Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 
29 de dezembro de 2023, 0:50
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Este capítulo marca o início de uma nova seção do livro de Isaías. Os cap. 36 a 39 são de natureza principalmente histórica em vez de profética e tratam das invasões de Senaqueribe, da doença de Ezequias e da visita dos enviados de Merodaque-Baladã. Estes capítulos são paralelos, e em grande medida idênticos a 2 Reis 18:13 a 20:19. Em geral, deve-se buscar nos comentários desta passagem a interpretação destes capítulos. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 242.

1. No ano décimo quarto … subiu Senaqueribe. Senaqueribe se tornou rei da Assíria em 705 a.C e fez sua primeira campanha contra as cidades de Judá em 701. CBASD, vol. 4, p. 242.

Açude superior. Ver com. de 2Rs 18:17.1. CBASD, vol. 4, p. 242.

Poder para a guerra … para que te rebeles…  Ver com. de 2Rs 18:20. Ezequias pagava tributo para a Assíria, como seu pai Acaz antes dele (2Rs 16:7, 8). Foi sua recusa em pagar tributo que levou os exércitos da Assíria contra ele. CBASD, vol. 4, p. 242.

Dois mil cavalos. Ver com. de 2Rs 18:23. Está claro que Judá não tinha cavalaria treinada. Os assírios zombaram de Ezequias por ter presumido resisti-los com uma cavalaria tão débil. CBASD, vol. 4, p. 242.

9. Confias no Egito. Ver com. de 2Rs 18:21, 24. Antes, Isaías repreendido os líderes de Judá por confiar no poderio militar e pela aliança com o Egito (Is 30:1-4, 31:1), e os advertiu de que a confiança no Egito seria inútil (Is 30:7; 31:3).  CBASD, vol. 4, p. 242, 243.

10 O SENHOR mesmo me disse. Ver com. de 2Rs 18:25. Numa de suas inscrições, Senaqueribe afirma ter recebido a sanção de seu deus Asur para atacar os inimigos. CBASD, vol. 4, p. 243.

12 Aos homens que estão assentados sobre os muros. Ver com. de 2Rs 18:27.  Que importava a Senaqueribe que num cerco prolongado o povo comesse o próprio excremento e bebesse a própria urina? A única forma de evitar isso, diziam, era o povo se rebelar contra seu rei. CBASD, vol. 4, p. 243.

15 Nem tampouco … O SENHOR … livrará. O desafio de Senaqueribe era na realidade um desafio ao próprio Deus. CBASD, vol. 4, p. 243.

17 Terra como a vossa. Ver com. de 2Rs 18:32. Se fosse propósito de Senaqueribe dar ao povo de Judá o que prometia, ele os teria deixado no seu próprio país. A ameaça de levá-los a uma terra distante provava que suas palavras eram zombaria e promessas vãs. CBASD, vol. 4, p. 243.

21. Eles, porém, se calaram. Ver com. de 2Rs 18:36. Não havia resposta efetiva para os arrogantes enviados assírios. Somente Deus lhes poderia dar resposta adequada, e Ezequias creu que Ele o faria. Nada que os enviados hebreus pudessem ter dito teria feito com que Senaqueribe desistisse de seu objetivo. Portanto, Ezequias lhes ordenou sabiamente que se calassem. CBASD, vol. 4, p. 243.



ISAÍAS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 36 – É grande o desafio de viver confiando em Deus num mundo que desafia constantemente tal confiança. A sociedade incrédula, a filosofia anti-Deus verdadeiro e, cercados por estúpidos líderes políticos pagãos, tornam real a necessidade de uma fé concreta em Deus.

