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Foram vinte e sete dias estudando o livro bíblico de Levítico, um capítulo por dia. Escrito cerca do ano 1.400 a.C. Levítico continua sendo útil para os dias modernos. Sua ênfase é a santificação integral do ser humano. Se quisermos chegar ao Céu devemos galgar o caminho estreito da santificação.
Moisés não é o autor de sua mensagem, é o Senhor; Moisés é apenas o transmissor do que Deus espera de cada pecador (v. 34). Analisando o livro, Leslie Hardinge e Frank Holbrook diz que, em média, “o nome e a autoridade de Deus são mencionados uma em cada oito versículos, para salientar a origem divina” de suas instruções. Por isso, “o livro de Levítico provê um modelo teológico para compreendermos o plano de salvação”.
Além disso, Hardingen e Holbrook declaram que “o estudo da estrutura literária de Levítico revela que a primeira metade (capítulos 1 a 15) trata do assunto geral da ‘justificação’ (‘o sacerdote por ele fará expiação do seu pecado’, Lev. 5:10). A segunda metade (capítulos 17 a 27) concentra-se no assunto da ‘santificação’ (‘Santos sereis, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo’, Lev. 19:2). No centro está a ponte teológica entre as duas partes: O Dia da Expiação [capítulo 16]”.
Cristianismo não é a aceitação de uma filosofia de vida, é um compromisso sério com um Deus santíssimo. O último capítulo pode ser esboçado da seguinte forma:
• Votos relacionados a pessoas – consagração de pessoas (vs. 1-8);
• Votos referentes a animais – dedicação de animais (vs. 9-13);
• Votos sobre imóveis – doação/consagração de casas (vs. 14-14);
• Votos sobre terras – doação/consagração de terras (vs. 16-25).
O desfecho do capítulo apresenta duas coisas que não se devem consagrar porque inerentemente já são sagrados/santos:
1. O primogênito dos animais pertence a Deus, sejam limpos ou imundos (vs. 26-28);
2. O dízimo de tudo o que é lucro, 10% de todo o lucro é santo a Deus (vs. 30-33).
As coisas de Deus devem ser levadas bem a sério (v. 29). Não se deve brincar ou banalizar as coisas sagradas (v. 10, 28, 33).
Não merecemos nada de Deus, mas Deus merece o melhor de nós por nos abençoar sem que o mereçamos. Consagremos tudo o que temos e somos ao Senhor!
“Senhor, santifica-nos!” – Heber Toth Armí.
Após 27 dias conhecendo e meditando na mensagem de Deus no livro de Levítico, o que chamou mais tua atenção?
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Os pais anseiam obediência dos seus filhos, Deus também. Filhos têm facilidade para desobedecer, inclusive os filhos de Deus. Em ambos os casos, obediência tem recompensas e desobediência tem consequências.
Este capítulo trata da…
• Recompensa pela obediência aos santos princípios de Deus (vs. 1-13); e,
• Consequência da desobediência aos santos princípios de Deus (vs. 14-46).
O Deus que nos fez com competência intelectual e moral pedirá contas de nossas negligências e responsabilidades. Somos criaturas pensantes, atuantes e conscientes; consequentemente, seremos julgados.
Desobediência é um mal que todo inconsequente precisa saber que resultará em condenação e morte no final.
Obediência não é legalismo. Deus pede e reclama nossa obediência, não desobediência. Assim como um pai não quer nenhum filho rebelde, revoltado e indiferente, Deus também não quer. Obediência e santidade se equiparam na vida religiosa orientada por Deus na Bíblia. Analfabetos biblicamente são ignorantes desta verdade.
Deus revela que…
1. A obediência resulta em maravilhosas bênçãos:
• Chuvas e colheitas fartas (vs. 1-5);
• Paz (vs. 6-10);
• Presença de Deus (vs. 11-13).
