Reavivados por Sua Palavra


II CORINTIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de janeiro de 2025, 0:50
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542 palavras

1 Purifiquemo-nos. As pessoas são incapazes de se purificar, pois não há poder inerente ao ser humano para eliminar o pecado (Rm 7:22-24). O crente pode ser santificado apenas ao permitir que Deus trabalhe nele e por meio dele (Fp 2:12 e 13). O cristão deve utilizar os meios apontados por Deus para a purificação. Deus desperta a vontade para que as pessoas a exerçam. A armadura de Cristo está disponível para todos os cristãos, no entanto, eles têm a responsabilidade de vesti-la. O poder e a graça de Deus são ineficazes em alguém que tem vontade e mente passiva. Deus está com aquele que combate “o bom combate da fé”, e lhe concederá vitória. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 970.

2 Exploramos. Talvez os oponentes tenham acusado Paulo de negligência em relação à grande coleta que solicitou em favor dos pobres em todas as igrejas de Jerusalém. A recusa de alguns dos coríntios em abrir o coração a Paulo e aceitá-lo estava em evidente contraste com a livre associação deles com os falsos apóstolos. Se eles sentiam afeto por pessoas que praticavam o erro, a corrupção e a fraude, por que não deveriam sentir afeto por alguém que não havia feito nenhuma dessas coisas? CBASD, vol. 6, p. 972.

5 Fomos atribulados. Paulo retoma a narrativa da qual ele se desviou desde 2 Coríntios 2:13. Nenhuma igreja fundada por Paulo deu-lhe tantos motivos para aflição e sofrimento como a de Corinto. Muito desse sofrimento foi devido aos falsos apóstolos, que tinham seguido Paulo até Corinto e deliberadamente começaram a destruir sua obra, desacreditar seu apostolado e ridicularizar seu evangelho e sua pessoa. Eles criticavam seu caráter e o acusavam de mau uso do dinheiro, de covardia e falsidade e de usurpaçao de autoridade. Também tentaram impor certas exigências rituais aos conversos gentios, em contradição à posição da igreja. CBASD, vol. 6, p. 973.

Temores por dentro. Isto é, incerteza quanto a resolução das crises. Isso não significa que Paulo estivesse abatido pelo temor. CBASD, vol. 6, p. 973.

10 Tristeza segundo Deus. Isto é, do modo prescrito por Deus ou aceitável a Deus. Não é a tristeza por ser descoberto ou a antecipação de ser punido. É a genuína tristeza, arrependimento, separação do pecado e determinação para resistir, a partir dali, pela graça de Deus, à tentação que conduziu ao pecado. CBASD, vol. 6, p. 974.

12 Não foi por causa. Ao redigir a carta anterior, Paulo demonstrou grande preocupação pelo bom nome da igreja. Ele temia que os pagãos vissem o cristianismo com desprezo e que os judaizantes chamassem a atenção desse desavergonhado caso de incesto como resultado de seu ministério. Mas a igreja lidara com firmeza com o transgressor e ele se arrependera. Assim, o bom nome da igreja fora protegido, e a preocupação de Paulo se voltou para o bem-estar espiritual das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 976.

16 Confiarem vós. Ou, “coragem acerca de vós”. Este versículo é considerado por muitas autoridades como uma transição ou elo entre o que Paulo escreveu nos capítulos anteriores e o que vem a seguir. Essas palavras descartam todos os erros e mal-entendidos do passado e expressam verdadeira reconciliação. Ao mesmo tempo, oferecem uma introdução adequada ao assunto da grande coleta para os cristãos pobres da Judeia, que Paulo promove entre as igrejas gentílicas. CBASD, vol. 6, p. 977.

by tatianawernenburg



II CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
2 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 7 – Sentimentos fazem parte da existência humana tanto quanto a religião verdadeira os influencia. A religião bíblica não é fria; tem emoção, satisfação e alegria.

Paulo, inspirado por Deus, revelou sua alegria em II Coríntios 7, após tratar da santificação no primeiro versículo. É digno de nota que reavivamento começa com um compromisso de purificação e separação do pecado, o que resulta em contentamento espiritual, alegria e satisfação no coração.

