Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 14 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
8 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 13 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
7 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 12 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
6 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de março de 2018, 0:45
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MARCOS 12 – Desde Marcos 11:27 até 13:2 o evangelista registra um confronto de Jesus “com a classe dirigente de Jerusalém”, analisa R. T. France.

Na introdução do capítulo em questão Jesus conta uma parábola interessante intentando alcançar líderes eclesiásticos de Seu tempo. Na parábola dos lavradores maus Jesus revela que foi enviado de forma especial aos judeus após Deus ter revelado muita paciência, amor e bondade para com Israel.

Porém, a dureza do coração dos judeus e seus líderes levou-os a rejeitar aos enviados de Deus para solucionar seus problemas e avivar-lhes a esperança (vs. 1-12). Após intentar abrir-lhes os olhos, diferentes opiniões religiosas se uniram ecumenicamente para se opor a Jesus:

1. Primeiramente, o grupo dos fariseus apresentaram suas questões objetivando encurralar Jesus em assuntos de economia e política (vs. 13-17); a sábia e imprevisível resposta dEle fez com que a multidão intensificasse mais a admiração por Sua pessoa.

2. Após os ineficazes ataques intelectuais dos fariseus, os saduceus entraram em cena com o mesmo propósito, mas com estratégia diferente. Eles polemizaram ensinamentos revelados escritos na Torá questionando a ressurreição (vs. 18-27). Mas Jesus expôs publicamente a ignorância estúpida deles mascarada de inteligência.

3. Após surpreender Seus interlocutores envenenados de inveja e ódio, era hora dos escribas entrarem em cena com argumentos mais sutis – mas não menos diabólicos e anti-Cristo. Todavia, num elixir teológico, Jesus elogiou-os, mas declarou que ainda não estavam no reino de Deus: “Não estás longe…” (vs. 28-34). Consequentemente, “ninguém mais ousava interrogá-lO”.

A conclusão do capítulo possui uma censura aos escribas sobre sua arrogante forma de viver, empanturrados de hipocrisia (vs. 38-40); em seguida, Jesus elogiou uma viúva pobre que, diferentemente dos que ofertavam muito das suas sobras, ofertou no Templo todo seu sustento (vs. 41-44).

Interessante, não? Então, fique alerta:

• Sonegar o que é do governo e/ou do que é de Deus significa falhar como cidadão da Terra e também do céu;
• Ser uma pessoa profundamente religiosa, mas desprovida de submissão genuína ao enviado de Deus, é pura perca de tempo;
• Entregar dízimos/ofertas meramente por tradição ou para vangloriar-se é bem diferente da atitude da mulher que arrancou elogios de Jesus.

Você ama a Deus verdadeiramente como a viúva ou parcialmente como os líderes eclesiásticos questionadores de Cristo? – Heber Toth Armí.



MARCOS 11 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
5 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de março de 2018, 0:45
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MARCOS 11 – A cegueira espiritual impede as pessoas de enxergarem a verdadeira realidade da existência. Já foi dito que o pior cego é aquele que não quer ver, mas acredito que pior que isso é negar-se a enxergar a realidade através da fé.

Leia atentamente o capítulo em pauta. Depois reflita:

• Jesus entrou em Jerusalém atraindo o público para Si como o Messias, quando uma multidão de judeus afluía de diversos lugares para celebrarem a Páscoa (vs. 1-11).
• Jesus mostra que não tem qualquer apreço pelo que aparenta uma coisa quando na verdade é outra; a figueira que deveria ter frutos sem tê-los representa o hipócrita que parece servir a Deus, mas seu fruto não condiz com sua profissão de fé (vs. 12-14).
• Jesus apresentou Sua indignação por uma religiosidade de aparência, espiritualidade permeada de formalidade e, por práticas eclesiásticas desprovidas da essência divina quando expulsou os charlatães na purificação o Templo (vs. 15-19).
• Jesus falou do poder da fé genuína, a qual não importa o tamanho, o resultado será extremamente grande como um monte lançando-se ao mar miraculosamente (vs. 20-24).
• Jesus ensinou que antes de pedir perdão a Deus é necessário acertar as diferenças, intrigas e desavenças existentes nos relacionamentos, seja de crentes ou descrentes, de familiares ou não. Do contrário, tal pecador sairá sem perdão (vs. 25-26).
• Jesus foi confrontado pelos líderes religiosos pelo que dizia. Sua autoridade fora questionada, e Suas palavras foram desafiadas. Porém, sem titubear, com humildade e firmeza, Ele silenciou a cada um de Seus opositores (vs. 27-33).

Muitos ensinamentos preciosos, não? Continue…

• Os líderes de Israel tinham pompa de crentes como a figueira sem fruto, mas no fundo eles tinham apenas casca de aparência, estavam destituídos de essência dos verdadeiros servos de Deus. Podemos não enxergar que agimos precisamente assim ainda hoje.

• Talvez nossa atitude levaria Jesus a expulsar-nos de Sua igreja nos dias de hoje como fizeram com os escrupulosos negociadores e cambistas do Templo. Mas, enxergamos isso em nós?

• Será que temos fé para enxergar que o perdão remove multidões de pecados?

• Desejamos enxergar que nossa reconciliação com Deus não passa de ilusão sem reconciliação com nosso próximo?

• A cegueira torna-nos incrédulos, rebeldes, orgulhosos, preconceituosos, arrogantes, desonestos e ignorantes. Portanto, precisamos converter-nos genuinamente!

Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.



MARCOS 10 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
4 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 9 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
3 de março de 2018, 0:56
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LUCAS 24 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
3 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de março de 2018, 0:45
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MARCOS 9 – Ser discípulo do Messias é a essência do cristianismo bíblico. Observe:

1. A transfiguração de Jesus foi um antegozo do reino de Deus vindo com poder. Sua aparência completamente transformada permitiu que os três discípulos tivessem o privilégio de um lampejo de Sua glória (vs. 1-8). O discipulado cristão é uma experiência na presença da glória divina que resulta em transformação humana.

2. O exorcismo eficiente diante de um exorcismo impotente dos discípulos de Cristo ensina-nos preciosas lições, porém, parece que a lição principal é que a paciência de Jesus com a lentidão espiritual dos Seus servos tem limites; é preciso tempo com Deus antes de obter vitória sobre o mundo espiritual da maldade, e isso é um assunto importante e urgente (vs. 14-29).

3. Muitas coisas que os discípulos veem o Messias fazendo e falando geram questionamentos, indagações e até discussões devido a incompreensões (vs. 9-13, 30-34). Contudo, Jesus trabalha a mente e o comportamento de Seus discípulos:

a) Pensando que o reino de Deus envolvia poder e status, os discípulos precisam aprender que a humildade e submissão a Deus e a Cristo conduzem ao caminho para o reino celestial (vs. 33-37).

b) Pensando em exclusividade e orgulho por seguirem a Jesus os discípulos precisavam aprender tolerância e amor para com aqueles que fazem a obra de Cristo mas pertence a um grupo diferente (vs. 38-41).

c) Pensando que não importa aos outros as próprias atitudes, os discípulos de Jesus devem conhecer as consequências por fazer tropeçar em vez de encorajar as pessoas a seguirem a Cristo. É melhor ser bênção que pedra de tropeço (vs. 42-48).

d) Os discípulos de Cristo devem pensar em ser sal na sociedade. Ter sal em si mesmo é um apelo a viver conforme o ideal de Cristo; isso significa ser um exemplo vivo aos moribundos do pecado (vs. 49-50).

O capítulo apresenta discussões entre os discípulos, mas Jesus encerra mostrando que discussões e rivalidades ameaçam o caráter do cristianismo. Viver em paz e harmonia entre si é como o sal para temperar a sociedade insípida.

Desavenças, divisões, mania de grandeza e ambições roubam a credibilidade do evangelho na sociedade. Entretanto, um grupo de crentes unidos é um poderoso testemunho em favor de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.