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I CRÔNICAS 28 – A espiritualidade é o foco de Esdras ao escrever Crônicas. Deve ser nosso foco também.
Visando elevar o nível espiritual do leitor, o livro em pauta omite as falhas morais e enfatiza as vitórias do rei Davi visando revelar a soberania de Deus sob a realeza israelita. Os planos de Deus na Terra foram relativamente bem-sucedidos através das mãos de Davi e seu filho Salomão. Precisamos hoje considerar isso. Precisamos permitir que Deus atue na história humana através de nós. Devemos buscar sempre fazer a vontade divina em todas as circunstâncias da vida.
O povo que havia voltado do exílio babilônico devia conhecer suas origens e história, a fim de avivar a memória para não cometer os mesmos erros que o levou ao cativeiro por 70 anos.
Através da inspiração do Espírito Santo, e não do espírito de crítica, Esdras apresentou nas Escrituras, que a maior contribuição da dinastia divídica foi no âmbito espiritual. Por isso, o foco deste livro em apreço descreve a organização e a manutenção do culto para as novas gerações. A vida de serviço a Deus depende de saber como cultuar e adorá-lO corretamente.
No capítulo em análise, Davi havia convidado líderes israelitas, príncipes das tribos e capitães dos turnos para explicar sua intenção de erigir um templo ao Soberano Deus; e, também apresentar a planta do mesmo. Na construção do Templo sagrado, “não havia espaço para a imaginação ou engenhosidade humana, pois o templo seria um tipo de Cristo”, observa William MacDonald.
Assim, os cristãos devem considerar com atenção estas informações; entre elas, Davi discursa publicamente ao filho Salomão (I Crônicas 27:9-10); contendo…
• Uma ordem: Reconheça a Deus… sirva-O de todo coração e espontaneamente.
• Uma promessa: Quem buscar a Deus, O encontrará.
• Uma advertência: Quem abandonar a Deus, será rejeitado por Ele.
O mais importante não é ser escolhido por Deus para uma missão, é obedecer-Lhe no cumprimento dessa missão. Na submissão a Sua vontade, o fiel terá Sua presença. Biblicamente, não há margem para a predestinação!
Como Salomão, precisamos de incentivo na obra divina: “Seja forte e mãos ao trabalho… Não tenha medo nem desanime, pois… Deus está com você!” (I Crônicas 27:10, 20).
Sem titubear, façamos o que Deus nos chama a fazer! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 27 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/27
A cada mês do ano uma divisão militar com 24 mil homens ficava a disposição para servir como guarda nacional. Este rodízio das tropas possibilitava o treinamento de mais pessoas. Assim, no caso de alguma ameaça, podia-se contar com um enorme exército treinado. E como o tempo de serviço era de apenas um mês, os soldados podiam levar uma vida normal no restante do ano.
A fim de ajudar o rei na administração da nação príncipes foram escolhidos para liderar cada uma das tribos. Estes príncipes ajudavam o rei a perceber as principais necessidades dos seus respectivos grupos populacionais e geográficos.
Após 40 anos de governo, Davi havia reunido uma considerável riqueza. Doze administradores haviam sido selecionados para tomar conta das terras, dos trabalhadores, dos animais, da produção agrícola e dos depósitos do rei. O capítulo termina mencionando alguns dos conselheiros pessoais de Davi. Jônatas, o escrivão, é apresentado como um homem sábio e instruído. Jeiel, ficou encarregado da educação dos filhos do rei. Joabe era o comandante geral do exército e Aitofel, Husai, Abiatar e Joiada eram conselheiros do rei. Grande parte dos acertos de Davi, foi devido a dedicação e fidelidade desses homens.
Davi cercou-se de especialistas em diversas áreas civis e militares do reino. Se quisermos, também, alcançar excelência, faremos bem em cercar-nos de bons amigos e conselheiros.
Pastor Jobson Santos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/27
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743 palavras
O autor sagrado volta-se para questões de ordem militar (27.1-15), chefes tribais (27.16-24), superintendentes reais (25-31) e conselheiros reais (32-34). Bíblia de Genebra.
Após apresentar um esboço da organização religiosa do país (1Cr 22-26), o relato descreve de maneira sucinta a administração militar e civil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 201.
1 Os chefes das famílias. Isto é, os chefes das 12 tribos de Israel. CBASD, vol. 3, p. 201.
de mês em mês. Os deveres militares tinham uma rotatividade, tal como se dava com as responsabilidades sacerdotais (24.7-18, nota). Bíblia de Genebra.
