Filed under: Sem categoria
1590 palavras
1-14 o vale da Visão. Referência a Jerusalém (ver v. 10). Jerusalém não buscava a Deus em todas as suas aflições (ver v. 11). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Que tens agora … ? … ou seja, “o que aconteceu que ages assim?”
Todo o teu povo. Literalmente, “todos vós”.
Aos telhados. Os telhados plano das casas da Palestina eram locais de várias atividades (Jz 16:27; Ne 8:16). Em época de grande perigo, o povo se reunia nos telhados, despreocupadamente, comendo e bebendo (ver v. 13).
2 Aclamações. Literalmente, “ruído”.
Não foram mortos à espada. Enquanto o país de Judá era devastado pelos exércitos assírios e multidões morriam, os habitantes de Jerusalém não estavam arriscando a vida no campo de batalha, ajudando seus compatriotas. Em vez disso, estavam envolvidos numa estranha e tumultuada busca por prazer. Era um pecado agir assim num tempo quando tantos de seus irmãos estavam sofrendo a morte e a pobreza (v. 4-11), principalmente visto que Deus proclamou luto (v. 12).
3 Todos os teus príncipes fogem. Talvez Isaías se refira a uma trégua no sítio de Jerusalém, causado pela aproximação de Tiraca com seu exército etíope (ver Is 37:8, 9), o que deu a alguns dos príncipes de Jerusalém uma oportunidade de fugir da cidade. Essa interrupção do sítio, embora temporária, pode ter sido considerada pelo povo de Jerusalém como marco do fim do perigo assírio, o que pode ter levado à alegria geral.
4 Desviai de mim a vista. Isaías é profundamente afetado com a triste situação de Jerusalém, e pede que o deixem só. Mais tarde, Jeremias também chorou amargamente pelo destino da cidade, a qual chamou de “filha de meu povo” (Lm 3:48; cf. Jr 8:19).
5 Dia de alvoroço. Isaías descreve um dia de angústia e desespero quando o inimigo cerca a cidade e derruba seus muros com máquinas de guerra, e o povo clama aos montes (ver Is 2:19, 21; Os 10:8; cf. Lc 23:30; Ap 6:16).
6 Elão tomou a aljava. Entre as forças assírias que invadiram a Judeia estavam arqueiros habilidosos de Elão [Pérsia].
Quir. Em 2 Reis 16:9 é mencionada como o lugar ao qual Tiglate-Pileser levou cativo o povo de Damasco (ver Am 1:5).
Descobre os escudos. Isto é, se prepara para a batalha.
7 Os teus mais formosos vales. Havia muitos vales ao redor de Jerusalém, incluindo os de Hinom e Cedrom. Estes se encheriam de forças hostis atacando a cidade.
8 Tira-se a proteção. Isto é, revelam-se as defesas secretas de Judá, tornando possível vencer a nação.
Casa do Bosque. O arsenal real. Os escudos de ouro (mais tarde, bronze) da guarda real eram guardados na Casa do Bosque do Líbano (ver com. [CBASD] de 1Rs 10:17; 14:27). Retrata-se o povo buscando suas armas de defesa.
9 As brechas. Diante da ameaça de ataque, o povo de Jerusalém percebeu várias partes do muro da cidade de Davi que precisavam de reparo urgente (2Cr 32:5).
Açude inferior. Ver com. [CBASD] de 2Cr 32:4. Um reservatório construído especialmente para suprir a cidade com água durante um cerco e também para privar de água o inimigo de fora da cidade.
10 Contareis as casas. Fez-se uma lista das casas de Jerusalém, algumas das quais foram selecionadas para serem demolidas, a fim de prover material para consertar os muros da cidade.
11 Um reservatório entre os dois muros. É provável que este “reservatório”fosse o túnel construído por Ezequias para levar água da antiga fonte em Giom, a uma distância de 533 m ao sudoeste, a outro reservatório, conhecido como tanque de Siloé (ver vol. 2 [CBASD], p. 71). Do lado de fora do muro anterior, e também mais além do aqueduto de Ezequias e do tanque de Siloé, se construiu um segundo muro (ver com. [CBASD] de 2Cr 32:5. Todo o suprimento de água de Giom estava disponível aos habitantes de Jerusalém, mas era completamente inacessível ao inimigo fora da cidade. Os muros protegiam o sistema de fornecimento de água.
