Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 4 – Após Jesus mostrar que é de Sua família não quem o é de sangue ou de laços biológicos, mas quem faz a vontade de Deus (capítulo 3), Ele passou a apresentar enfaticamente a importância da Palavra de Deus.

Fica evidente que Jesus anseia que Seus ouvintes sejam realmente de Sua família. No capítulo em questão temos:

1. Uma parábola que ilustra possíveis reações diante da Palavra de Deus (vs. 1-20):

a) Endurecer o coração diante da Palavra;
b) Ser relapso diante da apresentação da Palavra;
c) Estar demasiado atarefado para se comprometer com a Palavra;
d) Ter um coração aberto e ávido para receber a Palavra a tal ponto de produzir muito fruto.

2. Três parábolas que ilustram a importância da Palavra no estabelecimento do reino de Deus (vs. 21-34):

a) A Palavra de Deus tem um poder sobrenatural que ilumina a vida daquele que está nas trevas do mal, da imoralidade e do pecado, ainda o conduz ao reino da luz;
b) A Palavra de Deus tem poder de germinar no coração, crescer e frutificar na vida cotidiana do cristão;
c) A Palavra de Deus pode exercer pouco impacto em alguém, mas o que, inicialmente, é pequeno como semente de mostarda, logo será grande como árvore – devido ao Seu poder.

3. Uma experiência de vida numa tempestade real para evidenciar o tremendo poder e impacto da Palavra divina (vs. 35-41).

Talvez até hoje muitos não saibam “Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem”. Isso porque muitos que alegam seguir a Cristo não permitem que Sua Palavra penetre no âmago do coração a tal ponto de produzir frutos que sejam bom testemunho dEle.

• Muitos crentes dizem seguir a Cristo sem aplicar os princípios de Seu reino à vida diária. Como viver o reino de Deus seguindo práticas vigentes no reino do diabo?
• Como viver o verdadeiro cristianismo sendo absorvido pelo mundanismo, materialismo, secularismo, e até mesmo o ateísmo? (vs. 15-19).
• Como impactar a sociedade se, a luz de Jesus estiver escondida atrás da timidez, das atitudes acanhadas e do testemunho zero? (vs. 21-23).

Sejamos relevantes numa sociedade decadente dedicando tempo para estudar e assimilar os conteúdos da Palavra de Deus! Dediquemo-nos à consagração: “Senhor, reaviva-nos pela Palavra!” – Heber Toth Armí.



MARCOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
25 de fevereiro de 2018, 0:55
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MARCOS 3 – O evangelho escrito por Marcos é mais curto que os escritos por Mateus, Lucas e João. Ele foi muito seletivo na escolha do que incluir em seu texto. Ele não se preocupou com a cronologia dos eventos da história de Cristo. Ele não escreveu uma biografia.

“Marcos não estava disposto a escrever um relato cronológico das palavras e dos feitos de Jesus na sequência correta, nem a fazer uma descrição completa de sua vida. Ao contrário, seu objetivo era apresentar um esboço fiel da pregação e do ensino de Pedro sobre as boas-novas de Cristo a um público gentio em Roma. Ele utilizou, portanto, o material de ensino e pregação usado por Pedro em Roma, de acordo com as necessidades do público de Pedro” (Victor Babajide Cole).

Marcos aprendeu sobre Jesus dos lábios de Pedro. Seu livro reflete o pensamento de Pedro sobre Cristo. “Assim como o Espírito Santo relembrava a Pedro as palavras e os feitos de Jesus à medida que o apóstolo pregava o evangelho, o mesmo Espírito Santo [inspirou] Marcos, quando este, mais tarde, colocou por escrito o que havia ouvido de Pedro” (Cole).

O que aprendemos do capítulo em pauta?

• O conflito na Galileia continuou. Embora Jesus tivesse silenciado Seus críticos com respostas inteligentíssimas, eles não desistiram de importunar Jesus devido à dureza do coração. Uma visão limitada do sábado emite a opinião de que Jesus cometeu erros, portanto, merecia morrer (vs. 1-6).
• Devido à insistência do conflito, Jesus se retirou da Galileia. Contudo, outras pessoas foram beneficiadas com a presença de Jesus (vs. 7-12).
• Jesus seleciona doze apóstolos para pregar e lhes concede autoridade sobre os demônios (vs. 13-19).
• Os desafios de Jesus não foram nada fáceis. A multidão, muitas vezes, não lhe deixava tempo nem para comer. Os irmãos e mãe de Jesus, incomodados com Ele, saíram para prendê-lO. Os líderes religiosos O acusavam de estar possuído pelo maior dos demônios (vs. 20-33).
• A resposta de Jesus revelou Sua identidade e a identidade de Sua verdadeira família (vs. 34-35). Você se encaixa?

