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MARCOS 11 – A cegueira espiritual impede as pessoas de enxergarem a verdadeira realidade da existência. Já foi dito que o pior cego é aquele que não quer ver, mas acredito que pior que isso é negar-se a enxergar a realidade através da fé.
Leia atentamente o capítulo em pauta. Depois reflita:
• Jesus entrou em Jerusalém atraindo o público para Si como o Messias, quando uma multidão de judeus afluía de diversos lugares para celebrarem a Páscoa (vs. 1-11).
• Jesus mostra que não tem qualquer apreço pelo que aparenta uma coisa quando na verdade é outra; a figueira que deveria ter frutos sem tê-los representa o hipócrita que parece servir a Deus, mas seu fruto não condiz com sua profissão de fé (vs. 12-14).
• Jesus apresentou Sua indignação por uma religiosidade de aparência, espiritualidade permeada de formalidade e, por práticas eclesiásticas desprovidas da essência divina quando expulsou os charlatães na purificação o Templo (vs. 15-19).
• Jesus falou do poder da fé genuína, a qual não importa o tamanho, o resultado será extremamente grande como um monte lançando-se ao mar miraculosamente (vs. 20-24).
• Jesus ensinou que antes de pedir perdão a Deus é necessário acertar as diferenças, intrigas e desavenças existentes nos relacionamentos, seja de crentes ou descrentes, de familiares ou não. Do contrário, tal pecador sairá sem perdão (vs. 25-26).
• Jesus foi confrontado pelos líderes religiosos pelo que dizia. Sua autoridade fora questionada, e Suas palavras foram desafiadas. Porém, sem titubear, com humildade e firmeza, Ele silenciou a cada um de Seus opositores (vs. 27-33).
Muitos ensinamentos preciosos, não? Continue…
• Os líderes de Israel tinham pompa de crentes como a figueira sem fruto, mas no fundo eles tinham apenas casca de aparência, estavam destituídos de essência dos verdadeiros servos de Deus. Podemos não enxergar que agimos precisamente assim ainda hoje.
• Talvez nossa atitude levaria Jesus a expulsar-nos de Sua igreja nos dias de hoje como fizeram com os escrupulosos negociadores e cambistas do Templo. Mas, enxergamos isso em nós?
• Será que temos fé para enxergar que o perdão remove multidões de pecados?
• Desejamos enxergar que nossa reconciliação com Deus não passa de ilusão sem reconciliação com nosso próximo?
• A cegueira torna-nos incrédulos, rebeldes, orgulhosos, preconceituosos, arrogantes, desonestos e ignorantes. Portanto, precisamos converter-nos genuinamente!
Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.
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MARCOS 9 – Ser discípulo do Messias é a essência do cristianismo bíblico. Observe:
1. A transfiguração de Jesus foi um antegozo do reino de Deus vindo com poder. Sua aparência completamente transformada permitiu que os três discípulos tivessem o privilégio de um lampejo de Sua glória (vs. 1-8). O discipulado cristão é uma experiência na presença da glória divina que resulta em transformação humana.
2. O exorcismo eficiente diante de um exorcismo impotente dos discípulos de Cristo ensina-nos preciosas lições, porém, parece que a lição principal é que a paciência de Jesus com a lentidão espiritual dos Seus servos tem limites; é preciso tempo com Deus antes de obter vitória sobre o mundo espiritual da maldade, e isso é um assunto importante e urgente (vs. 14-29).
3. Muitas coisas que os discípulos veem o Messias fazendo e falando geram questionamentos, indagações e até discussões devido a incompreensões (vs. 9-13, 30-34). Contudo, Jesus trabalha a mente e o comportamento de Seus discípulos:
a) Pensando que o reino de Deus envolvia poder e status, os discípulos precisam aprender que a humildade e submissão a Deus e a Cristo conduzem ao caminho para o reino celestial (vs. 33-37).
b) Pensando em exclusividade e orgulho por seguirem a Jesus os discípulos precisavam aprender tolerância e amor para com aqueles que fazem a obra de Cristo mas pertence a um grupo diferente (vs. 38-41).
c) Pensando que não importa aos outros as próprias atitudes, os discípulos de Jesus devem conhecer as consequências por fazer tropeçar em vez de encorajar as pessoas a seguirem a Cristo. É melhor ser bênção que pedra de tropeço (vs. 42-48).
d) Os discípulos de Cristo devem pensar em ser sal na sociedade. Ter sal em si mesmo é um apelo a viver conforme o ideal de Cristo; isso significa ser um exemplo vivo aos moribundos do pecado (vs. 49-50).
O capítulo apresenta discussões entre os discípulos, mas Jesus encerra mostrando que discussões e rivalidades ameaçam o caráter do cristianismo. Viver em paz e harmonia entre si é como o sal para temperar a sociedade insípida.
Desavenças, divisões, mania de grandeza e ambições roubam a credibilidade do evangelho na sociedade. Entretanto, um grupo de crentes unidos é um poderoso testemunho em favor de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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MARCOS 8 – Seguir a Jesus tem seus desafios, inclusive sofrimentos; porém, não segui-lO resulta em consequências irreversíveis. Ele é a única solução para os dilemas do coração, a única esperança sólida para o desespero causado pela morte.
