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JUÍZES 1 – Se Josué é o livro da vitória, Juízes é o livro da derrota. Se em Josué você vibra com o povo de Deus; em Juízes você se decepciona. Se a história em Josué te enche de alegria e satisfação, em Juízes tem um gosto amargo e triste.
O livro mostra que, quando a humanidade está um caos é porque falta compromisso sério com Deus. Mas, como conhecer a Deus sem conhecer Seu Livro? “Se quisermos ser autênticos discípulos de Cristo, precisamos ir muito além de uma leitura descuidada, rápida e superficial da Bíblia” (Adolfo S. Suárez).
Prepare-se, madrugue-se e desperte para ler Juízes. Aprenderás muito:
1. A morte de um líder espiritual pode resultar em morte espiritual: Josué, o líder destemido, o exemplo fiel, o pregador ousado, firme e apelativo, morreu; então, a espiritualidade de Israel declinou (vs. 1; 2:1-23);
2. Após conquistar mais algumas vitórias e relaxar… o deixar de lutar, acomodar-se e entregar-se a ociosidade física, pode sofrer relaxo, preguiça e acomodação espiritual: Negligenciar desafios a enfrentar, muitos acabam esquecendo de orar, consagrar-se e dedicar-se a Deus. Foi isso que aconteceu a Israel após adentrar à Terra Prometida, embora houvesse terra por conquistar ainda (vs. 2-36).
Embora o livro de Juízes tenha muito que falar da natureza humana que é ingrata, infiel, incrédula, perversa, arrogante, negligente, orgulhosa, idólatra, imoral, corrupta, etc. por causa do pecado, a forte ênfase de livro é no caráter de Deus que é amoroso, bondoso, atencioso, gracioso, libertador, restaurador, paciente, salvador, etc.
O declínio espiritual é gradativo; mesmo na ausência de Josué, o povo ainda consultou ao Senhor por algum tempo (v. 1). “A pergunta ‘Quem (…) subirá, primeiro?’ revela a incerteza do grupo que, então, não tinha líder. Eles reconheciam que cada tribo deveria iniciar a conquista para assegurar a porção da terra concedida por sorteio. Que tribo encorajaria as demais? Eles desejavam um líder apontado divinamente” (CBASD, v. 2, p. 314).
Por buscarem a Deus, os israelitas venceram algumas batalhas; por negligência, deixaram de cumprir todo o plano de Deus a eles. Não acontece o mesmo conosco hoje? Não recorremos mais a Deus quando estamos em dificuldades?
Negligenciar Deus é a nossa derrota. Mas, a busca constante a Deus resulta em constantes vitórias. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 21 – Leia este capítulo com atenção em sua Bíblia! Depois, avance com oração na leitura deste comentário; peça capacitação divina para obter discernimento espiritual para interpretar corretamente a Sua sublime Palavra.
O capítulo trata das cidades da trino de Levi em relação a seus filhos. Conforme apresenta David M. Howard, seu esboço é:
1. Introdução (vs. 1-3);
2. Visão geral (vs. 4-6);
3. Herança dos coatitas sacerdotes (vs. 9-19);
4. Herança dos coatitas não sacerdotes (vs. 20-26);
5. Herança do gersonitas (vs. 27-33);
6. Herança dos meraritas (vs. 34-40);
7. Resumo (vs. 41-42);
8. Conclusão da distribuição de terras (vs. 43-45).
Após demonstrar que os levitas ficaram espalhados “por todo território israelita para incentivar a pureza do culto, combatendo a idolatria” (M. F. Unger), os versículos restantes são essenciais à interpretação correta da teologia do livro.
• Versículo 43: síntese da teologia dos capítulos 13 a 21;
• Versículo 44: síntese da teologia dos capítulos 1 a 12;
• Versículo 45: síntese da teologia do livro inteiro: Deus é fiel a despeito de nossa infidelidade – TODAS as promessas feitas por Deus se cumpriram.
O sermão de Moisés em Deuteronômio criou expectativa no coração dos israelitas cansados do deserto. O livro de Josué conta a realização do sonho incentivado por Moisés.
