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Texto bíblico: I SAMUEL 17 – Primeiro leia a Bíblia
I SAMUEL 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/17
Davi ficou horrorizado que nenhum lutador habilidoso tenha tentado defender o nome de Deus depois de 40 dias de insultos de Golias. Nem mesmo o rei Saul, o homem mais alto de Israel. Davi foi zeloso em seu empenho em defender o nome de Jeová! Ele não se concentrou em sua pequena estatura e juventude, mas buscou forças em Deus. Se nos concentrarmos em nossas deficiências, nunca veremos o que Deus vê… vasos imperfeitos que precisam ser preenchidos com Seu poder para que possamos glorificar o Seu nome.
Quando o diabo nos insulta dizendo que não podemos confiar no Senhor, devemos nos lembrar das maneiras pelas quais vencemos e fomos vitoriosos no passado com a ajuda do alto. Deus nos chama a circunstâncias impossíveis para que Ele seja glorificado por meio da nossa fraqueza. Davi usou a habilidade com a qual ele já estava familiarizado – uma pedra e uma funda. Ele deu o primeiro passo sem saber o resultado, mas avançou pela fé.
Deus enriqueceu a cada um de nós com talentos únicos para a Sua glória. Não se preocupe se você não é idoso o suficiente, jovem o suficiente, forte o suficiente ou talentoso o suficiente. Apenas venha a Jesus como você está e peça a Ele para torná-lo à Sua semelhança.
Cheri Holmes
Enfermeira de Pronto Socorro
Lynden, Washington, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/17
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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971 palavras
Esta história retrata o triunfo da fé de um garoto pastor sobre a força física de um gigante. Andrews Study Bible.
4 Golias de Gate. Morador de Gate, mas provavelmente não era filisteu, exceto pelo fato de viver entre esse povo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 573.
Alguns gigantes ou enaquins ainda permaneciam em Gate, Gaza e Asdode (Js 11.22). É provável que Golias estivesse como mercenário a serviço dos filisteus, pois o seu nome é de origem edomita [descendência de Esaú]. Bíblia Shedd.
Seis côvados e um palmo. Correspondem à altura de 2,92 m. Bíblia Shedd.
5 cinco mil ciclos são setenta quilos. Bíblia Shedd.
10 afronto as tropas. Literalmente, “repreendo” ou “escarneço”, por não aceitarem o desafio. Golias estigmatizou os homens de Israel de serem covardes e indignos. O desfiladeiro que separava os dois exércitos era tão difícil de atravessar que se qualquer um dos lados se aventurasse a realizar um ataque frontal, a derrota seria quase certa. Os filisteus estavam tão confiantes de que ninguém seria páreo para seu campeão, que propuseram decidir a batalha por meio de um único combate. CBASD, vol. 2, p. 574.
11 temeram muito. A esperança de todos era que surgisse uma guerra aberta e comum, quando muitos se lançariam sobre Golias e o matariam. Bíblia Shedd.
O povo e seus líderes tinham se esquecido das promessas da aliança com Deus (Dt 20:1-4). Andrews Study Bible.
Saul era o gigante entre seu povo, e seria esperado que ele aceitasse o desafio. Seus companheiros lhe batiam nos ombros e ele tinha um capacete de bronze e uma couraça (v. 38); mesmo assim, tremeu diante de Golias. Embora houvesse rejeitado a presença e a proteção do Espírito de Deus, ele percebeu que precisava vencer o impasse, ou perderia sua reputação entre o povo. Seu espírito estava despedaçado, sua consciência o perturbava e ele se dava conta de que o dilema no qual colocara a si mesmo e a seu exército piorava a cada hora. CBASD, vol. 2, p. 575.
16 quarenta dias. Espaço de tempo mais do que suficiente para arrasar o moral do exército. Bíblia Shedd.
17 efa. 39 litros. Bíblia Shedd.
trigo tostado. Grãos de trigo tostado, que era a comida do soldado, do pastor, do viajante, enfim, de quem estivesse fora de casa por um tempo mais prolongado. Bíblia Shedd.
