Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Sedução do pecado parece boa, mas a solução que ele oferece é destruição. Pecado atrai, depois destrói o ser humano por mais sábio, importante e poderoso que seja.
1. Balaão: Profeta que queria uma espada para matar sua jumenta; por desviar-se do caminho morreu à espada com os midianitas perversos. O que se planta, se colhe!
2. Midianitas: Não era alvo de destruição dos israelitas, muito menos de Deus; mas, ao tornarem-se instrumentos do mal para perverter Israel com pecados imorais e idolatria, seriam destruídos para não serem mais influências negativas para ninguém. O que planta o mal, colhe desgraça!
3. Israelitas: O povo escolhido de Deus que tinha muito que aprender sobre pecado, imoralidade, e, principalmente sobre Deus e Seus planos. Eram instrumentos de Deus para impactar o mundo com a verdade, com a revelação divina; mas, também, era alvo de Satanás visando impedir a execução dos planos divinos.
Os midianitas eram descendentes de Abraão tanto quanto os israelitas; após a morte de Sara Abraão tomou por mulher a Quetura/Cetura: um dos seis filhos era Midiã (Gênesis 25:1-2). Por se unirem aos moabitas, descambaram para a idolatria e perversidade sexual tornando-se influência muito forte para o mal – envolveram-se com o plano de Balaão que resultou na desgraça do povo de Deus em Números 25.
• Neste capítulo, a guerra não era plano de Deus; contudo, foi necessária devido à situação que os midianitas causaram aos israelitas. “Todo ato de juízo é para Ele uma obra estranha, alheia a Sua natureza, mas que deve realizar para resolver o problema do pecado”, como bem analisa Edgard Iuorno.
• E tem mais, aqueles “que não entendem as cenas bíblicas de violência devem começar a entender a realidade insondável do grande conflito como pano de fundo. Deve-se ver um inimigo que sempre intentou contaminar, e a Deus Quem preservou a um povo puro para que recebesse ao Redentor do mundo”.
Em Números 25:27 Deus, então, orienta a guerra contra os midianitas. Em Números 31 Deus concede a vitória aos israelitas sobre os midianitas.
• Ao viver neste mundo precisamos ter consciência do grande conflito e guerrear contra o mal até o dia em que Cristo vier para nos conduzir ao Lar Celestial.
• Dependendo de Deus, teremos vitórias!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
É preciso maturidade para interpretar com seriedade à Palavra de Deus. O que Deus quer nos falar neste capítulo?
O contexto deste texto revelam-nos uma abordagem sobre “leis referentes à terra, as ofertas e os votos (capítulo 27-30)” (Gordom J. Wenham). Especificamente, as leis deste capítulo mormente são referentes às mulheres, assim, elas “estavam protegidas por seu pai e por seu marido. O que prometessem não deveria tirá-las desta proteção” (Edgardo I. Iourno).
As leis sobre os votos referentes às mulheres focavam a legislação civil vigente em Israel como nação. “A palavra é dirigida aos chefes das tribos, visto que seriam responsáveis por exercer o juízo nesses casos (v. 1)”, comenta F. F. Bruce. Esse mesmo teólogo observa:
“Os votos poderiam estar associados a alguma oferta no altar, à abstinência de algum elemento de carne ou bebida, à observância de jejum pessoal ou à realização de algum serviço para Deus, além do que se exigia”.
Especificações: O voto de uma…
1. FILHA SOLTEIRA morando com os pais poderia ser anulado pelo pai dela somente no ato do voto (vs. 3-5);
2. ESPOSA poderia ser anulado pelo marido somente se a objeção ao voto fosse feita no ato do voto (vs. 6-8).
Marido e esposa são considerados uma só carne perante Deus; portanto, caso a esposa não cumprisse seu voto, era obrigação do marido cumpri-lo.
Havia leis referentes a votos também para:
1. Homens (v. 2);
2. Viúvas e divorciadas (vs. 9-16).
A legislação era para ser utilizada pelos responsáveis (v. 1) pelo cartório de Israel na Terra Prometida. Designadamente, são “ordenanças que o Senhor deu a Moisés a respeito do relacionamento entre um homem e sua mulher, e entre um pai e sua filha moça que ainda vive na casa do Pai” (v. 16, NVI).
Estas leis eram para um período patriarcal da nação teocrática, na qual Deus era Rei/Monarca e legislador. Não vivemos nesse contexto. Hoje devemos respeitar as leis civis que regem nosso país (Romanos 13) quando não confrontam à Legislação Moral do Criador (Êxodo 20; Atos 5:29).
Princípios extraídos deste capítulo: Deus…
…cuida daqueles que prometem irrefletidamente;
…quer votos/compromissos conscientes, aprovados e cumpridos;
…preza pelo bem-estar/paz familiar;
…anseia por integridade/fidelidade/honestidade;
…respeito àqueles que fazem votos a Deus.
Amados… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Nos últimos dias do ano, o povo de Deus, deveria avaliar-se, humilhar-se e entregar-se solene e totalmente a Deus; infelizmente, nos dias atuais as pessoas fazem festas que Deus não aprova, exaltam-se em vez de humilhar-se, e entregam-se ao pecado, não a Deus.
F. F. Bruce apresenta-nos os seguintes tópicos:
1. Tocando as trombetas (vs. 1-6);
2. O dia da expiação (vs. 7-11);
3. A festa dos tabernáculos (vs. 12-38)
4. Conclusão (vs. 39-40).
“O cap. 29 trata de três festas celebradas no sétimo mês do ano sagrado […] ou no primeiro mês do ano civil (para nós, a época de setembro e outubro). No primeiro dia, ainda hoje chamado de ano-novo (Rosh Hashaná), deveria haver uma reunião sagrada em que não deveriam fazer trabalho algum. Era um dia em que se tocariam as trombetas”, explica Bruce.
As trombetas/shofares soavam convocando ao povo para preparar-se objetivando a consagração que começava dez dias antes do dia da expiação, a maior festa judaica. Das festas, esta era a única que não promovia alegria no povo de Deus, mas humilhação e renúncia do pecado; era o ato de afligir a alma preparando-se para que começassem bem e em paz com Deus no ano novo.
Após solene Yon Kippur (dia da Expiação), em que se afligia a alma, o dia do juízo, tempo de confissão e consagração, vinha a festa dos tabernáculos:
“Esta era a última festa do ano, vindo de ordinário na última parte de nosso outubro, depois de concluída a colheita dos frutos. Era uma jubilosa ocasião para todos. Passara o dia da Expiação, todos os mal-entendidos se haviam ajustado, todos os pecados tinham sido confessados e postos à margem. Israel sentia-se feliz, e esta felicidade encontrava expressão na festa dos tabernáculos […]. Na festa dos tabernáculos, deviam alegrar-se ‘perante o Senhor vosso Deus por sete dias’. Era na verdade a mais feliz ocasião do ano, quando amigos e conhecidos renovavam sua comunhão e habitavam juntos em amor e harmonia” (Milian Lauritz Andreasen).
Estas festas ensinavam que as pessoas…
• São pecadoras;
• Precisavam de perdão;
• Devem encontrar-se e reconciliar-se com Deus;
• Encontram alegria e felicidade no perdão e na salvação
Perdão, paz, alegria, felicidade, harmonia… Hoje, é possível experimentar tudo isso entregando-se a Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria