Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 18 – PR ADOLFO SUÁREZ
8 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 18 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
8 de outubro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 17 – PR ADOLFO SUÁREZ
7 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 17 – Os proclamadores das mensagens divinas são como cozinheiros que preparam saborosos alimentos para pessoas que perderam o apetite pelos alimentos saudáveis.

Contudo, Deus continua variando o cardápio, procurando despertar rebeldes da letargia espiritual. Acompanhe estes pontos com atenção e oração:

• Visando chamar a atenção, o profeta usa alegoria com objetivo retórico. Quem sabe por uma forma mais compreensível a sabedoria profética alcançaria o coração dos ouvintes (vs. 1-2).

• As imagens enigmáticas deveriam despertar prazer de ouvir e fixar o ensinamento na mente do povo relapso. Já no início, Deus é o lavrador que Se dedica a Sua vinha. Planta-a em boa terra, próximo a abundantes águas. Seu crescimento foi impressionante. Babilônia, retratada como uma exuberante águia, sob a supervisão divina, atrai a vinha. Contudo, uma segunda águia, prende a atenção da vinha, a qual rejeita as intenções do lavrador e foge ao Seu propósito disciplinador (vs. 3-10).

• A interpretação da alegoria é uma explicação da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, quando tomou a Joaquim e sua corte real em 597 a.C. (ver II Reis 24:6-17). Joaquim foi bem tratado. Babilônia colocou em seu lugar no trono de Judá a Matanias, cujo nome foi alterado para Zedequias (II Reis 24:17) (vs. 11-12).

• No início havia submissão da parte de Zedequias a Babilônia, depois rebelou-se contra Nabucodonosor e fez aliança com o Egito. Quando Zedequias precisou contar com a ajuda egípcia, teve resposta positiva, mas nada impediu a queda de Jerusalém. Zedequias selou seu destino e o destino dos fugitivos ao romper com Babilônia e aliar-se com o Egito, demonstrando rebelião contra Deus (vs. 13-21).

• Deus, identificando-Se com a primeira águia, tomará um terno renovo e o plantará em um alto monte. Deus reavivará a linhagem davídica, de onde viria o Messias (vs. 22-24).

Aplicações: Deus…

…tem a última palavra, não a rebeldia, a rebelião ou a indiferença humana.
…está no controle mesmo quando Seu povo se esforça para agir contrário a Sua vontade.
…aviva a esperança nos corações desesperados usando variados recursos retóricos para alcançar Seus propósitos.
…enviou o Messias, da tribo de Judá, da linhagem de Davi, mesmo contra a vontade de Seu povo (João 1:10-11).
…quer salvar-nos de nossa rebeldia.
…anseia por nosso coração!
…espera nossa resposta!

Daremos atenção a Deus? – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
7 de outubro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 16 – PR ADOLFO SUÁREZ
6 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 16 – Este capítulo apresenta uma mulher infiel, possui imagem sexual explícita. A ideia é falar do adultério espiritual, mais comum pela idolatria, que é trocar Deus por qualquer coisa ou pessoa.

Dizem que o amor suporta mais a morte do que a traição. Ser traído é dolorido, a traição fere profundamente o coração. O adultério espiritual fere terrivelmente o coração de Deus, que neste texto é exemplificado como marido ferido, embora fora amoroso, fiel, dedicado, atencioso e responsável.

Por outro lado, Israel é visto como esposa de Deus; mas, seu caráter o condena, sua reputação não é boa. Além de desprezar o único Deus amoroso, Isarel O troca por qualquer coisa insignificante, descamba para a prostituição e adultério espiritual escancarado.

Após dar o título para o capítulo: “A mulher adúltera: Pisoteando a graça de Deus”, Daniel Isaac Block o sintetiza em cinco pontos:

1. Chamado ao comparecimento de Israel – intimação (vs. 1-3a);
2. A acusação de Jerusalém (vs. 3b-34);
3. A sentença de Jerusalém: Suspensão da graça (vs. 35-43);
4. Tal mãe, tal filha: Jerusalém desqualificada para a graça (vs. 44-56);
5. O duplo raio de esperança (vs. 53-63).

