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II REIS 25 – A ruína é fruto de desobediência a Deus! A experiência de Judá em fazer o quer, mostra que desprezar a vontade de Deus por conta dos próprios gostos pessoais implica em destinos fatais. Dependência dEle trará muito melhor experiência!
Desde o capítulo anterior, é demonstrado que apesar das calamidades que sobrevieram aos judeus, o rei Zedequias fora devidamente instruído por Deus através do profeta Jeremias “sobre como podia ser preservado das calamidades que certamente viriam sobre ele se não mudasse sua conduta e passasse a servir ao Senhor. As calamidades vieram, porque ele não quis se colocar sob a proteção de Deus por meio da obediência. Com os olhos vazados, ele foi levado cativo em correntes para Babilônia”, lamenta Ellen White.
A Bíblia mostra o preço da desobediência para que não optemos por ela em nossa ignorância.
Deus fez de tudo para impedir a destruição de Judá, mas o rei e o povo fizeram de tudo para trilhar o caminho da destruição.
“Que triste e terrível advertência é essa para aqueles que se endurecem diante da reprovação, e que não se humilham em arrependimento para que Deus possa salvá-los […]. Por que o Senhor permitiu que Jerusalém fosse destruída pelo fogo na primeira vez? Por que Ele permitiu que Seu povo fosse vencido pelos inimigos e levado a terras pagãs? Foi porque haviam deixado de ser missionários e haviam construído muros de separação entre si ao seu redor. O Senhor os espalhou para que o conhecimento de Sua verdade pudesse ser levado ao mundo. Se fossem leais, verdadeiros e submissos, Deus os traria de volta a sua própria terra”, considera White.
O pecado vicia e escraviza. Israel havia provado seus efeitos antes de Judá; contudo, Judá não desviou-se do caminho que havia levado sua irmã ao cativeiro. Isso evidencia nossa tremenda incapacidade de aprender com os erros dos outros.
Dos habitantes de Judá, que haviam chegado a 250.000, sobraram menos de 20.000. Apesar de a maioria ter sido exilada em Babilônia, o texto sagrado não deixa o leitor frente a um futuro sombrio. Ao contrário, o Deus da esperança evidencia que o pecado não tem a última palavra em nossa história. Ele está acima do pecado e o eliminará completamente. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 24 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/24
O Céu, o centro do universo e onde Deus vive, é um lugar de realidade concreta. A inspiração puxa a cortina para nos dar um vislumbre dessa realidade. Ali, no mesmo lugar em que o pecado se originou, os pecadores arrependidos e perdoados que escolheram acreditar nas promessas de Deus e agir de acordo com elas viverão um dia em corpos trasladados, imortais, ressuscitados.
Enquanto isso, de volta à Terra onde vivemos, nesta semana minha família encarou a tragédia e a morte, assim como o povo de Deus em 586 a.C. quando Jerusalém foi destruída. Os judeus escolheram a descrença e a desobediência diante dos conselhos de Jeremias e de Deus. Eles só olhavam para o presente e não mantinham a mente no céu.
A esperança é o que sempre me salva. A esperança surge quando leio este capítulo da Bíblia. Este capítulo me confirma que Deus está no comando e, eu tenha que enfrentar uma situação semelhante num futuro próximo, Deus é justo e misericordioso. Confio que Ele sabe o que é bom para mim. A esperança me dá coragem para agir pela fé na Palavra de Deus. O cativeiro judeu os curou da idolatria, e a destruição de nossos sonhos falsos também pode nos curar. Apegue-se à esperança!
Cindy Rockney
Secretária da Escola Sabatina
IASD Placerville Califórnia EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/24
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1684 palavras
1-20 Este capítulo conta a história da invasão babilônica na região da Síria-Palestina. Durante esta época, Judá foi conquistada pelos inimigos do leste [babilônios], e sua população, levada cativa para Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Nabucodonosor. Construtor da capital do novo império babilônico. Foi o rei que governou por mais tempo aquela nação. Ele derrotou o faraó Neco na Síria em 605 a.C. na batalhado Carquemis (Jr 46:1, 2). Joaquim se tornou seu vassalo. A história da conversão de Nabucodonor ao Deus de Israel é narrada em Dn 4. Bíblia de Estudo Andrews.