2. A desobediência resulta em desastrosas maldições:
• Doenças, escassez e fracassos (vs. 14-17);
• Seca e colheitas magras (vs. 18-20);
• Presença de predadores (vs. 21-22);
• Sufoco pela pilhagem de pessoas cruéis (vs. 23-26);
• Despejo ou deportação (vs. 27-39).
Deus permite que o mal causado pelo pecado aflija às pessoas a fim de que se lembrem dos benefícios de Sua presença e se arrependam das atitudes que resultam em morte e separação eterna dEle (vs. 40-46).
Assim como um pai amoroso educa para corrigir, Deus corrige para salvar permitindo o castigo da dor do pecado.
Reconhecendo nossa situação desesperadora, Deus deu Jesus para executar uma obra redentora. Jesus não morreu na cruz para deixar-nos na lama da desobediência. Sua morte foi necessária para libertar-nos das correntes da desobediência. O resultado é a obediência.
Livrar-se da idolatria, guardar o sábado e conhecer o santuário é de suma importância espiritual!
“A observância do sábado e a frequência escrupulosa da adoração no santuário serão as melhores maneiras de prevenir as corrupções da religião canaanita”, analisa Roland Kenneth Harrison.
Milian Lauritz Andreasen observou que, “o conhecimento da verdade quanto ao santuário, é o único antídoto aos falsos reclamos da hierarquia romana”.
Entreguem-se ao Senhor que anseia nossa obediência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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O nosso egoísmo deve ser substituído pelo altruísmo. Nosso amor próprio deve ser alterado para amor ao próximo. Nossa pecaminosidade precisa ser mudada para santidade. Negativismo, egocentrismo, materialismo e individualismo prejudicam a saúde física, mental, e, principalmente, espiritual.
O Ano Sabático e o Ano Jubileu revelam a preocupação de Deus mais pelos seres humanos do que pela terra, embora restaurando a terra auxiliará o pecador em sua restauração do ideal divino.
O capítulo oferece orientações do Criador do Universo quanto ao:
1. Ano Sabático, o qual ocorria a cada sétimo ano (vs. 1-7);
2. Ano Jubileu, o qual ocorria a cada quinquagésimo ano (vs. 8-55);
Sobre o Ano Jubileu Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, postou os seguintes ensinamentos nas páginas das Sagradas Escrituras:
1. Instruções referentes à aplicação do Ano Jubileu (vs. 8-22);
2. Vínculo entre restauração econômica e o Ano Jubileu (vs. 23-38);
3. Vínculo entre a libertação de escravos e o Ano Jubileu (vs. 39-55).
Sete vezes sete anos completa quarenta e nove anos; então, o próximo era o Ano Jubileu. Em vida, uma pessoa normalmente observava uma só vez a lei deste ano instituído por Deus. Na sequência do sétimo ano sabático vinha o quinquagésimo ano; assim, haveria dois anos de inatividade agrícola, descanso prolongado para o solo e para o agricultor. Que férias!
No quinquagésimo ano…
• A terra não deveria ser cultivada para plantio; ela repousaria, teria descanso, que resultaria em bênçãos nos anos futuros, produzindo muitos frutos.
• A terra voltaria a seu antigo proprietário; visava igualar a economia, destruir a ambição/ganância e impedir a propagação do materialismo no povo de Deus.
• Os escravos hebreus seriam colocados em liberdade; a finalidade era impedir que seres humanos tornassem objetos, ou meros instrumentos de trabalho, outros seres humanos.
Deus tem interesse nas pessoas carentes. Deus preocupa-Se com pessoas desprovidas de oportunidades. Deus cria estratégias para beneficiar a todos, especialmente aos mais fracos.
Deus Se interessa pelos pobres, preza por eles e atenta para ajudar-lhes. Mas, também quer salvar os abastados/ricos de egoísmo, materialismo, e todos os outros “ismos” que destroem física, psicológica e espiritualmente à raça humana.
Deus quer que os seres humanos sejam mais humanos aplicando constantemente os princípios divinos. Cada princípio revelado implica na restauração da humanidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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