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Quem não lê e medita nas Sagradas Escrituras todos os dias nunca saiu da superficialidade/ mediocridade da fé. Quem nunca saiu da superficialidade/ mediocridade da fé apenas raspa na periferia da santidade; todavia, vive no subúrbio da perversidade, imoralidade e promiscuidade.
Santidade não brota do coração corrompido pelo pecado. Nosso coração é corrupto demais para produzir qualquer santidade. Santificação é impossível por mais que apliquemos inúmeras práticas religiosas. Santidade é um atributo que Deus nos outorga.
Torna-se santo somente quem permite que Deus santifique.
Os sacerdotes deveriam ser santos antes de servir no Santuário. Hoje, os cristãos deveriam ser santos para servir a Deus na comunidade. Este capítulo apresenta-nos os seguintes pontos revelados pelo Deus santo:
1. A santidade restringe questões em relação a defuntos: Com exceção de alguns parentes bem próximos, os sacerdotes não deveriam tocar cadáveres humanos para não se contaminarem (vs. 1-4);
2. A santidade restringe questões relacionadas à aparência: Nenhuma atitude deveria dar margens a que pessoas pensem que sacerdotes praticam algo pagão (vs. 5-6);
3. A santidade restringe questões relacionadas a matrimônio: O casamento é santo, mas práticas pecaminosas podem pervertê-lo. Casar com prostitutas, ainda que cultuais, é afrontar ao Autor do matrimônio. Se a filha de um sacerdote prostituísse deveria ser queimada (vs. 7-9).
Até o verso 9 o autor inspirado trata das restrições dos sacerdotes. A partir do versículo 10 o texto será específico ao Sumo Sacerdote:
4. O Sumo Sacerdote não deveria ter cabelos despenteados, mostrando-se descuidado; nem usar roupas rasgadas, revelando desprezo às coisas sagradas; e, nem entrar onde houvesse cadáveres. Ele deveria consagrar-se sem nunca contaminar-se (vs. 10-12);
5. O Sumo Sacerdote poderia casar-se, mas nunca com viúva, divorciada, prostituta, jugo desigual… para não contaminar-se (vs. 13-15);
6. O Sumo Sacerdote não deveria ter nenhum defeito físico, deveria ser perfeito para oferecer ofertas perfeitas a Deus (vs. 16-24).
Tudo que Deus pedia visava santificação. Ele abomina determinantemente a corrupção. Com toda eloquência, Deus almejava bloquear a cultura pagã no território de Seu povo… O texto revela Deus exigindo mais dos líderes pela influência que estes exercem sobre outros.
Imundícia é natural; pureza, é sobrenatural! Santidade não se conquista, se aceita. É Deus Quem santifica. Por outro lado, a santidade se perde com práticas imorais.
“Santíssimo Deus, santifica-nos… Amém!”– Heber Toth Armí.
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Práticas religiosas pagãs, por mais comoventes que sejam a ponto de entregar um filho para ser queimado em sacrifício, não geram um mínimo de santidade.
Moloque era um deus pagão que representava qualquer idolatria – fazia parte da cultura religiosa que causava repulsa em Deus (vs. 1-5).
Nem todo caminho leva a Deus; nem toda forma de religião é aprovada por Ele. Pelo contrário, por mais sincero que alguém seja no erro, o erro nunca deixará de ser opção errada. Deus não apenas condena o espiritualismo/espiritismo/ocultismo, mas Ele abomina quem se envereda para estas práticas. Tudo isso não passa de corrupção da verdadeira religião (v. 6).
Deus tem um alvo muito elevado, pois nos quer distante do pecado! O pecado mata. Quem peca assina sua sentença de morte!
1. Pecar contra os primeiros mandamentos resulta em pena de morte (vs. 1-6);
2. Deus apela ao Seu povo a viver em santidade: Não amaldiçoar pais, não adulterar nem perverter/deturpar/corromper o sexo para não assinar a sentença de morte (vs. 7-21);
3. Deus quer pureza de Seu povo liberto por Ele, Sua graça opera para transformar o que o pecado deformou. Deus relembra que quem é santificado não come porcarias (vs. 22-26);
4. Deus condena o espiritismo novamente ao concluir o capítulo (v. 27).
Parece que este capítulo reitera assuntos do capítulo 18, mas não. Este enfatiza a pena de morte para pecados daquele.
Refletindo sobre pena capital, José Flores Junior diz que o mandamento “Não matarás” proíbe o assassinato, que difere da pena de morte, a qual resulta de crimes hediondos. “Desde o princípio, Deus permitiu que o povo de Israel” diz ele, “aplicasse a pena capital para tipos específicos de transgressão. [ver Gênesis 9:6]. Aqui se encontra a primeira referência bíblica acerca da pena de morte como sentença judicial aplicada pelo ser humano”.
O método para aplicar a pena de morte era o apedrejamento e a fogueira (vs. 2, 14, 27). Deus é radical porque prefere eliminar o pecado antes que o pecado nos elimine radicalmente.
As advertências divinas aqui são preventivas. Deus quer frear a maré da corrupção, barrar a perversão. Deus nos quer distantes do pecado e uma sociedade menos corrompida.