Significa “Ó (deus) Nabu, protege meu filho!”. Era filho de Nabopolassar e rei [605-562 a.C.] mais poderoso do império Neobabilônico (612-539 a.C.). Bíblia de Estudo NVI Vida.
subiu Nabucodonosor, rei da Babilônia, contra ele [Jeoaquim]. De acordo com Daniel 1:1, Nabucodonosor foi contra Jerusalém no terceiro ano de Jeoaquim. … Jeoaquim se tornou vassalo de Babilônia e entregou reféns a Nabucodonosor, entre eles, Daniel. Três anos depois, ele parece ter se ligado ao Egito novamente. A intenção de renovar as forças parecia bem-sucedida, uma vez que os egípcios infligiram pesadas perdas ao exército de Nabucodonosor em 601 a.C. No entanto, a rebelião de Joaquim exibia falta de visão política, pois os babilônios rapidamente se recuperaram do contratempo e retornaram para punir os vassalos desleais. CBASD, vol. 2, p. 1083. Bíblia de Estudo NVI Vida.
voltou atrás e rebelou-se. Em 601 Nabucodonosor marchou de novo para o oeste, contra o Egito, e foi expulso pela forte resistência egípcia. Esse fato pode ter estimulado Joaquim a rebelar-se, embora Jeremias advertisse contra isso (v. Jr 27.9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 caldeus. A etnia predominante no império neobabilônio. Os caldeus não eram nativos d Babilônia. Eram originários do extremo sul da Mesopotâmia. Nabucodonosor e seu pai, Nabopolassar, eram caldeus. Bíblia de Estudo Andrews.
tropas babilônicas [caldeus], aramaicas, coabitas e amonitas. A reação contra a rebelião de Joaquim foi rápida. Tropas babilônicas, talvez estacionadas em Arã [Síria], junto com tropas de outros vassalos leais à Babilônia, foram enviadas para esmagar a rebelião na Judéia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 por causa dos pecados cometidos por Manassés. Repetidamente os pecados de Manassés são notados como a causa primária para a queda de Judá (ver 2Rs 21:11, 12; 23;26; Jr 15:4). CBASD, vol. 2, p. 1083.
4 sangue inocente. Inclusive o de Isaías (PR, 382). Isaías não olhou para as abominações de Manassés em silêncio e complacência, mas ergueu a voz em severa repreensão aos delitos do rei. CBASD, vol. 2, p. 1083.
por isso, o SENHOR não o quis perdoar. As atrocidades de Manassés foram o clímax da longa história de maldade de Judá. … O bom reinado de Josias adiou, mas não revogou a sentença de destruição. Eles chegaram ao limite, e Deus não perdoou a nação culpada, por não haver mudança. No entanto, a culpa nacional sempre deve ser distinguida da culpa pessoal (ver com. De 2Rs 17:20). CBASD, vol. 2, p. 1084.
5 Jeoaquim foi um dos piores reis de Judá, segundo Jr 22.13-19; 2Cr 36.8. Jeremias predisse que aquele rei seria sepultado como um jumento, sem ninguém a lamentá-lo, e de fato, o v. 6 nada diz sobre seu sepultamento. Bíblia Shedd.
6 descansou com seus antepassados. Joaquim morreu pouco antes de Jerusalém ser vencida pelo cerco dos babilônios (cf. v. 8-12). Não se indica se sua morte se devia às causas naturais ou à intriga política. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Joaquim, seu filho reinou. Joaquim (tb em 2Cr 36:9), é também chamado por Jeconias (1Cr 3:16, 17; Ester 2:6; Jr 22:24, 28; 24:1; 27:20; 28:4; 29:2) e por Conias (Jr 37:1) …. “Yahweh estabelecerá”. CBASD, vol. 2, p. 1084.
7 o rei do Egito não mais se atreveu a sair com seu exército de suas próprias fronteiras. Esse fato devia-se à derrota dos egípcios em Carquemis [Síria] (v. Jr 46.2) em 605 a.C., e explica por que Joaquim não recebeu nenhuma ajuda do Egito na sua rebelião contra os babilônios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
o ribeiro do Egito. Pequeno rio localizado a leste do Nilo. Delimitava a fronteira sudoeste da terra prometida a Abrão. O autor observa que os babilônios conquistaram a região que havia pertencido ao império de Davi e Salomão. Bíblia de Estudo Andrews.
