Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de janeiro de 2019, 0:45
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Para alguns, nem toda palavra que sai da boca de Deus traz vida. Alguns creem que algumas palavras divinas valem menos que heresias humanas. A deterioração teológica parece ter maior valor que as palavras do Senhor prescrita na Bíblia.

Este capítulo não vale muito para quem não dá crédito a totalidade da Palavra de Deus. Contudo, quem compreende a origem divina e sobrenatural da revelação consideram com atenção e submissão estas preciosas e incisivas orientações válidas para todas as nações e gerações.

O assunto “sábado” foi controverso desde que Israel saiu do Egito (Êxodo 16), antes, porém, de Moisés receber de Deus as tábuas dos Dez Mandamentos (Êxodo 20). Inclusive, as maiores controvérsias dos líderes judaicos com Jesus foram sobre sábado; contudo, Jesus não rebaixou a norma. Ele categoricamente declarou:

“O sábado foi feito por causa do ser humano, e não o ser humano por causa do sábado” (Marcos 2:27).

Até hoje os seres humanos confrontam este assunto relevante para Deus, para Jesus Cristo e para o Espírito Santo que inspirou escritores bíblicos a escreverem sobre ele.

Neste capítulo, Deus é direto, taxativo:

“Guardem o sábado: ele é sagrado para vocês. Quem o profanar será condenado à morte. Quem trabalhar nesse dia será condenado à morte” (v. 14, AM).

Por que Deus parece tão enérgico? Imagino que é para despertar nosso interesse! Por que seguir a recomendação divina quanto ao sábado é tão importante?

Porque o sábado…

• …pertence a Deus, não a nós (v. 12);
• …é a aliança de compromisso entre Deus e Seu povo (v. 12);
• …é lembrete de que Deus é quem nos santifica (v. 12);
• …é dia sagrado/santo (v. 14);

Portanto, santificar o sábado é um sinal de pertencer ao dono/Senhor do sábado (vs. 15-16).

Bezalel e Aoliabe foram indicados por Deus e capacitados pelo Espírito Santo para lidar com a construção dos móveis sagrados do santuário (vs. 1-11); todavia, não deviam fazer esse trabalho especial de construção da casa/santuário de Deus no tempo sagrado, no santo sábado (vs. 12-17).

Os Mandamentos não se originam em Moisés. Moisés nem mesmo foi inspirado para escrevê-los. Deus mesmo os escreveu com Seu dedo em pedras; então, entregou-os a Moisés (v. 17).

O sábado não é de Moisés, é de Deus: Santifique-o! – Heber Toth Armí



ÊXODO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
1 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
31 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de dezembro de 2018, 0:45
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Quem é o maior pedagogo? Quem usou melhor didática ao transmitir com simplicidade assuntos complexos?

Não há como pensar num Ser mais didático que Deus. Sua pedagogia supera a de qualquer pedagogo; Ele extrapola quaisquer didáticas e pedagogias, deixando-nos – além de exemplos sobre didática – preciosos e especiais ensinamentos.

Como mais expoente pedagogo, Deus ensina Moisés a ensinar; é transmitindo ensinamento que alunos aprendem. Sobretudo, Deus usa outros recursos didáticos com profundos significados. Assim, através de Moisés, do Santuário e rituais sagrados Ele quer que aprendamos grandes verdades que farão diferença em nossa vida.

Nós aprendemos ouvindo, ensinando, envolvendo, principalmente fazendo. Como Moisés, devemos ouvir a Palavra de Deus, transmitir aos outros, envolver-nos com ensinamentos divinos e, aplicando-os diariamente.

O Santuário é a didática de Deus para apresentar o plano de salvação, a forma de adoração e o evangelho que liberta da condenação.

1. Deus ensina através da fumaça do altar do incenso que a oração constante deve sempre subir ao céu (vs. 1-10); Deus Se satisfaz com orações assim como era agradável o cheiro de incenso.

2. Deve-se levar a sério a oração, ela deve ser pura, não contaminada com egoísmo e desejos pervertidos (vs. 30-34).

3. Todos somos pecadores e o preço do pecado é a morte; ninguém está livre da condenação, portanto, todos precisam de libertação – ricos não devem menos nem mais que os pobres (vs. 10-16).

4. A bacia de bronze ensinava a necessidade de limpeza, não apenas física, mas da limpeza moral; os germes e bactérias do pecado devem ser lavados de nosso caminhar e proceder (vs. 17-21).

5. A santa unção com óleo é essencial para que haja verdadeira adoração ao Senhor; não devemos deturpar este assunto; é preciso reverência e submissão antes de qualquer ação (vs. 22-33).

Diferentemente do altar de sacrifícios localizado no átrio do Santuário, Deus instruiu Moisés a fazer o altar de incenso dentro do tabernáculo (vs. 1-10). Antes de chegar ao que ele representava, seria necessário passar por todo o processo ritualístico orientado por Deus. Logo, apenas quem foi redimido (vs. 11-16), purificado (vs. 17-21) e ungido (vs. 34-38) aproxima-se de Deus verdadeiramente pela oração, louvor e adoração (vs. 34-38).

