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Texto bíblico: COLOSSENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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357 palavras
1 Buscai. Isto é, formar o hábito de buscar, como indica o grego (Mt 6:33). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 205.
3,4 Já que morremos com Cristo, a nossa vida nova está oculta nele e em Deus. Quando Cristo voltar, o nosso estado glorioso será manifesto. Bíblia Shedd.
4 Cristo, que é nossa vida. Jesus não é apenas o autor da vida cristã e o objetivo final dos esforços humanos; Ele também é a fonte diária de força e orientação para os filhos e filhas de Deus e a garantia da vida futura imortal. A vida do cristão é inseparável de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 206.
5 A morte da velha natureza que se manifesta nos desejos pecaminosos e pecados da língua (vv 8, 9; cf Tg 3.1-12) se realiza por abnegação (“tome a sua cruz”) e obediência a Cristo (“siga-me”, Mc 8.34). Bíblia Shedd.
10 Que se refaz. Melhor, “que está sendo renovado”, a forma grega da palavra indica um processo contínuo. A palavra traduzida como “renovada” enfatiza novidade em qualidade. A imagem se refere ao desenvolvimento gradual no pleno conhecimento de Deus. O crescimento é o produto e a evidência na vida natural e na espiritual. O poder do Doador da vida é o único meio de se manter o crescimento. CBASD, vol. 7, p. 207.
13 Perdoai-vos mutuamente. No relacionamento entre cristãos não deve ser habitual apenas a longanimidade ou domínio próprio em palavras ou ações, mas também deve ser normal desconsiderar interiormente as faltas, os erros ou a fraqueza dos outros. Isso é perdão verdadeiro. CBASD, vol. 7, p. 208.
15 Sede agradecidos. Ser agradecido é um dever cristão. A gratidão a Deus pode ser assemelhada ao solo em que floresce a tenra planta da paz. CBASD, vol. 7, p. 209.
17 Dando por Ele graças. O louvor deve acompanhar tudo o que o cristão pensa e faz. CBASD, vol. 7, p. 210.
22 Temendo ao Senhor. Ele é o mestre principal. Seus princípios impelem os cristãos por onde quer que andem a agir reconhecendo que o Senhor é o único a quem devem prestar contas. CBASD, vol. 7, p. 211.
25 Receberá. Paulo se refere ao juízo final, quando o mestre opressor e o escravo infiel receberão a recompensa pela conduta injusta. CBASD, vol. 7, p. 206.
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COLOSSENSES 3 – Cristo e Seu evangelho exercem poder grandioso na vida quem realmente se entrega a Ele e se converte do pecado.
As mudanças profundas que o poder do evangelho são transformações relacionadas a uma nova perspectiva, um novo caráter e um novo estilo de vida.
A vida do cristão está “escondida com Cristo em Deus”, indicando uma nova posição espiritual. Diante disso, o cristão precisa direcionar seus pensamentos e prioridades nas coisas celestiais, em vez de estar preso às preocupações terrenas (Colossenses 3:1-4).
Quando Cristo assume o controle da vida, o converso é chamado a “mortificar” (eliminar) práticas pecaminosas (Colossenses 3:5-9), como:
• Imoralidade sexual;
• Impureza;
• Paixões carnais;
• Desejos maus;
• E a ganância, que é idolatria;
• Ira;
• Indignação;
• Maldade;
• Maledicência;
• Linguagem indecente;
• Mentiras.
Isso reflete o abandono do “velho homem”, com seus hábitos e práticas.
O evangelho traz uma transformação radical do caráter do cristão, o qual, com a conversão, passa a ser chamado a se revestir do “novo homem”, renovado à imagem do Criador (Colossenses 3:10-14):
• Virtudes como: Profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência.
• Tolerância e o perdão mútuo, como Cristo nos perdoou.
• Acima de tudo, o amor, que é o elo perfeito.