8 Elnatã. Este [o pai de Neústa, vô de Joaquim] foi um dos mensageiros enviados ao Egito por Jeoaquim [pai de Joaquim], a fim de tomar de volta o profeta Urias (Jr 26:22, 23). Também foi um dos príncipes que insistiram para que Jeoaquim não queimasse o rolo de Jeremias (Jr 36:12, 25) [provavelmente, um dos responsáveis por que tivéssemos em nossos dias o livro bíblico de Jeremias]. CBASD, vol. 2, p. 1085.
10 subiram os servos de Nabucodonosor. Ou seja, os generais. Esse foi o segundo ataque de Nabucodonosor a Jerusalém. CBASD, vol. 2, p. 1084.
Este cerco efetuou-se no ano 597 a.C., e contra o mesmo não houve muita resistência. A capitulação imediata da cidade poupou muitas vidas. Bíblia Shedd.
A rendição de Joaquim aos babilônios em 597 a.C. salvou a cidade e levou segunda deportação de Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Então, subiu Joaquim. Desesperado, Joaquim, se rendeu [foi encarcerado e, 37 anos depois, foi libertado e tratado com complacência, 2 Rs 25:27-30]. CBASD, vol. 2, p. 1084.
o levou cativo. Quando Nabucodonosor aceitou a submissão do rei Joaquim (24.1), levou, além dos despojos, alguns dentre os jovens intelectuais judeus (Dn 1.3-7). Esse primeiro cativeiro deu-se no primeiro ano de Nabucodonosor, 605 a.C. Aqui, já no oitavo ano de seu reinado, 597 a.C., o rei da Babilônia impõe um cativeiro mais rigoroso, por outros motivos, não para enriquecimento do seu país, mas sim, para privar a Judá de todas as pessoas responsáveis que poderiam organizar um exército rebelde. Mas o rei desconhecia a coragem do povo: dez anos mais tarde, no ano 587 a.C. viu-se forçado a deportar todo o povo, destruindo a cidade de Jerusalém e deixando apenas alguns camponeses pobres para lavrar a terra; esse foi o terceiro cativeiro. Bíblia Shedd.
13 levou dali todos os tesouros da Casa do SENHOR. Alguns dos utensílios do templo já tinham sido levados para Babilônia em 605 a.C., no primeiro ataque de Nabucodonosor a Jerusalém (Dn 1:2; 2Cr 36:7). [Ver tb 2Rs 25:13-16; Jr 27:18-20, sobre os utensílios que restaram e Ed 1:7-11, sobre a quantidade]. CBASD, vol. 2, p. 1085.
segundo tinha dito o SENHOR. Isaías havia predito isso quando os embaixadores babilônios visitaram Ezequias (2Rs 20:17; Is 39:6). CBASD, vol. 2, p. 1085.
14 transportou. A nação de Judá foi exilada, assim como os habitantes de Israel haviam sido deportados anteriormente pela Assíria. Os babilônios adotavam uma política diferente da praticada pelos assírios; permitiam que os exilados se restabelecessem em comunidades orgânicas. Pessoas influentes e trabalhadores qualificados podiam ser empregados em Babilônia a um baixo custo. Bíblia de Estudo Andrews.
toda a Jerusalém. Isto é, as classes mais elevadas. Com os ”figos bons” (Jr 24:1-7), Jeremias simbolizou os que foram levados naquela ocasião. … Levar de Jerusalém os seus trabalhadores qualificados privaria a cidade conquistada desse tipo de cidadão que seria útil na guerra, e forneceria valiosos auxiliares para amplos empreendimentos de construção dos conquistadores. CBASD, vol. 2, p. 1085.
dez mil. Este número compreende sete mil guerreiros, “valentes”. Mil “artífices” e dois mil “príncipes” (que inclui a corte real, os anciãos da cidade e líderes religiosos). O profeta Ezequiel era um destes últimos e já considerava aquele ano como o fim de Judá. Bíblia Shedd.
15 a mãe do rei. A menção da mãe [ver v. 8] logo depois do rei e antes das esposas dele é um indicativo da importância dela. CBASD, vol. 2, p. 1085.
os homens principais da terra. O chefe civil e os funcionários eclesiásticos: o príncipe, os eunucos, nobres, cortesãos, anciãos, sacerdotes, profetas e levitas (ver Jr 29:2, 2). CBASD, vol. 2, p. 1085.
