Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 37
28 de janeiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/37

Meus ossos ainda conseguem viver? Meu coração ainda consegue encontrar vida?

Provações, tragédias e traumas conseguem sugar até a medula de nossos ossos, deixando-nos devastados pelo desespero e pela desesperança. Nesses momentos, mal conseguimos funcionar. Sair da cama pode ser uma tarefa árdua. Até nossas lágrimas secaram. O desfile de horrores de Satanás nos deixou sem vida, uma pilha de ossos secos.

2020 foi certamente um vale de ossos secos, espalhado com as carcaças de empregos, casamentos e a própria esperança. Muitos se sentem incapazes de enfrentar mais um ano de perdas e limitações infligidas pela pandemia.

No entanto, por meio de Ezequiel, Deus promete uma ressurreição, uma vida nova abundante. Ele está presente nos cantos mais úmidos e escuros de nossa alma e infunde esperança, alegria e paz. Ele reacende emoções sem vida, restaura corações partidos e mentes danificadas.

Amigo, não importa o quanto seu coração esteja ressecado, Deus pode soprar nova vida nele. Não importa o quão desesperador seja o seu destino na vida, Deus prometeu que um dia Ele restaurará tudo o que foi perdido.

Hoje, traga os ossos secos da sua vida para o coração de Deus. Deixe-O soprar vida eterna em sua alma amortecida.

Sopro de Deus, respire sobre mim.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1085
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
28 de janeiro de 2021, 0:50
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824 palavras

Esta visão ilustra a promessa do capítulo 36 – nova vida e uma nação restaurada, tanto física quanto espiritualmente. Os ossos secos são um retrato dos judeus no cativeiro – espalhados e mortos. Os dois pedaços de madeira (37:15-17) representam a reunião da nação inteira de Israel que havia sido dividida nos reinos do norte e do sul, após Salomão. Os exilados espalhados tanto de Israel quanto de Judá seriam libertados das “sepulturas”do cativeiro e um dia seriam reunidos em sua terra natal, com o Messias como seu líder. Esta versão ainda não cumpriu. Ezequiel sentiu que estava falando com os mortos ao pregar aos exilados, porque eles raramente respondiam à sua mensagem. Mas esses ossos responderam! E assim como Deus trouxe vida aos ossos mortos, ele traria vida novamente àqueles que estavam espiritualmente mortos. Life Application Study Bible Kingsway.

1. A mão do Senhor. O cap. 37 consiste de duas partes: a visão dos ossos secos (v. 1-14) e um ato simbólico que prediz a futura união de Israel e Judá (v. 15-28). A visão dos ossos secos devia ilustrar como Israel, que se encontrava espalhado e sem esperança, seria reavivado e restaurado. … O simbolismo, em sua totalidade, pretendia descrever como os eventos teriam se desenrolado, tanto nesse período como posteriormente, caso os judeus tivessem cooperado com Deus e cumprido Seu plano para eles. No entanto, a incredulidade e a desobediência frustraram o propósito divino. Diante disso, é preciso consultar o NT para saber como esses eventos, que teriam se cumprido literalmente no período pós-exílico, se cumprirão na era cristã, com relação ao Israel espiritual. CBASD, vol. 4, p. 770.

2. Sequíssimos. Isso indica que fazia muito tempo que já não tinham vida e enfatiza a impossibilidade de que revivessem. CBASD, vol. 4, p. 771.

4, 5 Os ossos secos representavam a condição de morte espiritual do povo. Sua igreja pode parecer uma pilha de ossos secos para você, espiritualmente morta, sem esperança de vitalidade. Mas assim como Deus prometeu restaurar Sua nação, Ele pode restaurar qualquer igreja, não importa quão seca ou morta ela esteja. Em vez de desistir, ore por renovação, pois Deus pode restaurá-lo à vida. A esperança e oração de cada igreja deve ser que Deus coloque seu Espírito nela (37:14). Na verdade, Deus está trabalhando, chamando seu povo de volta a si, trazendo nova vida às igrejas mortas. Life Application Study Bible Kingsway.

5. Espírito. Do heb. ruach, que representa a energia divina que anima os seres vivos. Quando Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego de vida (Gn 2:7), não proporcionou simplesmente o oxigênio que encheu os pulmões de Adão, mas comunicou vida, de modo que as formas inanimadas se tornaram vivas. CBASD, vol. 4, p. 771.

11. Toda a casa de Israel. A intenção primária era, sem dúvida, ilustrar a restauração da nação, ou da “casa de Israel”, cujas condições na época eram apropriadamente simbolizadas por esses ossos secos. CBASD, vol. 4, p. 771.