Ao se submeter inteiramente a Cristo, o converso passa a ter uma nova direção para a vida (Colossenses 3:15-17). A paz deve ser o juiz no coração dos cristãos, promovendo unidade no corpo de Cristo. A vida do cristão é marcada por uma atitude de gratidão contínua; e a Palavra de Cristo habita ricamente no cristão, direcionando a sabedoria, a adoração e as instruções mútuas. Desta forma, cada ação, seja em palavras ou obras, será feita em nome do Senhor Jesus.
Acontece também com a conversão ao evangelho uma transformação poderosa nas relações:
• Na família (Colossenses 3:18-21): Paulo instrui sobre o papel de cada membro da família, refletindo o respeito mútuo e serviço amoroso. O papel da esposa, do marido, dos filhos e dos pais são definidos pelas Escrituras, não pela cultura.
• No serviço (Colossenses 3:22-25): Servos/escravos/funcionários são chamados a trabalhar com sinceridade, como para o Senhor, não para homens.
Colossenses 3 é uma convocação celestial para vivermos a plenitude do evangelho, abandonando as sombras do velho eu, abraçando a luz da vida em Cristo.
Cristo nos transforma! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: COLOSSENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1008 palavras
1 Grande luta. Descreve a vida de oração do apóstolo. Bíblia Shedd.
5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.
8 Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.
Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.
9 Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.
10 O cabeça. Aquilo que Cristo é para a Igreja com amor (1.18), Ele é em primazia e autoridade sobre toda criatura no universo. Bíblia Shedd.
Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.
16-19 Não se submeter a Cristo garante a introdução de erro e pecado na fraternidade. Bíblia Shedd.
16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.
Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.
Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.
Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.
Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.
18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.
Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.
23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã CBASD, vol. 7, p. 203.
Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.
E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.
Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.
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COLOSSENSES 2 – Colossenses lembra-nos que a transformação completa vem de uma vida unida a Cristo, o qual capacita-nos a viver para a Sua glória e revelar o evangelho ao mundo.
Paulo escreve para alertar os crentes contra ensinos que ameaçam a simplicidade e a pureza do evangelho. Esses ensinos misturavam elementos da filosofia humana, tradições religiosas e ceticismo, criando uma visão distorcida de quem é Cristo e do que Ele realizou. O apóstolo aponta que essas ideias, apesar de parecerem “sábias” ou “elevadas”, são vazias e incapazes de transformar verdadeiramente a vida de uma pessoa.
Em Colossenses 2:9, Paulo é enfático ao declarar: “Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade”. Isso revela que Jesus não é apenas um grande mestre ou profeta poderoso. Ele é Deus em sua totalidade. Quando entendemos que Cristo é tudo o que precisamos para nos relacionarmos com Deus, somos libertos do legalismo no cristianismo (vs. 1-8).
Os falsos ensinos levam os crentes à escravidão espiritual. Pessoas que parecem piedosas criam situações para afastar outros de Cristo. Quando nos afastamos da centralidade de nosso Salvador, acabamos buscando validação em coisas externas. Essa é uma armadilha que nos desvia da liberdade em Cristo e não produz transformação genuína (Colossenses 2:16-23).
Por outro lado, quando nossa compreensão de Cristo está alinhada com a verdade bíblica revelada, nossa vida é transformada de dentro para fora. Em Cristo, somos “circuncidados”, ou seja, passamos por uma transformação espiritual profunda que nos capacita a viver de maneira santa e plena (Colossenses 2:11-12). Não precisamos de complementos humanos: Jesus já fez tudo o que era necessário na cruz e intercede por nós no Céu (Hebreus 2:14-18).
Colossenses 2 aborda uma questão central à vida cristã: a compreensão distorcida de Cristo pode impactar profundamente o comportamento do crente.
Imagine que você está construindo uma casa. A fundação é o que sustenta tudo o que virá depois. Se a base estiver torta ou mal feita, toda a construção estará comprometida. Da mesma forma, nossa vida espiritual é sustentada por aquilo que acreditamos sobre Cristo. Se essa crença for distorcida, nosso comportamento, valores e decisões também ficarão desalinhados.