Que há muito as formou. Muitos em Jerusalém já não buscavam a proteção de Deus, mas dependiam de seus próprios recursos e invenções. Eles se esqueceram de que o Senhor era o verdadeiro construtor da cidade, e só Ele podia dar o auxílio necessário em tempo de angústia.
12 O Senhor … vos convida naquele dia a chorar. O perigo que assolava a cidade deveria levar o povo ao arrependimento e à oração. Isso ocorreu com Ezequias (Is 37:1-4, 15-20). Tendo em vista a aproximação do dia do Senhor, Joel da mesma forma convidou o povo a se voltar a Deus com jejum e pranto, para que Ele fosse misericordioso (Jl 2:12-17).
13 É só gozo e alegria que se veem. A despeito da situação desesperadora, o povo não se voltou para Deus, mas continuou em bebedeiras e banquetes. Eles tinham se entregado à sensualidade desenfreada, da qual nada poderia dissuadi-los (comparar com o que Paulo diz sobre a filosofia de Epicuro, em 1Co 15:32).
14 Esta maldade. O povo recusou se voltar para o Senhor, e a iniquidade não pôde ser perdoada. Isso não foi um decreto arbitrário da parte de Deus. Enquanto persistiam na perversidade, o Senhor não podia salvá-los.
15-25 Isaías profetiza que um alto oficial, Sebna, seria deposto, mandado para o exílio e para a morte por causa de corrupção, ao passo que Eliaquim, cujo nome quer dizer “Deus estabelecerá”, seria promovido e ocuparia seu lugar. Eliaquim é retratado como um pai para os moradores de Jerusalém (v. 21). Alguns consideram que esta passagem está ligada ao relato dos cap. 36 e 37 e foi cumprida parcialmente nessa ocasião (36:3, 11, 22; 37:2). “Escrivão” é uma posição inferior a “mordomo”(22:15). Não há registro da morte de Sebna. A chave é um símbolo de autoridade. A lista de suas tarefas é retomada em Apocalipse e aplicada ao Cristo ressurreto (Ap 3:7). Bíblia de Estudo Andrews.
15 Com Sebna. A posição de Sebna como tesoureiro era uma das mais importantes do reino. Talvez fosse o vizir real, agindo em favor do rei em todas as questões importantes do país, o que podia incluir finanças nacionais, questões internas e responsabilidade pela casa real.
16 Uma sepultura. Isaías se indignou com a arrogância de Sebna. Parecia ter subido ao poder havia pouco tempo, se enriquecido e ainda não possuía uma sepultura familiar onde enterrar seus antepassados. Portanto, decidiu construir uma majestosa sepultura para honrar-se em sua posição de importância e assegurar um lugar na memória das gerações futuras. Em vez de devotar esforços para salvar a nação no tempo de perigo, seu principal objetivo era promover seus interesses pessoais. Sepulcros talhados na rocha, do tipo que Sebna estava construindo para si, são comuns nos arredores de Jerusalém. Nahman Avigad identificou a tumba de Sebna com uma que se encontra nas ladeiras do Monte das Oliveiras, descoberta há muitos anos, e da qual se levou uma inscrição ao Museu Britânico. Essa inscrição diz: “Este é o [sepulcro de Sebna], que está sobre a casa. Não há prata nem ouro, mas [seus ossos] e os ossos de sua serva esposa. Amaldiçoado seja quer o abrir!” (Os colchetes indicam uma restauração conjectural de porções incompletas e ilegíveis da inscrição no seu estado atual.
17 O SENHOR te arrojará violentamente. Sebna não ocuparia o sepulcro, mas morreria num país estrangeiro.
18 E te fará rolar. Isaías predisse vividamente o destino de Sebna.
Os carros. O orgulho foi a fraqueza de Sebna. Ele adquiriu um carro esplêndido, que o acompanharia ao cativeiro.
19 Eu te lançarei fora. O Senhor removeria Sebna de sua posição de honra. Quando os mensageiros de Senaqueribe chegaram a Jerusalém, outro já estava em seu lugar sobre a casa (ver com. do v. 21), enquanto ele assumiu a posição inferior de escravidão (Is 36:22).
20 Meu servo Eliaquim. Ele não é mencionado antes, e nada se sabe de seu passado.
21 Vesti-lo-ei. Eliaquim deveria assumir a posição de Sebna, junto com as vestes e o cinto, insígnias da função. Esta predição logo se cumpriu (Is 36:22; cf. Pv 16:18; Dn 4:37; Lc 14:11).