16 Todos os homens valentes. Os “homens valorosos” (v. 14, ARC), os líderes da aristocracia da região treinados para a guerra e que, como os cavaleiros da Europa medieval, lideravam o povo na batalha. CBASD, vol. 2, p. 1085.
17 Matanias [Zedequias]. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
O nome de Matanias (que significa “dádiva de Iavé”) foi mudado para Zedequias (“justiça de Iavé”). Talvez Nabucodonosor quisesse dar a entender que suas ações contra Jerusalém e Joaquim eram justas. De qualquer maneira, a mudança de nome significava sujeição a Nabucodonosor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
597-587 a.C. Este é o rei com o qual o profeta Jeremias manteve mais contato, embora seu ministério houvesse iniciado em 627 a.C., trinta anos antes. Este rei é mencionado muitas vezes, desde o capítulo 21 de Jeremias em diante. Bíblia Shedd.
Zedequias. Literalmente, “justiça de Yahweh” ou “Yahweh é justiça”. [Nome provavelmente dado por seus pais ou parentes] … porque Nabucodonosor dificilmente teria escolhido este nome. CBASD, vol. 2, p. 1085.
19 Fez ele o que era mau. Durante o reinado de Zedequias, práticas idólatras continuavam a aumentar-se em Jerusalém (v. 2Cr 36.14; Ez 8-11). Era um governante fraco e indeciso (v. Jr 38.5, 19), que se recusou a prestar atenção à palavra do Senhor dada por meio de Jeremias (2Cr 36.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Zedequias rebelou-se. Esta frase introduz os eventos do cap. 25 e deveria iniciá-lo. O cap. 24 termina com a palavra “presença”. CBASD, vol. 2, p. 1085.
rebelou-se. Zedequias se aliou à coalisão antibabilônica das nações na Síria-Palestina que planejavam se rebelar (Jr 27). Foi severamente punido por Nabucodonosor em consequência deste ato de traição. Bíblia de Estudo Andrews.
A rebelião de Zedequias contra Babilônia causou a investida de Nabucodonosor contra Judá e arruinou a nação. No início do reinado de Zedequias, houve uma expectativa geral, fomentada pelos falsos profetas, de que haveria um rápido regresso dos exilados de Babilônia com o fim do cativeiro (Jr 27:16; 28:1-4; 10, 11). Por causa dessa expectativa, Zedequias enviou embaixadores a Babilônia (Jr 29:3) e depois ele mesmo foi lá, no quarto ano de seu reinado (Jr 51:59). Constantemente Jeremias tentava corrigir essa impressão e aconselhava que não se revoltassem (Jr 27:5-22; 28:5-17; 29:1-32). Zedequias, no entanto, continuou suas atividade para acabar com o jugo babilônico e buscou auxílio do Egito (Ez 17:15; cf Jr 37:5; 44:30). CBASD, vol. 2, p. 1085, 1087.
Parece, no entanto, ter cedido diante da propaganda sedutora da facção anti-Babilônia e pró-Egito em Jerusalém (v. Jr 37.5; Ez 17.15, 16) num esforço tragicamente mal calculado para tornar-se independente da Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Zedequias caiu no tradicional erro de entrar nas tramas políticas do Egito (2 Cr 36.13; Ez 17.11-21). … A rebelião declarada em 589 a.C. contava com o apoio do Faraó Hofra; mas logo que os caldeus (babilônios) interromperam o sítio de Jerusalém para perseguir os egípcios, o povo de Jerusalém evadiu-se deixando a cidade abandonada e sem defesa alguma (Jr 37.5-10). Bíblia Shedd.
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II REIS 24 – Este livro bíblico em apreço serve para alertar-nos constantemente contra terríveis consequências da transigência.
Note que “outros reis surgem depois de Josias, mas nenhum chega a adiar a morte de Judá. Yahweh não tem motivo nenhum para poupar a nação se não uma paciência extraordinária que já se estendeu por mais de trezentos anos desde a idolatria de Salomão. Agora o Senhor, movido por uma indignação justa, dá cabo de Judá. Duas deportações menores precedem a derrota final (24:1-17); então a cortina fecha-se durante o desafortunado reinado de Zedequias (c. 597-587 a.C.). A descrição da devastação inclui a perda da cidade, do templo, do povo, da terra e da monarquia (24:18-25:21). Só uns poucos permanecem junto ao governador nomeado por Babilônia. Esses poucos assassinam o governador e fogem, dessa forma reduzindo ainda mais a população (25:22-26). A nação santa foi reduzida a um mero punhado de gente numa terra santa que, para todos os propósitos, está destruída”, lamenta Paul House.