Considerando estas verdades e enxergando nossa real situação espiritual, precisamos crescer no conhecimento de Cristo a fim de reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: COLOSSENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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COLOSSENSES 1 – O destaque desta carta é Jesus Cristo. Ele é descrito como “Senhor (1:10; 30:17, 23-24); Filho do Seu amor (1:13, ARA); imagem do Deus invisível (1:15); primogênito de toda a criação (1:15); nEle foram criadas todas as coisas (1:16); Cabeça do corpo/Cabeça (1:18; 2:19); o princípio (1:18); o Primogênito dentre os mortos (1:18); o mistério que esteve oculto durante épocas (1:26); mistério entre os gentios (1:27, ARA); esperança da glória (1:27); Cabeça de todo poder e autoridade (2:10); sua vida (3:4); tudo e está em todos (3:11); Senhor (4:1)” (Bíblia do Discípulo).
A Bíblia Andrews afirma que “a mensagem da carta pode ser mais compreendida ao se notar cada vez que Cristo é mencionado. Quando Paulo relata suas orações e obras, é Cristo quem é exaltado e louvado (1:3-2:5). Ao abordar a ameaça de heresias, sua principal motivação é evitar que os crentes se afastem de Cristo (2:6-23). Paulo menciona brevemente a heresia, mas se concentra principalmente em Jesus, o personagem central, “o cabeça de todo principado e potestade” (2:10). Nos dois últimos capítulos, em que Paulo apresenta conselhos pastorais, Cristo permanece no centro (3:1-4:6). Mesmo na conclusão, ao dar instruções e estender cumprimentos, o apóstolo não deixa de mencionar Cristo frequentemente (4:7-18)”.
Em Colossenses 1, o erudito apóstolo apresenta o impacto profundo que a aceitação de Cristo e Seu evangelho têm na vida de quem se entrega completamente a Ele. A transformação é inevitável e visível na vida do cristão:
• Aqueles que aceitam Cristo desenvolvem um coração grato, reconhecendo as bênçãos recebidas, incluindo a redenção e a herança dos santos na luz. Paulo ainda se alegra por ser ministro do evangelho, apesar do sofrimento (vs. 3, 12, 24-29).
• O evangelho verdadeiro, quando genuinamente aceito, produz frutos na vida daquele que crê (vs. 6, 10, 28). Esses frutos se manifestam em boas obras, amor pelo próximo e crescimento no conhecimento de Deus. A transformação é visível em atitudes, palavras e ações que refletem os valores do Reino de Deus.
• Além disso, o cristão adquiri paciência por ser fortalecido pelo poder de Deus (v. 11), libertação dos pecados (vs. 13-14), reconciliação e santificação (20-22); e, persistência na fé (23).
Temos grandes e importantes motivos para reavivarmo-nos! Busquemos reavivar-nos ainda hoje com Cristo. Aceitas? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: FILIPENSES 4 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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757 palavras.
1 Coroa. Do gr. stephanos, “uma grinalda da vitória”, não um diadema real… Os filipenses eram a coroa de vitória de Paulo, mostrando que o apóstolo não tinha corrido em vão (Fp 2:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 162.
No Senhor. Expressão favorita de Paulo, que a utiliza cerca de 40 vezes. CBASD, vol. 7, p. 162.
2 Pensem concordemente. Se cada um for semelhante a Cristo, ambos estarão em harmonia. União espiritual com Cristo é o remédio para a enfermidade da igreja. CBASD, vol. 7, p. 162.
3 Clemente. Não há apoio razoável para identificar nesta pessoa com o famoso Clemente, bispo de Roma (c. 90-99 d.C.). Este Clemente parece ter sido um ativo e humilde membro da igreja filipense. CBASD, vol. 7, p. 163.
4 Alegrai-vos. Paulo não se cansa de repetir que a alegria é um dos santos privilégios do cristão. CBASD, vol. 7, p. 163.
Sempre. O Senhor é sempre o mesmo … A habilidade de Cristo em dar paz ao coração não depende de circunstâncias externas; assim, a pessoa que está centralizada nEle se alegra constantemente. CBASD, vol. 7, p. 163.
