Reavivados por Sua Palavra


SALMO 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 37 – Aparentemente os desonestos e corruptos prosperam, enquanto os humildes e sinceros são oprimidos no ambiente em que vivem ou trabalham. Assim, facilmente podem aparecer questionamentos sobre a existência de Deus e Seu poder.

O salmo em apreço tende a responder questões complexas que surgem nos sofredores e injustiçados que lutam para sobreviver neste mundo de perversidade.

O Comentário Bíblico Africano observa que “o Salmo 37 faz parte da poesia sapiencial do AT”; seu “tema é a atitude que devemos ter diante do aparente sucesso dos ímpios. Sua prosperidade levanta dúvidas acerca da soberania de Deus. O Senhor está de fato no controle? Esse salmo contém a resposta que um homem idoso e sábio oferece à geração mais jovem. Convém observar que ele não considera a prosperidade em si errada. Ela se torna problemática, porém, quando se baseia na opressão e exploração dos humildes”.

G. Arthur Keough afirma que este Salmo “é retratado como um salmo de sabedoria, que apresenta bons conselhos para o viver diário […]. Este salmo nos traz especial encorajamento para enfrentarmos os acontecimentos finais da história terrestre. O assunto geral do salmo é a diferença entre os bons e os maus, os justos e os ímpios, e por que devemos estar entre os bons”.

• Precisamos aprender a desconfiar 100% de nós mesmos, nossos recursos, habilidades, filosofias, etc. para confiar 100% em Deus – essa é a maior diferença entre o ímpio e o justo (vs. 1-11).
• Somos informados do destino daqueles que não permitem que Deus altere o curso de sua vida. Os ímpios terão um fim trágico, serão destruídos totalmente. Seus pecados acariciados serão o combustível de sua destruição (vs. 12-20).
• Aqueles que sofrem por causa dos encrenqueiros, trapaceiros, corruptos, imorais e perversos viverão eternamente num lugar perfeitamente preparado pelo Deus que a tudo observa e julga com justiça e amor objetivando absolver os justos (vs. 21-31).
• Ainda que os maus não estejam colhendo agora o que estão semeando diariamente, não quer dizer que sua safra nunca chegará; igualmente, o fato de que os justos não estejam 100% livres das desgraças agora, não significa que nunca serão recompensados por sua fidelidade (vs. 32-40).

Vale a pena comprometer-se com Deus, ainda que aparentemente não haja nenhuma vantagem no presente. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



SALMO 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 34 – A vida é simples, entretanto, muitas a complicam. Nossa existência seria muito feliz se não complicássemos com nossos jeitos grotescos, estúpidos e mesquinhos de agir.

É certo que existem aqueles indivíduos que te ajudam em tempos difíceis, aqueles que te abandonam em tempos difíceis e, também aqueles que te colocam em situações difíceis. Em outras palavras, existem três tipos de pessoas: As que causam problemas, as que espalham os problemas e as que resolvem os problemas.

Quem é você? Deus gosta dos pacificadores, dos humildes, que almejam ser sábios para refletir o caráter de Seu amado Filho. Portanto, observe:

1. Os ignorantes falam de pessoas;
2. Os inteligentes falam de coisas;
3. Os sábios falam de ideias.

Após esta introdução, mergulhemos no Salmo em questão; no qual “o título associa o salmo a um episódio perigoso envolvendo Davi e os filisteus em Gate, conforme o relato de I Samuel 21:10-22:1, depois do qual Davi fugiu para a caverna de Adulão” (Warren W. Wiersbe).

Infelizmente enfrentamos desafios muito grandes neste mundo de egoísmo, perversidade e imoralidade. Os justos sofrem; os inocentes sofrem; os bons sofrem. Felizmente, temos um Deus a Quem recorrer:

• Quando temores e medos nos assombram, Deus está disposto a libertar-nos deles, se O buscarmos, corrermos determinadamente para Ele (vs. 1-10).

• Quando angústias e crises nos esmagam, Deus está pronto para socorrer-nos, caso desejamos Sua presença (vs. 6, 17).