• Independente de quem seja, fazer concessão em sua fé por questões interesseiras, desafia Deus.
• II Reis é solene advertência àquele que busca independência de Deus.
Nesse livro, “a dependência de outros deuses levou à morte tanto indivíduos como nações. Se nossa segurança repousa em nossa própria riqueza ou poderio militar, estamos confiando numa casa construída sobre a areia (cf. Mt 7:26). Os fracassos dos reis de Israel e Judá lembram os cristãos que eles devem depositar sua confiança só em Deus. Os reis de Israel e Judá muitas vezes procuraram preservar a segurança nacional à custa das suas convicções religiosas distintas. O povo que Deus havia libertado da escravidão egípcia devia ter evitado situações políticas que comprometessem a liberdade de cultuar seu Deus… O fim trágico das nações de Israel e Judá demonstra as terríveis consequências do pecado. Entretanto, nenhuma catástrofe é tão grande, que Deus não possa agir por meio dela, dando esperança a Seu povo” (Kenneth Mathews).
• Fazer o mal diante do Deus que almeja nosso bem, nos levará além da apostasia – o destino será a ruína.
• Seguir ideologias forâneas às Escrituras visando preservar a cultura, resultará no fim de toda estrutura familiar, civil ou eclesiástica.
Devemos erguer-nos dos valores corrompidos, para não desembocarmos numa vida destruída! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 23 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/23
A reforma de Josias foi notável. Sua determinação em remover a adoração de ídolos do país foi completa e foi deste modo que ele foi lembrado: “Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao SENHOR de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a Lei de Moisés “(v.25).
No entanto, tudo isso não poderia interromper a destruição do país. As invasões do Egito e da Babilônia eram iminentes. Alguns poderiam perguntar: qual o proveito, então, de seguir a lei de Deus?
Devemos ter claro que obedecer às ordens e à lei de Deus é sempre a coisa certa a fazer. Mas existem consequências em desobedecer a Deus. Josias reformou a nação, mas anos de idolatria danificaram profundamente a lealdade do povo a Deus. Simplesmente remover os locais de adoração de ídolos não era suficiente. A mudança tem que vir de dentro.
Mas a mudança também pode ser superficial e, às vezes, pode enganar todos ao nosso redor. Mas não pode enganar a Deus. No fundo de nossos corações, nós conhecemos a verdade sobre nós mesmos. Diz a Testemunha fiel e verdadeira: “tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3:17).
Precisamos de verdadeiro reavivamento e reforma!
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/23
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1016 palavras
1 todos os anciãos de Judá … se juntaram a ele. Líderes sábios consultam outros líderes. Josias reuniu todos os líderes da nação para ver se algo poderia ser feito para impedir a calamidade anunciada, ou fazer com que o juízo vindouro fosse temperado com misericórdia. Ao anunciar a destruição, Deus não impede o arrependimento e a reforma. Não haveria nada a perder ao colocar diante do povo o terrível destino que o ameaçava caso persistisse na iniquidade. Era necessária conversão a Deus e à justiça, e Josias estava decidido a fazer tudo para trazer um reavivamento nacional. CBASD, vol. 2, p. 1077.
4 Cedrom. Vale que corria de norte a sul pelo lado leste de Jerusalém, entre a cidade e o monte das Oliveiras. Os campos do Cedrom estavam possivelmente na parte norte do vale, que era ampla (ver Jr 31:40). CBASD, vol. 2, p. 1077.
Para Betel. Para um lugar considerado como amaldiçoado e impuro, a fim de que o solo de Judá não fosse contaminado. CBASD, vol. 2, p. 1077.
5 os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram. Jeroboão [e Manassés e Amom] “constituiu sacerdotes dos mais baixos do povo, que não eram dos filhos de Levi” (1Rs 12:31, ARC). CBASD, vol. 2, p. 1077.
6 tirou … o poste ídolo … o queimou. Esta era a imagem de escultura de Aserá, feita por Manassés (2Rs 21:3, 7). […] A imagem de Aserá era possivelmente feita de madeira recoberta com metal e podia ser queimada com facilidade (ver Dt 7:25). CBASD, vol. 2, p. 1078.