6 Andeis ansiosos. A admoestação de Paulo proíbe a ansiedade doentia que é inevitável para os que são dependentes de si mesmos em meio às dificuldades. … O pensamento da proximidade da vinda do Senhor deve nos ajudar a ficar livres de ansiedade sobre as coisas terrenas e a ser tolerantes nos relacionamentos interpessoais. CBASD, vol. 7, p. 163.
7 Paz de Deus. Pode não ser possível ao cristão sempre estar em paz com todas as pessoas (Hb 12:14; ver com. de Rm 12:18), mas falhar em alcançar essa condição não deve interferir no recebimento da paz de Deus no coração. Esta paz está fundada na fé em Deus e no conhecimento pessoal de Sua bondade. Flui de um senso de Sua constante presença e produz confiança e amor puro. CBASD, vol. 7, p. 164.
Guardará. A paz de Deus, como uma sentinela, ronda o coração e a mente para guardar as afeições e os pensamentos contra a ansiedade. CBASD, vol. 7, p. 164.
8 Tudo que é verdadeiro. Isto não deve ser limitado à veracidade. O conceito escriturístico de verdade é derivado da compreensão da natureza de Deus e de Cristo, que são a fonte de tudo que é verdadeiro. … se refere a tudo o que é moral e espiritualmente sensato, tudo que é compatível com a aliança com Aquele que é “a verdade” (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 164.
Justo. … coisas puras, modestas, inocentes, irrepreensíveis e acima de reprovação. CBASD, vol. 7, p. 164, 165.
Puro. Embora a pureza sexual esteja incluída neste termo, isso não esgota todo o seu significado, já que outras formas de pureza devem estar na mente do cristão. Por exemplo, ele deve estimar pureza de ambição, desejo e motivo. CBASD, vol. 7, p. 165.
De boa fama. Respeitável, louvável, coisas que se harmonizam com os ideais cristãos. CBASD, vol. 7, p. 165.
Vosso pensamento. O desenvolvimento do caráter cristão exige o pensar correto … Em vez de pensar sobre diferenças com o próximo ou estar ansioso sobre necessidades diárias, devemos exercitar a mente em virtudes cristas. CBASD, vol. 7, p. 165.
9 E ouvistes, e vistes. Tão importante quanto o ensino formal é a vida do mestre. Paulo …, pela graça de Deus, conseguiu viver para constantemente indicar a seus leitores seu exemplo pessoal. CBASD, vol. 7, p. 165.
11 Em toda e qualquer situação. Paulo não limita as condições sob as quais deve estar contente. … Se pudéssemos contemplar o futuro com os olhos de Deus, veríamos a vantagem de sermos conduzidos nos caminhos determinados por Deus (DTN, 224, 225). CBASD, vol. 7, p. 166.
12 Humilhado. Ou, “condições desfavoráveis”. Paulo fala de necessidades físicas, não de deficiências espirituais. CBASD, vol. 7, p. 166.
13 Tudo posso naquele que me fortalece. Em Cristo, há força para cumprir o dever, poder para resistir à tentação, e paciência para sofrer sem reclamar. Há graça para o crescimento diário, coragem para as múltiplas batalhas e energia para o serviço fiel. CBASD, vol. 7, p. 166.
18 Sacrifício. Fazer o bem aos outros com um coração amoroso é elevar a Deus um sacrifício aceitável. CBASD, vol. 7, p. 167.
19 Meu Deus. Paulo aceitou a oferta como sendo feita não a ele, mas a Deus, de quem era ministro. Deus aceita as ofertas como se fossem feitas a Si. CBASD, vol. 7, p. 167.
22 De todos os santos. Esta é uma referência geral aos membros da igreja em Roma [de onde Paulo, aprisionado, escrevia], distinguindo-os de “irmãos”. CBASD, vol. 7, p. 168.
Casa de Cesar. A palavra “casa” (oikia) aqui significa a equipe domestica do cortejo do imperador. … O fato de alguns dos servos de Nero terem se tornado cristãos mostra que o evangelho pode frutificar mesmo nos locais mais improváveis e sob as circunstâncias mais desencorajadoras (AA, 465, 466). CBASD, vol. 7, p. 168.