A cada mês uma divisão de 24 mil homens ficava de prontidão como guarda nacional, para a ação imediata. Este constante rodízio das tropas tornava possível o treinamento de um grande número de homens, de modo que um exército de soldados aptos estivesse disponível a qualquer momento no caso de alguma emergência. Visto que o tempo era de apenas um mês, ninguém era sobrecarregado. CBASD, vol. 3, p. 202.
2-15 Os doze capitães mencionados eram sete de Judá, dois de Benjamim, dois de Efraim e um de Levi. Bíblia Shedd.
Os que tinham servido a Davi quando este fugiu de Saul ficaram sendo comandantes no exército regular. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Jasobeão. De acordo com 2 Samuel 23:8 (ver 1Cr 11:11), Jasobeão era sem dúvida o “principal dos capitães”, de todos os homens valentes de Davi. A honra de comandar a primeira tropa a servir durante o ano foi concedida a ele. CBASD, vol. 3, p. 202.
16-22 A ordem das doze tribos difere aqui da de Gênesis e de 1 Cr 4-7. Gade e Aser não são incluídos, Levi e Arão são separados, embora fossem ambos levitas. Dã aparece em último lugar, e alguns atribuem isso ao fato de terem caído na idolatria; mas outros ligam-no ao fato de que havia uma tradição hebraica afirmando que o falso Messias sairia da tribo dessa tribo. Dã é chamado de serpente (Gn 49.17). Bíblia Shedd.
23-24. Estes versículos referem-se ao recenseamento de Davi em 21.1-22.1 (2Sm 24). Por causa da reação divina ao recenseamento, a contagem nunca veio a tornar-se parte do registro oficial da corte. Bíblia de Genebra.
23 vinte e três anos. Os soldados em Israel eram homens de 20 anos para cima. Bíblia de Estudo Andrews.
25-31 Lista dos encarregados para cuidar dos bens do rei (v. 31). As cidades grandes do antigo Oriente Médio tinham tres setores econômicos básicos: 1) da realeza; 2) dos templo; e 3) particular. Não há evidência da cobrança direta de impostos durante o reinado de Davi; sua corte parece ter sido financiada por propriedades imóveis extensivas, pelo comércio, pelos despojos das suas muitas guerras, e pelos tributos pagos pelos reinos subjugados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Davi havia enriquecido, e eram necessárias pessoas hábeis que tomassem conta de suas finanças. CBASD, vol. 3, p. 203.
27 Vinhas. O solo da Palestina era favorável ao cultivo de uvas. A uva florescia em todo o país, nas colinas de Judá e Samaria, nas planícies e Esdraelom, e nos planaltos do outro lado do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.
as adegas. A palavra original hebraica também pode se referir a um lugar para armazenamento do suco da uva. Bíblia de Estudo Andrews.
28 os olivais. A principal fonte de óleo no antigo Oriente Médio. Bíblia de Estudo Andrews.
A oliveira […] era muito valorizada não apenas por seu fruto, mas também por seu azeite, que era usado para cozinhar e temperar, para iluminar os candeeiros e para ungir. CBASD, vol. 3, p. 203.
Sicômoros. Ou, figueiras. Eram abundantes nas planícies de Judá, e encontradas também no vale do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.
campinas. No heb. Shephelah [ou Sefelá]. Nome próprio da região baixa entre a região montanhosa da Judéia e o Mediterrâneo. Bíblia Shedd.
29 Sarom. Uma planície fértil ao longo da costa mediterrânea, ao sul do monte Carmelo. CBASD, vol. 3, p. 203.
30 o ismaelita. Um descendente de Ismael, o filho de Abrão e Agar. Bíblia de Estudo Andrews.
Os ismaelitas do deserto da Arábia entendiam bem de camelos, e um deles seria uma pessoa adequada para cuidar dos camelos de Davi. CBASD, vol. 3, p. 203.
os camelos … as jumentas. Animais de carga usados para o transporte de pessoas e mercadorias. Bíblia de Estudo Andrews.
32 Atendia os filhos do rei. Hacmoni deveria ser um um tutor dos filhos do rei. CBASD, vol. 3, p. 203. [NC: E, à luz dos conflitos na família, não foi muito eficiente…].
33 Aitofel. Desertara a Davi para apoiar a rebelião de Absalão (2 Sm 15.12, 31; 16.20-23), mas sendo seu plano desfeito por Husai (15.32, 37; 17.1-16), suicidou-se (17.23). Bíblia Shedd.