Por isso, a alegria de Paulo está profundamente conectada à resposta positiva da Igreja de Corinto ao seu ministério apostólico – especialmente no contexto de disciplina, arrependimento e reconciliação. Essa alegria não é meramente emocional, mas teológica e ministerial, enraizada em três dimensões principais:

  1. A alegria pela resposta positiva ao arrependimento (II Coríntios 7:8-10): Paulo refere-se a uma “carta severa”, que foi dura na confrontação dos pecados da igreja. Inicialmente, ele sentiu certo pesar por causar tristeza; mas, alegrou-se, posteriormente, ao saber que essa tristeza gerou arrependimento genuíno.

• No ministério, essa dinâmica é central: A mensagem de correção, quando guiada pelo Espírito Santo, não apenas confronta o pecado, mas produz reavivamento espiritual.
• A razão da alegria de Paulo é a evidência de que seu ministério foi usado por Deus para promover mudança no coração dos crentes.

  1. A alegria pela presença de companheiros no ministério com boas-novas (II Coríntios 7:6-7, 13): Paulo menciona que foi consolado não apenas pela chegada de Tito, mas também pela notícia que Tito trouxe sobre o carinho, o arrependimento e o zelo dos coríntios.

• O pastor (líder) deseja não apenas “chamar o pecado pelo nome”, mas também restaurar os pecadores.
• A alegria de Paulo resulta de saber que a mensagem do evangelho foi efetivamente internalizada e praticada pela igreja que recebera “a carta severa”.

  1. A alegria pela confirmação da obra de Deus (II Coríntios 7:11-12, 14-16): Paulo celebra os frutos visíveis que o arrependimento gerou nos coríntios: zelo, indignação contra o pecado, desejo de justiça e restauração.

• O líder espiritual se alegra com os frutos de seu trabalho junto ao povo de Deus.
• Tito e Paulo estavam alegres, revigorados e refrigerados espiritualmente.
• Paulo alegrou-se pelo fato de seu ministério produzir fidelidade e maturidade espiritual na igreja.

Temos motivos para nos alegrar também? O que impede reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
1 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 6 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORINTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
1 de janeiro de 2025, 0:50
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400 palavras

Cooperadores com Ele. O princípio da cooperação é vital ao desempenho espiritual pessoal e ao sucesso no serviço cristão. Deus não dispensa o auxílio humano (DTN , 535). A capacidade humana para o bem depende da medida de sua cooperação com o divino (cf. Jo 5:19, 30; DTN, 297). Os ministros cristãos e os colaboradores não devem tentar trabalhar por sua própria força ou sabedoria, e Deus não os deixa entregues a si mesmos, à sua própria sorte, ou a seus próprios recursos. Essa cooperação entre Cristo e Seu s embaixadores deve ser íntima e contínua para que sejam “habilitados a realizar os feitos da Onipotência”(DTN , 827). Cristo é mais que um observador; é um companheiro ativo em tudo o que eles fizerem (Fp 2:12, 13; cf. Hb 1:14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 960.

Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, “receber favoravelmente”, “aprovar”, “aceitar”. É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.

Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. … 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). … 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. … ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. … CBASD, vol. 6, p. 960, 961.

Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.

Escândalo. Literalmente, “uma ocasião para tropeço”. Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.

Ministério. Paulo … sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. … Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter “paz com todos os homens” (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. … Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter “transtornado o mundo” (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962

No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.

Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão “amor não fingido”, ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.

11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.

13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.

14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.

Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). … Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.

Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.

15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. … Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.

16 Ligação. Ou “concordar”, “consentir” (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.

17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a “não tocar na s coisas impuras” (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.

18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.



II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
1 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 6 – Receber a graça de Deus em vão significa desperdiçar ou não corresponder à graça divina revelada. Por isso, Paulo exorta seus leitores a não apenas receber a graça, mas permitir que ela produza frutos.

A graça de Deus é o dom da salvação em Cristo, oferecida gratuitamente. Recebê-la em vão significa ouvir o evangelho – até mesmo aceitar externamente – mas não permitir que ela transforme o coração e a vida. Isso é evidente naqueles que professam a fé, mas vivem de maneira incoerente com o chamado divino.