Ele será como pai. Diferente de Sebna, Eliaquim exerceria a função com sabedoria, governando para o bem do povo e sendo como “pai”para ele quando necessário. Nada se sabe de suas atividades posteriores a não ser o fato de que estava à frente da delegação que atendeu os enviados de Senaqueribe que foram exigir a rendição de Jerusalém (Iz 36:11, 22).
22 A chave. Como mordomo real, Eliaquim tinha as chaves do palácio.
23 Como estaca. Ou, “como uma cavilha”, fosse para firmar uma tenda ao chão ou para pendurar artigos domésticos. Aqui se usa no último sentido, com o símbolo de algo seguro e no qual se pode confiar.
estaca em lugar firme. O radical da palavra hebraica “amém” é usado para descrever uma estaca de tenda presa a um lugar seguro e confiável. Dizer “amém”é equivalente a afirmar: “Prendo a minha vida a isto porque é firme, verdadeiro e confiável”. No hebraico, o verbo crer significa, em essência, algo ou alguém confiável, fidedigno, que inspira segurança. A declaração de que a estaca pode ser retirada é uma advertência ao próprio Eliaquim. Caso ele traísse a confiança do Senhor, também seria removido. Bíblia de Estudo Andrews.
Um trono de honra. Eliaquim seria uma honra para a casa de seu pai, humilde até então. É o Senhor que exalta o pobre e o humilde a posições de confiança e honra (1Sm 2:7, 8; ver com. [CBASD] de Lc 14:11).
24 Toda a responsabilidade. Literalmente, “todo o peso [ou honra]”. Continua o emprego do símbolo de uma cavilha onde se penduram objetos.
25 Será arrancada e cairá. Esta parte pode se referir à nação em geral, e não a Eliaquim como indivíduo. Essa cavilha seria arrancada, o que ali estivesse pendurado, cairia, e o fim seria desgraça e ruína. Foi esse o destino de Jerusalém e Judá, e daqueles contra quem se dirigiu essa “sentença”.
Fonte principal, quando não citada: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 22 – Pessoas crentes ou descrentes tendem a agir contrário à vontade de Deus. O ideal divino é ignorado para viver padrões inferiores de vida. O povo de Deus tem muito a crescer, entretanto, é mais fácil retroceder, regredir.
John MacArthur, comentando este capítulo, declara: “Que tens agora…? O profeta censurou o povo por celebrar cultos entusiásticos, quando, ao contrário, eles deveriam estar em profundo arrependimento por causa de seus pecados”.
O capítulo em análise “diz respeito a Judá e Jerusalém. Ele contém dois discursos de julgamento, uma sentença contra o ‘Vale da Visão’ (22:1-14) e uma mensagem dirigida ao oficial real Sebna (22:15-25). O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar naquele que fundou a Cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável… A falta de dedicação do povo ao Senhor foi resumida por Sebna, um oficial real que manifestou orgulho incomum ao construir para si um túmulo grandioso” (Robert B. Chisholm).
Aplicações:
1. Confiar em tudo, exceto em Deus, significa não estar nenhum pouco seguro diante das incertezas da vida.
2. Se não fugir para Deus, qualquer tentativa de fuga se demonstrará um fracasso catastrófico.
3. Quem enxerga o futuro sob as revelações divinas não se envolve em festas, quando há necessidade de arrependimento.
4. Quando a situação espiritual é precária as festanças deveriam ser substituídas por tristeza e choro causados pelo arrependimento dos pecados.
5. Gracejos e indolências diante de crises que devem despertar a espiritualidade é um tipo de alegria falsa; pois, à parte da vontade de Deus não há felicidade verdadeira.
6. O orgulho, arrogância e prepotência roubam a consciência e a sabedoria até das pessoas importantes na sociedade, as decisões resultam em desgraça mortal.
7. Alegria, euforia e entusiasmo por um livramento do Senhor não substitui o arrependimento que Ele espera após Seu ato de graça.
Conscientizemo-nos, arrependamo-nos e consagremo-nos para que haja reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 21 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR Michelson Borges (link externo)
Filed under: Sem categoria
926 palavras
1-10 A queda de Babilônia é descrita com imagens vívidas: uma mulher em trabalho de parto, aflita, consternada e assustada [v. 3]. A idolatria de Babilônia é mencionada. A nação foi conquistada enquanto seus líderes faziam um banquete (v. 5; Dn 5; ver outros importantes anúncios da queda de Babilônia em Jr 51:8; Ap 14:8). Bíblia de Estudo Andrews.