Observe estes tópicos extraídos dos 38 versículos do capítulo em pauta:
• Jesus é movido de compaixão ao observar uma multidão de pecadores e Sua motivação O impulsiona a ajudar a cada uma das pessoas que carecem de auxílio. Ele fez o milagre da multiplicação de pães e peixes novamente (ver Marcos 6:32-44) e deixou Seus discípulos perplexos (vs. 1-9).
• Jesus Se preocupa com os pecadores, principalmente quando Ele investe tanto neles, mas eles teimam em suas próprias filosofias. Após ter Se afastado da Galileia, Jesus retornou; ao encontrar-Se com os líderes religiosos, estes aproveitaram para Lhe pedir um sinal (as duas multiplicações e outros milagres ainda não eram suficientes). Mas Jesus despreza a fé que depende de sinais. Os discípulos também tinham tendência para a incredulidade e hipocrisia, mas era mais fácil lidar com eles do que com os líderes eclesiásticos – evidentemente, Jesus Se preocupe com todos os hipócritas (vs. 10-21).
• Jesus curou literalmente a um cego logo após tratar com a incredulidade dos fariseus e dos discípulos. Esta história real ilustra teologicamente a cegueira espiritual que Jesus anseia curar dos pecadores cegados pelo orgulho e por Suas ideologias que impedem de ver a realidade nua e crua do pecador e de Sua necessidade de um Salvador (vs. 22-33).
• Jesus pregou que o caminho para a nossa salvação é Ele passar pela cruz; todavia, inclui uma assimilação nossa com Sua experiência. Para tornarmo-nos Seus discípulos devemos tomar também nossa cruz, assim deixamos de viver para nós mesmos a fim de entregarmo-nos inteiramente a Ele, passando a viver exclusivamente por Ele e para Ele. Embora possa haver desafios assombrosos, o resultado será glorioso (vs. 34-38).
Jesus quer nos salvar, por mais cabeça-dura que sejamos. Ele investe, e, ao ser rejeitado, Se afasta. Mas, depois volta, investe novamente, embora o resultado seja negativo de novo (vs. 11-12). Ele Se retira, e deixa-os refletindo (v. 13).
Jesus aproveita toda oportunidade para elevar os conceitos dos pecadores. Ele usa exemplos e faz uso de perguntas retóricas (vs. 14-21). Como reagiremos? Positivamente? – Heber Toth Armí.
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MARCOS 7 – Quem rejeita os ensinamentos de Jesus fundamenta sua vida em conceitos meramente humanos, pobres. É necessário rejeitar os ensinos humanos a fim de aceitar os mais nobres ensinamentos divinos; assim, nossa alma será alimentada, elevada e moldada por conceitos superiores.
Rejeitado entre Seus conterrâneos, Jesus foi mais além do território da Galileia. Contudo, os líderes eclesiásticos não deixaram de perseguir e importuná-lO. O capítulo em pauta pode ser assim sintetizado, conforme William L. Lane:
• Impureza segundo a tradição (vs. 1-8);
• Conflito entre mandamento e tradição (vs. 9-13);
• Verdadeira impureza (vs. 14-23);
• A fé dos gentios (vs. 24-30);
• Cura em Decápolis (vs. 31-37).
A tradição humana confronta a revelação divina, ainda que tal tradição seja altamente religiosa.
Por exemplo, fazer sinal da cruz, acender velas, reverenciar imagens e anjos, orar a Maria, água benta, canonização de mortos, quaresma, jejum na sexta-feira santa, confissão auricular a padres, guarda o domingo, etc. tudo isso está desprovido de fundamentação bíblica. Deus nunca pediu tais coisas; pelo contrário, elas ferem exatamente aquilo que Deus pede.
Tradições humanas interferem totalmente na prática da religião verdadeira. Muitos valorizam a tradição em detrimento da revelação, assim, a tradição é a desculpa para descumprir os mandamentos divinos.
• Fundamentados na tradição, negligenciaremos a revelação.
• Firmados na revelação, invalidaremos a tradição.
Toda religião fundamentada na tradição não passa de uma contradição com a revelação. É heresia pensar que a tradição ou a interpretação eclesiástica milenar é mais importante que a revelação de Deus. Que absurdo, não?
O profeta Isaías já alertava que seguir tradição é uma forma de ter uma religião que parece honrar a Deus com lindos discursos, mas o coração está longe dEle; assim, a adoração não passa de encenação (Isaías 29:13) e, líderes espirituais promotores da tradição ofendem a Deus (Isaías 56:11). Muitos judeus não aprenderam a lição, nós aprendemos?
Contrariando a tradição judaica, que rezava que judeus eram superiores aos gentios, Jesus valorizou e libertou a filha de uma gentia desvalorizada (vs. 24-30) e depois curou um gentio surdo e gago (vs. 31-37).
Quando conceitos humanos são valorizados, a Palavra de Deus é…
1. …Negligenciada;
2. …rejeitada;
3. …Invalidada.
O que contamina o ser humano não é a negligência da tradição, mas o desprezo à Palavra de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.