7 prostitutos cultuais (ARC). O relato de que homens e mulheres depravados, devotados à prostituição religiosa, estavam alojados em uma casa ao lado do templo é um lamentável comentário do colapso moral que havia entre o professo povo de Deus. As práticas perversas e orais desenvolvidas ali eram parte da cerimônia idólatra da época. Em seus dias, Ezequiel denunciou as “terríveis abominações” realizadas na área do templo (Ez 8:5-17). As piores infâmias da adoração cananeia haviam se introduzido no santo templo de Deus. Dificilmente Judá poderia, sozinho, ter afundado tão profundamente no pecado. CBASD, vol. 2, p. 1078.
10 profanou a Tofete. Este era o local no vale de Hinom onde se praticava o culto bárbaro de oferecer seres humanos como sacrifício a Moloque (ver Is 30:33. Jr 7:31; 19:6; 32>35), inclusive os filhos de Acaz e Manassés (2Rs 16:3; 21:6; 2Cr 28:3; 33:6). CBASD, vol. 2, p. 1078.
Hinom. Um vale a oeste a sul de Jerusalém. A parte sul foi considerada [por Josias] como um local de destruição e abominação por causa dos horrores dos sacrifícios humanos e da poluição […] Mais tarde tornou-se o lixão da cidade. No NT, o vale de Hinom, do heb Ge Hinnom, foi utilizado como símbolo do local de destruição dos ímpios. Em referências posteriores, a palavra “inferno” é uma tradução do grego geena, uma transliteração do hebraico Ge Hinnom [filhos de Hinom] (Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:8, 9; 23:15, 33; Mc 9:43-48; Lc 12:5; Tg 3:6). CBASD, vol. 2, p. 1078.
13 defronte de Jerusalém. Ou seja, para o oriente da cidade. Os pontos cardeais eram determinados a partir do leste. A mão esquerda apontava para o norte, a mão direita para o sul e as costas, ao oeste. CBASD, vol. 2, p. 1079.
monte de Destruição. Possivelmente a encosta sul do monte das Oliveiras, assim chamada com desprezo, para mostrar repulsa a abominável adoração idólatra realizada no leste do santo templo. CBASD, vol. 2, p. 1079.
16 o homem de Deus. Ver 1Rs 13:1, 2. CBASD, vol. 2, p. 1079.
17 do homem de Deus. Ver 1Rs 13:23-30. CBASD, vol. 2, p. 1079.
24 aboliu também Josias os médiuns. A demonologia se apoderou dos israelitas. O povo estava servindo ao senhor das trevas e não ao Senhor do Céu. Os demônios eram sua companhia diária, não os anjos. Eles ouviam aos espíritos do mal e não ao Espírito Santo. Josias procurou purificar a terra de tudo que se relacionasse com demonismo e das abominações que a adoração aos demônios trazia consigo. CBASD, vol. 2, p. 1080.
os ídolos do lar. Do heb terafim. [Ver Gn 31:19 – Raquel; Jz 17:5; 18:14-20 – Mica; 1Sm 19:13 – Mical). CBASD, vol. 2, p. 1080.
26 o SENHOR não desistiu. Infelizmente, as reformas que o bom rei Josias iniciou afetaram a maioria do povo apenas superficialmente, Um cuidadoso estudo das profecias de Jeremias revela que a condição religiosa do povo estava longe do ideal (ver Jr 2:12, 13; 3:6-11; etc.). CBASD, vol. 2, p. 1080.
28 Quanto aos mais atos. A reforma de Josias ocorreu no 18º ano [quando ele tinha 26 anos, ver 2Rs 22:1], e ele reinou por 31 anos [até os 39 anos de idade]. Nada é registrado sobre esses últimos 13 anos de reinado. CBASD, vol. 2, p. 1080.
29 subiu Faraó-Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria. Na verdade, Neco marchou para o norte para ajudar os assírios contra Babilônia (ver 2Cr 35:20). … o termo “Assíria” é [aqui] utilizado para designar Babilônia como o poder que dominava a maior parte do território que antigamente pertencia ao império assírio. Os escritores clássicos geralmente utilizam “Assíria” nesse sentido (ver Heródoto, i.178). CBASD, vol. 2, p. 1081.