“O livro de Josué tem lugar fundamental dentro da história do Antigo Testamento. Por um lado faz o remate do Pentateuco. Depois de 40 anos de andanças pelo deserto, ele descreve o cumprimento das promessas feitas por Deus aos patriarcas, em Gênesis, a respeito de ganhar a terra de Canaã como herança. Por outro lado, o livro de Josué corresponde à base de toda a história bíblica que se segue” (Richard M. Davidson).
O livro de Josué é indispensável para a compreensão real da Bíblia. Por isso, foi muito bem escrito: “O cânon sagrado apresenta aqui um livro de história do qual nossa geração, prolífica em escrever sobre história, porém deficiente em sentimentos e percepção histórica, necessita urgentemente” (Paulus Cassel).
Em relação ao livro de Josué, sinceramente precisamos…
• Valorizá-lo mais;
• Estudá-lo mais;
• Analisá-lo mais;
• Compreendê-lo mais;
• Assimilá-lo mais; e,
• Obedecê-lo mais.
Princípio do livro: Deus age na história para operar na terra a salvação dos seres humanos. Nada O limita, nem mesmo nossa desobediência!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 20 – Como no capítulo anterior, às vezes parece difícil enxergar lições a serem aplicadas em nossa vida de alguns capítulos da Bíblia. O de hoje também pode parecer desafiador, mas não desanime. Deus quer falar ao teu coração e quer instruir-te no caminho da salvação…
A constituição civil era importante mesmo nas localidades onde vivia o povo de Deus. Os anciãos analisavam e julgavam cada caso. Havia necessidade de cidades de refúgio:
· Três a oeste do Jordão: Quedes, Siquém e Quiriate-Arba;
· Três ao leste do Jordão: Ramote-Gileade, Golã e Bezer.
As cidades refúgios foram idealizadas por Deus para refugiar aqueles que são alvos de vingança. Elas estavam bem localizadas objetivando facilitar a chegada do criminoso. Elas eram a salvação de muitas pessoas.
“O condenado ficava na cidade de refúgio até a morte do sumo sacerdote pelo fato de a vida de uma pessoa ser tão sagrada que o sacrifício de nenhum animal tipificava sua expiação. A morte do sumo sacerdote tipificava a morte do Sumo Sacerdote antitípico, Jesus, cujo sangue é suficiente para perdoar todos os pecados confessados sob arrependimento” (Richard M. Davidson).
Com esse pensamento teológico em mente, destaco os seguintes pensamentos:
Vivemos num mundo onde qualquer coisa pode acontecer. Somos carentes de proteção; acidentes podem acontecer a qualquer momento e, sem querer, alguém pode ser ferido mortalmente. Corremos perigo de causar sofrimento impensado na vida de uma família, pois a vida é tão sensível que, como diz o ditado: “para morrer, basta estar vivo”. Estamos sob a influência do mal e diante de qualquer coisa, alguém se levanta para vingar ou como dizem alguns, “fazer justiça com as próprias mãos”.
1. As antigas cidades refúgios destinadas ao antigo povo de Deus eram um símbolo do refúgio proporcionado por Cristo; e, para isso, Jesus tornou Sua igreja um instrumento de salvação do pecador.
2. As cidades refúgios revelam que Deus tomou medidas para afiançar a segurança de todo aquele que é acusado pelo diabo, o qual deseja vingar-se de Deus destruindo Suas preciosas criaturas.
3. As cidades de refúgio foram substituídas pelas igrejas, onde se declara a todos que vão em busca de libertação que: Jesus, o sacerdote, já morreu. Deste modo, em Cristo estamos livres da culpa e do pecado.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
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JOSUÉ 19 – Que se pode aprender de um capítulo como este, contendo 51 versículos empapuçados de nomes, aparentemente enfadonho? Deixou a Bíblia de ser a Palavra eterna de Deus que se aplica a nós em pleno século XXI? Se não, qual é sua mensagem para nós?
Considere este esboço:
• Herança da tribo de Simeão (vs. 1-9);
• Herança da tribo de Zebulom (vs. 10-16);
• Herança da tribo de Issacar (vs. 17-22);
• Herança da tribo de Aser (vs. 24-31);
• Herança da tribo de Naftali (vs. 32-39);
• Herança da tribo de Dã (vs. 40-48);
• Herança de Josué (vs. 49-50);
• Fim da distribuição da Terra Prometida (v. 51).
