Reavivados por Sua Palavra


EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
16 de janeiro de 2025, 0:40
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EFÉSIOS 2 – Nosso resgate é o alvo supremo de Deus! Ele Se esforça ao máximo para que nós, pecadores, sejamos salvos!

Em Efésios 2 temos um histórico da conversão dos pecadores no relato de Paulo sobre os crentes de Éfeso. Após a conversão deve haver um contraste entre a vida pecaminosa anterior e as bênçãos da salvação, relacionadas com a ressurreição, ascensão e exaltação de Cristo (vs. 1-10). Isso deve inspirar-nos a celebrar o fundamento de nossa salvação: A graça e a obra de Cristo em, e através de nós.

Antes da conversão estávamos mortos em nossos pecados e acorrentados em Satanás. Quando nos convertemos genuinamente ao cedermos completamente ao Espírito Santo, nos conectamos com Deus, o único que pode nos restaurar, reavivar e transformar.

• O curso deste mundo e o príncipe da potestade do ar escravizam as pessoas.
• A prática do pecado leva a vícios de toda sorte, a práticas que nos destroem, a um estilo de vida que inevitavelmente desemboca em morte.
• Os prazeres deste mundo são venenosos para nossa alma e Satanás está a todo tempo investindo em nossa ruína e destruição.

Quem não é cristão é inclinado naturalmente à rebelião contra Deus e segue imperceptivelmente a regência de Satanás. Entretanto, Cristo veio a este mundo, sofreu, morreu, ressuscitou e ascendeu ao Céu para nos conceder a vitória. Desta forma, o cristão tem um passado horrível, vergonhoso – mas tal experiência ficou para traz; agora, em Cristo, experimenta a liberdade (Efésios 1:19-23).

A cruz de Cristo une judeus e gentios; em Cristo, toda a humanidade torna-se unida. Não existe separação, todos são abençoados com a salvação quando ligados a Cristo (Efésios 2:11-22). Em Cristo, os nichos sociais são unificados. O ódio, a disputa, a hostilidade, a rivalidade, tudo na sociedade é curado com os benefícios da morte de Cristo: Assim surge a Igreja, uma comunidade de crentes transformados!

• Brigas na igreja evidenciam a influência da vida sem Cristo.
• Divisões na comunidade de crentes revelam falta dos benefícios da cruz.
• Quando a Lei é utilizada como obstáculo para a reconciliação social, é necessária uma nova conversão.
• A paz que Cristo provê resulta em uma comunidade chamada Igreja.
• A união com Cristo produz a união com nossos irmãos convertidos.

Tais verdades são impactantes, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
15 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: EFÉSIOS 1– Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 1 – BLOG MUNDIAL

EFÉSIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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EFÉSIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 
15 de janeiro de 2025, 0:50
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457 palavras

1 Vontade de Deus. Paulo não estava tentando aumentar sua autoridade pessoal, mas expressar um claro sentido de vocação e obrigação. Seu chamado procedia diretamente de Deus (Gl 1:15, 16). A firme convicção dele a este respeito era o segredo de seu poderoso ministério, de sua vida cristã consagrada e fonte de sua coragem e fé em meio ao sofrimento. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1105.

5 Beneplácito. Do gr. eudokia, “boa vontade”. Frases como “beneplácito de Sua vontade”, que combinam dois termos abstratos sinônimos, são características do estilo de Efésios. Foi da vontade de Deus elaborar e pôr em funcionamento o plano da salvação, pelo qual todos os que têm fé em Jesus Cristo são adotados como filhos na família de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1107.

11 Feitos herança. Ou, “fomos escolhidos”. Todos os crentes já estão na posse da herança mediante a promessa. A herança do cristão lhe vem como direito pela adoção mencionada no v. 5. Essa herança está em Cristo, que o comprou com Seu sangue. CBASD, vol. 6, p. 1109.

20 Direita. A mão direita é a posição de autoridade. A ideia de que Cristo compartilha Sua autoridade com o Pai está exposta em outras passagens (Jo 1:1; 17:5; At 7:55; Ap 3:21). CBASD, vol. 6, p. 1113.

21 Todo principado […] e domínio. Geralmente se entende que esta enumeração se refere aos poderes angelicais, tanto bons como maus. Cristo é superior a todos os poderes celestiais e terrestres. Ele é o Senhor soberano, com autoridade suprema e universal. Paulo sempre quer deixar claro que Cristo não deve ser considerado como uma divindade subordinada, um conceito que podia ser facilmente aceito, tendo em vista a crescente influência da heresia gnóstica. Ele utiliza termos frequentes nos ensinamentos judaicos daquela época e estabelece a verdade de que Cristo está acima de todos os outros seres, não importa qual seja Sua hierarquia suposta ou real. CBASD, vol. 6, p. 1113.