• Quando estamos em perigo, os anjos de Deus são enviados para guardar nossa família; mas não devemos provocar nossos inimigos com nossa língua afiada (vs. 7, 13).

• Quando nos faltam recursos para viver, seremos saciados se, sinceramente, adorarmos a Deus, virarmos as costas ao pecado e abraçarmos a paz (vs. 9, 14).

• Quando nossa existência é desafiada pela morte podemos ter a certeza de vida eterna se servirmos a Deus (vs. 12, 19-22).

• Quando entregamos nossos gemidos a Deus em oração com coração quebrantado, seremos confortados pela voz divina (vs. 15, 18).

Nos versos 12-14 Deus orienta-nos para que tenhamos uma existência agradável:

• Cuidar de nossa língua;
• Não falar mentiras;
• Fugir do mal;
• Fazer o bem;
• Buscar a paz e ser pacificador.

Numa sociedade alheia aos princípios divinos, o cristão enfrenta muitos problemas; todavia, pode contar com Deus para superá-los pacientemente. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 33 – A música é um instrumento poderoso para elevar nossa alma a um nobre louvor ao Criador do Universo.

O filósofo ex-ateu C. S. Lewis declarou que “louvar é o crente se encontrar com a beleza do caráter de Deus”. Johann Sebastian Bach destacou que, “o único fim, o único objetivo de toda música é o louvor a Deus e a recreação da alma. Quando isso se perde de vista, não pode mais haver verdadeira música, restam somente ruídos e gritos infernais”.

Deus é um grande Artista. Dante Alighiere disse que “a natureza é a arte de Deus”. Observando esta arte, Davi compôs o Salmo 33 para louvar ao Senhor pela beleza de Sua criação:

1. O louvor não é para qualquer pecador, mas para aquele que foi liberto, perdoado e justificado de seus pecados; quanto mais se deixar moldar por Deus, melhor será o louvor. Francis A. Schaeffer observou que “a busca pela excelência também é uma maneira de louvar a Deus” (v. 1).
2. O louvor não é realizado apenas com a voz ou com a vida, é possível usar instrumentos musicais para expressar-se melhor no louvor ao Criador (vs. 3-4).
3. O louvor a Deus deve ter foco, objetivo e clareza. Devemos louvar ao Criador da natureza por Sua…
a) Bondade (vs. 4-5);
b) Poder criador (vs. 6-9);
c) Soberania (vs. 10-12);
d) Onisciência (vs. 13-15);
e) Onipotência (vs. 16-17):
f) Assistência (vs. 18-22).

O verdadeiro louvor brota da alegria por um Salvador, parte do reconhecimento que Ele é o poderoso e amoroso Criador e, resulta numa satisfação indescritível que inunda nosso coração.

O caráter de Deus convida-nos à adoração. Seu amor imensurável motiva-nos a louvar com entusiasmo. Além disso, a fidelidade de Deus e a veracidade de Sua Palavra oferecem certeza neste mundo incerto.

O salmista avança revelando o amor de Deus pela justiça e o juízo, a habilidade divina de criar o espaço sideral sem usar as mãos, a capacidade de executar planos neste mundo, de observar-nos e proteger aos que O temem; dando-nos muitas razões para louvar!

Corretamente empregada, a música é “um dom precioso de Deus, destinada a erguer os pensamentos a coisas altas e nobres, a inspirar e elevar a alma” (Ellen G. White). Adoremos! – Heber Toth Armí.



SALMO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 32 – Pastores, papas, bispos, presbíteros, prostitutas, ladrões, empresários, desempregados, funcionários, etc. todos são pecadores. Toda raça humana está contaminada com pecados.

“Evidências da iniquidade de nossa raça estão em todo lugar. Estão publicadas nas manchetes dos jornais; são exibidas nos noticiários da televisão; e estão escritas por toda a história humana. Ninguém entre nossos conhecidos está livre de pecados. Além disso, se formos sinceros, as provas mais cabais de nossa depravação nos são mostradas por nossa própria consciência” (John MacArthur).

Embora o segundo rei de Israel fosse o homem segundo o coração de Deus, caiu em pecados hediondos. Ele, que venceu um grande gigante, caiu em pecado sexual e, assassinato. Davi sentiu e expressou o peso da culpa e a alegria da libertação operada pelo perdão divino.