Antes de considerar alguns pontos importantes do capítulo, amplie tua visão desta nova seção:
“Os capítulos 36-39 formam um parêntese histórico ligando a primeira parte do livro (caps. 1-35), que consiste em profecias de juízos e bênçãos originárias do período assírio, à segunda parte, composta de profecias de consolo que emanam do período babilônico. O nome de Ezequias é mencionado cerca de 35 vezes nessa seção, que é, às vezes, intitulada Volume de Ezequias. Essa seção é quase idêntica ao texto de 1Rs 18.13-20-19. É provável que Isaías tenha escrito o material, que foi mais tarde incorporado à história do corte de Judá e, por último, a Reis” (Merril F. Unger).

Além de I Reis, este episódio encontra-se resumidamente em II Crônicas 32:1-31. Citado por três vezes na Bíblia este relato precisa ser considerado como extremamente relevante aos servos de Deus de todas as épocas e lugares.

Os miraculosos detalhes destas histórias “nos lembram de que não há qualquer circunstância que possamos imaginar que limite o poder de Deus para nos salvar”; além disso, deixam claro que, “ter confiança em Deus quando enfrentamos desvantagens esmagadoras não faz sentido para as pessoas” (Lawrence O. Richard).

Em 701 a.C. Senaqueribe, por meio de Rabsaqué, atacou psicológica e teologicamente ao rei Ezequias e seu povo, por motivos banais. Daqui extraímos estas lições:

  • Indivíduos astutos nos atacam alegando que ninguém, nem mesmo Deus, pode nos salvar de suas mãos.
  • Inimigos do povo de Deus que acham que estão sendo usados por Deus atacam aos crentes desprezando-os e ridicularizando suas forças.
  • Insolentes provocadores ameaçam com argumentos racionais e lógicos, inclusive teológicos, intentando minar a fé do povo de Deus.

Argumentos insolentes, blasfêmias petulantes, interpretações equivocadas e retóricas com lógica ainda ameaçam a fé de universitários cristãos com o mesmo ímpeto de Rabsaqué.

Portanto, é necessário aprender com Ezequias que, por mais que os ataques sejam palavras que pareçam lanças afiadas, cujo objetivo é humilhar os fieis, e deixar-nos sem palavras… confiar em Deus faz total diferença! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 35 – Há continuidade temática em Isaías 33, 34 e 35; começando com promessas de redenção e restauração aos que confiam em Deus, passando pelo juízo contra todas as nações iníquas, culmina na imagem de alegria e renovação do remanescente fiel no capítulo em questão.

Juntos, estes três capítulos formam uma narrativa que aborda diferentes aspectos do relacionamento entre Deus e Seu povo, incluindo juízo, restauração e alegria na presença divina. De certa forma, Isaías 35 complementa a mensagem geral dos capítulos anteriores; proporcionando uma visão mais completa da resposta divinas às ações humanas, que inclui não apenas juízo e restauração, mas também a promessa de alegria e renovação àqueles que buscam ao Senhor de coração.

Isaías 35 apresenta uma visão de restauração e bênção que se alinha com a mensagem de esperança em Isaías 33. Há uma clara continuidade na narrativa, mostrando que após o julgamento e a desolação previstas em Isaías 34, existe uma promessa de renovação e restauração em Isaías 35. Este capítulo inicia com uma descrição vívida da transformação que ocorrerá no Planeta Terra. Descreve o deserto florescendo, os cegos enxergando, os surdos ouvindo e os coxos/aleijados saltando como cervos. Há uma atmosfera de plena alegria e redenção.

Fica evidente, com esta sequência, que a bênção da redenção e da restauração precisa passar pelo julgamento do povo de Deus e de todo o Planeta Terra. Isso implique que, mais do que temer o juízo divino é importante preparar-se para ele; pois, através desse juízo é que vem a salvação aos pecadores que confiam na provisão do Messias proclamado por Isaías.

Sendo que o antigo Israel foi infiel “não alcançou o glorioso destino que poderia, e as promessas deste capítulo pertencem ao novo Israel”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Então, “quando os resgatados do Senhor houverem sido com segurança recolhidos na Canaã celestial – livres para sempre do cativeiro da maldição, sob o qual ‘toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora’ (Romanos 8:22) – regozijar-se-ão com indizível alegria e plenos de glória”, comenta Ellen White.