1 O deserto do mar. A nação contra a qual de dirige esta mensagem solene, embora o título não contenha o seu nome, é evidentemente Babilônia… Alguns traduzem esta expressão como “deserto arenoso”.
Ele virá. Não está claro se o que vem é a “sentença”ou a invasão medo-persa a Babilônia (v. 2). O último parece mais provável, pois o v. 2 diz que os elamitas e médios devem subir e sitiar. Neste caso, essa invasão é comparada a um tufão que vem do sul (do heb. negeb; ver com. [CBASD] de Gn 12:9), e a terra da Média seria a “horrível terra”à qual Isaías se refere.
2 Dura visão. O profeta tem uma visão dura e terrível de um poder saqueador, traidor, violento e destruidor. Esse era Babilônia (ver Is 14:4, 6), “o opressor”. Elão e Média foram chamados a subir contra ela para pôr fim ao gemido e miséria que causava.
3 Desfaleço-me. A cena de destruição apresentada ao profeta é tão horrível que ele fica completamente desfalecido.
4 O meu coração cambaleia. Isto é, “minha mente está confusa”.
A noite que eu desejava. O temor do profeta reflete o de Belsazar e dos babilônios na noite do banquete (ver v. 5), a qual Isaías previu nessa “dura visão” (v. 2; ver PR, 531).
5 Põe-se a mesa. Ver Dn 5:1-4; Jr 51:39. Uma festividade desenfreada marcou a noite da queda de Babilônia nas mãos dos exércitos da Média e da Pérsia.
Estendem-se os tapetes. … isto é, arrumem-se os tapetes ou sofás nos quais os convidados se reclinariam durante o banquete.
6 Põe-se o atalaia. Primeiro, mostrou-se a Isaías a aproximação do exército elamita e médio (v. 2), depois, os festivos babilônios (v. 4, 5) e, então, a entrada das forças invasoras na cidade (v. 6-9). O profeta se identifica como um atalaia nos muros de Babilônia antes de sua queda, e como tal relata o que vê.
7 Uma tropa de cavaleiros de dois a dois. Provavelmente, “cavaleiros a par” (ARC). Isaías vê o inimigo avançando para o ataque.
9 Ergueu ele a voz e disse. O atalaia ainda está falando.
Caiu Babilônia. Este é o clímax da cena que o profeta relata (ver com. do v. 6). Os ídolos de Babilônia foram humilhados até ao pó; eles não conseguiram proteger a orgulhosa cidade (Jr 50:2; 51:17, 18, 47, 52; cf. Is 47:13-15; comparar com Jr 51:8; Ap 14:8; 18:2).
10 Debulhado. … Na Bíblia, com frequência, o juízo é comparado a uma colheita.
11, 12 Edom recebe o nome simbólico de “Dumá”, que significa silêncio. Dumá também era uma cidade de Edom. Em Isaías, há várias acusações contra Edom (11:14; 34:1-17; 63:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.
11 Sentença contra Dumá. … A LXX diz “Edom”em vez de “Dumá”.
A que hora estamos da noite? Literalmente, “o que da noite?”, talvez significando “que hora é da noite?”(ver T6, 407). Alguns em Edom perguntam com urgência e insistência ao profeta quais são as novas. A hora é de escuridão e perigo, e eles estão ansiosos para saber quando a manhã virá, trazendo alívio da ansiedade e do medo.
12 Vem a manhã. A resposta do atalaia é misteriosa e prevê coisas ruins. Ele não dá nenhuma resposta definitiva, simplesmente diz que, embora a manhã possa vir, haverá noite outra vez. Há pouca luz ou esperança no porvir. As horas adiante são escuras, lúgubres e incertas. Assim seria o futuro de Edom: ser pisado sob os pés por uma sucessão de conquistadores e, finalmente, reduzido à completa desolação. O atalaia de Deus sobre os muros de Sião hoje deve estar pronto para responder àqueles que perguntam que hora é da longa noite da Terra, e para quando se pode aguardar o alvorecer do dia eterno (ver GC, 632).