Seu filho Salomão deve ter aprendido observando os devaneios do pai, por isso escreveu em Provérbios 28:13 as seguintes palavras:

“Não dá para encobrir os pecados e ir vivendo com eles;
mas, quando você os reconhece e abandona, encontra misericórdia”.

Observe, agora, o testemunho de Davi, que falou por experiência própria, mais do que por teoria:

• O pecador perdoado introduz sua fala, canção ou oração com alegria e gratidão (vs. 1-2);
• Davi relata que não existe alegria verdadeira no coração daqueles que não confessam com sinceridade a Deus todos os seus pecados (vs. 3-4);
• Davi declara que a tristeza deprimente só vai embora para dar espaço à alegria quando o culpado confessa e deixa seu pecado para obter o perdão divino (vs. 5-8);
• O pecador perdoado que conta seu testemunho apela para que os pecadores se alegrem no Senhor como ele (vs. 10-11).

Fábio de Melo fez esta observação: “Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpa nos paralisam. Arrependimentos não! Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos”.

O verso 9 é um forte apelo para nós, independente de nossa situação: “Não sejas teimoso como o cavalo ou a mula que precisam de freio e rédea para se manter no caminho”.

• Por que não reconhecer e abandonar nossos pecados?
• Que vantagem tem apegar-se aos pecados sendo que apegar-se a Deus é bem melhor?

Jesus morreu para libertar-nos da culpa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



SALMO 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMI
30 de novembro de 2016, 0:45
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SALMO 30 – Só quem ora constantemente a Deus em meio às incertezas da vida chora apenas um momento. Quem ora em dias turbulentos, canta louvores ao Criador em todo o tempo.

• O salmista celebra a Jeová pelo livramento concedido (vs. 1-3);
• O salmista convida outros agraciados pelo favor divino a celebrar ao Salvador (vs. 4-5);
• O salmista confessa sua fragilidade e culpabilidade confiando na segurança divina (vs. 6-7);
• O salmista ora a Deus com base em Sua compaixão e graça, não nos próprios méritos (v. 8-10);
• O salmista conclui apresentando o resultado da oração, cantando louvores e, prometendo adoração perpétua a Deus (vs. 11-12).

Este mundo é “vale de sobra e de morte” (Salmo 23:4), onde a perseguição oprime aos adeptos do bem e da justiça (v. 1); onde o pecado promete prazeres e liberdades, mas escraviza e inferniza nossa alma. Contudo, Deus livra e cura profundamente (v. 2), reaviva e sustenta a vida (v. 3).

Assim, quando se chora enquanto ora as tristezas logo viram histórias gravadas na memória que servem para motivar aos mortais a renderem louvores ao Rei da glória.

Todos nós somos pecadores e sofredores neste mundo; além disso, devido à santidade de Deus e Sua perfeita justiça, estamos condenados por suscitarmos Sua ira e indignação; entretanto, Seu favor e compaixão nos curam – tornando-O mais digno de louvor (vs. 4-12).

As notas fúnebres das músicas de quem confia em Deus se transformam em melodias de alegria:

• Moisés cometeu assassinato, fugiu do Egito e perdeu sua alta posição, permanecendo no deserto por 40 anos (noite); depois, com Deus sua vida foi um sucesso e uma bênção (manhã de alegria).

• José foi vendido pelos próprios irmãos, tornou-se escravo de Potifar, foi preso por acusação falsa ao tomar a mais nobre atitude (noite); contudo, ele saiu da prisão para governar o Egito e ser bênção ao mundo (amanhecer alegre).

• Jesus entrou na história amarga da humanidade, amou ao pecador ao máximo, foi traído, abandonado e morto (noite); porém, ao terceiro dia ressurgiu para nos dar a vitória sobre o pecado e a morte (alegria matutina).

• Muitos cristãos foram perseguidos, e, por fim, martirizados (noite), mas graças à vitória de Cristo, eles ressurgirão para a vida eterna (na manhã da ressurreição).