22 Cabeça sobre todas as coisas. Esta relação inclui mais do que governar. Ser “cabeça”, no sentido que se dá nesta epístola, inclui as ideias de união vital e relacionamento. A cabeça é o centro ativo de todas as funções do corpo. Assim Paulo destaca a ideia de unidade, bem ilustrada pela relação vital entre a cabeça e o corpo. CBASD, vol. 6, p. 1113.

23 Seu corpo. Cristo, a cabeça, é a sede de toda a autoridade da igreja. A analogia entre a igreja e o corpo humano é muito própria. Assim como o corpo é um e a igreja é uma só, ambos são compostos de vários membros e cada um deles tem características e funções particulares. Embora exista uma grande diversidade de dons, isso não é impedimento para a associação e cooperação harmoniosas. Na realidade, apenas quando os membros atuam em estreita relação podem desempenhar as funções próprias de cada um. CBASD, vol. 6, p. 1113.



EFÉSIOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de janeiro de 2025, 0:40
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EFÉSIOS 1 – Deus quer nos salvar!

As estratégias e planos divinos cuidadosamente elaborados visam a nossa redenção. Paulo mostra ser importante louvar a Deus por isso (Efésios 1:1-14). Toda intenção divina visa nossa libertação; desta forma, só não participaremos do plano da salvação apenas por nossa rebeldia e rejeição do que Deus está fazendo por nós.

Nossa libertação tem um custo muito alto, na verdade, imensurável: “NEle temos a redenção por meio de Seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus, a qual Ele derramou sobre nós com toda a sabedoria e entendimento” (Efésios 1:7-8). Devemos celebrar o resgate da escravidão feito por nós – agora somos livres em Cristo Jesus!

• Deus não paga nada a Satanás. O plano de salvar a humanidade não tem parceria alguma com o príncipe das trevas.

O plano de salvação está centrado em Cristo e visa unir tudo nEle. Com Seu sacrifício Cristo nos comprou para Si e nos oferece uma herança eterna. Além dessa herança (Efésios 1:14; 3:6; 5:5), os cristãos se tornam herança de Deus. Os conversos têm alto valor para Deus, tudo isso para louvor da Sua glória (Efésios 1:11-14).

O Espírito Santo sela o cristão como propriedade de Deus visando a proteção contra os poderes malignos (Efésios 1:13-14). Isso garante a vitória do cristão sobre as hostes do mal.

Pela salvação dos perdidos e a aceitação dos pecadores arrependidos, Paulo mostra quão saudável é orar agradecendo (Efésios 1:15-16) e intercedendo por eles (Efésios 1:17-23).

Embora o Espírito Santo sele o crente no momento da conversão como propriedade de Deus, Paulo revela a necessidade de orar pedindo que os conversos adquiram discernimento espiritual a fim de que tenham discernimento mais profundo sobre Jesus.

Efésios 1, deixa claro que:

• Deus já preparou o caminho para nossa salvação! Ele nos abençoou em Cristo, revelou Sua graça e garantiu um futuro glorioso. Vivamos com os olhos na eternidade!
• Não apenas recebemos uma herança gloriosa de Deus; nós também nos tornamos herança preciosa dEle! Reconheçamos o valor que temos aos Seus olhos!
• O soberano poder de Deus sobre nós é incomparável; portanto, podemos viver com confiança, sabendo que o Espírito Santo age poderosamente em nossa vida.

Diante disso tudo, só nos resta reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
14 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÁLATAS 6– Primeiro leia a Bíblia

GÁLATAS 6 – BLOG MUNDIAL

GÁLATAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÁLATAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de janeiro de 2025, 0:50
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653 palavras

1 Se alguém for surpreendido. Isto é, se cai é porque a tentação é muito forte. A linha de pensamento do cap. 5 continua sem interrupção. Paulo se refere ao fato de que um cristão pode, em um momento de debilidade ou de descuido espiritual, baixar a guarda. Não é um hipócrita obstinado. Seu propósito era “andar no Espírito”, porém caiu, vencido pela tentação. Havia se empenhado para que o “fruto do Espírito” fosse evidente na sua vida, porém, para sua tristeza, descobriu que retornara a algumas das antigas “obras da carne”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1090.