13-17 O povo e os lugares mencionados nesta profecia [v. 13-17] estão todos ligados à Arábia ou aos árabes: dedanitas (ver Ez 27:15), a terra de Tema, Quedar.
13 Sentença contra a Arábia. Ver com. [CBASD] de Is 13:1. Esta é outra profecia difícil de compreender. Caravanas de dedanitas passariam a noite no deserto Árabe. …
14 Traga-se água. As palavras indicam o pedido dos dedanitas (v. 13), que foram forçados a fugir do inimigo sem provisões. Seus vizinhos, os temanitas, foram chamados a se compadecer de sua sede e fome.
Terra de Tema. Tema e Dumá são alistadas como descendentes de Ismael (ver Gn 25:13-15; 1Cr 1:29, 30). Tema está situada no deserto Árabe, 264 km a sudoeste de Dumá, e 480 km a leste da ponta da península do Sinai.
16 Tal como o de jornaleiro. Ver com. de Is 16:14. Um jornaleiro trabalharia apenas o tempo pelo qual foi contratado. O significado é que a queda de Quedar não seria adiada. Dentro de um ano, o juízo certamente cairia.
Quedar. Isaías proclama um longo juízo que cairia dentro de um ano sobre toda a região desértica do norte da Arábia. Tiglate-Pileser III declara que impôs duro castigo sobre Samsi, uma rainha árabe. Afirma ter matado 1,1 mil de seu povo e tomado 30 mil camelos e 20 mil cabeças de gado. Da mesma forma, Sargão declara ter recebido tributo de uma rainha árabe na forma de pó de ouro, marfim, cavalos e camelos, e declara também ter dominado outras tribos árabes que nunca tinham pagado tributo. Contudo, não se sabe o ano exato em que isso ocorreu.
17 restante. Do heb. she’ar, “remanescente” (ver Is 10:20, 21, 22; 11:11, 16; 14:22; 16:14; 17:3). Sargão declara que, ao derrotar as tribos árabes de Tamud, Ibadidi, Marsimanu e Haiapa, deportou os restantes e os estabeleceu em Samaria.
Fonte principal: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 21 – A revelação é progressiva. Assim que Deus revela, a mensagem vai ampliando. Quanto mais estudarmos a totalidade da Bíblia, mais amplo será nosso conhecimento.
O capítulo em análise é um complemento dos capítulos 13 e 14. O profeta Daniel e o historiador Heródoto registram o cumprimento dessas profecias que tratam da queda do megalomaníaco Império babilônico.
Babilônia (vs. 1-10) e seus aliados: Duma e Arábia (vs. 11-17) estão contemplados na mensagem de juízo de Deus. Daí aprendemos:
• Após revelar Deus revelar Seus planos, Sua ação é imediata, rápida e impossível interceptá-la. Como os tufões do Sul e as tempestades varrem repentinamente, assim seria varrida Babilônia resultando em sua queda fatal. O poder babilônico descrito no Apocalipse também não impedirá a varredura de Deus no mundo (ver Apocalipse 17 e 18).
• Os poderes do mundo atuam porque os poderes do Céu lhes dão permissão. Elão e a Média foram instrumentos de Deus na destruição do Império Babilônico; deste modo também os reis da terra se unirão para provocar a derrota da Babilônia mundial no tempo do fim.
• Da festa, bebedeiras e diversões, o pecado leva ao terror numa só noite (Daniel 5). Somente será preservado por Deus aquele que for fiel como Daniel.
• Vários textos de Apocalipse são baseados nos textos apocalípticos de Isaías. O mesmo anúncio da queda de Babilônia literal é ouvido na queda da Babilônia escatológica (Apocalipse 14:8; 18:2-4).
• O juízo contra os inimigos de Deus e opressores de Seu povo é a esperança de libertação dos fieis que confiam na promessa divina. O desespero e destruição de uns é a esperança e salvação de outros.
• A idolatria aponta para a proliferação da religião falsa, além de revelar a quantidade de deuses inválidos diante da ação do verdadeiro Deus Todo-poderoso.
• Os árabes (vs. 13-17) estão sob atento olhar de Deus; os mulçumanos deveriam humilhar-se e reconhecer a soberania do Deus da Bíblia se quiserem verdadeira salvação.
Deus quer salvar os perdidos, mas não poderá fazê-lo por aqueles que não querem salvar-se. Deus instou os babilônicos a vigiarem: Em vez de festejarem deveriam aprontar-se para a batalha. Dumá e Arábia também receberam graça (tempo e aviso), mas preferiram a desgraça.