“Senhor, cura-nos, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí



SALMO 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMI
29 de novembro de 2016, 0:45
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SALMO 29 – Convocados. Todos nós somos neste salmo. O salmista Davi, inspirado pelo Espírito Santo, conclama a todos os seres humanos a adorar ao Senhor Deus, o soberano Rei do Universo.

O Salmo começa com quatro imperativos (vs. 1-2):

1. Atribuam ao Senhor filhos dos poderosos;
2. Atribuam ao Senhor glória e força;
3. Atribuam ao Senhor glória ao Seu nome;
4. Adorem ao Senhor na beleza de Sua santidade.

O Salmo revela-nos as razões pelas quais Deus merece adoração da toda a humanidade (v. 3):

1. A voz do Senhor está sobre as águas;
2. A voz do Senhor troveja sobre muitas águas;
3. O Senhor está sobre muitas águas.

O Salmo nos apresenta a voz de Deus superior a qualquer outra voz poderosa existente no universo (vs. 4-9):

1. A voz do Senhor está sobre as águas. Deus troveja sobre as muitas águas;
2. A voz de Deus é poderosa;
3. A voz de Deus é majestosa;
4. A voz do Senhor quebra os cedros, arrebenta cedros do Líbano e os faz saltar como bezerros. Líbano e Siriom como pequenos bezerros selvagens;
5. A voz do Senhor despede labaredas de fogo;
6. A voz do Senhor faz contorcer o deserto. O Senhor faz tremer o deserto de Cades;
7. A voz do Senhor faz procriar corças. E desnuda bosques.

Os seres celestiais glorificam ao Senhor no Templo – o centro de comando do Universo. Nada abala ao Seu reino (vs. 9-11). Assim, nas tempestades da vida, o povo de Deus encontra força e paz, segurança e esperança, em Seu poder insuperável.

A voz do Senhor é mais poderosa que os mais fortes cataclismos naturais; ela é destruidora, inquietante. Ela traz fogo consigo, faz tudo estremecer, cria e destrói. Assim ela evoca a glória do Criador.

Um exemplo do poder da voz divina está em Mateus 8:25-26, onde fica evidente a paz que essa voz pode oferecer quando enfrentamos grandes tumultos na vida.

O Deus de voz poderosa e temível tem o compromisso de fortalecer e abençoar com a paz ao Seu povo. Os sete trovões em Apocalipse 10 referem-se ao cuidado de Deus ao Seu amado povo, presente no turbulento tempo do fim para promover paz nos coração atribulados de Seus filhos.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 


SALMO 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de novembro de 2016, 0:45
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SALMO 28 – Existem dois grupos de pessoas no mundo: Os que são comprometidos com o bem e os que são comprometidos com o mal. Cada um desses tem seu líder: Os do bem seguem a Deus, os do mal seguem a Satanás.

Nós somos propriedades de quem pertencemos. Ou pertencemos a Deus e somos moldados por Sua santidade, ou pertencemos ao diabo e somos moldados por seus pecados. Os que pertencem a Deus são desprezados pelo diabo, mas os que pertencem ao diabo são – ou melhor, serão – rejeitados por Deus (vs. 3-5).

1. Sem Cristo todos pertencemos a Satanás, mas a partir do momento em que entregamo-nos a Cristo, deixamos de ser do mal (vs. 1-2, 8).

2. Sem Cristo somos herdeiros do fogo e enxofre junto com o diabo e seus anjos (Mateus 25:41); entretanto, quando aceitamos a Cristo, tornamo-nos herança de Deus, e Seu reino torna-se nossa herança (vs. 8-9).

3. Sem Cristo nosso líder é o diabo, porém, quando nos comprometemos com Cristo, o Bom Pastor, trocamos de líder; isso significa trilhar por direção diferente (v. 9).

Deus é a fortaleza de Seu povo, além de ser a proteção e a segurança que Seu povo precisa neste mundo de alta periculosidade. O povo de Deus clama por ajuda, pede socorro, anseia por proteção. Por viver onde o diabo hasteou sua bandeira não há sossego para os súditos do Bom Pastor; obtendo respostas às suas orações, o converso fiel celebra com exultação (vs. 6-7).