28 Eliabe. Pelas palavras de Eliabe, percebe-se por que Deus não o escolheu para ser rei. Era homem medroso, mesquinho e ciumento. Não podia perdoar a Davi, por ter sido ele o escolhido de Deus (16.7, 12). Bíblia Shedd.
A acusação de Eliabe vem do ciúmes. Davi foi enviado por Jessé e está demonstrando responsabilidade. Andrews Study Bible
29 Fiz somente uma pergunta. Davi corresponde aqui à definição dada em 16.18, “sisudo em palavras”. Bíblia Shedd.
Ao ignorar a oportunidade de entrar numa discussão insignificante, Davi mostrou que era mestre do próprio espírito. CBASD, vol. 2, p. 578.
30 Desviou-se dele. Demonstra Davi a extraordinária capacidade de dominar-se, que é, realmente, maior vitória do que aquela sobre Golias. Bíblia Shedd.
31 Saul mandou chamá-lo. O gesto revela o grande desespero de Saul, pois aproveitava a única oportunidade que se oferecia: um moço inexperiente em guerra (33). Bíblia Shedd.
32 Davi tinha coragem proporcional à covardia de Saul. CBASD, vol. 2, p. 577.
34-36 O teu servo matou tanto o leão quanto o urso. O fato mostra que Davi era moço de grande força física, coragem e sangue frio. Bíblia Shedd.
37 ele me livrará. Foi para salvar a própria vida e reputação que Saul mandou Davi para o combate. […] Ficou evidente que, sem Deus, Saul não tinha poder perante seus inimigos (1Sm 14:24; 15:23) e que as vitórias do passado, pelas quais ele assumira o crédito, vinham, na verdade, do Senhor. CBASD, vol. 2, p. 577, 578.
nunca o usei. Davi nunca conseguiria lutar na armadura de Saul; precisaria ser ele mesmo. Deus quer que cada um trabalhe com a própria experiência. Muitas vezes, a pessoa vê alguém de vida pública que obtém sucesso e procura copiar seus trejeitos, na tentativa de encontrar sucesso por meio deles. No entanto, o Senhor quer pessoas que sejam autênticas, que aprendam das experiências cotidianas aquilo que precisarão saber para resolver os problemas por vir. Cada um deve usar o equipamento que o Senhor lhes oferece. CBASD, vol. 2, p. 578
40 lançando mão da funda. Qualquer coisa na mão, com Deus, vale muito e dá certo. Bíblia Shedd.
49, 50. Davi revelou uma extraordinária perspicácia de guerra: Golias só podia ser vencido de longe. Bíblia Shedd.
50 prevaleceu Davi. Davi foi vitorioso sobre a dúvida ao se apegar ao propósito inspirado pelo Céu de manter sua fé no Senhor, numa atitude de total dependência. CBASD, vol. 2, p. 579
51 correu Davi. Da rapidez e do acerto de Davi dependia a vitória de Israel; uma pequena dúvida e Golias podia levantar-se. Bíblia Shedd.
sua espada. Ironicamente, o orgulhoso filisteu é morto com sua própria espada. Andrews Study Bible.
os filisteus… fugiram. A perfídia dos filisteus se tornou aparente assim que seu campeão foi morto. Eles haviam prometido ser servos dos israelitas caso Golias morresse (v. 9). Contudo, ao fugir, deram as costas à cláusula proposta no próprio desafio ao exército de Saul e demonstraram ainda mais que, se Golias houvesse vencido, não teriam misericórdia de Israel. CBASD, vol. 2, p. 579.
54 Jerusalém. Este verso antecipa a sua conquista por Israel, onde Davi mostrará a cabeça de Golias como um troféu de vitória. Andrews Study Bible.