Brandura. Jesus foi um exemplo de mansidão (Mt 11:29), e aqueles que seguem Seu exemplo serão amáveis e tolerantes ao lidar com seus irmãos. Não criticarão, nem censurarão, nem se apressarão a aplicar sem piedade a disciplina da igreja sobre os que erram, seu zelo pela justiça será temperado com misericórdia. CBASD, vol. 6, p. 1091.

Guarda-te. Não podemos restaurar os outros a menos que sejamos corretos, e não podemos saber se somos corretos, a menos que verifiquemos constantemente nossa vida pelo padrão divino e participemos diariamente da vida de Jesus. Quando procuramos corrigir os defeitos alheios, devemos fazer uma autoanálise. Os que desejam resgatar a seu próximo da correnteza do pecado devem ter seus próprios pés bem plantados em terra firme. A preocupação com nossa posição espiritual diante de Deus é um requisito indispensável antes que nos dediquemos aos quem necessitam de ajuda. CBASD, vol. 6, p. 1091.

5 Fardo. Do gr. phortion, “carga”, “fardo”, algum objeto que se deve transportar. Os “fardos” do v. 2 podem ser deixados de lado com certa facilidade, se for necessário, ao passo que o “fardo” do v. 5 é de tal natureza que, não importa quais sejam as circunstâncias, deve continuar a ser suportado. Cada soldado deverá levar seu próprio equipamento; esta é sua responsabilidade. As vezes, talvez ajude a outros a levar seus fardos. Ele será chamado a dar contas de seu próprio fardo, mas não necessariamente dos fardos dos outros. E digno de louvor aquele que leva os fardos dos outros, mas é indesculpável negligenciar os próprios. CBASD, vol. 6, p. 1092.

7 Zomba. Do gr. muktêrizõ, “zombar”, “levantar o nariz para”. Os que zombam de Deus, considerando levianamente o conselho que Ele envia, terão que sofrer as consequências de sua conduta. CBASD, vol. 6, p. 1092.

9 Se não desfalecermos. Só quem perseverar até o fim pode esperar receber a recompensa por haver praticado o bem. Com frequência, muitos que pareciam ser soldados da cruz têm renunciado à luta cristã e desistido. Vencidos pela tentação ou desanimados no caminho, eles se cansaram de seguir o Mestre. CBASD, vol. 6, p. 1093.

11 Com que letras grandes. O fato de que Paulo escrevera com “letras grandes” sugere que, pelo menos no momento em que ele escreveu aos Gálatas, sua caligrafia estava imperfeita. A grande erudição de Paulo exclui a possibilidade de que o apóstolo não soubesse escrever de modo aceitável. Alguns têm sugerido que sua má caligrafia era o resultado da visão deficiente (2Co 12:7-9; Gl 4:15); outros, que suas mãos tinham sofrido lesões mais ou menos permanentes devido aos maus tratos infligidos pelos seus perseguidores (2Co 11:24-27). CBASD, vol. 6, p. 1094.

14 Longe esteja de mim. Literalmente, “que não seja”, uma afirmação muito vigorosa. CBASD, vol. 6, p. 1095.

O mundo está crucificado. O “mundo” aqui é equivalente a “carne” (Gl 5:16-21). Estes não tinham mais influência sobre o pensamento e a conduta de Paulo. Era como se já não existissem. CBASD, vol. 6, p. 1095.

17 Marcas. Do gr. stigmata, “marca”, assinalando escravos ou outra propriedade com o nome do proprietário ou símbolo de identificação. Por “marcas de Jesus”, Paulo se refere às cicatrizes deixadas em seu corpo pela perseguição e pelo sofrimento (2Co 4:10). Seus opositores insistiam em obrigar seus conversos gentios a aceitar a marca da circuncisão como sinal de sua submissão ao judaísmo. Contudo, Paulo tinha marcas que indicavam de quem ele havia se tornado escravo, e para ele não havia outra lealdade a não ser a Cristo (Gl 6:14). CBASD, vol. 6, p. 1096.

18 Graça. Ao longo da epístola, Paulo destacou o fato de que somente se alcança a salvação por meio da graça, e que ela nunca pode ser conquistada pelas obras. Não há outra maneira de estar em paz com Deus. A graça é mais do que um atributo passivo de Deus; é o amor divino e a bondade divina em ação. Paulo conclui assim seu apelo às igrejas da Galácia, cujos membros ele amava e pelos quais sentia uma solícita preocupação. CBASD, vol. 6, p. 1096.



GÁLATAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 6 – Os destinatários de Gálatas eram gentios convertidos ao cristianismo, mas também havia judeus-cristãos entre eles.

Muitos desses gentios convertidos haviam anteriormente adorado deuses que por natureza não são deuses (Gálatas 4:8-9). Alguns cristãos de origem judaica pressionavam os gentios-cristãos a adotarem práticas da lei, como a circuncisão e a observância de dias e festas judaicas (Gálatas 2:3-5; 4:10).

Havia divisões e contendas na igreja (Gálatas 5:15), indicando que as diferenças culturais e espirituais estavam gerando atritos. Paulo aponta que os gálatas estavam rapidamente abandonando o evangelho da graça para seguirem “outro evangelho” (Gálatas 1:6). Por estarem sendo persuadidos por judaizantes que ensinavam ser necessário cumprir a Lei para ser aceito por Deus (Gálatas 5:1-4). Consequentemente, muitos estavam confusos entre a graça e as obras da Lei, não compreendendo completamente a liberdade que Cristo oferece (Gálatas 3:1-5).

• Essa carta é uma resposta pastoral para corrigir esses problemas e reafirmar o evangelho da graça, centralizando a justificação pela fé e a liberdade em Cristo.

Gálatas 6, o último capítulo desta carta é uma poderosa conclusão do apelo de Paulo aos crentes, com lições profundas sobre a vida no Espírito (vs. 1-5), a responsabilidade individual na comunidade cristã – igreja (vs. 6-10), e a centralidade da cruz (vs. 11-14); concluindo com uma bênção e destacando a paz da nova criação (vs. 15-18).

Gálatas 6 revela-nos que nossa fé não é estática; ela se expressa em ações, num relacionamento profundo com Cristo e num compromisso prático com o próximo. Paulo combate as raízes dos conflitos internos: Diferenças doutrinárias e teológicas (Gálatas 2:4-5), competitividade espiritual – presunção, inveja e provocação (Gálatas 5:26) e a falta de mansidão e amor cristão na abordagem eclesiástica (Gálatas 6:1), desafiando a comunidade a abandonar o julgamento severo e adotar uma atitude redentora (Gálatas 6:1-5).

A restauração com mansidão requer:

• Empatia: Entender a luta do outro sem orgulho ou superioridade.
• Humildade: Reconhecer que todos são vulneráveis à tentação.
• Maturidade espiritual: Apenas os que andam no Espírito (Gálatas 5:16-25) são capazes de liderar esse processo com sabedoria.

Conflitos internos são muitas vezes alimentados pelo orgulho e comparação (Gálatas 6:3). O evangelho elimina o terreno para a competitividade, pois a ênfase deixa de estar no “eu” e se volta para o “nós”.

Reavivemo-nos no evangelho bíblico! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
13 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÁLATAS 5– Primeiro leia a Bíblia

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GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de janeiro de 2025, 0:50
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536 palavras

1 Não vos submetais. Ou, “não sejais seduzidos”. Os gálatas tinham saído da escravidão aos ídolos quando receberam o evangelho de Paulo. Porém, aceitar os princípios do judaísmo seria retornar a um estado semelhante de escravidão. Isso significava praticamente renunciar por completo a Cristo. Negar ou abandonar a verdade deixa a pessoa vulnerável ao erro e ao pecado. É pecado não fazer o que sabemos ser correto (Tg 4:17). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1079.

2 Nada vos aproveitará. As promessas de Deus pertencem somente aos que as aceitam pela fé, e não aos que se propõem a conquistá-las pelos próprios méritos. As boas obras humanas são sem valor no banco do Céu (Is 64:6). CBASD, vol. 6, p. 1080.

6 A fé que atua. Fé tem obras, mas estas não são as “obras da lei” (Gl 2:16). Assim, excluem-se todas as “obras” realizadas com o propósito de obter justiça. As “obras” que acompanham a fé genuína são inspiradas pelo espírito de gratidão pelo dom da graça divina, pelo amor a Deus e ao próximo (Mt 22:34-40). Tiago fala de obras como essas quando declara que “a fé sem obras é morta” (Tg 2:26). Neste ponto, concordam os ensinamentos de Paulo e de Tiago. Os dois não estão em conflito, como alguns apressadamente concluem. A fé que não produz o “fruto do Espírito” na vida é falsa. A suposta fé que leva a pessoa a se considerar eximida de obedecer à vontade de Deus tal como se expressa no decálogo, que é simplesmente uma breve descrição de como se deve demonstrar o amor a Deus e ao ser humano, é uma falsificação. CBASD, vol. 6, p. 1082.