Os que amam a Deus e oram com os braços estendidos em direção ao Santuário Celestial, onde está o intercessor, não quer se parecer aos “servos da maldade em tempo integral”, pois “eles falam o dia inteiro de ‘paz’ e, depois, fazem hora extra para o Diabo”.

Reflita:

• Aquilo que fazemos revela a quem pertencemos.
• Aquilo que dizemos revela de qual lado estamos.
• As nossas decisões e ações mostram se somos de Deus, ou do Diabo.

Quem ama a Deus espera justiça, ora para que Deus julgue àqueles “que passaram no seminário do Diabo” e foram bons alunos na teoria e na prática. Quando Deus agir contra os injustos, os justos pularão de alegria, cantarão em voz alta em gratidão, no dia do juízo; pois, serão vindicados.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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SALMO 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de novembro de 2016, 0:45
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SALMO 27 – Proteção no passado e no presente teve àquele que buscou a Deus em oração.

Os servos de Deus correm constantes perigos neste mundo (II Timóteo 3:12; Romanos 8:36). Contudo, o livramento divino é a nossa certeza e segurança, como se vê neste Salmo de Davi:

• Reconheça tua necessidade de fé no Deus todo-poderoso (v. 1);
• Reflita nas experiências difíceis em como Deus cuidou de você (vs. 2-6);
• Ore com todo teu ser pela orientação e direção divina para tua vida (vs. 7-12);
• Descanse em paz na bondade de Deus (vs. 13-14).

Reflita neste poderoso e hilário testemunho de John Wesley:

“Muitos se esforçaram por atirar-me ao chão, enquanto por um caminho escorregadio descíamos uma colina para ir à cidade, imaginando que se eu caísse ao chão, dificilmente eu me levantaria outra vez. Mas não tropecei absolutamente, nem sequer sofri e mínima escorregadela, até que fiquei fora de seu alcance…. Embora muitos se esforçassem por lançar mão de meu colarinho e vestes, para arrojar-me por terra, não puderam de maneira nenhuma firmar-se: apenas um segurou firme na aba de meu colete, que logo lhe ficou na mão; a outra aba, em cujo bolso havia uma nota de banco, foi rasgada apenas pela metade…. Um homem robusto, precisamente por trás, vibrou contra mim várias vezes grossa vara de carvalho, com a qual, caso me houvesse uma única vez batido na parte posterior da cabeça, ter-se-ia livrado de mais incômodos. Mas todas as vezes as pancadas se desviaram para o lado, não sei como; pois não podia mover-me nem para a direita nem para a esquerda… Outro veio correndo atrás da multidão, e levantando braço para bater-me, subitamente o deixou cair, e apenas me tocou na cabeça, dizendo: ‘Que cabelo macio ele tem!’”

Ellen G. White explicou o que Wesley desconhecia: “Diversas vezes João Wesley escapou da morte por um milagre da misericórdia de Deus. Quando a fúria popular era incentivada contra ele, e parecia não haver meio de escape, um anjo em forma humana vinha ao seu lado, a plebe recuava, e o servo de Cristo saía em segurança do lugar de perigo”.

Anseie mais por estar na presença de Deus e em Sua casa. Confie nEle e desfrute de Sua abençoada companhia!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de novembro de 2016, 0:45
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SALMO 26 – Andar em integridade não significa impecabilidade. Ser íntegro para com Deus não é estar sem pecado. Mas, o resultado de andar em Sua presença (Gênesis 17:1).

• O Salmo 25, nos versos 11 e 18, Davi pede perdão a Deus por seus pecados, e, no verso 21 considera-se íntegro.

Tamim (hebraico) significa “integridade”, “retidão” ou “com coração não-dividido”. Significa ser fiel e sincero para com Deus. Significa ser justo, pois Deus justifica àqueles que O buscam. Buscar a Deus significa virar as costas ao pecado. Implica rejeitá-lo, odiá-lo, desprezá-lo por amor a Deus.

Enquanto estivermos neste mundo de pecado, com natureza pecaminosa, carecemos desta súplica da oração ensinada por Jesus: “Pai Nosso que está nos Céus… perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos…” (Mateus 6:12).