Isaías 33, 34 e 35 são ampliados em Apocalipse 19, 20 e 21. Com o processo de juízo investigativo, comprovatório, e, executivo no fim do milênio, haverá uma Nova Terra. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de dezembro de 2023, 0:50
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564 palavras

Ouça a terra. A mensagem de Isaías 34 não é apenas para Judá, mas para todas as nações e para todas as épocas. Isaías descreve o terrível e triste destino dos ímpios, tanto em seus dias quanto no fim dos tempos. ele contempla o grande dia da matança, quando os ímpios serão mortos e seus corpos ficarão espalhados como o exército de Senaqueribe após a visita do anjo destruidor da parte do Senhor (Is 37:36). Na destruição do exército assírio, ele vê de antemão o destino final de todos os exércitos do mal que lutam contra Deus. Edom (v. 5) representa os inimigos do bem porque, com frequência, ele foi o mais cruel e impiedoso dos inimigos de Judá (ver 2Cr 28:17; Ez 35; Am 1:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 237.

O mau cheiro. Isto é, de guerreiros inimigos mortos. Quando Deus destruiu as forças de Senaqueribe, os corpos dos mortos ficaram espalhados como lixo (ver Is 66:16; Jr 25:33; Ez 39:11-20; Ap 19:17-21). CBASD, vol. 4, p. 237.

Os céus se enrolarão. Referência ao céu atmosférico (ver com. 2Pe 3:7, 10-12; Ap 6:14; cf. s 24:19, 20; Jr 4:23, 28). CBASD, vol. 4, p. 237.

Minha espada. A espada do Senhor simboliza Seus juízos sobre os ímpios (comparar com Dt 32:41, 42; Jr 46:1; Ap 19:13, 15, 21). CBASD, vol. 4, p. 238.

Edom. Ver com. de Ez 35:15. Com frequência, todos os inimigos do povo de Deus são tipificados por alguma nação cujo ódio e crueldade foram particularmente amargos. Esse foi o caso do Egito, Babilônia, Edom, Amom e Moabe. Embora parentes próximos dos judeus, os edomitas sempre manifestaram um particular rancor contra eles (ver com. de Is 34:1). CBASD, vol. 4, p. 238.

Sacrifício em Bozra. Esta era uma importante cidade de Edom (Is 63:1; cf. Gn 36:33; 1 Cr 1:44). CBASD, vol. 4, p. 238.

Bois selvagens. Do heb re’emim (ver com. de Nm 23:22). Os animais deste versículo, que representam as nações fortes da Terra, acompanhariam os fracos, ou seja, os cordeiros, bodes e carneiros do v. 6, ao local de sacrifício. CBASD, vol. 4, p. 238.

O dia da vingança. As nações aqui são representadas como participantes do grande conflito entre Cristo e Satanás, aliadas do mal contra Sião, a cidade de Deus (comparar com Zc 3:1, 2 … ver GC, 673). CBASD, vol. 4, p. 238.

Enxofre. As figuras do v. 9 se baseiam na destruição de Sodoma e Gomorra (ver com. de Gn 19:24). CBASD, vol. 4, p. 238.

10 A sua fumaça. Expressões similares são usadas em Apocalipse 14:11 e 19:3. A destruição de Sodoma e Gomorra é apresentada como um exemplo do “fogo eterno”, que destruirá os ímpios (Jd 7). Essas cidades, cuja destruição é “exemplo a quantos venham a viver impiamente”, foram consumidas “a cinzas” (2Pe 2:6). Todos os ímpios serão destruídos por completo e “se desfarão em fumaça” (Sl 37:20). … O fogo do juízo final não deixará dos ímpios “nem raiz nem ramo” (Ml 4:1; cf. Sl 37:9, 10; Ob 10) como se jamais tivessem existido (ver Ez 28:18, 19; Ob 16). CBASD, vol. 4, p. 238.