Por que o Espírito Santo inspirou e incluiu estas heranças antigas de um povo distante num livro sagrado que deveria servir de inspiração e orientação para todos?
Observe:
• Josué foi o último a receber herança, embora fosse o líder. Ele ensina-nos a humildade e abnegação; investir primeiro no povo de Deus, depois em si mesmo.
• Josué liderou a distribuição da terra na presença de Deus, sem procurar dar preferência a uns em detrimento de outros. O líder espiritual não promove conflitos, não provoca confusão, nem é arbitrário.
• Josué recebeu herança dos israelitas; sua amabilidade e generosidade geraram cortesia, respeito e consideração do povo para com ele. Carecemos de líderes como Josué e de atitudes semelhantes a dos israelitas.
• A palavra família ocorre 13 vezes neste capítulo, a herança foi segundo as famílias. Família é dádiva de Deus para a sociedade, a qual deve ser preservada, cuidada e respeitada.
• A palavra herança aparece 18 vezes no texto. Herança é um patrimônio de alguém deixado a outro(s). Como Pai amoroso, Deus, que é dono do mundo, passou a escritura das terras de Canaã como patrimônio de Israel. Ele quer fazer o mesmo conosco, com a diferença que a herança agora é o Céu (Salmo 135:12; Mateus 25:34; Atos 13:19; I Pedro 1:4).
• Quando Deus promete uma coisa, não espere outra; Ele sempre cumprirá. Ele prometeu a terra à descendência de Abraão (Gênesis 12) e cumpriu ao pé da letra. Prometeu o Céu como herança para nós…
• Nomes são importantes, assim como o teu. Deus conhece-nos individualmente, precisamos conhecê-lO pessoalmente…
• A terra, os nomes, a promessa, Deus – tudo é real. Creia!
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 18 – O povo de Deus deve ser organizado. Planejamento é essencial para que haja organização. A desordem, o caos, a bagunça, o relaxo, não têm origem em Deus. Pelo contrário, Deus quer organizar nossa vida, família e sociedade.
O território da Terra Prometida não foi distribuído ao léu, de qualquer jeito. Este capítulo oferece:
1. Uma introdução em relação à distribuição da terra (vs. 1-10);
2. Detalhes da terra entregue a Benjamim (vs. 11-28).
Josué conclama uma reunião congregacional com todo o povo de Deus em Siló, ali armaram acampamento (v. 1). Sete tribos ainda estavam sem herança (v. 2). Richard Hess, comentando este capítulo declara:
“O segundo versículo prepara o leitor para o processo de distribuição que vem logo em seguida. Especifica que restam sete tribos para receberem suas terras. Isso prepara para as três secções que se seguem e que tratam dessa necessidade:
• A fala de Josué à assembleia (v. 4-7),
• A incumbência dada por Josué à equipe de reconhecimento (v. 8) e
• Uma descrição de como esses mapeadores executaram sua tarefa e o que aconteceu (v. 9-10).
Deve-se considerar três questões: A repetição das instruções, a natureza do mapeamento e a menção das tribos remanescentes”.
O território de Benjamim, embora pequeno, merece nossa atenção pelos seguintes pontos: Ali estava localizado…
• Gilgal: O lugar do primeiro acampamento de Israel na Terra Prometida.
• As ruínas de Jericó: A cidade destruída a grito pelo poder de Deus e o muro da casa de Raabe.
• Betel: Lugar onde foi chamado de Casa de Deus pelos patriarcas.
• Onde seria Jerusalém: Após a expulsão dos jebuseus seu território seria a capital de Israel.
Finalizarei este comentário convidando você a meditar no versículo 3: “Até quando vocês ficarão acomodados, sem disposição para conquistar a terra que o Eterno, o Deus de seus antepassados, deu a vocês?” (A Mensagem).
1. A indisposição em avançar na direção apontada por Deus nos impede de receber as bênçãos que já são nossas.
2. Às vezes precisamos de “uma descarga elétrica”, “uma bronca” de líderes religiosos, para tomarmos atitude e buscar aquilo que Deus já nos deu.
3. A acomodação é a razão de não termos mais das bênçãos de Deus registradas na Bíblia para enriquecer nossa vida espiritual e física.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 17 – As promessas de Deus devem ser experimentadas individualmente. O líder espiritual é ajuda essencial, contudo, somente com tua participação e envolvimento total o cumprimento dela será completo.
