Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
23 de fevereiro de 2018, 0:55
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MARCOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de fevereiro de 2018, 0:45
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MARCOS 1 – Os Evangelhos foram escritos “em meio a tensões e interrogações que assaltavam as novas congregações cristãs. Não era fácil ser fiel a Jesus Cristo em uma cultura que estava completamente alheia ao evangelho, e era tanto ignorante como suspeitava da nova fé […]. Embora o Evangelho de Marcos não seja orientado na direção de ideias teológicas, de uma forma mais elaborada e sistemática, o conteúdo do livro é o âmago da fé cristã e da mensagem de Cristo. A tese de Marcos pode ser declarada resumidamente: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o reino de Deus esperado se aproximou, para trazer salvação ao homem” (Henry E. Tulington).

A frase de abertura deste livro é chamada por Austin Farrer de, “uma semente, da qual crescerão as sentenças seguintes”. Portanto, reflita neste versículo:

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”.

Para introduzir o ministério de Jesus, Marcos trata do ministério de João Batista, que, certamente, é aquele que preparou o caminho do Senhor (vs. 2-6), testemunhou poderosamente dEle como alguém mais poderoso do que ele (vs. 7-8), e fez o batismo público do Messias no rio Jordão (vs. 9-11).

Marcos citou a voz ouvida do Céu, a qual merece atenção, por isso, reflita no significa destas palavras:

“Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Sem entrar em detalhes, Marcos fez menção à tentação de Jesus (vs. 12-13), o retorno dEle para a Galiléia e o teor de Sua pregação (vs. 14-15), o chamado e vocação de alguns discípulos (vs. 16-20) para, então, concentrar-se no ministério de cura de Jesus:

• Cura de um endemoninhado (vs. 21-28);
• Cura da sogra de um de Seus discípulos (vs. 29-31);
• Curas diversas (vs. 32-34)
• Renovação das forças através da oração a fim de continuar Seu ministério de cura (vs. 35-45).

Marcos apresenta Jesus como tendo autoridade sobre os demônios e sobre qualquer tipo de enfermidade; autoridade que residia em Sua natureza divina e em Sua comunhão com o Pai.

Nossa resposta adequada à autoridade de Cristo é o arrependimento (uma conversão radical na direção da vida) e a assimilação total da veracidade do evangelho do reino de Deus.

Assim como os discípulos reagiram, devemos reagir hoje: Imediatamente deixaram tudo e O seguiram! Vamos reavivar-nos… – Heber Toth Armí.



MATEUS 28 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
22 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
22 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 28 – O livro de Mateus revela a incredulidade dos escribas e fariseus. Esse texto inspirado por Deus dá dicas espirituais de como lidar com incrédulos e ateus sabendo que a resposta da maioria será terrivelmente negativa.

Para a incredulidade, a ignorância da verdade é confortável. A verdade incomoda aos incrédulos. Contudo, a verdade não deve ser ignorada. Deve ser proclamada, porque as pessoas não sabem a razão pela qual não querem conhecê-la.

Ignorância gera arrogância. “Nada induz o ser humano a duvidar muito do que saber pouco” diz Francis Bacon. Observe com atenção alguns pontos do capítulo em questão:

• Após a morte de Jesus na sexta-feira, as mulheres esperaram passar o sábado para visitar ao sepulcro; então, sucedeu terremoto pela presença dum anjo que removeu a pedra e assentou-se nela. As mulheres ouviram ao anjo e creram em suas afirmações; ao retornarem apressadamente, encontraram Jesus ressuscitado (vs. 1-10).
• Os guardas romanos, colocados para vigiar o defunto, viram o mesmo que as mulheres (vs. 2-4); correram e contaram aos principais sacerdotes tudo o que aconteceu, os quais decidiram não acreditar; pelo contrário, numa reunião, decidiram subornarem aos guardas para divulgarem uma mentira ao invés da verdade (vs. 11-15).
• As mulheres adoraram a Jesus quando O viram (v. 9), a maioria dos discípulos também; contudo, alguns deles duvidaram (vs. 16-17). É difícil crer mesmo depois de ver! “É interessante que Mateus, no último parágrafo de seu evangelho, salientou o fato de que o aparecimento físico de Jesus deixou alguns em dúvida. A visão depende mais da fé do que a fé na visão” (Frank Stagg).
• Após receber toda autoridade no Céu e na Terra, Jesus comissionou Seus discípulos a irem ao mundo proclamar o evangelho com a garantia de Sua presença “até a consumação do século” (vs. 18-20).

“Observar a ênfase cristológica da Grande Comissão não é apenas uma questão de exegese correta, mas é decisiva para o espírito das missões. Só quando a soteriologia é subordinada à cristologia é que existe verdadeira salvação” (Stagg).

Cegueira espiritual impede as pessoas de perceberem evidências claras da verdade. Mas, a verdade prevalece apesar dos grandes líderes promoverem a mentira.

Jesus ressuscitou para salvar pecadores, apesar dos Seus ferrenhos opositores! Tenhamos fé e coragem para promover essa mensagem! – Heber Toth Armí.

Ao concluir tua reflexão no livro de Mateus, qual é tua reação?



MATEUS 27 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
21 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
20 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 26 – A trajetória de Cristo fora planejada no Céu antes mesmo de existir pecadores. Nenhum plano humano pegaria ao Messias de surpresa (Atos 2:22-24).

Jesus terminou de ensinar os princípios do Céu aos súditos do reino de Deus aqui na Terra (v. 1), e logo apontou que a páscoa do Antigo Testamento, tinha um significado profético. Portanto, a páscoa que iniciaria em dois dias seria diferente, e a última páscoa válida (vs. 2-5).

O ato de Maria de Betânia de ungir Jesus revela uma entrega de vida a Cristo (vs. 6-13), mas Jesus elevou este gesto para revelar Sua entrega pelos pecadores. “A unção é importante porque a palavra Messias ou Cristo se refere a alguém que foi ungido para sua missão. Jesus considerou a atitude da mulher uma preparação de certa forma prematura, mas não inconveniente, para seu sepultamento” (Joe Kapolyo).

Com isso, Jesus deixava claro que não era Judas que O entregaria àqueles que seriam o assassino do Messias (vs. 14-16). Na verdade, Jesus deseja salvar ao traidor (vs. 20-25), tanto quanto o blasfemador e os escandalizados (vs. 31-35).

Antes de Sua morte pascal, Jesus substituiu a celebração da Páscoa pela celebração da santa ceia (vs. 26-35). Depois da celebração da “ceia-modelo” que revelaria sua morte pelos pecadores, Ele saiu cantando do recinto em que estava com Seus discípulos e foi para o jardim do Getsêmani a derramar Sua alma perante o Pai (vs. 36-45).

Tal oração não mudou em nada a situação, apenas preparou o coração de Jesus para aquela terrível ocasião (v. 46-75).

Embora não havia nada agradável no sofrimento de Cristo, o cálice seria dos mais amargos, nada sairia fora dos desígnios de Deus:

• “Acaso, pensais que não posso rogar a meu Pai, e Ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?” (v. 53);
• Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” (v. 54);
• “Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então, os discípulos todos, deixando-O, fugiram” (v. 56).
• “Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus Lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes…” (v. 75).

Cada detalhe da paixão de Cristo foi planejado para nos salvar. Reflita nisso e reaviva-te! – Heber Toth Armí.



MATEUS 25 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
19 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 24 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
18 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 23 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
17 de fevereiro de 2018, 0:45
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