Davi não teria levado a cabeça do gigante para Jerusalém imediatamente, pois a cidade ainda se encontrava em posse dos jebuseus e só foi tomada após a coroação de Davi (ver 1Cr 11:4-8; 2Sm 5:6-9). Neste versículo, o historiador registra o último lugar onde o troféu da vitória foi colocado, sem pensar no tempo que isso levou. CBASD, vol. 2, p. 579.
55 não o sei. Abner ainda não conhecia Davi; portanto, este ainda não era tão conhecido no palácio. Ele fora levado como musico visitante e ainda não se tornara membro da corte (ver PP, 643). CBASD, vol. 2, p. 579.
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“Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado” (v.45).
Israel vivia em estado de guerra contra os filisteus. Como se não bastasse essa pressão constante, surgiu dentre os inimigos uma “arma secreta” que, revelada aos oponentes, causou grande terror e alvoroço. Aquela gigantesca máquina humana e o seu desafio fizeram Saul perceber que estava diante de uma batalha aparentemente perdida. Parecia ser apenas uma questão de tempo para que o exército dos filisteus avançasse e tornasse aquele vale o símbolo de sua vitória. Sem a certeza da presença de Deus, Saul temeu perder a própria vida diante daquele desafio literalmente gigante.
Por quarenta dias, Israel ouviu os insultos de Golias e a zombaria dos inimigos, sob uma covardia que os abatia e os debilitava. Mas a bondade e a misericórdia do Senhor não permitiriam que a insensatez e a dura cerviz de Saul eliminassem da Terra o povo que havia elegido como ascendência do verdadeiro Rei. Davi não foi ungido apenas para ocupar o lugar do primeiro monarca de Israel, mas para erguer na terra um monumento ao verdadeiro Deus, que jamais seria esquecido. Desprezado por seus irmãos e ignorado por seu povo, sua vitoriosa atuação ilustrava a vida Daquele que seria conhecido como o Filho de Davi.
Até ali, diante de Saul, Davi era apenas o tocador de harpa que acalmava os seus sentidos e o seu fiel escudeiro. Mas, tendo visto o cumprimento de sua fama — “forte e valente, homem de guerra” (1Sm.16:18) — a curiosidade do rei foi aguçada: “Pergunta, pois, de quem é filho este jovem” (v.56). Na vitória de Davi sobre Golias “no vale de Elá” (v.2), posso quase ouvir, no tanger da harpa, o ecoar do salmo: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” (Sl.23:4).
Saul tentou vestir Davi com sua armadura e enviá-lo à batalha com armas falíveis. Mas “Davi tirou aquilo de sobre si” (v.39) e foi à peleja com suas vestes de pastor, que lhe ensinaram as mais preciosas lições de confiança, coragem e obediência. Não há figura que represente a Deus perante o Seu povo de forma mais fiel do que a de um pastor de ovelhas. Ao cuidar das necessidades básicas do rebanho, ao conduzi-lo em segurança e ao não deixá-lo à própria sorte — mesmo pondo em risco a própria vida — Davi adquiriu uma força moral e espiritual que nenhum gigante nesta Terra poderia abalar.
Amados, um dia, Jesus enfrentou o maior dos gigantes por cada um de nós: a morte. Não fosse o Seu sacrifício, o vale da sombra da morte seria o nosso fim. Todavia, Ele “se levantou de madrugada”, “deixou as ovelhas” aos cuidados do Senhor e “partiu”, como Deus “lhe ordenara; e chegou” (v.20) a esta Terra envolta em um grande conflito. Diante de um povo incrédulo, Sua missão foi questionada: “Por que desceste aqui?” (v.28). Mas, como o nosso Bom Pastor, Ele “tomou o seu cajado na mão” (v.40) e, com fé e oração, não desistiu de provar a todo o mundo “que o Senhor salva” (v.47).
