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Devemos desprezar viver na lama do pecado ou nas trevas da imoralidade. Devemos decidir, no presente, avançar na caminhada cristã refletindo sobre as diversas lições aprendidas no caminho. Assim, o futuro será melhor que o passado.
A Bíblia é o livro guia para tudo o que pretendemos fazer na vida. Nela encontramos todos os nutrientes espirituais para alimentar e fortalecer nossa alma. Veja os maravilhosos princípios deste capítulo:
1. Deus prescreve um código para adoração (vs. 1-12): A adoração que oferecemos a Deus deve seguir o padrão por Ele estabelecido; do contrário, será espúria, adulterada, danificada, imprestável para cultuá-Lo. Adoração deve ser importante e central na vida de cada crente, assim como o Santuário estava no centro do acampamento israelita.
2. Deus revela que o sacrifício é fundamental na adoração genuína. Cada sacrifício apontava para Cristo, que deu Sua vida inocente em lugar do culpado e condenado à morte. O culto sem Cristo é intragável a Deus; o adorador independente de Cristo permanece vazio após cultuar (vs. 13-28).
3. Deus adverte contra a perversão do culto e da adoração. Nenhum traço pagão deve caracterizar o culto cristão. Qualquer tipo de idolatria é uma forma de adulterar a verdadeira religião, tornando-a abominável, odiável e intolerável a Deus (vs. 29-32).
Os ensinamentos prescritos neste capítulo eram mais específicos para o momento em que foi escrito. Após o cumprimento profético apontado pelos sacrifícios, visto na morte vicária de Cristo, “agora, cada pessoa que aceita a Cristo torna-se um templo de Deus e tem o Espírito habitando dentro do si (1 Co 6:19,20). Mas cada congregação de cristãos também é um templo de Deus (1 Co 6:10-17), e Cristo está edificando Sua Igreja universal como uma habitação para o Espírito (Mt 16:18; Ef 2:19-22)” – explica Warren Wiersbe.
Dito isso, Wiersbe aplica focando o futuro: “Algum dia, todo o povo de Deus habitará na cidade celestial, que será iluminada pela glória do Senhor (Ap 21:23)”.
Agora, o local não importa. O que importa é estarmos em Cristo em todo lugar (João 4:23-24). Agora, “aquele que busca orar com seriedade na ‘igreja’ ou em seu quarto vive a maior parte da semana ou do dia em completa desarmonia com aquilo que orou” – salienta Andrew Murray
Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.
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Não podemos gostar da superficialidade espiritual nem da hipocrisia religiosa. Devemos trocar qualquer coisa pela comunhão real e íntima com Deus. Isso é questão de decisão.
Conheça mais sobre DECISÃO…
1. Todo pai que teve grandes privilégios concedidos por Deus deve decidir revelar verdadeiro e grande amor a Deus guardando todos os Seus preceitos e obedecendo a todos os Seus requerimentos. Deus disciplina aos pais para que eles ensinem corretamente aos filhos (vs. 1-7).
2. Obediência a Deus não deve ser uma prática cega, um salto no escuro, uma vida sem lógica. Deus mesmo apresenta razões para a obediência, as quais são todas positivas: benefícios pessoais, familiares, materiais, espirituais, sociais, emocionais, etc. Sim, tudo isso resulta da verdadeira obediência motivada pelo amor fluindo do coração (vs. 8-25). Escolha ser obediente!
3. Desobediência ou obediência não tem nada a ver com predestinação. Qualquer pessoa, em qualquer lugar, época ou situação, pode escolher uma das opções sabendo que obediência resulta em bênçãos e, desobediência resulta em maldição. Você, agora mesmo, pode decidir por bênçãos ou por maldições em tua vida, família, trabalho, finanças, sociedade, etc. (vs. 26-32).
Reflita mais sobre DECISÃO…
• O rebelde/incrédulo/ateu não quer saber de Deus. Todavia, nem todo o que obedece ama; mas, todo o que ama a Deus, certamente obedece a Seus mandamentos. Infelizmente, muitos “obedientes” sem amor atrapalham a expressão da verdadeira religião.
• Obediência que não seja de coração não agrada a Deus. Fazer as coisas a Deus por obrigação, sem verdadeiro amor no coração, não passa de um(a) artista imitando alguém que serve a Deus.
• Escolher amar a Deus é uma decisão pessoal. Quem decide amar a Deus como se deve amá-Lo vive uma vida incomparável. A diferença é gritante, quanto são contrastantes as bênçãos e as maldições.
• Sem Deus vive-se sem esperança, sem opção; vive-se na escravidão, sem liberdade. Deus é Quem nos oferece a possibilidade e nos dá capacidade de escolher; depois, respeita essa capacidade deixando-nos escolher e colher os resultados de cada opção (v. 26-28).
Deus não impõe nada a ninguém: “Se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos…”.
Atenção: A quais mandamentos? “… de amar o Senhor vosso Deus, e de O servir de todo coração e de toda vossa alma…” (v. 13).
Qual tua decisão? – Heber Toth Armí.
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Perder o foco é invadir o futuro sem destino, principalmente em relação à religião!
Neste capítulo observamos que…
1. Quando o povo que Deus ama se rebela contra Ele, quebra o compromisso firmado com Ele e O trai com deuses inferiores, graciosa e amorosamente Deus oferece a oportunidade de renovar a aliança (vs. 1-3).
2. Devido à ingratidão e incredulidade do povo, Deus não complica as coisas; Ele escreveu os Dez Mandamentos novamente sem alterar ou acrescentar nada. Deus não é ruim, nem carrasco, nem autoritário; Ele é misericordioso, perdoador, compassivo, embora seja o Santo, Todo-poderoso e Soberano do Universo (vs. 4-11).
3. Apesar dos erros do passado, Deus salienta o procedimento correto ao povo que Ele privilegiou. Moisés relembrou os princípios do relacionamento com Deus (vs. 12-13):
• Temer ao Senhor,
• Andar nos caminhos do Senhor,
• Amar e servir ao Senhor de todo coração e com toda a alma,
• Guardar todos os mandamentos e estatutos do Senhor.
4. Uma teologia correta auxilia o pecador a corrigir sua rebeldia: Deus é o Criador e tudo pertence a Ele, e, embora Soberano, Sua forma de agir e reagir é com amor incondicional. Por isso, Ele quer mais que formalidades religiosas, anseia um compromisso que vai além do legalismo (vs. 14-18).
“O mais interessante aqui é a preocupação de Moisés, quando diz ao povo: ‘Circuncidai, pois, o prepúcio de vosso coração (10.16). Dessa forma, temos já em Deuteronômio que a verdadeira circuncisão é feita no coração e não se resume a uma simples incisão na carne. A lei deve ser, em primeiro lugar, posta no coração e, então, nãos mãos, nos olhos, nas portas e nos umbrais” (Victor P. Hamilton).
5. A essência da verdadeira religião é refletir o caráter de Deus impresso no coração. Assim como Deus ama incondicionalmente, Seu povo deve incluir a todos em seu coração. Tal prática é a essência do servir e louvar ao Senhor que liberta da escravidão do pecado (vs. 19-22).
Este capítulo apresenta o âmago da verdadeira religião. Deus mostra que Ele quer um compromisso de coração, não apenas práticas exteriores. Que nosso louvor e serviço a Ele seja revelado na prática do bem ao próximo.
Não se perca em tua religiosidade, foque aquilo que Deus quer! – Heber Toth Armí.
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