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MARCOS 6 – Quanto mais Jesus revelava Sua natureza pelos Seus feitos, mais suscitava a incredulidade contra Ele. Quanto mais bondade o Messias demonstrava pelos Seus atos, mais a maldade erguia-se para opor-Lhe.
“O capítulo 5 de Marcos apresenta o triunfo da fé, enquanto o capítulo 6 registra a tragédia da incredulidade. O capítulo 5 de Marcos é um marco luminoso do poder de Jesus no meio da escuridão da miséria humana. Vemos nele o triunfo de Cristo sobre o diabo, a doença e a morte. Agora, no capítulo 6, vemos a incredulidade dos nazarenos, de Herodes e dos próprios discípulos” (Hernandes Dias Lopes).
• Jesus sofreu rejeição em sua própria casa; pela incredulidade das pessoas, muitas coisas que poderiam ser feitas não foram realizadas. Contudo, Jesus treinou Seus discípulos a fim de infiltrarem na sociedade com o evangelho (vs. 1-3).
• Jesus foi rejeitado na pessoa de Seu precursor. João Batista, que preparava o caminho para Jesus, fora preso e degolado por falar a verdade num ambiente de imoralidade. Após isso, Jesus almejou passar um momento isolado visando à reflexão (vs. 14-32).
Embora Jesus precisasse descansar, muitas vezes não conseguiu. Se Ele precisava descansar, quanto mais nós que somos fracos e limitados! Visando a isso, Deus deixou a noite para descanso diário e, o sábado para descanso semanal. Além disso, creio que férias familiares são de suma importância para renovação das forças e energias.
“O cansaço físico e o esgotamento emocional sinalizam a necessidade do descanso. É nesse contexto que os discípulos saem com Jesus para um lugar deserto, com o propósito de descansarem… Ao desembarcarem, porém, uma numerosa multidão segue Jesus, porque tinham visto os sinais que ele fazia na cura dos enfermos” (Lopes).
• Por causa da busca da multidão, Jesus não conseguiu ter Seu momento de reflexão. Ele Se compadeceu e atendeu física, emocional e espiritualmente à multidão que O procurou. Após terminadas as atividades do dia e despedida à multidão, Jesus insistiu num tempo de solidão. Depois de renovado foi ter com Seus discípulos por sobre as águas e os ensinou a vencer a incredulidade (vs. 45-52).
• A multidão procurava Jesus apesar dos incrédulos (vs. 53-56).
A incredulidade ainda impera arrogantemente em nossa sociedade, aprenderemos a desenvolver fé com os ensinos de Jesus? – Heber Toth Armí.
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MARCOS 5 – O grande conflito é nítido na vida diária de qualquer pessoa.
Alguns mais outros menos, mas todos somos atacados pelo diabo. Entretanto, Cristo está disponível para ajudar-nos; e, com Ele, a vitória é certa!
“Jesus Cristo, o Servo de Deus, é Senhor sobre qualquer situação e Conquistador de qualquer inimigo. Se cremos nele e seguimos suas ordens, não precisamos ter medo” (Warren Wiersbe).
No capítulo em análise temos:
• Confronto e vitória de Jesus sobre as forças do mal (vs. 1-20)
• Jesus é desafiado pela enfermidade, mas lidou com ela melhor do que o melhor dos médicos (vs. 21-34).
• Pior do que a enfermidade, Jesus ficou frente à frente com a morte, contudo, a morte não tem maior poder que Jesus (vs. 35-43).
Jesus não está limitado a nada. O poder da sociedade não é maior que o poder de Jesus de influenciar as pessoas presas a conceitos ou preconceitos sociais. O poder dos demônios encontram limites e resistência no poder de Jesus. O poder das doenças e da morte é limitado frente ao poder ilimitado do Filho de Deus.
Deveríamos aproximar-nos mais de Jesus, ser Seu amigo. Deveríamos depender mais de Jesus, submetermos a Ele a fim de sermos libertos de tudo o que nos aflige, e com Ele poder vencer tudo o que nos limita viver uma vida de verdadeira liberdade e felicidade.
Observe algumas verdades a mais que merecem nossa atenção neste capítulo:
1. Para Jesus o diabo é real e seus demônios agem de forma literal destruindo vidas, lançando na sarjeta ou mesmo entre os sepulcros levando a sociedade a tratá-las como lixo.
2. Jesus não ignora a crueldade, o poder e a malícia de Satanás; Ele lida com seriedade reconhecendo sua realidade; contudo, Jesus é mais poderoso e vence a malignidade com bondade.
3. Satanás faz estragos em pessoas, em animais e até na economia de um município ou país; entretanto, a ignorância tem dificuldades para aceitar Jesus. Por isso, os libertos devem testemunhar.
4. Doença ou morte, homem ou mulher, judeu ou gentio, nada disso é obstáculo para os milagres de Jesus, somente a nossa incredulidade.
Como a mulher hemorrágica ou o chefe da sinagoga, devemos depositar nossa fé e confiança no poder de Jesus, o Salvador! – Heber Toth Armí.
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MARCOS 4 – Após Jesus mostrar que é de Sua família não quem o é de sangue ou de laços biológicos, mas quem faz a vontade de Deus (capítulo 3), Ele passou a apresentar enfaticamente a importância da Palavra de Deus.
Fica evidente que Jesus anseia que Seus ouvintes sejam realmente de Sua família. No capítulo em questão temos:
1. Uma parábola que ilustra possíveis reações diante da Palavra de Deus (vs. 1-20):
a) Endurecer o coração diante da Palavra;
b) Ser relapso diante da apresentação da Palavra;
c) Estar demasiado atarefado para se comprometer com a Palavra;
d) Ter um coração aberto e ávido para receber a Palavra a tal ponto de produzir muito fruto.
2. Três parábolas que ilustram a importância da Palavra no estabelecimento do reino de Deus (vs. 21-34):
a) A Palavra de Deus tem um poder sobrenatural que ilumina a vida daquele que está nas trevas do mal, da imoralidade e do pecado, ainda o conduz ao reino da luz;
b) A Palavra de Deus tem poder de germinar no coração, crescer e frutificar na vida cotidiana do cristão;
c) A Palavra de Deus pode exercer pouco impacto em alguém, mas o que, inicialmente, é pequeno como semente de mostarda, logo será grande como árvore – devido ao Seu poder.
3. Uma experiência de vida numa tempestade real para evidenciar o tremendo poder e impacto da Palavra divina (vs. 35-41).
Talvez até hoje muitos não saibam “Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem”. Isso porque muitos que alegam seguir a Cristo não permitem que Sua Palavra penetre no âmago do coração a tal ponto de produzir frutos que sejam bom testemunho dEle.
• Muitos crentes dizem seguir a Cristo sem aplicar os princípios de Seu reino à vida diária. Como viver o reino de Deus seguindo práticas vigentes no reino do diabo?
• Como viver o verdadeiro cristianismo sendo absorvido pelo mundanismo, materialismo, secularismo, e até mesmo o ateísmo? (vs. 15-19).
• Como impactar a sociedade se, a luz de Jesus estiver escondida atrás da timidez, das atitudes acanhadas e do testemunho zero? (vs. 21-23).
Sejamos relevantes numa sociedade decadente dedicando tempo para estudar e assimilar os conteúdos da Palavra de Deus! Dediquemo-nos à consagração: “Senhor, reaviva-nos pela Palavra!” – Heber Toth Armí.
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MARCOS 3 – O evangelho escrito por Marcos é mais curto que os escritos por Mateus, Lucas e João. Ele foi muito seletivo na escolha do que incluir em seu texto. Ele não se preocupou com a cronologia dos eventos da história de Cristo. Ele não escreveu uma biografia.
“Marcos não estava disposto a escrever um relato cronológico das palavras e dos feitos de Jesus na sequência correta, nem a fazer uma descrição completa de sua vida. Ao contrário, seu objetivo era apresentar um esboço fiel da pregação e do ensino de Pedro sobre as boas-novas de Cristo a um público gentio em Roma. Ele utilizou, portanto, o material de ensino e pregação usado por Pedro em Roma, de acordo com as necessidades do público de Pedro” (Victor Babajide Cole).
Marcos aprendeu sobre Jesus dos lábios de Pedro. Seu livro reflete o pensamento de Pedro sobre Cristo. “Assim como o Espírito Santo relembrava a Pedro as palavras e os feitos de Jesus à medida que o apóstolo pregava o evangelho, o mesmo Espírito Santo [inspirou] Marcos, quando este, mais tarde, colocou por escrito o que havia ouvido de Pedro” (Cole).
O que aprendemos do capítulo em pauta?
• O conflito na Galileia continuou. Embora Jesus tivesse silenciado Seus críticos com respostas inteligentíssimas, eles não desistiram de importunar Jesus devido à dureza do coração. Uma visão limitada do sábado emite a opinião de que Jesus cometeu erros, portanto, merecia morrer (vs. 1-6).
• Devido à insistência do conflito, Jesus se retirou da Galileia. Contudo, outras pessoas foram beneficiadas com a presença de Jesus (vs. 7-12).
• Jesus seleciona doze apóstolos para pregar e lhes concede autoridade sobre os demônios (vs. 13-19).
• Os desafios de Jesus não foram nada fáceis. A multidão, muitas vezes, não lhe deixava tempo nem para comer. Os irmãos e mãe de Jesus, incomodados com Ele, saíram para prendê-lO. Os líderes religiosos O acusavam de estar possuído pelo maior dos demônios (vs. 20-33).
• A resposta de Jesus revelou Sua identidade e a identidade de Sua verdadeira família (vs. 34-35). Você se encaixa?
Apesar das dificuldades, Jesus não desistiu de salvar-nos. Por que não perseverar em segui-Lo? Sejamos Seus irmãos e irmãs decidindo a fazer sempre a vontade de Deus revelada na Palavra! Reavivemo-nos entre os indiferentes! – Heber Toth Armí.
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MARCOS 2 – Neste mundo, a vida não é fácil para ninguém; nem mesmo para Jesus, o Filho de Deus. As dificuldades para o Mestre surgem imediatamente no capítulo 2 de Marcos.
“Até este ponto, Marcos contou histórias que demonstraram a crescente fama de Jesus e a atração que ele exercia sobre grandes multidões. Não há mudança a este respeito: pelo contrário, Jesus continuou a atrair multidões. Mas agora principia uma nova e forte nota, discordante e crescente em ira. Jesus começa a enfrentar a oposição dos líderes judeus, especialmente dos mestres religiosos ou escribas” (Henry E. Turlington).
“Marcos está escrevendo sobre algo que o próprio Deus fez. E é Jesus quem nos conta as boas notícias de Deus. O evangelho não é algo óbvio, de conhecimento comum das pessoas religiosas. Marcos sabe que as notícias são boas porque Jesus as trouxe de Deus”. E, por que a oposição? “O que Deus está fazendo por intermédio de Jesus implica um conflito com o mal” (Leon Morris).
No capítulo em análise, Jesus enfrenta conflito na Galileia:
• Sua autoridade de perdoar pecados foi questionada pelos poderosos líderes religiosos, foi acusado de proferir blasfêmia. Contudo, nada intimidou a Jesus; pelo contrário, Sua atitude de curar o paralítico deixara os críticos sem palavras, estupefatos (vs. 1-12).
• Sua autoridade moral foi questionada pelos moralistas religiosos. Jesus chama um coletor de impostos, desprezado pelo povo e condenado pelos líderes religiosos; numa festa, Jesus Se envolveu com pecadores da pesada. Sua resposta deixou os críticos sem reação (vs. 13-17).
• Sua atitude frente às tradições e práticas eclesiásticas foi confrontada líderes eclesiásticos. Se os fariseus e os discípulos de João estavam jejuando, quem era Jesus para ignorar tal prática tão importante para a religião. A resposta profunda de Jesus surpreende a quem quer que prestar atenção ao que Ele diz (vs. 18-22).
• Sua autoridade sobre a Lei foi debatida. Jesus foi repreendido pelos fariseus. Eles se achavam padrão de justiça. Se colocaram acima de Jesus, que era a justiça em pessoa. Jesus é Senhor da Lei, do tempo e do sábado (vs. 23-28).
Se os críticos fossem levados ao céu encontrariam defeitos lá. Precisamos reavaliar nossas atitudes, reconhecer nossa situação de pecadores e aceitar o convite de Jesus, como o fez Mateus (vs. 13-14) – Heber Toth Armí.