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Elas apresentam resumidamente a história humana. Por trás de cada nome há histórias. Se conhecidas, citando apenas o nome, não é necessário recontar a história. Eis a importância das longas genealogias!
Pelas dificuldades com a escrita antiga, os escritores bíblicos investiram em genealogias desde Gênesis (ver Gênesis 4:17-22; 5; 11:10-26; 19:37; 22:20-24; 25:1-4, 12-18; 36; 46). Genealogias economizam na escrita contando uma longa história.
De tão importantes, o Novo Testamento inicia com genealogia (Mateus 1:1-17). Portanto, como o Espírito Santo inspirou grandes escritores a investir nessa questão, é razoável que cada filho de Deus considere com atenção as genealogias.
Entre de cabeça no capítulo em apreço, o qual chama nossa atenção para os seguintes pontos propostos pelo Comentário Bíblico Adventista:
• A posteridade de Rúben (vs. 1-10);
• A posteridade de Gade (vs. 11-17);
• As conquistas dos filhos de Rúben, Gade e Manassés (vs. 18-22);
• A herança da meia tribo de Manassés (vs. 23-26).
A genealogia é uma coleção de indivíduos, mais que uma coletânea de nomes. Consequentemente, Heredogramas são criados para se conhecer melhor a história de uma família ou de um povo.
Rúben foi o primeiro filho de Jacó – o primogênito. Contudo, não teve o privilégio das bênçãos da primogenitura devido ao desrespeito ao seu pai, tendo um caso com a concubina dele. Ainda que Judá fosse a tribo mais poderosa, e de onde saiu Davi, “os direitos de filho mais velho foram transferidos para José” (v. 2). Apesar de tudo, Deus não abandonou os descendentes de Rúben. Assim, eles cresceram materialmente e obtiveram vitórias sobre inimigos pagãos.
Gade e a meia tribo de Manassés habitaram juntos com a tribo de Rúben, por isso as genealogias destes estão vinculadas.
Embora possuindo força e coragem, estas tribos oraram e confiaram em Deus para vencer seus opositores (vs. 18-22). Porém, quando O desprezaram seguindo outros deuses, cavaram sua própria ruína; arruinaram para sempre seu futuro (vs. 23-26).
1. Desonrar o quinto mandamento significa arruinar o futuro de nossa família.
2. Mesmo possuindo habilidades e recursos, precisamos confiar em Deus;
3. Ignorar a Deus certamente atraíra a desgraça a nossa vida e a quem amamos.
4. Sem comunhão com Deus e sem ação baseada em Suas orientações estaremos irremediavelmente perdidos.
Portanto, clamemos a Deus! – Heber Toth Armí.
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A Palavra de Deus é inspiradora até quando se trata de genealogia. Alguns ignoram grandes partes da Bíblia pensando que nestes textos ignorados Deus não nos está dizendo nada. Será?
Numa época em que escrever era difícil, em que aquilo que deveria ser escrito deveria ser bem pensado e condensado, será que o Espírito Santo faria o escritor bíblico vaguear por palavras e parágrafos extensos sem finalidade alguma?
“Quantos sermões baseados em versículos de Crônicas ouvimos por ano? Temos diante de nós um dos livros mais negligenciados da Bíblia. Vários livros, artigos e comentários sobre o AT nem sequer o mencionam. Pastores, evangelistas e leigos leem apenas trechos desses dois livros [I e II Crônicas]. Muitas congregações cristãs leem Crônicas apenas em ocasiões especiais como a consagração de uma casa ou templo novo”.
Após fazer estas reflexões, Nupanga Weanzana, diz:
“Não obstante, Crônicas é a Palavra de Deus tanto quanto o restante da Bíblia e, portanto, não deve ser esquecido”. Se você se convenceu de estudar, leia o segundo capítulo de Crônicas e, então, observe:
1. Os descendentes de Abraão, filhos de Isaque, enfatizando Jacó/Israel. Edom, oriundo de Esaú (ver capítulo 1:34-54), embora o primogênito, vendera seu privilégio de linha messiânica por um prato de lentilhas (ver Gênesis 25:29-30; Hebreus 12:16); contudo, Deus agiu e continuou Seu plano com a linhagem de Jacó (vs. 1-2).
2. Os descendentes de Judá: Judá, não sendo o primogênito de Jacó, mas a tribo que permitiu Deus trabalhar mais com ela, foi de onde Deus escolheu Davi, o qual herdou o trono que seria do Messias, chamado de Filho de Davi, da tribo de Judá (vs. 3-55).
Os livros de Reis terminam falando do fim de Israel no cativeiro assírio e do castigo dos judeus no cativeiro babilônico. Após 70 os judeus voltaram a Jerusalém; a revelação visa mostrar que…
• Os judeus tem uma nobre origem;
• A esperança no Messias não deveria morrer.
“Os livros das Crônicas começando com Adão e Jacó, informando à comunidade restaurada em Judá que Deus ainda tinha planos para eles” (Bíblia de Estudo Andrews).
Deus não só conhece a história ou o futuro da história, Ele age na história. Deus está guiando à humanidade para Seu filho Jesus.
Compartilhe Jesus! – Heber Toth Armí.
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