11 O cordel de destruição e o prumo de ruína. Do heb tohu … bohu, os mesmos termos traduzidos como “sem forma” e “vazia” em Gênesis 1:2, com o significado de  “caótico” e “desabitado” (ver com. de Gn 1:2). a mesma figura vívida da Terra se verá durante o milênio (ver com. de Is 24:1, 3; Ap 20:1-3). CBASD, vol. 4, p. 238, 239.

14 Sátiros (ARA; NVI “bodes selvagens”). Os versículos 11 a 15 apresentam uma descrição bastante simbólica do mundo em estado caótico. CBASD, vol. 4, p. 239.

16 No livro do SENHOR. Além das Escrituras, em nenhuma outra fonte há informação sobre o que acontece quando “a indignação do SENHOR está contra todas as nações” (ver com. do v. 2). CBASD, vol. 4, p. 239.



ISAÍAS 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 34 – Quando consideramos o escopo de um livro bíblico em vez de determo-nos somente num texto/capítulo, nossa compreensão dos temas espirituais se amplia.

Observe com atenção:

Isaías 33 e 34 compartilham a mesma temática de juízo divino, contudo, eles abordam aspectos diferentes desse tema. Isaías 33 dá ênfase na restauração ao remanescente fiel, enquanto Isaías 34 pinta um cenário sombrio de juízo para as nações iníquas. Isaías 33 trata da bênção que viria a Judá após um período de ameaças e perigos, Isaías 34 descreve uma visão de juízo sobre as nações ímpias do mundo, com imagem de desolação e destruição.

Além disso, Isaías 33 destaca a importância da confiança em Deus em tempos difíceis, e menciona Sua justiça e salvação; porém, Isaías 34 explora o dia da vingança do Senhor e Sua ira contra as nações que se rebelam contra Ele. Desta forma, Isaías 33 contém promessas de bênçãos e prosperidade que advêm ao povo justo; em contraste, em Isaías 34 há profecia de eventos catastróficos sobre os povos injustos.

• Em Isaías 33 menciona-se a destruição e julgamento sobre as nações inimiga de Judá, em contraste com a restauração e bênção à Sião. Pode-se dizer que Isaías 33 representa uma mistura de julgamento divino e esperança de restauração, com ênfase na justiça divina e na promessa de uma Jerusalém fortalecida e abençoada.

• Em Isaías 34, o tema do julgamento é retomado, mas de uma maneira mais ampla e global. O foco agora está na ira de Deus contra todas as nações. Ele retrata um quadro mais amplo da ira divina e do julgamento que abrange todo o Planeta Terra.

Assim, os dois capítulos se complementam ao fornecer uma visão mais abrangente do plano de Deus, começando com a resposta divina às nações inimigas do remanescente – em Isaías 33 –, expandindo para um julgamento mais amplo – em Isaías 34.

Desta forma, ambos os capítulos compartilham a ênfase na soberania divina e na resposta às ações humanas, mas cada um destaca um aspecto diferente dessa dinâmica. A sequência transmite uma mensagem abrangente sobre a justiça, a misericórdia e o juízo de Deus em relação às escolhas e ações do povo de Deus e de todas as nações! Portanto, reavivemo-nos para reagir corretamente diante dEle! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
26 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 33 – O tema deste capítulo é “oração por livramento”. Porém, “o tema ‘esperar no Senhor’ também ocorre nesse contexto. Está associado a um conceito bíblico fundamental: ‘o temor do SENHOR’. O temor do Senhor tem uma conotação positiva. Consiste na atenção e no respeito reverente ao Senhor, algo essencial para um relacionamento com Deus. O temor do Senhor é uma das virtudes do Messias (11:2, 3). É a atitude que Deus espera de todos os seres humanos (Ec 12:13; ver também Ap 14:7). O temor do Senhor é comparado ao valor de um tesouro (Is 33:6)”, explica a Bíblia Andrews.

