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Havia dia que a padaria do Céu não abria para negócio, como fica evidente neste capítulo! Essa iniciativa ensina muitas lições, apenas para quem quer aprender.
Originado em um mundo sem pecado, o sábado sempre foi considerado santo pelo santo Deus (Gênesis 2:1-3). Contudo, nos quatro séculos de trevas espirituais durante a escravidão egípcia, a luz da verdade do sábado foi obscurecida na mente do povo de Deus.
Portanto, o Criador do Universo deu maná todos os dias, com exceção do sábado. Foram 40 anos de peregrinação, aprendizado e amadurecimento espiritual no deserto. Ali “se repetiu por mais de duas mil vezes o milagre do maná em relação com a observância do sábado” (Alberto R. Timm).
Além desta lição importante sobre a importância do sábado como um dia especial, outras lições sobressaem e merecem também nossa atenção:
- Reclamações do povo reflete desconfiança em Deus; estrategicamente, Deus aplica métodos para desenvolver dependência dEle. Maná é um ato diário da graça divina, sábado um ato semanal desta graça. Nossa aceitação revela nosso compromisso com Deus (vs. 1-5);
- Reclamação suscita ira em Deus porque revela ingratidão do povo; estrategicamente, Deus atende tais reclamações com chateação – Ele enviou comida agradável, mas não saudável (codornizes) a fim de disciplinar Seu povo (vs. 6-18);
- O maná, um tipo de farinha que vinha com o sereno, tornava-se imprestável se guardado para outro dia; na sexta-feira caia em dobro para sobrar para o sábado, pois sábado não caia maná. No sábado não estragava (vs. 19-35). “O milagre semanal que os acompanhava tinha como objetivo impressionar-lhes com a santidade do sábado, evitar que se esquecessem dele e proporcionar-lhes as condições adequadas para sua observância”, explica Timm;
- Além disso, o maná derretia com o sol, portanto, quem quisesse comer durante o dia deveria levantar cedo para recolhê-lo. A lição: A dependência de Deus deve começar pela manhã todos os dias. O sábado era o auge da dependência. Era um total descanso/confiança na graça divina!
- O maná devia ser preparado, mostrando que Deus não dá tudo pronto. A nossa dependência de Deus, nossa confiança, leva-nos à ação!
Tem gente que refere comer do “pão que o diabo amassou” do que depender do pão da padaria de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Para alguns, Deus é prioridade; enquanto, para muitos, Deus é oportunidade. Os que O priorizam O adoram em toda situação. Os que O buscam quando tem oportunidade, não experimentam o resultado da intimidade e comunhão com Ele: Não vive milagres.
É visível em muitas congregações pessoas cantarem como se estivessem num velório, isso quando cantam – pois tem gente que já não tem disposição. Adivinha quem morreu? Não foi Deus; foi a fé, espiritualidade e adoração daquele que um dia tornou-se cristão.
Moisés louvou ao Senhor porque Ele é o Salvador. Ele priorizou Deus em sua vida e influenciou mais dois milhões de israelitas a confiarem nEle, por isso viveram o milagre divino e testemunharam das habilidades de Deus diante das impossibilidades humanas.
Esta canção é um hino de vitória a qual Douglas Stuart observa cinco partes:
- Primeira parte: Louvar ao Senhor (vs. 1-3);
- Segunda parte: Vitória sobre os Egípcios (vs. 4-10);
- Terceira parte: Louvor e agradecimento ao Senhor (vs. 11-13);
- Quarta parte: Reação dos futuros oponentes (vs. 14-16a);
- Quinta parte: Israel – santuário de Deus (vs. 16b-18).
Sobre o hino Ellen G. White comenta: “semelhante à voz do abismo, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Deram-lhe início as mulheres de Israel, indo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de louvor – ‘Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou’”.
Um detalhe interessante para que haja um louvor forte é a manifestação do Espírito Santo pelo menos no líder do ministério de louvor. “O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimas que pelo homem são conhecidas” (EGW).
Após Moisés, com mais de 80 anos cantar com toda empolgação, e Miriã e toda a congregação exultar e exaltar a Deus (vs. 1-21), o povo começou a reclamar por falta de água. Quando encontraram eram amargas. Contudo, Deus tornou a água amarga em água potável, saborosa e doce (vs. 22-27).
- Precisamos adorar a Deus com todo entusiasmo;
- Precisamos cuidar para que o louvor não seja mero entusiasmo.
Reavivemo-nos! –Heber Toth Armí
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Há neste texto estupendas orientações espirituais. Este capítulo “é uma das passagens mais emocionantes da Bíblia”, destaca William MacDonald.
Acompanhe este emocionante relato; antes, porém, observe estes pontos propostos por Eugene H. Merril:
- Mais uma vez Deus endureceu o coração do faraó, de modo que, pela sua derrota, o Egito soubesse que Javé é Deus (vs. 1-18);
- Através de uma noite inteira de angústia, a presença do Senhor guardou Israel dos exércitos do Egito (vs. 19-20);
- Então Javé, no ato redentor mais maravilhoso do AT, abriu o mar para que Seu povo passasse com segurança, enquanto seus inimigos pereciam (vs. 21-31).
Esta passagem fala dos limites humanos que dão oportunidade de Deus revelar Seu ilimitado poder (vs. 1-4). Demonstra que embora inimigos de Deus alcancem Seu povo que o medo pareça estrangular a fé, demonstrar confiança nas ordenanças de Deus possível a vitória que parecia impossível (vs. 5-14).
Um homem de fé faz toda a diferença em uma nação desnorteada, aflita e desesperada. A voz de Moisés ecoando imperativamente apelando ao povo que “marche” frente ao mar deve motivar-nos a entregar-nos a Deus como instrumento Seus a fim de ver milagres acontecerem: O mar se abriu em dois para dois milhões de pessoas passarem (vs. 15-22).
A tentativa frustrada dos egípcios deve gravar em nosso coração e razão que é loucura/idiotice batalhar contra Deus mesmo que tenhamos à nossa disposição o melhor, mais bem preparado e equipado exército do mundo. Quando Deus entra em cena e faz justiça, a salvação do povo de Deus está na destruição de Seus inimigos (vs. 23-31).
Compartilho mais: Em minha Bíblia anotei frases de um sermão que ouvi deste capítulo:
- A fé é o medo de joelho clamando a Deus por ajuda (vs. 9-10);
- O problema do ponto-de-vista humano foi a solução oportuna para Deus revelar Seu poder (vs. 11-12);
- Deus não ajuda a quem se ajuda, Ele ajuda a quem não pode se ajudar (vs. 13-14);
- Nossos extremos são as oportunidades de Deus (vs. 15-16).
Erwin Lutzer enfatiza que…
- Deus nos conduz a lugares de aperto;
- Em cada lugar apertado Deus provê uma forma de escape;
- Nossos lugares apertados devem tornar-se os lugares apertados de Deus.
Sendo Deus poderoso: Que impede reavivar-nos? – Heber Toth Armí
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