Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 26 – A trajetória de Cristo fora planejada no Céu antes mesmo de existir pecadores. Nenhum plano humano pegaria ao Messias de surpresa (Atos 2:22-24).

Jesus terminou de ensinar os princípios do Céu aos súditos do reino de Deus aqui na Terra (v. 1), e logo apontou que a páscoa do Antigo Testamento, tinha um significado profético. Portanto, a páscoa que iniciaria em dois dias seria diferente, e a última páscoa válida (vs. 2-5).

O ato de Maria de Betânia de ungir Jesus revela uma entrega de vida a Cristo (vs. 6-13), mas Jesus elevou este gesto para revelar Sua entrega pelos pecadores. “A unção é importante porque a palavra Messias ou Cristo se refere a alguém que foi ungido para sua missão. Jesus considerou a atitude da mulher uma preparação de certa forma prematura, mas não inconveniente, para seu sepultamento” (Joe Kapolyo).

Com isso, Jesus deixava claro que não era Judas que O entregaria àqueles que seriam o assassino do Messias (vs. 14-16). Na verdade, Jesus deseja salvar ao traidor (vs. 20-25), tanto quanto o blasfemador e os escandalizados (vs. 31-35).

Antes de Sua morte pascal, Jesus substituiu a celebração da Páscoa pela celebração da santa ceia (vs. 26-35). Depois da celebração da “ceia-modelo” que revelaria sua morte pelos pecadores, Ele saiu cantando do recinto em que estava com Seus discípulos e foi para o jardim do Getsêmani a derramar Sua alma perante o Pai (vs. 36-45).

Tal oração não mudou em nada a situação, apenas preparou o coração de Jesus para aquela terrível ocasião (v. 46-75).

Embora não havia nada agradável no sofrimento de Cristo, o cálice seria dos mais amargos, nada sairia fora dos desígnios de Deus:

• “Acaso, pensais que não posso rogar a meu Pai, e Ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?” (v. 53);
• Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” (v. 54);
• “Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então, os discípulos todos, deixando-O, fugiram” (v. 56).
• “Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus Lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes…” (v. 75).

Cada detalhe da paixão de Cristo foi planejado para nos salvar. Reflita nisso e reaviva-te! – Heber Toth Armí.



MATEUS 25 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
19 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 24 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
18 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 23 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
17 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 22 – Curiosidade! Quanto mais Jesus Se aproximava de Jerusalém para o auge de Sua missão no mundo em prol da humanidade, mais os líderes espirituais O rejeitavam.

Jesus intentava alcançar aos opositores, críticos e arrogantes; por isso, contou uma parábola visando despertá-los à realidade que eles ignoravam veementemente. A parábola trata do rei e Seu filho, do primeiro grupo de convidados que dão desculpas indesculpáveis e ainda maltratam os servos do rei, e, o grupo que recebe o convite inesperadamente (vs. 1-14).

Os convidados cometem um crime hediondo ao ofender o Rei recusando Seu convite especial, por causa de coisas banais. A liderança política e religiosa do povo de Deus não reconheceu o Filho do Rei diante deles, então a consequência foi terrível (v. 7). Contudo, Deus não desistiu da festa por causa da rejeição e indisposição deles; hoje todos nós somos convidados.

Quem aceita, porém ignora a indumentária celestial será também julgado indigno da festa, tanto quanto os que recusam abertamente ao convite da graça. “A salvação de Deus em Cristo é oferecida gratuitamente, mas, quando se entra no reino de Deus, é preciso exibir um comportamento adequado […]. Os que assumem a graça de Deus sem verdadeiramente honrar seu Filho serão lançados nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes (22:13; 13:42; 24:51; 25:30)” (Joe Kapolyo).

Irritados pela parábola, os inimigos de Cristo reagiram imediatamente, elaboraram perguntas que são poderosas armadilhas visando destruir a Cristo, porém, foram surpreendidos com cada resposta do Mestre dos mestres:

1. Em assuntos…

• …polêmicos relacionados à economia, política e questões eclesiásticas, Jesus foi fantástico (leia os versículos 15-22).
• …civis/matrimoniais, ligados à doutrina da ressurreição, a pergunta polêmica foi respondida por Jesus surpreendentemente (veja nos versículos 23-33).
• …teológicos/filosóficos complexos, a naturalidade e simplicidade de Jesus indicaram falhas no pensamento arrogante dos questionadores (analise os versículos 34-40).

2. Na arte de argumentar, Jesus também era extraordinário, o melhor da história mundial. “De fato, Jesus é maior que Salomão (12:42), Jonas (12:41), o templo (12:6) e Davi” (Kapolyo); (verifique os versículos 41-46).

O problema dos que rejeitam a Jesus é confiar em seus conceitos mesquinhos, por desconhecerem à Palavra de Deus com profundidade.

O poder de Deus reside no conhecimento e confiança de Sua Palavra! Reavivemo-nos pela Palavra! – Heber Toth Armí.



MATEUS 21 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
15 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 21 – Quanto mais Jesus fala e faz, pior fica para Ele. Quanto mais bem Ele revela em Seus atos, mais o mal se manifesta contra Ele. Quanto mais amor Cristo demonstra, mais ódio é suscitado no coração de Seus opositores.