• A graça que salva também nos capacita a viver uma vida santa. Recebê-la em vão significa falhar em crescer espiritualmente, resistindo à ação do Espírito Santo, ou sendo indiferente ao processo de santificação.

Nós, cristãos, somos feitos “embaixadores de Cristo” (II Coríntios 5:20). Receber a graça implica numa responsabilidade de proclamar o evangelho e demonstrar o amor de Deus através de nossas ações.

• Se não vivermos como testemunhas, estamos tornando a graça ineficaz em nossa existência.

Paulo reiteradamente enfatiza a necessidade de viver em resposta à graça, como em II Coríntios 3:3-10, onde ele descreve os sofrimentos e os esforços que ele e seus companheiros enfrentaram para não trazer descrédito ao evangelho e ao ministério.

• Receber a graça em vão é não demonstrar gratidão prática por meio da obediência e dedicação ao Reino de Deus.

Por isso, Paulo apela: “Digo que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!” (II Coríntios 6:2). Paulo abria o coração e falava abertamente, e ansiava por uma resposta honesta da parte dos coríntios (vs. 11-12). Isto revela-nos que a graça divina exige uma resposta imediata e contínua; não podemos adiar ou viver de maneira indiferente ao sacrifício de Cristo.

Há uma exortação espiritual para os cristãos não se colocarem em jugo desigual com incrédulos (II Coríntios 6:14-18). Esse trecho está diretamente relacionado à pureza moral, à fidelidade a Deus e ao chamado gracioso para viver uma vida separada e dedicada ao Senhor.

Não é que o crente deva evitar todo contato com não-crentes (I Coríntios 5:9-10), mas evitar parcerias que comprometam a fidelidade a Deus, como casamentos, sociedades comerciais, ou até mesmo amizades que nos afastam de uma vida santa.

Portanto, reavivemo-nos na graça verdadeiramente bíblica! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
31 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 5– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 5 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
31 de dezembro de 2024, 0:50
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480 palavras

1 A nossa casa terrestre. Literalmente, “nossa tenda terrestre”. Com relação à sua “casa terrestre” Paulo também fala de estar “ausente do Senhor” enquanto ele está “no corpo”, e gemendo até que sua “casa terrestre” seja “desfeita” e ele se apodere de sua “habitação celestial”. A comparação do corpo humano a uma tenda era natural ao fabricante de tendas. A tenda e o corpo são parecidos em vários aspectos: os materiais dos quais os dois são feitos provém da terra, os dois são temporários em natureza, e ambos são facilmente destruídos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 948.

Da parte de Deus um edifício. Paulo também fala do seu “edifício de Deus” como uma “habitação celestial”, “não feita com mãos”, mas “eterna”. Ele fala de sua “casa terrena” como uma “tenda”, e de sua “casa” celestial como um “edifício”. Um é o local de habitação temporária, o outro, de habitação permanente. O corpo dos santos ressuscitados se assemelhará ao do Senhor ressuscitado. CBASD, vol. 6, p. 949.

Angustiados. Paulo está consciente da fragilidade da tenda mortal, que cedo ou tarde deve ser desfeita. Ele anseia ser libertado de todas as fraquezas e sofrimentos desta vida. CBASD, vol. 6, p. 949.

Para Lhe sermos agradáveis. A grande preocupação não era se Paulo viveria, ou se os seus labores terrestres terminariam. Sua preocupação era apenas que sua vida fosse de tal modo que recebesse a aprovação de Deus.CBASD, vol. 6, p. 951.

10 Compareçamos. Do gr. phaneroõ, “tornar manifesto”, “tornar visível”, “tornar conhecido”, “mostrar abertamente”, “tornar público”. Esta palavra ocorre nove vezes em 2 Coríntios. Naquele grande dia, as pessoas não apenas comparecerão ao tribunal da justiça, mas também será revelado o tipo de pessoas que elas são. Seus segredos serão desnudados. Todos terão um julgamento justo. CBASD, vol. 6, p. 952.