E quanto a nós, que faremos das solenes mensagens de Deus? – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 20 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
581 palavras
1-6 O juízo é contra o Egito e a Etiópia. Contudo, Deus estava tentando dissuadir seu povo de colocar a confiança em reinos sem futuro. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Tartã. Literalmente, “comandante”, sendo tartã o título do comandante-em-chefe dos exércitos assírios, não seu nome pessoal. Nos anais do 11o. ano de Sargão (711 a.C.), registra-se que Azuri, rei de Asdode [da Filístia], se rebelou contra a Assíria e que Sargão imediatamente enviou um exército, depôs Azuri, e colocou seu irmão mais novo, Aimiti, no trono de Asdode. Contudo, os asdoditas se recusaram a aceitar o rei que a Assíria os impôs, e em lugar dele colocaram um aventureiro grego no trono. De acordo com os anais de Sargão, outras cidades filisteias se juntaram na batalha contra a Assíria. Enviaram um pedido a “Pir’ u [faraó?], rei do Musru [Egito?], para que fosse aliado deles, mas [que era] incapaz de salvá-los”. Quando Sargão atacou Asdode, o usurpador grego fugiu “para o território de Musru, que pertence à Etiópia”, e um assírio foi feito governador. O rei da Etiópia estava atemorizado com o avanço de Sargão e, rapidamente, tomou medidas para fazer paz com a Assíria: prendeu o grego e o enviou à Assíria.
Sargão. Por muitos anos, a única referência disponível a esse importante rei assírio foi esta declaração [da Bíblia]. Antes, céticos contestavam a exatidão histórica deste texto, mas durante as escavações em Khorsabad, nos anos de 1843 a 1845, Paul-Émile Botta descobriu o palácio de Sagão, junto com suas famosas inscrições que falam da história deste importante rei.
2 Solta de teus lombos o pano grosseiro. Em geral se usavam panos de saco em sinal de luto, e soltá-lo era, portanto, um sinal de alegria (Sl 30:11). Mas, neste caso, o pano de saco parece ter sido a veste distintiva de Isaías, como as vestes de pelo de camelo de João Batista (Mt 3:4) e o cinto de couro e pelos de Elias (2Rs 1:8).
Despido. A palavra ‘arom, “despido”tanto pode significar completamente nu ou parcialmente vestido. neste caso (como em Is 58:7; Ez 18:7, 16; Mq 1:8), aponta-se o último significado. Isaías deixou de lado sua veste exterior e usou apenas as vestes interiores, uma prática comum no Oriente até hoje, principalmente entre os trabalhadores. O ato seria sinal de humilhação, privação e vergonha.
Três anos. Não está claro se Isaías se vestiu continuamente assim por três anos ou apenas em vários intervalos durante um período de três anos, para recordar ao povo a humilhação que viria do Egito.
4 Levará os presos do Egito. Sargão não deixou registros de sua invasão ao Egito, mas se “Musru”, para onde o usurpador grego fugiu, era o Egito (ver com. do v. 1), é provável que muitos egípcios que fizeram parte do movimento contra a Assíria tenham sido do mesmo modo enviados à Assíria em humilhação, como retratados aqui. No entanto, nos reinados de Assurbanípal (669-627?), o Egito foi, em várias ocasiões, invadido pelos exércitos assírios, e muitos cativos, mesmo da linhagem real, foram levados à Assíria.
6 Ilha (ARC) [ARA: “desta região”]. Do heb, ‘i, “ilha”, ou, como neste caso, “costa”. os povos de toda a costa da Palestina, incluindo a Filístia e Fenícia, e talvez Chipre, fizeram parte da revolta contra os assírios, mas foram duramente dominados. Eles descobriram, para sua tristeza, que nem com a ajuda do Egito e da Etiópia poderiam resistir ao poder assírio.
Fugimos. O rolo 1QIsa. do Mar Morto diz “confiamos [no apoio]”. De qualquer forma, o significado será o mesmo.