9 Fermento. A influência dos judaizantes havia começado de forma aparentemente restrita, porém, alcançou proporções surpreendentes. Quando Paulo cita esse provérbio em sua epístola aos Coríntios (ICo 5:6), refere-se ao exemplo contagioso de alguns membros cuja conduta Paulo se sentia compelido a repreender. Se o movimento na Galácia continuasse, com o tempo, toda a igreja cristã teria voltado à prática dos ritos e cerimônias do judaísmo. CBASD, vol. 6, p. 1083.

17 Contra o Espírito. A guerra aparentemente interminável continua, ou seja, a luta entre a inclinação para fazer o bem e a inclinação para fazer o mal. Quando Paulo analisou esse conflito em sua experiência passada, ele viu que a vitória só é possível por intermédio de Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1086.

18 Não estais sob a lei. Paulo adverte aos gálatas que o Espírito Santo nunca leva as pessoas a buscar a salvação mediante a conformidade com os requisitos do sistema ritual judaico, ou por qualquer sistema de justiça legal. Por outro lado, os que se submetem a uma religião legalista estão em guerra com o Espírito Santo (ver com. de GI 2:16). CBASD, vol. 6, p. 1086.

24 Crucificaram a carne. Ou seja, renunciaram completa e irrevogavelmente a cada tendência natural que não estava em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1088.

26 Possuir de vanglória. Ou, “vaidade”, “egoísmo”. Os cristãos não devem se orgulhar nem mesmo em seu coração de suas realizações espirituais, mas humildemente considerar os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3). CBASD, vol. 6, p. 1088.

Provocando uns aos outros. Nada pode ser mais ofensivo aos outros do que a presunção de que somos mais virtuosos ou superiores do que eles. CBASD, vol. 6, p. 1088.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 5 – Precisamos permanecer na obra do Espírito, rejeitando as distrações do legalismo, perfeccionismo, do orgulho humano ou das doutrinas que afastam da cruz de Cristo, para não perdermos a salvação!

Além de Paulo ensinar tais verdades, o teor de Gálatas 5 também combate a imoralidade, a iniquidade e, a libertinagem que a distorção de líderes espirituais desequilibrados apresentam.

Gálatas 5 complementa aquilo que os primeiros capítulos de Gálatas vem desenvolvendo. Ele é fundamental para entender o conceito de Reavivamento e Reforma espirituais, pois aborda a transformação que ocorre na vida do cristão ao viver sob a direção do Espírito após experimentar a conversão genuína.

Em Cristo há liberdade – que não é uma licença para pecar em paz, mas uma liberdade para servir a Deus e ao próximo em amor (Gálatas 5:1, 13-15). O Reavivamento é uma redescoberta dessa verdade, enquanto a Reforma implica num compromisso renovado de agir segundo a vontade de Deus.

Gálatas 5 apresenta o equilíbrio na doutrina da salvação. Para isso, Paulo destaca o conflito entre a natureza carnal e a espiritual implantada pelo Espírito (Gálatas 5:2-17). O reavivamento espiritual ocorre quando o pecador arrependido se entrega a Cristo, permitindo que Ele conduza seus pensamentos e ações. A reforma, por sua vez, envolve a rejeição das obras da carne (vs. 19-21) e a adoção de um estilo de vida que reflita a santidade – não a hipocrisia (v. 26).

Reavivamento e reforma genuínos se manifestam em uma vida transformada, evidenciada pelo fruto do Espírito Santo, como amor, alegria, paz, domínio próprio, etc. (Gálatas 5:19-24). Esses atributos indicam a ação contínua do Espírito no coração reformado.

• Reavivamento envolve buscar mais profundamente a comunhão com Deus por meio da oração, estudo da Palavra diariamente e rendição completa ao Espírito Santo.

• Reforma é a mudança visível na vida que demonstra o reavivamento interno, como abandono de vícios, brigas, fofocas, provocações, críticas, e adquiri um compromisso maior com a igreja e investimento nos relacionamentos.

A conversão genuína leva-nos a andar no Espírito (Gálatas 5:25). Desta forma, reavivamento é essencialmente viver uma vida cheia do Espírito Santo, onde cada decisão e passo é guiado por Ele.

Essa caminhada exige disciplina e mudança contínua, ou seja, uma reforma no estilo de vida para refletir os valores espirituais! – Heber Toth Armí.