Usai, o arquita. O fiel conselheiro de Davi que contestou o conselho de Aitofel (ver 2Sm 17:7-14). CBASD, vol. 3, p. 203.
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“Joabe, filho de Zeruia, tinha começado a contar o povo, porém não acabou, porquanto viera por isso grande ira sobre Israel; pelo que o número não se registrou na história do rei Davi” (v.24).
Na tentativa de conhecer o “número” de seu poder, Davi ordenou que fosse feito um censo sem a aprovação de Deus. Em um lapso de orgulho, ignorou que “o Senhor tinha dito que multiplicaria a Israel como as estrelas do céu” (v.23). A multidão em que o povo havia se tornado não era obra humana, mas divina. Superado este episódio, buscou o rei, em seus últimos anos, deixar toda a nação em ordem, de forma que todas as famílias tivessem algum tipo de participação no bom andamento e avanço do reino.
Além de organizar as funções e turnos dos oficiais do tabernáculo, Davi também contava com doze companhias de vinte e quatro mil soldados cada, cada uma escalada para servir durante um mês. As doze tribos de Israel também possuíam seus chefes, além dos “administradores da fazenda do rei Davi” (v.31) e dos conselheiros do rei. Um reino assim organizado e obediente aos mandamentos do Senhor tinha tudo para galgar as maiores alturas da Terra e cumprir o propósito de iluminar o mundo: “[…] porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6).
Só a organização, contudo, não é suficiente para tornar um povo ilustre. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (1Co.14:40). A palavra “decência” significa “dignidade; modo de agir de quem segue as regras morais e éticas”. Ou seja, além da ordem, deve haver obediência às leis estabelecidas à comunidade. As leis de Deus deveriam ser cabalmente obedecidas, principalmente pelos líderes em todas as esferas, incluindo os “chefes das famílias” (v.1).
Deus não chamou o Seu povo nos últimos dias para ser apenas uma igreja organizada, mas que declare ao mundo, por preceito e por exemplo, a validade dos Seus mandamentos imutáveis: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Como “Jônatas, tio de Davi” (v.32), precisamos de Jônatas atuais: homens sábios e conhecedores da Lei; conselheiros que revelem, através de uma vida sensata, o verdadeiro conhecimento de Deus: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).
Só assim a organização fará sentido e faremos parte da última geração de Deus, que muito em breve exclamará: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).
Pai amado, que a Tua Palavra, mediante o agir do Espírito Santo, ponha em ordem a nossa vida, para que sejamos Tuas testemunhas, homens e mulheres sábios, que servem ao Senhor com inteireza de coração. Que o nosso eu seja lançado no pó para que Jesus apareça. Que prossigamos em Te conhecer todos os dias. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 27 – Trabalho e descanso. Fomos criados com a necessidade desse ritmo. Tanto quanto precisamos trabalhar, precisamos também descansar.
O dia tem a parte clara e a parte escura; a noite nos foi dada para descansar das atividades do dia. Além do descanso diário, Deus deixou o sábado como descanso semanal. Trabalhamos seis dias e descansamos no sétimo.
Interessante que a Bíblia não usa a palavra férias; todavia, existem textos que sugerem períodos de descansos além da noite e do sábado que hoje chamamos de férias. No início capítulo em análise, por exemplo, os soldados foram divididos em 12 turnos para atuarem uma vez ao mês durante o ano.
Além de dar descanso, os turnos aliviam a carga de todos. Por isso, nas diversas atividades, os turnos foram aplicados:
• 24 equipes sacerdotais cumpriam 24 turnos (I Crônicas 24).
• 24 equipes musicais formavam 24 turnos (I Crônicas 25).
• 12 divisões com 24.000 homens cada equipe formavam o exército do povo de Deus (I Crônicas 27:2-15).
Esdras, o cronista, registra a liderança de cada uma das 12 tribos de Israel; porém, o trabalho de contagem ficou incompleto devido ao pecado de Davi: “A ira divina caiu sobre Israel por causa desse recenseamento, e o resultado não entrou nos registros históricos do rei Davi” (I Crônicas 27:16-24).
O capítulo encerra apresentando superintendentes e conselheiros do rei (I Crônicas 27:25-33). Embora o cronista cite a administração civil e militar, o registro é sucinto porque que seu foco é a organização religiosa do povo de Deus; deixando claro que a espiritualidade é mais importante que quaisquer atividades.
• Sendo assim, é possível considerar que o trabalho é importante, tanto quanto o descanso… mas, a espiritualidade deve ter absoluta prioridade.