Fonte principal: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Filed under: Sem categoria
1302 palavras
1-17 Profecias contra o Egito. As acusações contra o país são as seguintes: idolatria, influência de encantadores, médiuns e feiticeiros, e um espírito de perversão. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Sentença contra o Egito. Este capítulo pode ser considerado como uma continuação do 18, pois nessa época a Etiópia (a Núbia) e o Egito era um, sendo que o Egito era governado por vários reis etíopes (ver com de Is 18:1). Contudo, a descrição tem um contraste marcante com a apresentada no v. 18. No cap. 19, Deus é descrito cavalgando “sobre uma nuvem ligeira”, trazendo juízo sobre essa terra infeliz. Num sentido figurado, até os deuses do Egito estremeceriam diante do Deus dos céus.
2 Egípcios se levantem contra egípcios. Esta é uma descrição exata do tipo de desastre que com frequência significava derrota para os egípcios. Se os egípcios tivessem permanecido unidos, nenhuma nação da Antiguidade poderia derrotá-los. Ao sul eram protegidos pelas cataratas do Nilo, ao leste e oeste, pelas areias do deserto, e, ao norte, pelo mar. Suas defesas naturais eram ideais. No entanto, os egípcios provaram ser seus piores inimigos. A inquietação interna e as dissensões provaram ser seus piores inimigos. A inquietação interna e as dissensões resultaram em fraqueza e ruína. …o resultado era no mínimo anarquia e caos e, às vezes, conquista por um inimigo estrangeiro. Mais tarde, os governantes egípcios contrataram mercenários estrangeiros para protegê-los de outros egípcios e, como resultado disso, os gregos começaram a ter considerável influência sobre os egípcios. Finalmente, Cambises, da Pérsia, marchou contra o Egito e foi coroado o primeiro faraó da 27a. dinastia, Os dias de glória e independência egípcias chegaram ao fim.
4 Um senhor duro. Estas palavras não se referem necessariamente a um único governante, pois foram muitos os reis duros e cruéis. Elas podem se referir à Assíria como nação em vez de a um único rei; e, mais tarde, ao domínio babilônico, persa, macedônico, romano, árabe ou britânico sobre a terra do Egito. No seu orgulho e esplendor, os egípcios tinham recusado por completo o conselho do Senhor, que então permitiu que caíssem nas mãos de tiranos.
5 O rio. O Egito dependia do Nilo. Sempre que o nível do rio estava baixo demais para fluir aos canais de irrigação, ocorria um desastre econômico (ver com. [CBASD] de Gn 41:34). O nível baixo do Nilo deixava todo o sistema de irrigação completamente seco.
8 Os pescadores. A pesca era uma das mais importantes ocupações do Egito. Com o nível baixo de água, o suprimento de peixe seria restrito, e os egípcios seriam privados de um importante item da alimentação.
9 Linho fino. Aqui se descreve a falência da indústria de linho, mas, possivelmente, a referência seja, de forma figurada, à falência de toda a indústria.
10 Todos os jornaleiros. A leitura literal do texto hebraico consonantal (ver vol. 1 [CBASD], p. 1, 2) é “todos os trabalhadores contratados enfrentarão problemas”.
11 Os príncipes de Zoã. Estava situada no Delta, num dos braços orientais do Nilo. Esta cidade se tornou a capital de Ramsés II, no século 13 a.C. Um século depois de Isaías, o profeta pronunciou um severo juízo sobre a cidade.
12 Determinou. Enquanto os idólatras conselheiros do faraó planejavam e prediziam grandes coisas para o Egito, Isaías revelava a intenção do Senhor de humilhar o país.
13 Os príncipes de Mênfis. Ver Jr 46:19; Ez 30:13, em que o Senhor decreta juízo contra esta capital egípcia e seus ídolos. Esta era uma das principais cidades reais do baixo Egito, e foi o primeiro ponto de ataque quando os assírios invadiram o país.
14 Espírito estonteante. Literalmente, “um espírito oscilante”, isto é, de incerteza, não de sabedoria. Toda a verdadeira sabedoria procede de Deus. Os líderes do Egito se tornaram tolos e se encontravam num estado de completa confusão. Sua perversidade e confusão não procediam de Deus, mas da recusa em andar nos caminhos divinos.
15 Cabeça ou cauda. Isto é, toda classe de pessoas, líderes orgulhosos e pobres humildes. Na confusão e angústia, nada podiam fazer.