• Contudo, ao entrarmos em intimidade com a santidade de Deus (que justifica-nos da pecaminosidade), também poderemos orar o Salmo 26 com Davi.

O contexto do salmo nos ajuda a compreender a razão de sua composição. “O Salmo 26 pode ter sido extraído de Davi por causa da acusação insuportável para um justo: ‘Tu és um ímpio!’ Nesta situação, Davi precisou alegar ou recorrer a sua justiça ou a seu ser-um-justo, para que a justiça de Deus despontasse para a luz” (Frans Van Deursen).

Existe imensa diferença entre o ímpio e o justo: O ímpio é ávido por injustiça e pecados e, o justo é ávido por Deus e Sua justiça. O ímpio é pecador porque está longe do Salvador; o justo é íntegro porque foi perdoado e liberto de seus pecados por escolher a companhia do Salvador.

1. Quem se compromete com Deus confia em Sua bondade sem vacilar, a tal ponto de sugerir que Deus lhe faça justiça, lhe examine e prove, lhe sonde o coração e, inclusive os pensamentos (vs. 1-3);
2. Quem foge dos pecados para Deus torna-se intolerante ao pecado em grau máximo; por isso, não se assenta com pessoas fraudulentas nem se alia aos hipócritas, odeia a companhia dos malvados e não negocia com trapaceiros (vs. 5-7);
3. Quem ama a Deus deseja estar em Sua casa, O louva e O adora com a vida, e ora para que nada interfira no prazer dessa intimidade (vs. 8-12).

Busquemos esta experiência! Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de novembro de 2016, 0:45
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SALMO 23 – Todos nós apreciamos ser cuidados. Desta forma, o cuidado do Pastor Celestial é o grande atrativo deste Salmo inspirador.

• Vamos examiná-lo com atenção e oração?

Antes, porém, observe esta análise que David Ropor faz de Davi: “Ele era um gigante entre os homens, combinando em si o gênio militar de Alexandre o Grande, a sagacidade política de Abraão Lincoln, o talento musical de Beethoven, a habilidade literária de Shakespeare e a coordenação motora de Pelé”.

O segundo rei de Israel, antes da sua unção era um exímio pastor de ovelhas. Baseando-se em sua experiência pastoril e espiritual, Davi compôs esse velho poema decorado por milhares de pessoas ao redor do planeta, do qual aprendemos magníficas verdades:

• A maior segurança de um cidadão neste mundo inseguro é pertencer a Jesus, que, como bom Pastor, cuida pacientemente de Suas ovelhas.

• A maior tranquilidade nesta era agitada e estressante encontra aquele que repousa no cuidado paternal do Pastor Divinal.

• A maior restauração dos indivíduos detonados pelo pecado acontece quando, nesta vida árida e sem vigor, encontram-se frescor e refrigério nos “pastos verdejantes” e “águas tranquilas” que somente o Pastor Divino sabe nos conduzir.

• A maior sensação de justiça neste mundo permeado pelas injustiças pode ser experimentada na direção dada pelo amoroso Pastor – quando permitimos que Ele nos guie pelas veredas certas.

• A maior certeza de sucesso neste mundo, que mais parece um perigoso vale tenebroso, está na companhia real e constante dAquele que sabe o que é amor, o Pastor que não nos abandonará.

• A maior ameaça para a humanidade – a morte – não amedronta aquela alma cujo temor maior é ficar longe do Pastor que sabe sair de qualquer “beco sem saída”.

• A maior aflição experimentada por habitantes deste planeta em constante destruição pode ser facilmente sanada com o bordão e o cajado do Pastor que consolam nosso coração.

• A maior festa está sendo preparada aos que sofrem perseguições por causa do fiel compromisso com os princípios divinos do Pastor Jesus.

• A maior esperança está em morar na Casa do Senhor onde a bondade e a misericórdia serão companhias constantes dos salvos.

Você conhece o Pastor do Salmo 23? Estas regalias só têm quem é “ovelha” fielmente comprometida com Ele. Você é? – Heber Toth Armí.