Sendo Deus o melhor pedagogo, só não aprende quem não quer! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
31 de dezembro de 2018, 0:05
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ÊXODO 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
30 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de dezembro de 2018, 0:45
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Consagração é dedicação integral ao Senhor. Deus não quer um compromisso parcial, mas uma entrega total para servi-lO em todo tempo e todo lugar. No período da nova aliança todo crente é sacerdote de Deus, portanto temos muito que aprender da consagração plena dos sacerdotes da aliança sinaítica.

O capítulo em apreço revela que a consagração deve atingir todas as áreas da vida, não apenas algumas:

1. A dedicação a Deus e ao Seu serviço requer unção e submissão total a Deus, não tradições eclesiásticas sem base bíblica (vs. 1-28);
2. A vestimenta dos consagrados é orientada por Deus, não ditada pela moda mundana (vs. 29-30);
3. A alimentação dos consagrados é orientada por Deus, não pelo gosto pessoal (vs. 31-34);
4. A consagração exige rituais e ofertas orientados por Deus, não pela imaginação humana (vs. 35-46).

Deus rejeita dedicação pela metade a Ele, assim como pessoas em sã consciência não aceitaria casar-se com alguém parcialmente comprometido. Ninguém normalmente aceita compromisso sério com pessoas apenas parcialmente comprometidas – quanto mais Deus que é santo, Soberano e Criador do Universo.

Prescreve-se neste capítulo “que sejam levados ao santuário um novilho (para um sacrifício pelo pecado), dois carneiros (um para o holocausto e outro para o ritual da consagração), bolos de azeite sem fermento e coscorões também sem fermento, untadas de azeite (para uma oferta de comunhão). Em seguida, após um banho e a investidura, são ungidos Arão e seus filhos” (Comentario Biblico San Jeronimo, v. 1, p. 197).

O sacrifício de consagração deve ser diário (vs. 38-46). Ninguém estará plenamente consagrado sem tornar a santificação uma prática diária. A seguir temos uma sugestão de Ellen G. White uma oração de consagração:

“Eis a minha vida, Senhor, inteira ao Teu dispor. Aos Teus pés, os planos meus todos deponho. Um instrumento ao teu serviço quero hoje ser. Permanece em mim, e permite que tudo que eu fizer, em comunhão Contigo seja feito”.

A consagração do pecador exige a morte, e Jesus morreu para que isso seja possível. Jesus Se santifica a fim de santificar-nos (João 17:19). Diz White: “Os que, em todas as coisas põem a Deus como primeiro e último, e o melhor, são as pessoas mais felizes do mundo” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
30 de dezembro de 2018, 0:05
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ÊXODO 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
29 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 28 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de dezembro de 2018, 0:45
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O evangelho é eterno; o mesmo evangelho do Novo Testamento foi proclamado pelo maior evangelista no Antigo Testamento. Deus evangelizou os israelitas com emblemas do santuário e seus rituais.

Ao considerar Hebreus 4:2, Frank B. Holbrook destacou: “Se os israelitas, em sua jornada do Egito, possuíam o mesmo evangelho que os cristãos receberam, é seguro inferir que eles o receberam por meio dos rituais do sistema do santuário”.

No capítulo em apreço nota-se Deus dando ordens sobre o que Moisés deveria fazer:

1. Incluir a Arão e seus filhos no sistema sacerdotal (vs. 1-5);
2. Os detalhes das roupas que usaria o Sumo Sacerdote (vs. 6-29);
3. A forma direta que Deus usaria para responder perguntas objetivas: Urim e Tumim (v. 30);
4. Mais adereços às indumentárias dos representantes do Senhor perante o povo e do povo perante o Senhor (vs. 31-43).

“O santuário é um dos principais instrumentos divinos para nos ensinar o significado do evangelho”, observou Martin Pröbstle.

Milian Lauritz Andreasen atesta: “Quando compreendemos que os serviços efetuados no tabernáculo [santuário] […] eram símbolos de um ministério mais elevado no verdadeiro tabernáculo do Céu; que todo ritual e os sacrifícios todos apontavam para o verdadeiro Cordeiro de Deus, o santuário passa a ter importância ainda maior. Nele é revelado o evangelho”.

1. O Sumo sacerdote e sacerdotes representam Cristo.
2. A função que exerceria os sacerdotes terrestres apontaria para as obras de Cristo tanto na Terra como no Céu.
3. O Urim e o Tumim eram duas pedras que seriam usadas para obter resposta divinas; Jesus é a maior resposta do Universo neste mundo, a pedra angular.
4. No Apocalipse Jesus aparece com as roupas talares de Sacerdote que intercede em favor de Seu povo e de Sumo Sacerdote que executa o juízo para vindicar o Seu povo e sentenciar inimigos.

“Tudo que dizia respeito ao vestuário e conduta dos sacerdotes devia ser de molde a impressionar o esplendor com um entusiasmo da santidade de Deus, de Seu culto, e da pureza exigida dos que entravam em Sua presença” – explica-nos Ellen G. White.

Ao contemplar Jesus através do que lemos, devemos reverenciá-lO como nosso soberano Redentor que almeja levar-nos à presença do Pai Celestial.

“Senhor, ajuda-me compreender melhor Tua revelação” – Heber Toth Armí.