Neste capítulo, Kenneth A. Mathews comenta que “Josué distribuiu a terra às famílias de Manassés ao oeste do Jordão. Ele honrou todas as promessas de Deus (Js 17.3-4), conforme mostra o fato de ter dado terra às filhas de Zelofeade (Nm 27.1-7). A exemplo de Efraim, Manassés também optou por coexistir com cidades cananeias (17.11-12) […]. Quando Efraim reclamou que sua porção era pequena demais, Josué o desafiou a aumentar o território, expulsando os cananeus (Js 17.14-18)”.
Precisamos reconhecer nossas fraquezas oriundas de nossos medos e anseios para que confiemos na força sobrenatural disponível a todo aquele que depende do Deus Todo-poderoso.
· Nossas queixas, reclamações e angústias muitas vezes se devem a nossa preguiça em cumprir exatamente tudo o que Deus revelou.
· Nossa vida limitada, raquítica e mixuruca deve-se muitas vezes à nossa mornidão espiritual, relaxo para com as promessas divinas e, nossa negligência em agarrar com fé, ousadia e determinação tudo o que Deus já nos deu.
· Nossas frustrações com as coisas, pessoas e instituições tem suas raízes em nossa preguiça, indiferença e acomodação.
Sobre as reclamações dos filhos de José (vs. 14-18), Marten H. Woudstra faz o seguinte comentário:
“Há uma semelhança formal entre essa seção e 14.6-15, mas o espírito é contrastante. A exigência de Calebe procedia da sua grande fé na palavra procedente de Deus em seu favor. Os filhos de José discordam do ‘quinhão’ que receberam, embora, na realidade, esse quinhão tivesse sido determinado por Deus. Além disso, a atitude medrosa deles relativa aos cananeus podia ser tudo, menos louvável”.
Aprecio muito o livro de Josué por vários motivos, observe com atenção estes pontos:
· RAABE, que era uma prostituta, se salva (Josué 2); BALAÃO, que era profeta de Deus, morre perdido, sem salvação (Josué 13:22; 24:9-10).
· CALEBE, que era idoso se dispõe a segunda milha e conquista lugares incríveis (Josué 14:6-15; 15:13-19); os FILHOS DE JOSÉ se acomodam, não fazem nem o que deveriam e, ainda reclamam (Josué 16:10; 17:13-18).
Estude… e, descubra mais coisas interessantes! Antes, porém, considere: Com quem você se parece mais no livro de Josué?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 16 – Muitas vezes interesses pessoais levam-nos a mudar de ideia, quando interesses e ideias deveriam ser regidos pela Palavra de Deus.
· A Bíblia deve ser a regra de fé para que nossas inclinações não resultem em complicações futuramente.
· Nossas fraquezas precisam ser sufocadas pelo poder da vontade de Deus em nossa vida, gerando atitudes que nos levem a vitórias plenas.
Sob a regência do líder instituído por Deus, os filhos de José, Manassés e Efraim, alcançaram sua herança na Terra de Canaã; todavia, há um detalhe que não deveria existir.
Observe os tópicos a seguir:
1. Relato geral das fronteiras dos filhos de José na Terra Prometida (vs. 1-4);
2. Descrição da herança de Efraim: Território e cidades (vs. 5-9);
3. Exposição da “pequena” falha da tribo de Efraim (v. 10).
Tem coisas que fazemos que parecem boas mesmo que diferem um pouco da orientação divina. Decisões tomadas adaptando as orientações de Deus, pensando melhorar o que Deus pediu, trás consequências.
Não podemos dar brecha ao inimigo. Ele aproveita qualquer fresta. Mesmo na missão de Deus, vivendo Suas promessas, se descuidarmos, deixaremos um cantinho – o suficiente para o inimigo fazer festa.
Josué capítulo 16 termina da mesma forma que o capítulo 15. Nem Judá nem Efraim expulsaram totalmente os inimigos de seus territórios. “De acordo com Deuteronômio 7.1-5 o fracasso em erradicar a população original de Canaã teria sérias consequências para o povo de Deus. Mas Efraim não expulsou os cananeus que habitavam em Gezer” (Marten H. Woudstra).