Nossas vitórias e conquistas na vida dependem de saber trabalhar e também descansar; mas, acima de tudo, de desenvolver nossa espiritualidade conforme prescreve o nosso Criador. Embora precisamos ter períodos de folga das nossas atividades, não deveríamos nunca relaxar em nossa espiritualidade.
Observe que sem Deus, “inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes”, pois Ele concede aos Seus amados “enquanto dormem” (Salmo 127:2).
Ou seja, a espiritualidade deve ser sempre nossa prioridade, pois investir na espiritualidade é o segredo da prosperidade! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 26 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/26
As funções mais importantes do reino de Israel eram desempenhadas pelos levitas. Alguns atuavam como porteiros, outros como tesoureiros e outros ainda como administradores e juízes da nação.
Os porteiros eram os vigias, os guardas do templo. A presença deles era muito necessária a fim de preservar a integridade dos adoradores e também para proteger o edifício em si. O templo de Salomão era revestido de ouro e abrigava os mais valiosos tesouros da nação. Cabia aos porteiros garantir a segurança de toda esta riqueza.
Zacarias, um dos porteiros, era também um conselheiro muito sábio. Isto ilustra que não precisamos ficar restritos a nossa atividade básica de sobrevivência, mas podemos ampliar a nossa área de atuação a fim de dar a melhor contribuição possível à sociedade.
Alguns levitas atuavam como tesoureiros. Eles zelavam pela correta utilização das dádivas do povo e dos espólios de guerras que haviam sido consagrados ao Senhor. Aqueles que ocupavam esta função eram descendentes de Gérson e Eliézer, filhos de Moisés.
Seis mil levitas foram separados para atuar como administradores e juízes. Eles cuidavam de questões religiosas ligadas ao templo e de assuntos seculares ligados a administração civil. Ao redor do país, eles eram os encarregados pelo ensino religioso e pela sábia condução do reino como um todo.
O sucesso de qualquer empreendimento depende da atuação dedicada e fiel de alguns colaboradores chaves. Davi encontrou nos levitas homens capazes e consagrados, que lhe ajudaram a fazer da nação de Israel um reino próspero e justo. Hoje, também, Deus está procurando por pessoas de confiança a quem Ele possa usar para abençoar a humanidade.
Rei celestial, use-me para dar uma importante contribuição para o Seu reino!
Pastor Jobson Santos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/26
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473 palavras
1-19 A mais extensiva das listas de porteiros em Crônicas (v.9-17-27; 16.37,38) [NC: designados por Davi]. Uma lista de porteiros no período pós exílico acha-se em Ed 2.42 (Ne 7.45) (Biblia de Estudo NVI Vida).
1 porteiros. Havia quatro mil porteiros (23.5) cujos deveres eram abrir e fechar todos os portões, agir como guardas contra os intrusos, ajudar e encorajar aos adoradores, impedir os imundos de entrarem nos recintos sagrados (2Cr 23.19). Estavam encarregados dos vasos sagrados e das ofertas voluntárias (2Cr 31.14) e habitavam nas câmaras ao redor do templo (1Cr 9.27). Eram levitas e vinham das vilas levíticas cada sete dias para servirem por turnos (1Cr 9.25). Seu serviço era honroso, como o dos cantores, abaixo dos sacerdotes (Biblia Shedd).
1 Asafe. Este não é o Asafe do cap. 25.2 [o músico], que era gersonita (1Cr 6:38-43). Os coraítas, descendentes de Corá, eram levitas coatitas [descendentes de Coate, filho de Levi] (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 198).
4,5 Inúmeros filhos são, aqui também, um sinal da bênção divina (Biblia de Estudo NVI Vida).
Deus o abençoou. Assim como a Hemã (25.4-5), Obede Edom tinha muitos filhos. Sendo levita, ele cuidou da arca por três meses e isto lhe foi uma fonte de grande bênçãos (Andrews Study Bible).
10 a quem o pai constituiu chefe. Isto é, tornou-o um “fratriarca” (líder entre seus irmãos), com o direito de exercer autoridade além dos direitos que em geral acompanhavam a primogenitura (ver The Biblical Archaeologist, vol. 3, nº 1, p. 9,10) (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).
14 porta leste. Esta, a primeira porta mencionada, era a porta de honra, pois o santuário dava para o leste (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).
A entrada principal; tinha seis guaritas para os guardas, em contraposição com quatro diante das demais portas (v. 17) (Biblia de Estudo NVI Vida).
