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Infelizmente pecadores têm dificuldades de aprender com Deus. Por outro lado, Deus aprecia ensinar, é paciente e perseverante para insistir conosco no ensino da moralidade.
Desde o início do livro Deus é o próprio Quem está transmitindo orientações diretamente a Moisés para comunicar ao povo (v. 1). As orientações a seguir são cerimoniais:
• No ministério diário do Santuário era necessário ter cuidado diário com o candelabro; significava que a luz da verdade e da presença divinas jamais deveriam se apagar (vs. 1-4);
• No ministério do Santuário deveria ter cuidado semanal relacionado com pães da preposição; no sábado, estes 12 pães eram substituídos por novos, os quais simbolizavam a dependência constante que se deveria ter em Deus como mantenedor da vida através dos alimentos dados por Ele. Cabe também aplicação espiritual: Carecemos de Cristo, o Pão da vida, para suprir nossas necessidades físicas e espirituais (vs. 5-9).
As orientações cerimoniais estão relacionadas às atividades dos ministros do santuário. As orientações morais aplicam-se a todo povo de Deus. A seguir, há uma narrativa real objetivando mostrar-nos a necessidade de aplicarmos os princípios de vida em nossa realidade diária.
• Um filho de uma israelita com um egípcio. O jovem era meio-israelita, meio estrangeiro. Ele agiu contra as revelações de Deus e arranjou briga/confusão/contenda; contudo, “ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perseverantemente impenitente”, observa Francis D. Nichol. Ele blasfemou contra o nome de Deus (vs. 10-12).
• Deus revela o que fazer com alguém que desrespeita Seu nome: Ser executado (vs. 12-24). A sentença parece demasiado grave para quem está bem acostumado com o pecado. Pecado sempre é grave e a sentença sempre é a morte. Deus não é mau e autoritário, o pecador que é negligente, displicente e irreverente. Deus corta o mal pela raiz antes que produza frutos.
“Há os que porão em dúvida o amor de Deus e Sua justiça […]. A paga que recaiu sobre o primeiro transgressor seria um aviso para os outros, de que o nome de Deus deve ser tido em reverência. Mas caso se houvesse permitido que o pecado deste homem passasse sem punição, outros se teriam desmoralizado; e, como resultado, muitas vidas finalmente deveriam ser sacrificadas” (Ellen G. White).
Respeito é bom a Deus também! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Deus gosta de festas; mas não das festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas as sete festas instituídas por Deus:
1. Páscoa;
2. Pentecostes:
3. Dos Tabernáculos;
4. Do dia da Expiação;
5. Das trombetas;
6. Dos pães asmos;
7. Das primícias.
O dia indicado no calendário para cada festa era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.
• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.
• A festa de Pentecostes – diferente da festa das primícias que era a celebração com os primeiros frutos da terra – era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.
• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida. Deveria nos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.
• O dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.
• A festa das Trombetas vinha antes do dia da Expiação, visando convocar os religiosos para este encontro especial com o Senhor.
• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.
• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece sempre o primeiro lugar em nossa vida, pois tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.
Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus as colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.
Todas as festas apontam para Jesus. Jesus é:
- a nossa Páscoa,
- o Pão sem fermento,
- as Primícias,
- o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes,
- Quem tocará a última Trombeta,
- Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados
- quando tabernaculizou/habitou entre nós.
Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Quem medita na Palavra de Deus diariamente terá, certamente, atitudes diferentes daqueles que não o fazem. Tal exercício incentiva alcançar elevado padrão moral.
Deus é o padrão de santidade. Portanto, qualquer coisa fora de Sua vontade despenca para a imoralidade, promiscuidade e perversidade.
Sendo tão pecadores, com nossas forças e habilidades jamais atingiremos a santidade estipulada por Deus em Sua Palavra; em contrapartida, Ele é tão santo que pode comunicar santidade a nós sem que perca a Sua santidade.
1. A santificação não está no comportamento humano, está na absoluta dependência do sacrifício apontando para Cristo. Qualquer desvio das orientações divinas implica desviar-se da rota da salvação para o desfiladeiro da perdição. Deus preza pela reverência, pelo zelo e pela total dedicação dos que O servem, por isso insiste na santificação deles (vs. 1-16).
2. A libertação realizada por Deus exige santificação. Deus não liberta o pecador para ser livre para pecar; liberta do pecado para não mais ser escravo do diabo. O pecador reconhece que merece a morte, e a oferta significa aceitação do perdão. Contudo, oferta oferecida de qualquer jeito implica na rejeição divina do ofertante, pois profana o nome de Deus (vs. 17-33).
O teólogo Paul R. House observa: “Talvez o pior castigo possível esteja implícito em Levítico 22:17-23. Aqui Yahweh explica que trazer animais defeituosos ao altar não conduz a nada proveitoso. Tais oferendas não agradam a Deus. Elas fazem a pessoa perder o direito à comunhão com Deus”.
Reflita nestas aplicações:
• Ao ofertar, o imperfeito pecador transmitia seus defeitos ao animal perfeito, o qual morria no lugar do imperfeito. Jesus morre pelo pecador.
• Ofertar, cultuar e adorar relaxada, incorreta e displicentemente é perca de tempo.
• Adulterar o plano de salvação significa perverter o único meio de obter solução ao problema da morte.
• Oferecer ofertas defeituosas implica tornar Cristo defeituoso, imperfeito para libertar ao pecador.
• Jesus é a perfeita oferta de Deus com excelsas qualidades morais que morreu para salvar-nos. Nossas ofertas devem revelar essa verdade.
Há nítido contraste entre bem e mal: Santidade não tolera pecaminosidade, nem pecaminosidade faz parceria com santidade. Pecadores que aceitam perdão do Salvador são intolerantes ao pecado, ainda que não estejam livres de cometê-lo.
Jesus é o único caminho, ande nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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