Atenção…
· Praticar apenas um pouco daquilo que alardeamos acreditar pode resultar em tristezas, frustrações e angústias.
· Contentar-se com sucesso parcial, pode gerar fracasso total.
· Permitir que inimigos – ainda que subjugados, humilhados e escravizados –, vivam quando Deus pediu que fossem todos eliminados, é garantia de grandes perigos.
Impossível é servir a Deus plenamente dando espaço para inimigos de Deus em nossa vida! Tem coisas que usamos como justificativa visando acalmar nossa consciência, entretanto, por mais que exista explicação lógica, diferir do plano divino implica em prejuízo próprio.
Às vezes aquilo que sentimos, desejamos e apreciamos afetam nossas crenças. E, crenças deterioradas resultam em atitudes erradas que trazem situações indesejadas.
Deus deu Jesus para dar-te vitória total sobre o pecado, não se conforme com sucesso parcial! – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 14 – Aquele que vive os sonhos de Deus consegue mais do que aqueles que são proprietários das mais ousadas ambições egoístas. Uma vida sem Deus é um constante perder da vida, ainda que rodeado dos mais luxuosos prazeres possíveis neste mundo.
Neste capítulo, cujo objetivo é apresentar a distribuição da terra ao oeste do Jordão, atendendo às orientações divinas através de Moisés (vs. 1-5), está uma ênfase na herança de Calebe (vs. 6-15). Realmente, a atitude deste servo de Deus merece destaque e, oxalá impacte nossa vida ao meditar em seu exemplo registrado objetivando incentivar-nos.
• Provavelmente o maior princípio deste capítulo seja este: O verdadeiro líder espiritual respeita os líderes espirituais que antecederam em sua função. Josué cumpriu exatamente as orientações de Moisés, ele não alterou, nem cancelou nada.
O restante deste comentário focará a pessoa que o texto enfatiza: Calebe.
“Antes de fornecer os limites territoriais de Judá, o Espírito de Deus registrou o pedido de Calebe requisitando a cidade de Hebrom. Embora estivesse com oitenta e cinco anos de idade, a fé, a coragem e a força de Calebe eram invencíveis. Ele desejava mais vitórias espirituais, de modo que recebeu Hebrom como herança” (William MacDonald).
Calebe possuía um espírito diferente dos demais. 45 anos antes do episódio deste capítulo ele revelou valentia, ousadia, determinação e fé (Números 14). 45 anos depois, agora com 85, continuava o mesmo, talvez com mais fibras que antes – não se faz mais idoso como antigamente!
Gene Getz, de olho neste homem de caráter, focando no texto de Josué 14, apresenta cinco lições práticas de vida:
1. Deus honra os homens que andam segundo a Sua vontade.
2. Deus honra os homens que ficam firmes contra a maioria, quando esta maioria está errada.
3. Deus honra homens que ficam firmes, mesmo quando isto implica rejeição do grupo.
4. Deus honra homens que O seguem fielmente.
5. Deus não esquecerá os homens que O servem com fidelidade e consistência.
Calebe inspira juvenis, jovens, adultos e idosos a cumprirem a missão do Céu na Terra!
A essência da existência neste mundo está na total dependência do Deus Todo-poderoso. O relaxo espiritual explica a razão de muitas pessoas estarem aquém de uma existência realizada, satisfeita e inspiradora!
Precisamos reavivar-nos urgentissimamente! – Heber Toth Armi.
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JOSUÉ 13 – O caminho da vitória não tem acostamentos, pousadas, parque de diversões – é um constante avançar. Vida espiritual estagnada começa a regredir até chegar à estaca zero.
Embora Josué fosse idoso, e Deus reconhece sua velhice, ele não recebeu aposentadoria para aproveitar o muito que fora conquistado da Terra Prometida; pelo contrário, Deus deu uma cansativa lista de territórios ainda por conquistar (vs. 1-13), além de usar outra lista das conquistas do idoso Moisés como legado para Josué motivar-se e administrar: Distribuir entre as tribos (vs. 14-33).
• Na vida cristã não existe tempo de trabalho e depois calmaria recebendo salário de aposentadoria do Céu.