12. Abrirei a vossa sepultura. O plano divino original de uma restauração que culminaria na ressurreição não foi alcançado pelo Israel literal. Aquilo que Deus teria efetuado pela nação de Israel será então cumprido por meio do novo Israel. Sendo que as circunstâncias se alteraram, certos aspectos da profecia mudaram. Os escritores do NT informam como essas profecias, que deviam ter-se cumprido antes, serão finalmente aplicadas (ver p. 21-25). Esses escritores descrevem claramente o tempo e as circunstâncias da ressurreição final (Jo 5:28, 29; 1Ts 4:16 17; Ap 20:1-5; etc). CBASD, vol. 4, p. 771.

16 O primeiro pedaço de madeira representava Judá, a tribo que liderava o reino do sul. A outra era por José, porque ele era o pai de Efraim, a tribo que liderava o reino do norte.Life Application Study Bible Kingsway.

21. E os congregarei. O primeiro passo no cumprimento das promessas divinas seria a restauração de Israel do cativeiro entre os pagãos. Este remanescente devia consistir daqueles que aproveitaram a disciplina do exílio e se tornaram espiritualmente renovados. Uma vez que o reavivamento, que era um pré-requisito, nunca Foi alcançado, nem antes nem depois do retorno liderado por Zorobabel, o cumprimento destas promessas foi postergado. Deus fez por Israel tudo o que a desobediência do povo Lhe permitiu fazer, mas eles permaneceram rebeldes. Portanto. Ele acabou rejeitando-o como um povo. O desenrolar da promessa divina aqui e nos versículos seguintes aplica-se ao que teria ocorrido se os propósitos de Deus tivessem se cumprido. CBASD, vol. 4, p. 771.

22 Para sempre. “Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício [o templo de Salomão] teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a seu povo escolhido” (PR, 46). “Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19). Ezequiel descreve as condições que poderiam ter imperado (ver Lc 19:42). CBASD, vol. 4, p. 772.

23 Deus livrará Seu povo da idolatria e o purificará. Bíblia de Estudo Andrews.

24, 25 O Messias era frequentemente chamado de Davi porque ele era o descendente de Davi. Davi tinha sido um bom rei, mas o Messias seria o Rei perfeito (Ap 17:14; 19:16; 21). Life Application Study Bible Kingsway.



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 37 – Assim como uma nação morta, sem vida, pode ser vivificada, uma igreja moribunda, apática e fria pode ser reavivada pelo poder sobrenatural do Espírito Santo.

Leia o texto sagrado, focalize-se na mensagem do profeta inspirado. Então, reflita: Você já…
• …pregou a Palavra de Deus e se sentiu como Ezequiel, pregando a ossos secos?
• …teve a sensação de não ver nenhuma ação após seus apelos ao final do sermão?
• …percebeu que os membros da igreja são tão frios e indiferentes à verdadeira, impactante e profunda mensagem divina como se fossem ossos ressecados?

O pecado resseca a vida espiritual. A negligência às coisas do alto é um veneno para a religiosidade. Colocar Deus em segundo ou último plano nos mata espiritualmente.

Os ossos secos (vs. 1-3) são um exército espiritualmente morto (vs. 4-8). No grande conflito, soldados mortos não lutam, não têm reação alguma. Porém, quando a verdadeira Palavra de Deus imbuída do poder do Espírito é devidamente proclamada, o maior dos milagres acontece. O exército morto recebe nova vida (vs. 9-14) e os soldados se unem para a batalha divina (vs. 15-28).
O vale onde estava os ossos se refere ao povo de Israel espalhado pelas nações do mundo. O texto não fala da segunda vinda de Cristo, mas do poder revivificador de Deus. Também não fala da ressurreição física dos mortos, mas do reavivamento aos mortos espirituais. Assim como Deus restauraria a vida espiritual da nação judaica, Ele pode reviver uma igreja morta.

A pregação da Palavra veiculada no poder sobrenatural do Espírito Santo é o meio de restaurar, unificar e purificar um povo vivendo sob a desgraça e miséria do pecado.

Os pedaços de madeira representavam a nação de Israel, que fora divida em duas após a morte de Salomão. Deus, porém, promete unificar Seu povo! Deste sermão de Ezequiel (vs. 15-28) destacamos as seguintes lições:
• A união provida pelo Espírito Santo segue-se à eliminação da ambição, inveja e inimizade do povo de Deus.
• Jesus precisa ser o único Senhor de todos; e todos devem ser seus humildes súditos.
• O reavivamento e a reforma à parte da Palavra e do Espírito Santo são falsos.
• O remanescente fiel surge pela atuação do Espírito Santo através da Palavra Divina.
• Deus quer reavivar-nos urgentemente!

Animemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
27 de janeiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 36 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 36 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

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EZEQUIEL 36
27 de janeiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/36

Como outros livros proféticos, o livro de Ezequiel segue um padrão básico de três partes. Na primeira seção, o julgamento vem sobre Israel por causa de sua persistência no pecado (Ezequiel 1 a 24). Na segunda seção, o julgamento recai também sobre as outras nações ao redor de Israel (Ezequiel 25 a 32). E na parte final, Deus promete a restauração do Seu povo (Ezequiel 33 a 48).

Ezequiel 36 tem como foco a restauração do povo de Deus. Este é um capítulo chave para a compreensão das principais idéias e conceitos teológicos da seção que vai do capítulo 33 ao 48. O tema central é que o pecado de Israel e o julgamento posterior não só destruíram a nação, mas também envergonharam o nome de Deus. Como o Senhor é o Deus de Israel, a infidelidade do seu povo profanou o Seu nome perante outras nações. Então, Deus removerá essa vergonha. Ele abençoará e renovará Israel para que as pessoas e as nações vizinhas saibam que Ele é o Senhor. (verso 23).

Deus trará o povo de Israel de volta para a sua terra, purificado, e lhe dará um novo coração e um novo espírito (verso 26). O que é surpreendente é que, segundo Ezequiel, Deus faz tudo isso não porque Israel se arrependeu, mas porque os atos da graça de Deus levarão Israel a arrepender-se de seus pecados. Deus faz tudo isso porque Ele deseja que Seu povo saiba quem Ele realmente é e o que Ele pode fazer por eles.

Isto me faz lembrar o texto de Romanos 5:8: “quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.” Você tem agradecido pela graça de Deus concedida a você? Você tem permitido que essa graça lhe atraia para perto dEle fazendo com que você abandone qualquer pecado conhecido?

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1084
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de janeiro de 2021, 0:50
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1970 palavras

Nesta profecia, Ezequiel disse que Israel seria restaurada como uma nação e retornaria a sua própria terra. … Aos exilados na Babilônia, isto parecia impossível. Esta mensagem enfatiza novamente a soberania e credibilidade de Deus. Ele primeiro julgaria as nações usadas para punir Israel (36:1-7) e então restaurar Seu povo (36:8-15). Life Application Study Bible Kingsway.

1 Profetiza. O tema de Ezequiel então muda; em vez de falar do juízo sobre Israel e sobre as nações vizinhas, ele passa a encorajar seus compatriotas. Desde que Israel caíra, os inimigos tiveram um período de júbilo e zombaria, mas isso não continuaria. Embora Israel tivesse sido humilhado e então fosse punido por sua rebelião, Deus ainda reconhecia os judeus como Seu povo. O aparente triunfo dos inimigos seria momentâneo. Embora abatido e indefeso, Israel seria exaltado e estaria numa posição mais gloriosa do que antes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 765.

2 Assim diz o SENHOR DEUS (ARA). “Assim diz o Soberano, o Senhor” (NVI) [YHWH, ou YAHWEH, no original. Tb nos v. 3, 4, 5, 6, 7, 13, 15, 22, 23, 32, 33, 37].

3 Em lábios paroleiros (ARA; NVI: “Objeto de conversa maliciosa”). Ver Dt 28:37; 1Rs 9:7; Sl 44:14. CBASD, vol. 4, p. 765.

5 Fogo do Meu zelo (ARA; NVI: “ciúme”). Ver Sf 3:8; cf. Sf 1:18. Deus atribui sentimentos humanos a Si mesmo para ser compreendido. CBASD, vol. 4, p. 766.

7 Levem o seu opróbrio. Israel teve de suportar a vergonha lançada contra si pelos pagãos (v. 6). Então, os pagãos levariam sua própria vergonha, embora não como vingança. A vergonha deles viria como resultado de seus próprios pecados. Deus não faz acepção de pessoas. O pecado, onde quer que se ache, recebe sua justa retribuição. Israel sofrera por seus pecados, e as nações pagãs, por sua vez, sofreriam pelos delas. CBASD, vol. 4, p. 766.

8 Produzireis os vossos frutos. A terra de Israel, representada por suas montanhas, devia se preparar para o retorno dos exilados. CBASD, vol. 4, p. 766.