Confiar em Deus é de suprema importância e uma atitude valiosa, pois…

• Em meio ao caos, a justiça divina é a âncora que firma nossa esperança, guiando-nos através das tempestades da vida.

• As muralhas do pecado desmoronam diante da luz da santidade divina, revelando a necessidade de arrependimento e transformação do coração.

• Nosso refúgio seguro está na confiança no Senhor, cuja fidelidade é a rocha inabalável em que encontramos segurança e proteção eternas.

• A graça divina restaura o coração contrito, transformando lamentos em louvores e desespero em esperança renovada.

• Na presença de Deus, a justiça encontra-se com a misericórdia, formando o alicerce da paz que transcende a compreensão humana.

• Em meio às aflições, somos chamados a buscar a face do Senhor – é na comunhão com Ele que encontramos refrigério e consolo reais.

• O Senhor é o governante que traz estabilidade e ordem, transformando caos em cosmos, e desespero em esperança viva.

• A sabedoria é a bússola que guia nossos passos trôpegos, revelando o caminho da retidão e da verdadeira realização em Deus.

• A presença divina é a luz que dissipa as trevas, iluminando nosso caminho e revelando, mediante a graça, os mistérios ocultos.

• No deserto da vida, o Senhor é a fonte que sacia nossa sede espiritual, transformando lugares áridos em jardins de abundância.

Embora Isaías 33 trate primariamente com o povo judeu do Antigo Testamento, sua mensagem continua relevante para instigar nossa confiança no Deus que é capaz de perdoar, redimir e restaurar o remanescente fiel, mesmo diante das ameaças e dificuldades. Isaías exorta-nos a buscar a justiça, a abandonar o pecado e a confiar na proteção e direção divinas.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 
25 de dezembro de 2023, 0:50
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Temerários. Comparar com Is 6:10. Os “temerários” são os que não tomam tempo para meditar em alguma coisa em busca de conclusões sólidas. No entanto, no tempo prometido da restauração, eles vão agir com prudência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 231.

O nobre. Isto é, o generoso. Ele não sofrerá por ser generoso. CBASD, vol. 4, p. 231.

Mulheres que viveis despreocupadamente. Isaías se dirige ás mulheres favorecidas de Jerusalém, que, por viverem de forma opulenta, são as que mais sofreriam as dificuldades de um cerco [ver tb. Is. 3:16-26]”. CBASD, vol. 4, p. 232.

10 A vindima se acabará. A perda literal da vindima, com a consequente escassez de vinho para as ocasiões festivas. Ou pode ser uma linguagem ficurada para se descrever a perda de todas as formas de alegria. CBASD, vol. 4, p. 232.

12 Batei no peito. Esta atitude é uma maneira de os orientais expressarem pesar e angústia. A prosperidade logo daria lugar à desolação e miséria. CBASD, vol. 4, p. 232.

13 Casas onde há alegria. As majestosas mansões onde os ricos se reuniam para banquetes e bebedeiras. A previsão se cumpriu em parte durante a invasão de Senaqueribe [assírios]; mais tarde, mais completamente quando Nabucodonosor saqueou o país e, ainda mais tarde, quando os romanos devastaram a terra de Judá. CBASD, vol. 4, p. 232.

15 Até que se derrame sobre nós o Espírito.Estas palavras se cumpriram em parte na grande reforma feita por Ezequias, mas de forma mais completa no Pentecostes (Jl 2:28; At 2:17; ver também Os 6:3; Jl 2:23; Zc 10:1; Ap 18:1). CBASD, vol. 4, p. 232.