Muito em breve, o inimigo cairá derrotado “com o rosto em terra” (v.49), e Jesus esmagará a sua cabeça de uma vez por todas (Gn.3:15). O herói dos filisteus foi morto para não mais viver; o nosso Herói foi morto, mas venceu a morte para que tenhamos vida, e vida “em abundância” (Jo.10:10). Permita que o Cristo ressuscitado seja o Pastor de sua vida e, certamente, Ele estará com você no vale deste mundo escuro até que o leve para habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:6).
Nosso amado Pai Celestial, graças Te damos porque Jesus veio ao vale deste mundo escuro vencer as nossas lutas e, por Sua vitória, somos mais que vencedores. Guia-nos, nosso bom Pastor, pois queremos habitar na casa do Senhor para todo o sempre! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia e um feliz Natal, ovelhinhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I SAMUEL 17 – Subestimar um servo de Deus significa visão curta e limitada de Deus. Podemos descrer do potencial de alguém, porém, qualquer pessoa que acreditar no potencial de Deus surpreenderá os temerosos duvidosos.
Davi foi subestimado…
• …Por seus irmãos mais velhos (I Samuel 17:28-30).
• …Pelo rei Saul (I Samuel 17:31-33).
• …Pelo gigante guerreiro, Golias (I Samuel 17:41-44).
Existem pessoas habilidosas na arte de desvalorizar, desqualificar e desprezar pessoas. Suas abordagens são vistas nas seguintes situações:
• Manifestam-se como experts, sábios, inteligentes, amigos/irmãos para impedir aos planos ousados de alguém de visão. Eliabe, irmão mais velho de Davi, irritado perguntou ao seu irmão caçula: “Por que você veio até aqui?… Sei que você é presunçoso e que o seu coração é mau; você veio só para ver a batalha” –, sendo que sua presença devia-se à sua obediência ao pai, de levar comida a seus irmãos e 10 queijos ao comandante da unidade deles (I Samuel 17:17-19, 28).
• Manifestam-se como visionários, experientes, tentando humilhar ao que é diferente, desprezando suas características. Assim como o rei Saul desconsiderou Davi, muitos possuem uma carência infinita de revelar grandeza, nobreza e poder, para não apresentar seu problema com baixa autoestima, alma ferida. Tais pessoas encontram prazer e valor em si mesmas humilhando, desprezando e ferindo ao próximo (I Samuel 17:33).
• Manifestam-se como valentes, poderosos e vitoriosos, jactando-se diante de quem almeja humilhar, arruinar e destruir. Golias era grande, contudo não via a grande fé de Davi, muito menos o grande Deus que acompanha o jovenzinho ruivo que o enfrentava (I Samuel 17:41-47).
Quando ninguém valorizava ao jovenzinho Davi, Deus confiou a ele a vitória de Seu temeroso povo contra os perseverantes inimigos filisteus, causando uma impactante comoção (I Samuel 17:48-58).
Se quisermos obter sucesso e vitória como Davi, “uma de nossas maiores preocupações deveria ser preservar a reputação de Deus”; e, para que nossas intenções se tornem em ações, “devemos, primeiramente e acima de tudo, confiar em Deus para nos ajudar a conquistar nossos objetivos… Devemos manter um equilíbrio entre fé em Deus e a confiança em nós mesmos e em nossas habilidades… [e] devemos estar preparados para fazer o que Deus deseja realizar através de nós, em qualquer momento”, reflete Gene Getz.
Aprendamos com Davi. E reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I SAMUEL 16 – Primeiro leia a Bíblia
I SAMUEL 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/16
Leituras auxiliares recomendadas: A Unção de Davi e Davi e Golias
Samuel ficou com muita pena de Saul. Deus também se entristeceu por Saul ter sido uma vez ungido rei sobre o seu povo. Mas agora que Saul se fizera rebelde, não havia nada a fazer a não ser ungir outro rei – como Deus disse, “um vizinho seu, melhor do que você”.
Mas quem? Samuel não sabia. Então Deus o enviou a Belém para conhecer os filhos de Jessé. Eles desfilaram diante do profeta.