ATENÇÃO! A ênfase divina não é matar, é santificar (vs. 7-8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Santidade não depende de comportamento. Santidade depende do sacrifício de Cristo e Seu sangue derramado por, e, em nós, para remissão/eliminação dos nossos pecados. Aceitando de fato tal sacrifício, a vida será pautada pela santidade (vs. 1-2).
Salvação sempre foi, e continua sendo, unicamente pela graça divina; o livro de Levítico deixa tal verdade absolutamente clara aos que estão atentos às sequencias da Palavra de Deus nele.
Após apresentar pedagógica, simbólica e didaticamente o plano de purificação que resulta em libertação do pecado e em salvação (Levítico 16), Deus apresentou-nos (nos capítulos seguintes) a forma de vida daqueles que, sinceramente, entregam-se completamente ao Seu serviço.
Síntese do capítulo 19:
1. A santidade requer não só respeito aos pais e idosos, guarda do sábado, rejeição total à idolatria, mas também dependência radical no sacrifício de Cristo apontado pela morte de inocentes animais (vs. 3-8, 30, 32).
2. A santidade requer preocupação com pessoas desprovidas de recursos para viver: pobres, mendigos, órfãos, etc. (vs. 9-10).
3. A santidade requer conduta correta: Não roubar, mentir, enganar, jurar em vão, explorar, extorquir, amaldiçoar, trapacear, zombar, perverter, fofocar, injuriar, negligenciar socorro, guardar rancor ou vingar-se, prostituir-se (vs. 11-18, 29, 33-37). O amor será a regra áurea de todo relacionamento!
4. A santidade requer respeito aos imperativos divinos: Não cruzar espécies diferentes de gado, não plantar espécies diferentes na lavoura, nem vestir roupas com dois tipos de materiais (v. 19).
5. A santidade requer reparo quando se pratica imoralidade. Deus promete perdão a quem O buscar (vs. 20-22).
6. A santidade requer respeito à flora. Nos três primeiros anos, árvores frutíferas não seriam comestíveis; frutos do quarto ano seriam ofertadas a Deus; e, do quinto ano resultariam grandes bênçãos, somente neste ano seus frutos seriam comestíveis na terra prometida (vs. 23-25).
7. A santidade preza por vida descente em cada aspecto: Não comer carne com sangue; nem praticar mágicas/adivinhações/horóscopo, ocultismo/espiritismo/necromancia/médiuns; não cortar o cabelo dos lados da cabeça nem as pontas da barba, nem fazer corte no corpo pelos mortos, nem tatuagem – estes são costumes pagãos/idólatras (vs. 26-28, 31).
Conversão a Cristo que não resulta em santidade não passa de mera fantasia; esta religiosidade pauta-se pela falsidade, clara hipocrisia!
Precisamos desprezar o pecado para prezar pela pureza! Deus quer transformar-nos! – Heber Toth Armí.
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Os cuidados com o corpo não se relacionam apenas com o que ingerimos (gordura de animais, sangue ou carnes imundas); envolver-se com certas práticas sexuais contamina a alma, tornando-a imprópria para morada de um Deus santo; própria, porém, para esconderijo de demônios.
A imoralidade proibida no sétimo mandamento (Não adulterarás) é especificada neste capítulo. Deus fez órgãos sexuais para eliminação daquilo que o corpo não necessita e também para satisfação/prazer e procriação.
Contudo, Satanás almeja tornar maldição o que Deus fez para ser benção. Por isso, rigorosamente…
1. Deus proíbe relações sexuais com parentes próximos: Mãe, avó, irmãos, netos, enteados, madrasta/padrasto, sobrinhos, tios, nora, cunhado (vs. 6-16). Tais práticas desonram a Deus, a si mesmo, e aos familiares.
2. Deus proíbe relações sexuais com mulher e filha desta mulher (relacionar-se com ambas), nem neta (pedofilia). Proíbe casar-se com a cunhada, sem ser viúvo. Proíbe relações com a esposa na menstruação e com a esposa do vizinho (vs. 17-20). Tais práticas são perversão de caráter.
3. Deus proíbe relações sexuais do mesmo gênero sexual tanto quanto proíbe queimar filhos em sacrifícios a deuses falsos (vs. 21-22).
4. Deus proíbe relações sexuais com animais como gorila, jegue, tatú, vaca, cavalo, etc. (v. 23). Tal bestialidade é repugnante e contaminante.
Para resolver tais perversões Deus prepara juízo que condena os nefários à destruição. Tal castigo faz a terra vomitar àqueles que contaminam o mundo com sua conduta depravada.
Os verdadeiro servos de Deus não se conformam com tais coisas abomináveis. O capítulo não descreve ordens de Moisés. Deus dá ênfases para demonstrar que tais imperativos são divinos, não humanos (vs. 1-5). Estas práticas provocam ira no Deus que é santo.
Ame a Deus, afaste-se delas! Combata a pecaminosidade! Promova a santidade!
A fúria visível de Deus contra os canaanitas perversos é evidência clara aos israelitas e a nós o quanto Ele é intolerante a tais práticas detestáveis. Deus usa a destruição dos povos antigos como advertência para Seu amado povo, o qual deve ser santo (vs. 24-30).
Deus não fez ninguém para viver atolado no chiqueiro do diabo chafurdando na lama do pecado; Deus nos criou para a pureza e a beleza da santidade. Anuncie isso aos teus amigos!
Deus quer nossa companhia. Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.