Pomar. Chegaria o tempo em que o Espírito de Deus seria derramado sobre o mundo, o que faria com que regiões espiritualmente áridas e desoladas florescessem como a rosa. Este era dos temas preferidos de Isaías (Is 29:17; 35:1; 41:17-20; 55:13). CBASD, vol. 4, p. 232.



ISAÍAS 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
25 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 32 – Uma vida, família, igreja e até nação entregue a Cristo, quando regida pelo Espírito Santo, transforma até o deserto estéril em terra fértil (um bosque); a injustiça cede lugar à justiça; e, a vida agitada, corrida e estressante converte-se em paz, quietude e tranquilidade.

Pecadores que se convertem a Cristo, o Rei justo, se tornam príncipes que representam o Messias neste mundo insípido, imoral e tomado pelas trevas do mal (vs. 1-2). Cada crente, verdadeiramente cristão, cheio do Espírito Santo, será…

  1. …um esconderijo contra os vendavais da vida para os que buscarem conselhos, orientações e ouvirem de seus lábios a mensagem do evangelho.
  2. …um refúgio contra as tempestades insurgentes neste mundo de injustiça, perversidade e desgraças;
  3. …como um manancial àqueles que estão áridos numa terra seca de verdades, de amor, e espiritualidade viva;
  4. …como a sombra de uma grande Rocha para os que sofrem no calor das investidas do diabo, das injustiças dos agentes dos demônios, e da falta de proteção em uma sociedade pautada pelo pecado.

O pecado reverte os planos divinos, destrói a criação e deturpa o caráter do ser humano criado à imagem de Deus. A natureza e a sociedade tornam-se um caos, catástrofes se tornam ameaças e os valores são invertidos. Entretanto, Deus estabeleceu um plano para julgar e condenar ao mal; e, então, restaurar tudo o que o pecado arruinou (vs. 3-14).

Para isso, Jesus, o Messias, veio para salvar aos pecadores; e, o Espírito Santo foi enviado para transformar aos transgressores. O coração de quem se entrega a Cristo e é regido pelo Espírito Santo caracteriza-se com “antes” e “depois” de ser reavivado (vs. 15-18):

  • De árido passou a fértil, produz o fruto do Espírito;
  • De injusto passou a justo;
  • De tortuoso passou a reto;
  • De incrédulo passou a ter fé;
  • De impaciente/inquieto passou a ter paz/descanso.

Embora continuem num mundo perverso, os conversos que promovem o bem serão bem-aventurados até o dia em que Deus dará um basta total ao poder do mal e seus promotores (vs. 18-20).

Precisamos de mais pessoas convertidas a Cristo, cheias do Espírito Santo. Precisamos de mais crentes reavivados que façam a diferença na sociedade. Precisamos impactar o mundo com o poder celestial, sendo representantes divinos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 31 – Querer saber mais que Deus é o cúmulo da loucura. Acreditar e confiar em qualquer pessoa ou coisa em lugar de Deus é o cúmulo do orgulho e da arrogância.

O orgulho impede as pessoas enxergarem sua real condição e necessidade de um salvador divino. O profeta Isaías, neste capítulo…

  1. Reitera a tragédia que sofreria aqueles que depositassem sua confiança no Egito e não na Palavra de Deus (vs. 1-3);
  2. Demonstra que, apesar do fracasso e descaso de Deus que resultaria em tragédia nacional do povo escolhido, Deus promete resgatar Seu povo (vs. 4-9);
  3. Apresenta um Deus apaixonado insistindo com pessoas negligentes, indiferentes e rebeldes a voltarem a comprometer-se com Ele (vs. 6-7);
  4. Mostra a esperança de salvação/restauração que toda e qualquer deformação causada pela desgraça do pecado aconteceria mediante a graça e o poder manifestados pelo Messias, o Salvador (vs. 8-9).

No tempo do fim, nenhum poder humano restará. Como todo o poder no Céu quanto na Terra fora dada a Cristo por Ele ter vencido a Satanás, aos demônios, ao pecado e à morte, quando instituir Seu reino não permitirá que outros poderes concorram com Ele (Mateus 28:18).