14 Constrange. Do gr. synechõ, “unir”, “apegar”, “exortar”, “impelir”, “controlar”. Quem escolhe ser guiado pelo amor de Cristo não se desvia do caminho do dever, quer para a direita ou para a esquerda; mas, como Paulo, avança na obra do Senhor, destemidamente e com sinceridade. O amor de Cristo mantém o crente a salvo no caminho estreito. CBASD, vol. 6, p. 954.

17 Criatura. Do gr. ktisis, “criação”, “coisa criada”, “criatura”. Para uma pessoa ser constrangida pelo amor de Cristo a viver não mais para si e sim para Deus, a julgar as pessoas não mais, pela aparência e sim pelo espírito, a conhecer Cristo segundo o espírito e não segundo a carne, essa pessoa deve passar pelo novo nascimento. CBASD, vol. 6, p. 956.

21 Ele O fez pecado. Isto é, Deus O tratou como se fosse um pecador, o que Ele não era. As verdades declaradas no v. 21 estão entre as mais profundas e significativas em toda a Bíblia. Este versículo resume o plano da salvação, declarando a absoluta impecabilidade de Cristo, a natureza vicária de Seu sacrifício e a libertação do pecado ao ser humano por meio dEle. CBASD, vol. 6, p. 959.

by tatianawernenburg



II CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
31 de dezembro de 2024, 0:40
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II CORÍNTIOS 5 – A certeza da ressurreição e da vida eterna deve inspirar-nos a viver com fé, coragem e um compromisso constante com o que é agradável a Deus; soma-se a isso a convicção de que todos compareceremos perante o tribunal de Cristo, fortalecendo nossa responsabilidade e propósito nesta vida.

“Uma vez que para ter ‘vida’ (v. 4) e ‘habitar com o Senhor’ (v. 8) é necessário possuir o corpo imortal (v. 1-2), a passagem nega a ideia de uma alma desprovida de corpo desfrutando a vida eterna”. Portanto, em II Coríntios 5:1-10, “Paulo faz um contraste entre a vida terrena (‘enquanto no corpo, estamos ausentes no Senhor’) e a experiência celestial que ele desejava vivenciar (‘preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor’; ver Rm 8:18-23)” (Bíblia Andrews).

Paulo, em sua experiência, nos ensina que “o amor de Cristo nos constrange”. Se somos alcançados por esse amor transformador, não podemos restringi-lo a nós mesmos (II Coríntios 5:14). Ser reconciliados significa agir como embaixadores de Cristo (II Coríntios 5:20), como instrumentos e representantes de Deus onde quer que estejamos, conduzindo outros ao perdão e à restauração.

Como cada pecador convertido, que se tornou cristão, todos são chamados a ser instrumentos de reconciliação no lar, no trabalho e na comunidade. O ministério da reconciliação não é um título, mas uma missão divina compartilhada com todos os que creem. Em II Coríntios 5:11-21 não há exclusividade pastoral, mas é um privilégio e uma responsabilidade de todo cristão em geral.

Paulo está intentando mostrar que, aquele que está em Cristo, é nova criação. Diante disso, nossa participação no ministério da reconciliação dos pecadores com Deus não é opcional, mas essencial para que o mundo veja Cristo em nós.

• Reconciliação é mais do que palavras; é viver de forma a inspirar outros a buscar o mesmo renascimento em Cristo.

A base dessa reconciliação está no último versículo: “Deus tornou pecado por nós Aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus”.

• Jesus não merecia tornar-Se pecado; nem nós merecíamos tornarmo-nos justiça divina…

• A cruz nos reconciliou com Deus; agora, nossa vida deve reconciliar outros com Ele.

• O amor de Cristo nos transforma, e essa transformação nos comissiona!

Vamos reavivar o ministério de reconciliação? – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
30 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 4– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 4 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
30 de dezembro de 2024, 0:50
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690 palavras

não desanimamos. Quando Deus, na sua misericórdia, chama e comissiona seus servos, também fornece as forças necessárias para perseverarem em meio às adversidades e perseguições. Bíblia de Estudo NVI Vida.

astúcia […] adulterando. Acusações dirigidas a Paulo (12:16). Bíblia de Estudo Andrews.