“Ohhh! – esse parece bom! Alto, bonito … ele seria um ótimo substituto para Saul!” Mas Deus sussurrou no coração de Samuel: “Não preste atenção ao exterior. Este não é o homem. Eu estou observando mais fundo do que você pode ver. O coração, o ser interior, é o que mais importa. Continue procurando!”
Mais seis filhos se apresentaram diante do homem de Deus. Com cada um deles, Deus disse a Samuel: “Não, não é este… ou este… ou o próximo. Vejo elementos faltando no caráter.”
Por fim, Samuel disse a Jessé: “Por acaso você tem mais filhos?” “Bem, sim … há o pequeno Davi, o mais novo, que está cuidando das ovelhas. Mas se esses rapazes robustos não te agradaram, eu não sei o que você veria em Davi para se agradar dele”.
“Mande chamá-lo!”
E Deus viu em Davi um homem segundo o seu próprio coração.
Virginia Davidson
Artista (projetista e construtora de vitrais)
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/16
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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680 palavras
2 Saul […] me matará. A estrada entre Ramá (onde Samuel estava, 15.34) e Belém passava por Gibeá de Saul. Saul já sabia que o Senhor escolhera alguém para substituí-lo como rei (15.28). Samuel teme que os ciúmes incitem Saul à violência. Incidentes posteriores (18.10,11; 19.10; 20.33) demonstram que os temores de Samuel eram bem fundamentados (Bíblia de Estudo NVI Vida).
5 Santificai-vos. Consistia em mudar de roupa, lavar os corpos e preparar as mentes para a meditação e oração (Êx 19.14-15). Bíblia Shedd.
14 O Espírito do Senhor se retirou de Saul. Ver Jz 16.20. Quando o Espírito se retirou de Saul e se apoderou de Davi (v.13), as respectivas carreiras contrastantes dos dois foram determinadas (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Saul rejeitou o Espírito de Deus – cometeu o pecado imperdoável – e não havia nada mais que Deus pudesse fazer por ele. O Espírito do Senhor não se retirou de Saul de maneira arbitrária. Em vez disso, Saul se rebelou contra a orientação divina e, por vontade própria, se afastou da influência do Espírito. É preciso compreender isso em harmonia com o Salmo 139:7 e com o princípio fundamental do livre arbítrio. Se Deus, por meio do Espírito Santo, forçasse Sua presença na vida de Saul, a despeito dos desejos do monarca, estaria transformando-o numa mera máquina (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, Vol. 2, p. 569).
um espírito maligno, vindo da parte do Senhor. Enquanto o Espírito de Deus estava com Davi, Saul começava a experimentar sérias desordens mentais. Espíritos malignos estão sujeitos ao controle de Deus (1Rs 22:19-23) (Andrews Study Bible).
Às vezes, as Escrituras representam Deus fazendo algo que, na verdade, Ele não impediu. Ao dar a Satanás oportunidade de demonstrar seus princípios, na verdade, o Senhor estaria restringindo Seu próprio poder. É claro que há limites que o inimigo não pode ultrapassar (ver Jó 1:12) (CBASD, Vol. 2, p. 569).
o atormentava. As crescentes tendências de Saul à depressão, aos ciúmes e à violência eram ocasionadas, por certo, pelo conhecimento que tinha da sua rejeição como rei (13.13,14; 15.22-26; 18.9; 20.30-33; 22.16-18) e por sua consciência da crescente popularidade de Davi, mas um espírito maligno também estava em jogo nessas aberrações psicológicas (ver 18.10-12; 19.9,10) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Josefo descreve o mal da seguinte maneira: “E quanto a Saul, algumas desordens estranhas e demoníacas lhe sobrevieram, provocando-lhe a sensação de sufocamento, como se estivesse pronto a estrangulá-lo” (Antiguidades, vi8.2). Com certeza, uma grave melancolia se desenvolveu à medida que ele se preocupava com o anúncio do profeta de que a coroa fora dada a um homem “melhor” do que ele (1Sm 15:28). A possessão intermitente por um espírito maligno levou Saul a se sentir e agir como uma pessoa demente (CBASD, Vol. 2, p. 569).