• Nossa luta aqui no palco do grande conflito é intensa; só descansaremos na morte ou na segunda vinda de Cristo quando formos levados ao Céu.
• Além disso, o líder espiritual administra a vitória para o povo de Deus para que este aproveite com satisfação as bênçãos do Céu enquanto avança.
• Os que se dedicam a Deus integralmente devem considerar como herança ao próprio Deus que é muito mais importante que bens materiais (vs. 14, 33).
• Assim como Deus usou Moisés até o seu último dia de vida (vs. 14-33), e usou Josué em sua velhice (vs. 1-13), Deus quer usar você desde a tua infância até o teu último dia.
O texto também apresenta-nos um alerta: O profeta Balaão no fim da vida rendeu-se aos encantos do mundo, vindo a morrer como adivinho juntamente como todos os feiticeiros, idólatras e politeístas pagãos habitantes dos territórios conquistados pelo povo de Deus (vs. 21-22).
A salvação estava disponível a quem quisesse, como se vê no episódio de Raabe e sua família (Josué 2), assim como a perdição é possibilidade, tentação e opção agradável a todo crente que preferir o caminho de Balaão (Números 22-25; 31:8; Judas 11; II Pedro 2:14-15; Apocalipse 2:14).
Fique atento(a):
1. Na religião verdadeira, o mais importante não é como iniciar, mas como terminar;
2. Avançar, sem nunca esmorecer nos planos divinos é o segredo da permanência na salvação;
3. Seguir as orientações que apontam para Jesus até o último dia da vida neste mundo é garantia do sucesso para entrar na Terra Prometida, a Canaã Celestial.
Afinal, vamos vencer? Então… reavivemo-nos diariamente! “Senhor, fortaleça-nos, capacita-nos! Amém.” – Heber Toth Armí.
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JOSUÉ 12 – Nesta vida ou você vence ou é vencido, você ganha ou perde, é vitorioso ou fracassado. Não há meio termo. A indecisão já significa perder. Por outro lado, não há vitória sem luta, sem combate. Para o bem de Seu povo, Deus entra no campo de batalhas e confere-lhe a vitória.
Tem pessoas vencidas que se tornaram escravas do álcool, outras da nicotina, outras do sexo impuro, outras da fofoca, outros do dinheiro, e, ainda outros da vaidade, TV, etc… Estas pessoas têm os dias contados; pensando estarem livres, mas são prisioneiras; crendo isso ser prazer, vão à lama igual ao porco que ama lavagem.
A vitória concedida por Deus eleva, enobrece e dá sentido à vida. O prazer não é baixo, é elevadíssimo. O relacionamento real e intenso com Deus não tem preço, é incomparável. A paz que vem com a vitória é indizível, não tem palavras que a descreve em sua totalidade – é uma experiência divina!
De acordo com Merril F. Unger oferece-nos os seguintes tópicos ao capítulo em questão:
1. As conquistas na Transjordânia são repassadas (vs. 1-6)
2. As conquistas em Canaã, com uma lista de reis vencidos, são apresentados nos vs. 7-24.
A derrota é uma característica de quem não quer nada com Deus. Mesmo reis, nações e exércitos poderosos não obtêm vantagem alguma em relação àqueles que dependem constantemente de Deus. Nenhuma guerra, por mais que seus guerreiros sejam bons e usem armas poderosas, tem qualquer vitória contra Deus e Seu povo.
O líder que Deus chama deve ser espiritual, o que faltar, Deus completará/preencherá/suprirá. Note:
• Moisés, um líder espiritual deveria ter visão militar para liderar o povo de Israel (vs. 1-6);
• Josué, um líder militar, deveria ter visão espiritual para conduzir o exército de Israel rumo à vitória (vs. 7-24).
Para concluir, darei ênfase à derrota para que a evitemos. A DERROTA…
• …É real para todo aquele que amadurece no pecado (Gênesis 15:12-21);
• …Chega a todo aquele que, após as evidências do Deus verdadeiro, prefere deuses falsos;
• …Alcança a todos aqueles que buscam tudo, menos a Deus.
• …Será o triste fim de toda humanidade indiferente a Deus no Armagedom.
Portando, converta-se do caminho da derrota ao caminho da vitória! O povo de Deus é vitorioso! – Heber Toth Armí.