Apesar das dificuldades, Jesus não desistiu de salvar-nos. Por que não perseverar em segui-Lo? Sejamos Seus irmãos e irmãs decidindo a fazer sempre a vontade de Deus revelada na Palavra! Reavivemo-nos entre os indiferentes! – Heber Toth Armí.



MARCOS 3 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
25 de fevereiro de 2018, 0:55
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MARCOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 2 – Neste mundo, a vida não é fácil para ninguém; nem mesmo para Jesus, o Filho de Deus. As dificuldades para o Mestre surgem imediatamente no capítulo 2 de Marcos.

“Até este ponto, Marcos contou histórias que demonstraram a crescente fama de Jesus e a atração que ele exercia sobre grandes multidões. Não há mudança a este respeito: pelo contrário, Jesus continuou a atrair multidões. Mas agora principia uma nova e forte nota, discordante e crescente em ira. Jesus começa a enfrentar a oposição dos líderes judeus, especialmente dos mestres religiosos ou escribas” (Henry E. Turlington).

“Marcos está escrevendo sobre algo que o próprio Deus fez. E é Jesus quem nos conta as boas notícias de Deus. O evangelho não é algo óbvio, de conhecimento comum das pessoas religiosas. Marcos sabe que as notícias são boas porque Jesus as trouxe de Deus”. E, por que a oposição? “O que Deus está fazendo por intermédio de Jesus implica um conflito com o mal” (Leon Morris).

No capítulo em análise, Jesus enfrenta conflito na Galileia:
• Sua autoridade de perdoar pecados foi questionada pelos poderosos líderes religiosos, foi acusado de proferir blasfêmia. Contudo, nada intimidou a Jesus; pelo contrário, Sua atitude de curar o paralítico deixara os críticos sem palavras, estupefatos (vs. 1-12).
• Sua autoridade moral foi questionada pelos moralistas religiosos. Jesus chama um coletor de impostos, desprezado pelo povo e condenado pelos líderes religiosos; numa festa, Jesus Se envolveu com pecadores da pesada. Sua resposta deixou os críticos sem reação (vs. 13-17).
• Sua atitude frente às tradições e práticas eclesiásticas foi confrontada líderes eclesiásticos. Se os fariseus e os discípulos de João estavam jejuando, quem era Jesus para ignorar tal prática tão importante para a religião. A resposta profunda de Jesus surpreende a quem quer que prestar atenção ao que Ele diz (vs. 18-22).
• Sua autoridade sobre a Lei foi debatida. Jesus foi repreendido pelos fariseus. Eles se achavam padrão de justiça. Se colocaram acima de Jesus, que era a justiça em pessoa. Jesus é Senhor da Lei, do tempo e do sábado (vs. 23-28).

Se os críticos fossem levados ao céu encontrariam defeitos lá. Precisamos reavaliar nossas atitudes, reconhecer nossa situação de pecadores e aceitar o convite de Jesus, como o fez Mateus (vs. 13-14) – Heber Toth Armí.



MARCOS 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
23 de fevereiro de 2018, 0:55
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MARCOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 1 – Os Evangelhos foram escritos “em meio a tensões e interrogações que assaltavam as novas congregações cristãs. Não era fácil ser fiel a Jesus Cristo em uma cultura que estava completamente alheia ao evangelho, e era tanto ignorante como suspeitava da nova fé […]. Embora o Evangelho de Marcos não seja orientado na direção de ideias teológicas, de uma forma mais elaborada e sistemática, o conteúdo do livro é o âmago da fé cristã e da mensagem de Cristo. A tese de Marcos pode ser declarada resumidamente: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o reino de Deus esperado se aproximou, para trazer salvação ao homem” (Henry E. Tulington).

A frase de abertura deste livro é chamada por Austin Farrer de, “uma semente, da qual crescerão as sentenças seguintes”. Portanto, reflita neste versículo:

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”.