16 tu te sentirás melhor. Reconhece-se geralmente o efeito calmante de certos tipos de música sobre o espírito perturbado (ver 2 Rs 3.15). Além desse efeito natural da música, no entanto, parece no presente caso que o Espírito do Senhor estava ativo na música de Davi para suprimir temporariamente o espírito maligno (cf v. 23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A musicoterapia tinha um efeito calmante sobre Saul. Mais tarde na Bíblia, Davi é descrito como um doce cantor em Israel que compunha salmos (2Sm 23:1) (Andrews Study Bible).
harpa. Ou melhor, “lira”. Saul foi aconselhado a procurar alívio na musicoterapia. O som da lira de Davi e o canto de hinos consagrados proporcionavam a Saul libertação temporária do espírito mau que o atormentava […] Por rejeitar continuamente a orientação divina, ele se tornou como o homem da parábola que Jesus contou sobre a possessão demoníaca (Lc 11:24-26) na qual o “último estado” da alma acabou sendo muito “pior do que o primeiro” (CBASD, Vol. 2, p. 569).
21 Esteve perante ele. Esta declaração não se refere à postura de Davi na presença de Saul, mas que ele entrou no serviço do rei (ver Gn 41:46; Dn 1:19) (CBASD, Vol. 2, p. 570).
23 Saul sentia alívio. Literalmente, “”Saul respirava”. O termo ruach significa “respirar”, “soprar”. O uso do verbo sugere um exalar forte e pronunciado do fôlego, como o que costuma acompanhar o relaxamento após um período de tensão, seguido de respiração normal. Os ataques de possessão demoníaca eram, ao que parece, acompanhados de tensão física e nervosa (CBASD, Vol. 2, p. 570).
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“Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).
Diferentemente do procedimento de Saul, “Fez, pois, Samuel o que dissera o Senhor” (v.4). Ao chegar em Belém, o profeta foi prontamente recepcionado por um grupo de anciãos em pânico devido à sua visita surpresa. Samuel possuía tamanha autoridade espiritual que sua presença infundia temor aos impenitentes. Com a justificativa de estar ali “para sacrificar ao Senhor” (v.2), sua declaração de paz foi seguida por um momento de santificação dos anciãos, de Jessé e de seus filhos — um preparo necessário para o que estava por vir.
Na companhia de seus sete filhos, Jessé iniciou a apresentação daqueles belos homens, a começar pelo primogênito, que aparentemente mais se assemelhava ao porte e estatura de Saul. No momento em que o profeta pensou estar diante do futuro rei, sua concepção foi interrompida pelo princípio que norteia a eleição divina: “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7). Assim, o mais jovem e preterido entre os irmãos foi indicado pelo próprio Deus com as palavras decisivas: “este é ele” (v.12).
O livre-arbítrio é a chave de acesso ou de restrição à atuação divina. Pela desobediência às ordens de Deus, Saul tornou-se cada vez mais obstinado. Sua perda maior não foi a do trono de Israel, mas o fato de ter destronado o Senhor de seu próprio coração, permitindo que “um espírito maligno o atormentasse” (v.14). Foi requisitado, então, “um homem que saiba tocar harpa” (v.16). O seu alívio viria justamente daquele que ocuparia a sua função, e Saul “amou muito” a Davi “e o fez seu escudeiro” (v.21).
A genuína conversão não é obra de um momento apenas, mas deve ser confirmada pela santificação diária. O crescimento na graça de Cristo consiste em seguir os Seus passos, buscando uma vida de integridade e fidelidade diante do Senhor e dos homens. Enquanto a fama de Saul era a de um rei atormentado, Davi era reconhecido como alguém “que sabe tocar e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras e de boa aparência; e o Senhor é com ele” (v.18). Deus permitiu que um espírito maligno atormentasse Saul não para destruí-lo, mas para que ele se humilhasse e buscasse socorro e livramento no Senhor. O que, infelizmente, não aconteceu devido à dureza de seu coração.