Deveríamos ler várias vezes esse capítulo em várias versões bíblicas. Faça isso; e, depois, com oração, medite nestas aplicações espirituais:

• Como Israel, podemos estar vivendo um romance aos trancos e barrancos com Deus, ferindo Seu coração e fazendo-O sofrer por nossa instabilidade emocional.
• Podemos cometer adultério sem nunca ter casado ou nunca ter traído nosso cônjuge; o adultério espiritual é real, pior que qualquer traição, pois significa trair nosso amado Criador e Salvador.
• Embora nossa safadeza espiritual seja evidente, e nossa infidelidade a Deus seja levada a julgamento, Deus está mais do que disposto a nos oferecer perdão para reatar o relacionamento arruinado.
• Da mesma forma que a traição conjugal atrai muitas desgraças, a traição espiritual não é diferente, pode ser pior – Israel caiu da graça e perdeu sua terra e liberdade.
• Apesar das práticas detestáveis dos pecadores, Deus não os abandona; pelo contrário, como um marido perdidamente apaixonado, propõe aceitar de volta os prostitutos, idólatras, ingratos, infiéis, imorais e adúlteros.
• Deus anseia nosso arrependimento; ao buscarmos Seu perdão, Ele restaura nossa condição e livra-nos da desgraça de nosso pecado.

Peça perdão ao Senhor! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
6 de outubro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 15 – PR ADOLFO SUÁREZ
5 de outubro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de outubro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 15 – Orgulho, arrogância, independência de Deus, incredulidade, vaidade são atitudes estúpidas, loucuras hediondas e irracionalidade desenfreada.

Sem Deus, pecadores não são nada nem valem nada. Quando prego isso, muitos sentem o orgulho ferido. Para falar da necessidade de um Salvador precisamos revelar a real situação do pecador.

Os pecadores só querem ouvir o que lhes interessa, que afaga ao ego, e promove prazer no pecado. É por isso que a mensagem verdadeiramente bíblica não agrada, mas sim os programas imorais da TV, filmes, seriados, e vídeos idiotas no Youtube que degradam.

Deus dá o diagnóstico, ainda que não gostamos, com o objetivo de despertar-nos para a necessidade de cura, de solução para nossa situação e da necessidade de um Salvador. Ninguém gosta de um diagnóstico negativo, mas é de extrema importância ser sincero – em Deus podemos confiar!

O povo de Deus é como ramos de videira…

• …até para combustível é inútil (vs. 1-5).
• …sem frutos somos inúteis (vs. 6-8).
• …se improdutíveis, nosso destino é o fogo.

O fogo se refere à Jerusalém quando incendiada e queimada parcialmente pelos babilônios em 597 a.C. Ainda viria um fogo do julgamento em 586 a.C. que a consumiria completamente (v. 7). O combustível para o fogo de Deus é o pecado, portanto, devemos desprezar o pecado para desfrutarmos da presença de Deus que vivifica e nos faz pessoas úteis.

Desta parábola a Israel, oferece-nos preciosas lições que devemos prestar atenção:

1. Como uma videira frondosa sem nutrientes se torna seca e imprestável, todo crente que não absorver de Cristo a seiva espiritual se secará e se tornará inútil.
2. Sendo que somente em Cristo o pecador pode produzir frutos, apenas viver meros rituais, ser legalista ou ser assíduo frequentador de igreja, não passa de práticas inúteis.
3. Imprestável, a única coisa a fazer é colocar fogo à vinha ou unir-se a Cristo.

Idolatria, imoralidade, perversidade ou a prática de qualquer tipo de pecado envenena e mata a verdadeira espiritualidade. Indiferença às coisas espirituais, apego as coisas materiais e acomodação frente aos perigos reais fazem com que até uma nação inteira enfrente a realidade da inutilidade diante do juízo divino.

Deus pode extrair das cinzas um remanescente frutífero: Jesus é a videira verdadeira, apeguemo-nos a Ele!

Vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.