos pecados deles, do que o foram em buscar expiação pelos seus próprios pecados e extirpá-los do seu meio.
Que isso sirva de lição para nós! Antes de corrigirmos a outros devemos corrigir a nós mesmos.
Justo Morales
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/20
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara
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885 palavras
1 Se ajuntou perante o SENHOR em Mispa, como se fora um só homem. O ultraje foi tão terrível que conseguiu unir Israel mesmo em uma época tão sem lei. O povo se dirigiu a Mispa porque o santuário estava lá (v. 26-28). Bíblia de Estudo Andrews.
Mispa. Cidade da fronteira ao norte de Benjamim, uns 13 km ao norte de Jerusalém. Bíblia Shedd.
Desde Dã a Berseba. Desde Dã, a colônia de hebreus que estava no extremo norte (ver Jz 18) até Berseba, a colônia no extremo sul, à margem do Neguebe, ao sul de Judá. CBASD, vol. 2, p. 433.
Terra de Gileade. Esta expressão parece incluir a todos os hebreus que viviam a leste do Jordão. CBASD, vol. 2, p. 433.
5 Cidadãos de Gibeá. Tal foi a impressão da maldade feita por aqueles homens, e seu julgamento, que permaneceu na lembrança do povo até os dias de Oséias. Bíblia Shedd.
6 Vergonha e loucura. Veja 19.23n*. O erudito M. Noth acha que “vieram loucura em Israel” era frase técnica apropriada para certas violações da lei divina, rigorosa especialmente em casos de pecado sexual. Bíblia Shedd.
[* Loucura. O heb. nebalah tem significado ainda mais forte. “Impiedade”, “devassidão”(cf 1 Sm 25.25) talvez represente melhor seu sentido. Bíblia Shedd.]
13 Não quis ouvir. A tribo de Benjamim preferiu guerra civil a entregar seus criminosos. Nesse caso, o orgulho tribal e a solidariedade serviram para apoiar e defender homens da pior espécie. … Os Benjamitas demonstraram tremenda coragem, mas numa causa indigna. CBASD, vol. 2, p. 434.
16 Atiravam com a funda uma pedra num cabelo. Esta expressão indica precisão extrema. … Na História secular, os homens da Antiguidade são descritos como especialistas na arte de arremessar pedras com tanta força como se fossem atiradas de uma catapulta, perfurando escudos e capacetes. CBASD, vol. 2, p. 434.
18 Betel. No heb., Beth-‘el. A KJV preferiu traduzir a palavra e diz “Casa de Deus”. … realmente, era em Siló, no tabernáculo, que eles iam pedir o conselho de Deus (ver Jz 21:2, 4, 12). CBASD, vol. 2, p. 435.
Quem dentre nós … ? Um exército tão grande não conseguiria se posicionar com facilidade ao redor da pequena montanha na qual Gibeá estava sitiada. Decidiram que apenas uma tribo atacaria de cada vez. CBASD, vol. 2, p. 435.
23 Choraram perante o Senhor. É possível, neste caso, que Deus não concedeu vitória a Israel pelo fato deste não ter afastado o pecado de seu meio. … Confiando na sua grande superioridade numérica, talvez não tivesse confiado devidamente em Deus. Bíblia Shedd.
26 Jejuaram. Esta é. primeira vez na Bíblia em que ocorre a palavra “jejum”, apesar de a prática ter se iniciado muito antes. CBASD, vol. 2, p. 436.
28 Fineias. De acordo com Josué 22:12 e 13, Fineias foi o sacerdote do tabernáculo em Siló durante os dias de Josué. A menção de seu nome neste verso, coloca o incidente do levita e da concubina durante o tempo de vida da primeira geração de israelitas na Palestina. O que apoia o ponto de vista… de que os últimos cinco capítulos de Juízes ocorreram vários anos antes dos demais eventos descritos no livro. CBASD, vol. 2, p. 436.
O povo havia caído tão baixo dentro do período de vida de um homem! Bíblia de Estudo Andrews.
Amanhã Eu os entregarei. Aos israelitas não foi permitido obter a vitória até que passassem por um período preparatório. Os contratempos os levaram a jejuar, orar e indagar com fervor qual teria sido a causa de seu fracasso. Deus aproveitou essa demora para lhes apontar os próprios defeitos de caráter que necessitavam de correção… Os israelitas estavam excessivamente prontos para assumir a tarefa de corrigir os irmãos, sem estar conscientes de suas próprias deficiências. Foi para corrigir esse mesmo tipo de deficiências que Jesus deu Sua instrução sobre a trave e o argueiro (ver Mt 7:5). CBASD, vol. 2, p. 436.
34 Não imaginavam. Ao estar cada um deles ocupado em sua própria frente de combate, não perceberam que seu exército estava completamente cercado e, assim, condenado à destruição. CBASD, vol. 2, p. 437.
47 À penha Rimon. De todo o exército benjamita, os únicos soldados que escaparam foram os 600 homens que se esconderam nas cavernas de calcário na montanha de Rimon. CBASD, vol. 2, p. 437, 438.
48 Tudo o que restou da cidade. A matança indiscriminada de não combatentes, para não mencionar o exército quebrado e em fuga, era totalmente desnecessária. O pecado dos homens de Gibeá era grande e precisava ser punido. No entanto, quando a resistência do exército de Benjamim foi minada, a missão do exército israelita havia terminado. Os indivíduos responsáveis pela ação poderiam ser pegos e punidos. A cidade deles, Gibeá, já estava em ruínas. Deveria ser suficiente. Não havia desculpa para o implacável extermínio de toda a tribo, nem para a queima das cidades deles. No entanto, o frenesi da batalha deve ter despertado nos homens paixões irracionais, o que os levou a praticar o que eles não cometeriam em são juízo. Nessas ocasiões, os homens já não são seus próprios mestres; a razão não é mais o guia, e a voz da consciência não é ouvida. Nesse caso, isso ocorreu devido especialmente ao fato de eles não terem um líder proeminente de quem o exército pudesse receber orientações e que exercesse controle sobre eles. O orgulho ferido do exército israelita, inflamado pelas duas derrotas anteriores por um adversário muito menor, levou os guerreiros a cometer um mal muito maior em sua extensão do que o pecado que eles estavam tentando punir. CBASD, vol. 2, p. 438.