Deus nos chama para sermos Seus fiéis representantes, mas, antes da obra exterior, deve haver uma mudança interior. Primeiro vem o reavivamento, depois a reforma. Quando esta ordem não é seguida, amados, não há crescimento espiritual e corremos o sério risco de apenas aparentar um cristianismo sem essência — ou, pior, de nos tornarmos marionetes do inimigo. Para além do que os olhos humanos podem enxergar, que a nossa vida seja um vaso escolhido para a glória de Deus, de modo que, pela fé, ouçamos as palavras de aprovação divina a nos dizer: “este é ele” (v.12), “esta é ela”.
Nosso Deus e Pai, não tem sido fácil nesses últimos dias mantermos os nossos olhos fixos em Ti e um coração que seja puro. Somente por Tua graça e pelo poder do Espírito Santo isso é possível. Socorre-nos, Pai! Concede-nos a mente de Cristo para que o inimigo das almas não encontre brechas em nossa vida. Queremos viver um cristianismo autêntico porque Cristo vive em nós. Santifica-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, escolhidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I SAMUEL 16 – O exclusivismo não caracteriza o caráter do Deus da Bíblia. A religião bíblica não estreita a mente, pelo contrário, expande-a.
Note que Saul pertencia à tribo de Benjamim, de família nobre e rica (I Samuel 9:1-2); entretanto, a revelação apontava a realeza para a tribo de Judá (Gênesis 49:10). Saul fora escolhido por Deus conforme o perfil apreciado pela visão humana (I Samuel 10:23-24), mas Davi seria escolhido segundo o coração de Deus (I Samuel 13:13-14).
Jessé, pai de Davi, “foi descendente de Judá e neto de Boaz e Rute (Rt 4:18-22; Mt 1:2-5; Lc 3:32). Jessé teve oito filhos, dos quais Davi era o mais jovem (1Sm 17:12-14). A lista em 1 Crônicas 2:13-15 menciona apenas sete, mas o oitavo parece ter sido Eliú, que pode ter morrido sem deixar descendência (1Cr 27:18). Jessé também teve duas filhas, ou, talvez, enteadas (1Cr 2:16; cf. 2Sm 17:25). Jessé e sua família viviam em Belém quando Samuel, por ordem divina, foi ungir Davi como futuro rei de Israel (1Sm 16:1-13)”; assim, o Dicionário Bíblico Adventista amplia nossa compreensão da família do adolescente que fora ungido para ocupar o lugar do indisciplinado rei Saul (I Samuel 16:14-23).
Curiosamente, baseado na genealogia de Cristo, em Mateus 1:5, “é possível que a mãe de Boaz seja Raabe, a prostituta de Jericó (Js 2); isso pode significar que [o avô de Davi teve] tanto uma mãe como uma esposa gentia”, observa Boyd Luter.
Considerando estas peculiaridades, considera-se que o rei ancestral do Messias não era israelita puro. Ironicamente, Davi não sendo puramente israelita foi mais íntegro diante de Deus do que Saul, que era israelita puro.
Isso não é algo novo; pois, Calebe era líder representante da tribo de Judá, sendo seu pai quenezeu (Números 32:12), uma “tribo ou subtribo de Canaã… mencionados, pela primeira vez, entre os possuidores de Canaã no tempo de Abraão (Gn 15:19)… Acredita-se que os quenezeus também estivessem relacionados com os queneus”, (Dicionário Bíblico Adventista), os quais foram preservados por Saul (I Samuel 15:6).
Note que a visão de Deus é bem mais abrangente que a nossa percepção; por isso, precisamos de Sua revelação para reformular nossa cosmovisão da vida, da religião e da salvação.
Deus quer alcançar mais pessoas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.