Para introduzir o ministério de Jesus, Marcos trata do ministério de João Batista, que, certamente, é aquele que preparou o caminho do Senhor (vs. 2-6), testemunhou poderosamente dEle como alguém mais poderoso do que ele (vs. 7-8), e fez o batismo público do Messias no rio Jordão (vs. 9-11).

Marcos citou a voz ouvida do Céu, a qual merece atenção, por isso, reflita no significa destas palavras:

“Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Sem entrar em detalhes, Marcos fez menção à tentação de Jesus (vs. 12-13), o retorno dEle para a Galiléia e o teor de Sua pregação (vs. 14-15), o chamado e vocação de alguns discípulos (vs. 16-20) para, então, concentrar-se no ministério de cura de Jesus:

• Cura de um endemoninhado (vs. 21-28);
• Cura da sogra de um de Seus discípulos (vs. 29-31);
• Curas diversas (vs. 32-34)
• Renovação das forças através da oração a fim de continuar Seu ministério de cura (vs. 35-45).

Marcos apresenta Jesus como tendo autoridade sobre os demônios e sobre qualquer tipo de enfermidade; autoridade que residia em Sua natureza divina e em Sua comunhão com o Pai.

Nossa resposta adequada à autoridade de Cristo é o arrependimento (uma conversão radical na direção da vida) e a assimilação total da veracidade do evangelho do reino de Deus.

Assim como os discípulos reagiram, devemos reagir hoje: Imediatamente deixaram tudo e O seguiram! Vamos reavivar-nos… – Heber Toth Armí.



MATEUS 28 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
22 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
22 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 28 – O livro de Mateus revela a incredulidade dos escribas e fariseus. Esse texto inspirado por Deus dá dicas espirituais de como lidar com incrédulos e ateus sabendo que a resposta da maioria será terrivelmente negativa.

Para a incredulidade, a ignorância da verdade é confortável. A verdade incomoda aos incrédulos. Contudo, a verdade não deve ser ignorada. Deve ser proclamada, porque as pessoas não sabem a razão pela qual não querem conhecê-la.

Ignorância gera arrogância. “Nada induz o ser humano a duvidar muito do que saber pouco” diz Francis Bacon. Observe com atenção alguns pontos do capítulo em questão:

• Após a morte de Jesus na sexta-feira, as mulheres esperaram passar o sábado para visitar ao sepulcro; então, sucedeu terremoto pela presença dum anjo que removeu a pedra e assentou-se nela. As mulheres ouviram ao anjo e creram em suas afirmações; ao retornarem apressadamente, encontraram Jesus ressuscitado (vs. 1-10).
• Os guardas romanos, colocados para vigiar o defunto, viram o mesmo que as mulheres (vs. 2-4); correram e contaram aos principais sacerdotes tudo o que aconteceu, os quais decidiram não acreditar; pelo contrário, numa reunião, decidiram subornarem aos guardas para divulgarem uma mentira ao invés da verdade (vs. 11-15).
• As mulheres adoraram a Jesus quando O viram (v. 9), a maioria dos discípulos também; contudo, alguns deles duvidaram (vs. 16-17). É difícil crer mesmo depois de ver! “É interessante que Mateus, no último parágrafo de seu evangelho, salientou o fato de que o aparecimento físico de Jesus deixou alguns em dúvida. A visão depende mais da fé do que a fé na visão” (Frank Stagg).
• Após receber toda autoridade no Céu e na Terra, Jesus comissionou Seus discípulos a irem ao mundo proclamar o evangelho com a garantia de Sua presença “até a consumação do século” (vs. 18-20).

“Observar a ênfase cristológica da Grande Comissão não é apenas uma questão de exegese correta, mas é decisiva para o espírito das missões. Só quando a soteriologia é subordinada à cristologia é que existe verdadeira salvação” (Stagg).

Cegueira espiritual impede as pessoas de perceberem evidências claras da verdade. Mas, a verdade prevalece apesar dos grandes líderes promoverem a mentira.

Jesus ressuscitou para salvar pecadores, apesar dos Seus ferrenhos opositores! Tenhamos fé e coragem para promover essa mensagem! – Heber Toth Armí.

Ao concluir tua reflexão no livro de Mateus, qual é tua reação?



MATEUS 27 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
21 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
20 de fevereiro de 2018, 0:55
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