15 porta sul. Os palácios de Davi e de Salomão ficavam ao sul do monte do templo. A porta do sul seria a principal usada pelo rei, e essa destinação provavelmente reflete uma honraria especial para Obede Edom (Biblia de Estudo NVI Vida).
16 porta Salequete. A única referência a uma porta com esse nome; presumidamente ficava no lado oeste. O cronista escreve a leitores familiarizados com esses pormenores topográficos (Biblia de Estudo NVI Vida).
Significado provável: “a porta por onde se tira”, isto é, a “porta dos resíduos”. Imagina-se que tenha sido a porta pela qual eram retirados os dejetos do templo (ver Ne 3.13) (CBASD, vol. 3, p. 199).
24 filho de Gérson. Exemplo de “filho” no sentido de descendente remoto (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).
29-32 Esses versículos designam os 6 mil oficiais e juízes (23.4) que trabalhariam fora de Jerusalém; são tirados de dois subclãs de Coate (6.18) [NT: um dos filhos de Levi]. Dt 17.8-13 prevê uma função judicial para os sacerdotes e levitas (v. 2Cr 19.4-11) (Biblia de Estudo NVI Vida).
Sendo levitas, conheciam a lei e podiam promover e administrar a justiça (Biblia Shedd).
31 No ano quarenta. O último ano do reinado de Davi (Biblia de Estudo NVI Vida).
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“Todos estes foram dos filhos de Obede-Edom; eles e seus filhos, e seus irmãos, homens valentes e de força para o ministério; ao todo sessenta e dois, de Obede-Edom” (v.8).
Em sua tentativa de trazer a arca da aliança de volta a Jerusalém, Davi não cumpriu com os estatutos estabelecidos por Deus para o transporte das coisas sagradas. Sendo assim, Uzá pagou com a própria vida e, desgostoso, Davi guardou a arca na casa de Obede-Edom até segunda ordem. Este recebeu grande bênção mantendo a arca depositada em sua casa, de onde foi devidamente transportada para Jerusalém, três meses depois (2Sm.6:11).
Obede-Edom reaparece neste capítulo como um dos chefes dos porteiros do templo. Novamente seu nome é destacado, e seus filhos e irmãos conhecidos como “homens valentes” (v.6), “homens capazes e robustos para o serviço” (v.8). Aos chefes destacados para este ofício “foi entregue a guarda, para servirem, como seus irmãos, na Casa do Senhor” (v.12), sendo divididos por “sortes para designar os deveres tanto dos pequenos como dos grandes, segundo as suas famílias” (v.13).
Ainda foram designados os guardas “a cargo dos tesouros da Casa do Senhor” (v.22) e os oficiais e juízes, “que superintendiam Israel […] em todo serviço do Senhor e interesses do rei” (v.30). Todos estes tinham por encargo a proteção de algo, quer das entradas do templo, quer dos tesouros, quer dos negócios de Deus ou do rei. Os sentinelas, divididos por turnos, tinham a importante missão de manter o tabernáculo seguro. Serviam como uma espécie de soldados especiais de Deus. Vigias das coisas sagradas do Senhor.
Em profecia dada a Isaías, ocorre um diálogo entre os habitantes de Seir e um guarda: “Guarda, a que hora estamos da noite? Guarda, a que horas? Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (Is.21:11-12). Habacuque assumiu a sua missão profética usando a figura de linguagem de um vigia: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei” (Hc.2:1). Em ambos os textos fica claro que os guardas da Casa do Senhor também eram seus atalaias.
Hoje, amados, precisamos montar guarda à porta do nosso coração, não permitindo que ele seja contaminado pelas impurezas deste mundo. Para isso, precisamos dar ouvidos às palavras do Senhor: “Vigiai e orai” (Mt.26:41). Como um anjo do Senhor deu as boas-novas aos pastores de Belém durante a vigília da noite, anjos estão sendo enviados para encher de expectativa o coração dos apercebidos que, na hora mais escura da noite, despertarão para serem recebidos nas bodas do Cordeiro pelo Guarda de Israel. Despertai, povo do Senhor! “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6).
Pai Celestial, em toda a Bíblia somos advertidos sobre a importância da vigilância. Não podemos deixar a nossa torre de vigia, mas constantemente guardar a Tua Palavra em nosso coração para não pecar contra Ti. Por isso, clamamos pelo Espírito Santo em nossa vida, nos mantendo prostrados em Tua presença e em pé diante dos homens! Faze de nós guardadores e atalaias dos Teus tesouros espirituais. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vigias do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100