Adão e Eva perderam seu posto de governantes deste mundo ao cederem espaço ao diabo (Gênesis 1:26-28; Salmo 8:5-8). Satanás lutava para preservar tudo em Suas mãos, mas Cristo veio e reconquistou tudo o que o mal tinha tomado (Lucas 4:6: Atos 2:14-36).

De acordo com o evangelista Lucas, o diabo tem a seu poder muitos governos que intentam impedir que o reino de Deus seja estabelecido; entretanto, todo esforço satânico e toda guerra diabólica serão extintos pelo poder do Messias.

Porém, como Deus quer salvar; Ele, certamente, usará todo recurso para atrair até inimigos do Seu povo. Caso eles rejeitem Sua estratégia, não há nada mais a ser feito. O orgulho é um obstáculo à fé tanto para os crentes como para os incrédulos. Confiar nas próprias opiniões parece mais atraente que confiar no Senhor.

O orgulho é o “Eu” em evidência. Todos têm orgulho, exceto aqueles que morreram para o eu para que Cristo viva no lugar desse eu, como demonstra Paulo em Gálatas 2:20.

Reavivemo-nos! Sejamos súditos do reino de Deus! “Senhor, guia-nos sempre. Amém!”– Heber Toth Armí.



ISAÍAS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 30 – A misericórdia divina contrasta com a desobediência humana. Aqui, o profeta profere poderosa mensagem de arrependimento humano vinculado à restauração divina. É uma profecia de restauração e também de sábia advertência para quem vive na desobediência.

Observe a seguinte síntese do capítulo em pauta:

• Isaías 30:1-5 destaca a imprudência de confiar em alianças humanas em lugar de depender da orientação divina.
• Isaías 30:6-7 salienta a obstinação do povo na desobediência a Deus, mesmo cientes das terríveis consequências.
• Isaías 30:8-17 trata da paciência e da misericórdia divinas, encorajando pecadores a abandonarem os caminhos da rebeldia, rebelião e perversão.
• Isaías 30:18-26 enfatiza a restauração prometida àqueles que retornam à aliança com o Deus compassivo, disposto a perdoar a todo transgressor.
• Isaías 30:27-33 revela a destruição operada por Deus sobre o inimigo de Seu povo a fim de mostrar Seu poder e Sua justiça ao proteger o povo que confia nEle.

Podemos afirmar que nossa vida é feita de decisões. Cada ouvinte precisa escolher entre a obediência e a rebelião. Isaías tem uma mensagem oportuna para nosso tempo. Ele mostra que confiar em Deus, não em alianças humanas, traz restauração e proteção que nossa alma anseia com todas as forças. Assim, Isaías 30 revela a chamada à fidelidade divina, alertando contra depositar a confiança em fontes humanas.

Cada pessoa, em sua trajetória, depara-se com a encruzilhada entre a obediência e a rebeldia diante das orientações de Deus. O profeta incentiva a todos nós a confiar em Deus como o alicerce seguro para nossa história. Em um mundo tomado pela incerteza, Isaías lembra-nos da instabilidade das alianças humanas e da fragilidade das fontes terrenas de confiança. Somos confrontados com a necessidade de olhar para além das soluções temporárias oferecidas pelo mundo e então, depositar toda nossa confiança na sabedoria e poder divinos, que são eternos e inabaláveis, para obtermos vitórias!

À medida que adentramos pelos desafiadores anos do século 21, o chamado à fidelidade a Deus contido em Isaías 30 permanece tão relevante quanto nunca. Num mundo empapuçado de incertezas, a escolha entre a obediência e a rebeldia ganha urgência renovada. O texto profético convida-nos a refletir sobre nossas decisões e a escolher o caminho da confiança inabalável em Deus; nEle há verdadeira restauração e proteção! – Heber Toth Armí.