16-25. Naquele dia. Ao longo da passagem, esta expressão é usada seis vezes (19:16, 18, 19, 21, 23, 24). A profecia contra o Egito faz uma reviravolta incomum e surpreendente. O Egito passa por libertação e cura. Um poderoso Salvador é enviado para libertar a nação. Os egípcios recebem a oportunidade de conhecer o Senhor. Eles adoram o Deus da aliança ao lado de Israel. Aquilo que começou como um oráculo contra o Egito atinge o auge na forma de uma reunião de inimigos, todos abençoados pelo Senhor: o Egito, a Assíria e Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Espanto para o Egito. Judá era uma das nações mais fracas do antigo Oriente, e o Egito uma das mais fortes. Mas, quando o Senhor mandasse juízos sobre o Egito, sua autoconfiança se perderia.
18 Naquele dia. Isto é, quando o Egito compreender a tolice e a futilidade de se opor à vontade de Deus… “Naquele dia” parece ser uma expressão típica dos profetas acerca do tempo quando Deus Se revelar às nações e estabelecer seu reino messiânico. O restante de Isaías 19 (v. 18-25) é uma profecia condicional do tempo quando, de acordo com o plano original de Deus para a evangelização do mundo (ver p. 16, 21 [CBASD]), os egípcios reconhecerem o verdadeiro Deus e O servirem como o povo hebreu fazia (ver v. 25).
Cinco cidades. Poderiam ser cinco cidades específicas, cujos nomes não estão aqui (sugeriu-se Heliópolis, Leontópolis, Elefantina, Dafne e Mênfis), ou poderia ser simplesmente um número simbólico.
Juramento. Isto é, fariam um voto de lealdade ao Senhor, reconhecendo o verdadeiro Deus.
Cidade do Sol. Do heb. ‘ir haheres, literalmente, “a cidade da destruição”. … O nome da cidade egípcia de Heliópolis significa “a cidade do sol”. Heliópolis é o nome grego da cidade de Om, mencionada em Gênesis 41:45 e 50. … Jeremias se refere à cidade como Bete-Semes, palavra hebraica para “casa do sol”(Jr 43:13). Esta cidade era o centro da adoração ao Sol. Se ‘ir haheres estiver correto, Isaías está comentando o fato de que, das “cinco cidades que “farão juramento ao SENHOR dos Exércitos”, uma seria a Cidade do Sol, centro egípcio de culto ao Sol.
19 O SENHOR terá um altar. … A profecia dos v. 18 a 25 é estritamente condicional (ver com. do v. 8). Os egípcios nunca juraram lealdade ao verdadeiro Deus (v. 18) e nunca se tornaram Seu povo (v. 25). … Se Israel tivesse sido leal, povos de todas as nações, incluindo o Egito, teriam se voltado para o Senhor (ver Zc 14:16-19). Centros de adoração ao verdadeiro Deus teriam substituído aqueles nos quais deuses pagãos eram adorados. O profeta previu um tempo quando o mundo se voltaria para o Senhor e O serviria. Contudo, com o fracasso de Israel, essa profecia condicional não pôde se cumprir. Mas, na Terra renovada, todas as nações dos salvos adorarão ao Senhor (Is 11:9; 45:22, 23; Dn 7:27).
20 Ele lhes enviará um salvador. A profecia condicional continua (ver com. do v. 18).
21 Conhecerão o SENHOR. “Naquele dia”(v. 18). As bênçãos do evangelho não seriam possessão exclusiva de Israel.
22 Ferirá, mas os curará. A mensagem de Isaías para o Egito começou com uma profecia de juízo e destruição (v. 1-17). O Senhor, porém, é Deus de misericórdia.
23 Do Egito até à Assíria. Isaías predisse o dia quando o Egito e a Assíria adorariam ao Senhor (ver com. do v. 18). As nações viveriam juntas em paz e irmandade, com júbilo em servir ao Senhor. Esta profecia terá seu cumprimento na Terra renovada, quando todos O conhecerão “desde o menor até o maior deles”(Jr 31:34; cf. Is 11:16; 35:8).
25. Egito, Meu povo. Os israelitas chegaram a se considerar o povo exclusivo do Senhor. Eles se esqueceram de que Ele é o Deus de toda a Terra e que deseja que todas as nações sejam salvas. Isaías mostra ao povo de Israel suas oportunidades e responsabilidades. O tempo viria quando a Assíria pagã, bem como o Egito, conheceriam a Deus. Oseias teve uma visão semelhante (Os 1:10).
Quando não identificados, os comentários se referem ao Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 19 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 18 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 18 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)