Pregadores, professores e qualquer pessoa que fale sobre Jesus Cristo devem se lembrar que eles estão na presença de Deus – Ele ouve cada palavra. Ao falar às pessoas sobre Cristo, tome cuidado para não distorcer a mensagem para agradar a sua audiência. Proclame a verdade da palavra de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

o deus deste século. O diabo, arquiinimigo de Deus e poder invisível por trás de toda incredulidade e impiedade. Os que seguem ao diabo tem de fato feito dele seu deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

desta era. Em oposição à era eterna, em que a criação de Deus terá sido purificada para sempre de tudo o que agora a macula e a contamina. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O evangelho é aberto e revelado a todos, exceto àqueles que se recusam a acreditar. Satanás é “o deus desta era”. Sua obra é enganar, e ele tem cegado aqueles que não crêem em Cristo (ver 11:14, 15). O fascínio pelo dinheiro, poder e prazer cega as pessoas para a luz do evangelho de Cristo. Aqueles que rejeitam a Cristo e preferem seus próprios interesses, sem saber fazem de Satanás seu deus. Life Application Study Bible Kingsway.

não pregamos a nós mesmos. Diferentemente dos falsos mestres, insuflados consigo mesmos, por se acharem importantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O foco da pregação de Paulo era Cristo e não ele mesmo. Quando você testemunhar, diga às pessoas sobre o que Cristo fez, e não sobre suas habilidades e realizações. As pessoas devem ser apresentadas a Cristo, não a você. E se você ouvir alguém pregando a si mesmo ou suas próprias ideias em vez de Cristo, cuidado – ele é um falso professor. Life Application Study Bible Kingsway.

Paulo serviu de boa vontade à igreja de Corinto, embora as pessoas devam tê-lo desapontado profundamente. Servir às pessoas requer um sacrifício de tempo e desejos pessoais. Ser seguidor de Cristo significa servir aos outros, mesmo quando eles não correspondem às nossas expectativas. Life Application Study Bible Kingsway.

Este tesouro. Refere-se à luz do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo (6). Bíblia Shedd.

Era costume esconder esconder tesouros em vasos de barro, que possuíam pouco valor ou beleza, e não atraíam a atenção a si nem ao conteúdo valioso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A mensagem de salvação supremamente valiosa em Jesus Cristo foi confiada por Deus a seres humanos frágeis e falíveis (“jarros de barro”). O foco de Paulo, entretanto, não estava no recipiente perecível, mas em seu conteúdo inestimável – o poder de Deus habitando em nós. Embora sejamos fracos, Deus nos usa para divulgar Suas Boas Novas e nos dá poder para fazer Sua obra. Saber que o poder é dEle, não nosso, deve nos proteger do orgulho e nos motivar a manter o contato diário com Deus, nossa fonte de poder. Nossa responsabilidade é permitir que as pessoas vejam Deus através de nós. Life Application Study Bible Kingsway.

8-12 Paulo nos lembra que embora possamos pensar que estamos sem mais nenhuma esperança, nunca estamos sem esperança. Nossos corpos perecíveis estão sujeitos ao pecado e ao sofrimento, mas Deus nunca nos abandona. Porque Cristo ganhou a vitória sobre a morte, temos vida eterna. Todos os nossos riscos, humilhações e provações são oportunidades para Cristo demonstrar seu poder e presença em e através de nós. Life Application Study Bible Kingsway.

não desanimados. Sem sentir-se emocionalmente devastado ou desesperançado. Bíblia de Estudo Andrews.

14 ressuscitará com Jesus. No retorno de Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.

16 homem exterior. corpo. homem interior. Mente (Rm 12:2). Bíblia de Estudo Andrews.

Contrastes na vida cristã. 1) Entre o corpo fraco e o espírito renovado (16). 2) Entre o presente doloroso e o futuro glorioso (17). 3) Entre as coisas visíveis, temporárias, e as coisas invisíveis, eternas. Bíblia Shedd.

17 sofrimentos leves e momentâneos. As dificuldades do cristão, sejam quais forem, perdem importância quando vistas na perspectiva da eternidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.