A coisa piora cada vez que o Filho de Deus Se aproxima da cidade de Jerusalém, a metrópoles da religião que o próprio Cristo havia instituído. Observe com oração atentamente cada frase dos versículos do capítulo em pauta, depois leia refletindo neste comentário.

Baseando-me em Francis D. Nichol, ofereço este esboço de Mateus 21:

1. Cristo…
a) …entra em Jerusalém montado num jumentinho (vs. 1-11);
b) …expulsa os que vendem e compram no templo (vs. 12-17);
c) …amaldiçoa a figueira (vs. 18-22).

2. Depois, Ele…
a) …silencia os sacerdotes e anciãos (vs. 23-27);
b) …os repreende:
• …pela semelhança com os dois filhos (vs. 28-32);
• …com os lavradores maus que matam os servos enviados pelo dono da casa (vs. 33-45).

Após Jesus entrar num jumentinho de um “modo que lembrava os guerreiros e reis do Antigo Testamento e do período interstestamentário, vitoriosos em batalha” diante da “turba alvoroçada” que “apenas cinco dias depois” estaria gritando, “pedindo que ele fosse crucificado” entrou “no recinto do templo” e “fez coisas totalmente inesperadas. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro para os estrangeiros, expulsou os animais destinados aos sacrifícios e” condenou “os líderes de ter corrompido um lugar de oração, transformando-o em um enorme mercado” (Craig L. Blomberg).

• Precisamos disso hoje?

“A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém prefigura Sua segunda vinda, a purificação da Terra e o juízo final”. Uma aplicação mais pessoal, “espiritualmente, significa a entrada de Cristo no coração humano”, a qual, “traz vitórias espirituais, purificação espiritual e responsabilidade pessoal” (Andy Nash).

Jesus precisa entrar de triunfalmente em nossa vida, expulsar de nosso coração todo tipo de práticas que atrapalham a adoração e a frutificação, para que não sejamos estéreis espiritualmente como os judeus ou como a figueira.

É imprescindível que sejamos ativos e proativos no serviço cristão; se houve negligência, devemos nos arrepender e agir como o filho que trabalhou na vinha; contudo, não devemos ser trabalhadores maus, indiferentes aos enviados de Deus, arrogantes e apáticos ao juízo divino.

“Senhor, purifica minha vida!” – Heber Toth Armí.



MATEUS 20 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
14 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 20 – Após a dificuldade do jovem rico de seguir a Jesus, devido a seu amor à riqueza, Pedro, representando os doze, desejou as vantagens de deixar tudo por Jesus.

É nesse contexto, na viagem de Jesus à Judeia, que se encontra o capítulo em foco; o qual inicia com a parábola dos trabalhadores da vinha (vs. 1-16). Essa parábola, que é “uma continuação do discurso sobre as recompensas no final do capítulo 19, ilustra a seguinte verdade: enquanto todos os discípulos verdadeiros serão recompensados, a ordem de recompensas será determinada pelo espírito no qual o discípulo servia” (William MacDonald).

Os trabalhadores foram convocados em horas diferentes, assim, os últimos trabalharam menos. Contudo, todos receberam salário igual. “Isso somente prova que no reino dos céus devemos adotar um modo de pensar completamente novo, devemos abandonar nosso espírito ganancioso e competitivo, e pensar como o Senhor” (MacDonald).

• Quanto receberemos nós? Queria saber Pedro.
• A parábola é Sua resposta!
• Comentando a resposta de Jesus, Ellen G. White comenta:

“O Senhor deseja que descansemos nEle sem pensar na medida do galardão. Quando Cristo habita na alma, o pensamento de remuneração não é supremo. Este não é o motivo impelente do nosso serviço. Verdade é que num sentido secundário devemos olhar a recompensa. Deus deseja que apreciemos as bênçãos prometidas; mas não que sejamos ávidos de remuneração, nem sintamos que para cada serviço devamos receber compensação. Não devemos estar tão ansiosos de obter galardão, como de fazer o que é justo, independentemente de todo o lucro. O amor a Deus e a nossos semelhantes deve ser nosso motivo”.

• Já pensou se Jesus levasse em conta o tamanho do resultado de Sua paixão, conforme ele prediz pela quarta e última vez? (vs. 17-19).
• O resultado do sacrifício de Cristo seria ínfimo diante do sucesso do diabo (22:14), contudo, Ele aceitou ser satirizado, fustigado e crucificado.

Apesar dos impactantes ensinamentos de Cristo, os discípulos ainda disputavam poder entre eles (vs. 20-28), e como os cegos (vs. 20-34), precisavam ter olhos espirituais para enxergar sua necessidade de compaixão, e como se deve, de fato, seguir a Jesus: Desinteressadamente.

Muitos líderes da teologia da prosperidade deveriam conhecer melhor as doutrinas de Cristo; e, nós também, que tanto ansiamos por poder! Convertamo-nos completamente! – Heber Toth Armí.



MATEUS 18 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
12 de fevereiro de 2018, 0:55
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