Tendo saído contra ele o rei Josias. Nessa época, Neco não queria contender com Josias (2Cr 35:21), mas desejava atravessar o Eufrates para lutar com os exércitos de Babilônia. CBASD, vol. 2, p. 1081.
Megido. Uma importante fortaleza na parte sul da planície de Esdraelom, na rota das caravanas que saem do Egito em direção ao norte da Síria. Josias se posicionou num ponto onde a estrada emergia sobre a planície, a fim de atacar os egípcios que saíam do desfiladeiro. CBASD, vol. 2, p. 1081.
30 o levaram morto. Josias foi morto. Ele foi à batalha disfarçado (2Cr 35:22), como fez Acabe quando lutou contra os siros e perdeu a vida (1Rs 22:30). Quando ferido por uma flecha, Josias percebeu a gravidade do ferimento e foi tirado da batalha em outro carro e levado para Jerusalém, morrendo ali ou no caminho (ver com. de 2Cr 35:24, 25). […] Em contraste pelo lamento pela morte de Josias está o fato de que seus ímpios filhos não seriam pranteados (Jr 22:10l 18). CBASD, vol. 2, p. 1081.
32 Fez ele [Jeocaz] o que era mau. Nem mesmo os filhos de Josias se apegaram às reformas que ele havia instituído. A nação estava mais uma vez se encaminhando para a destruição. CBASD, vol. 2, p. 1081.
34 ali [Jeocaz] morreu. Isto estava em harmonia com a profecia feita por Jeremias […] (Jr 22:10-12). CBASD, vol. 2, p. 1082.
35 Fez ele [Jeoaquim] o que era mau. Segundo Jeremias, ele era extravagante, ambicioso, opressor, injusto, ímpio e sanguinário (Jr 22:13-17; 26:20-23; 36:23). CBASD, vol. 2, p. 1082.
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II REIS 23 – Nosso coração precisa sempre de renovação espiritual, a qual requer persistente decisão. Precisamos sempre que alguém nos faça apelos para voltar a Deus. Carecemos de incentivos para renovação do compromisso com Deus.
Sem avançar dia após dia em tal compromisso, não apenas caímos no comodismo, formalismo e tradicionalismo espiritual, como regredimos e afundamos nas densas e perigosas águas turvas da espiritualidade pervertida.
Na antiga cultura espiritual do povo de Deus, aderiu-se a deuses espúrios, tais como Moloque (Milcom), Quemos (Shemesh, o deus-sol), que eram da cultura pagã caananita. Hoje também corremos o risco de assimilar à nossa fé, aspectos impróprios da cultura secular. Por isso, é essencial que façamos um balanço espiritual, uma avaliação de nossas práticas religiosas, absolutamente pautada na revelação divina.
É impreterivelmente fundamental à preservação de religião verdadeira atos ousados e radicais de derribar conceitos e preconceitos que não são aprovados pelo Deus da Bíblia; tanto quanto é essencial voltar a práticas esquecidas que foram devidamente orientadas por Ele.
• Alguém precisa tomar providências em casa, com a família e, na igreja, junto aos membros fieis. No texto em apreço, o rei Josias tomou providências para a renovação da aliança ante o Senhor junto ao povo, lendo a Bíblia e chamando-o ao compromisso, “desde o menor até o maior” (II Reis 23:1-3).
• Alguém precisa liderar uma reforma com base no reavivamento espiritual pautado pela Palavra de Deus. Josias pediu que erradicassem tudo o que tivesse ligação com o paganismo na casa de culto e adoração ao Deus verdadeiro. Todas as parafernálias espirituais e religiosas foram destruídas (II Reis 23:4-20).
• Alguém precisa ir além de detonar com as crenças falsas e práticas espirituais espúrias, e determinadamente reimplantar as orientações descritas na Palavra de Deus. Josias não apenas foi radical contra o erro, isso seria desequilíbrio espiritual; ele também promoveu as orientações divinas escritas no Livro sagrado, até ser morto em Megido pelo Faraó Neco. Infelizmente seu filho e neto, não seguiram seus passos (II Reis 23:21-37).
Apesar da reforma promovida por Josias, a ira de Deus ainda ardia para com Seu povo; pois, tal reforma acontecia tarde demais e Deus sabia que não se sustentaria (II Reis 23:24-27).
Não podemos deixar para amanhã a reforma espiritual que devemos fazer hoje! Reavivemo-nos – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 22 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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