9 Eu estou convosco. Ou, “Eu estou do lado de vocês” (NTLH). Deus fora antes representado como estando contra Israel (Ez 5:8; 13:8). Esta diferença não significa que Deus havia mudado. Ele visitara Israel com juízos por causa dos pecados do povo, e então concederia graça se eles se arrependessem. CBASD, vol. 4, p. 766.

10 Toda a casa de Israel. Deus planejava o retorno do cativeiro tanto para Judá quanto para Israel. CBASD, vol. 4, p. 766.

11 E vos tratarei melhor. Estas promessas de bênçãos abundantes tiveram cumprimento limitado por ocasião do retorno de Israel do exílio. Deus tinha em mente muito mais do que aquilo que se cumpriu na história pós-exílica de Israel (ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 766.

14 Tu não devorarás mais os homens. Isto é, a terra em si, não o povo que habitava nela (ver Nm 13:32). CBASD, vol. 4, p. 766.

16 Palavra do SENHOR. Os v. 17 a 38 formam uma profecia separada, mas intimamente ligada à primeira parte do capítulo. O profeta recapitula brevemente a história de Israel para mostrar que a restauração não ocorreria devido a qualquer mérito dos israelitas, mas por amor ao nome de Deus. CBASD, vol. 4, p. 766.

17 Eles a contaminaram. Ver Nm 35:34. Para a lei levítica, a mulher ficava imunda na menstruação (ver Lv 15:19). CBASD, vol. 4, p. 766.

20 Profanaram o Meu santo nome. A conduta dos israelitas e suas resultantes misérias desonraram Yahweh aos olhos dos pagãos, os quais naturalmente inferiram que, se aquilo era tudo o que o Deus de Israel podia fazer por Seus devotos. Ele não era melhor do que os deuses que eles serviam. Os pagãos consideravam Yahweh meramente como o Deus nacional dos israelitas (ver Nm 14:16; Jr 14:9). CBASD, vol. 4, p. 766.

21-23 Por que Deus quis proteger Seu nome – Sua reputação – entre as nações do mundo? Deus estava preocupado com a salvação não só de Seu povo, mas também de todo o mundo. Permitir que Seu povo permanecesse em pecado e fosse permanentemente destruído por seus inimigos levaria outras nações a concluir que seus deuses pagãos eram mais poderosos do que o Deus de Israel (Isaías 48:11). Assim, para proteger Seu santo nome, Deus retiraria um remanescente de Seu povo para sua terra. Deus não compartilhará Sua glória com falsos deuses – somente Ele é o único Deus verdadeiro. O povo tinha a responsabilidade de representar Deus adequadamente para o resto do mundo. Os crentes de hoje têm a mesma responsabilidade. Como você representa Deus para o mundo? Life Application Study Bible Kingsway.

21 Compaixão do Meu santo nome. Isto é, Ele agirá pela honra de Seu nome. Restaurará Seu povo não meramente por amor a eles, mas por amor ao Seu próprio nome. CBASD, vol. 4, p. 766, 767.

22 Não é por amor de vós. Deus havia escolhido a nação como o meio de realizar Seu propósito para a salvação do mundo (ver p. 13-17 [CBASD]). Grandes privilégios trazem pesadas responsabilidade. CBASD, vol. 4, p. 767.

22-31 Cerne teológico de todo o livro, enumera os atos de Deus por Seu povo. É uma expansão de 11:16-21 e semelhante a muitos pensamentos encontrados no Sl 51 (ver notas [BEA] sobre o Sl 51). Bíblia de Estudo Andrews.

23 Perante elas. Vários manuscritos hebraicos e a Siríaca dizem “perante vós”. As duas opções fazem sentido. A opção “perante vós” salienta a importante verdade de que seria necessário primeiramente Deus ser santificado aos olhos do povo, por meio do arrependimento e da reforma, antes de ser santificado aos olhos dos pagãos. Seu nome havia sido “profanado entre as nações”pela vida inconsistente de Seu professo povo. A restauração de Israel vindicaria Seu nome entre os pagãos. Nessa ocasião, ficaria claramente demonstrado que Yahweh não é como os fracos deuses dos pagãos, mas que é Todo-Poderoso (ver Dt 28:58; Ml 1:11). CBASD, vol. 4, p. 767.

25 Aspergirei água pura. A figura é, sem dúvida, extraída das várias purificações estipuladas na lei cerimonial (ver Nm 8:7; 19:9, 17, 18), nas quais a água era empregada. CBASD, vol. 4, p. 767.

26 Coração novo. Ver 22:19; 18:3. Era necessária uma mudança de coração. Isso só pode acontecer mediante a ação miraculosa de Deus, pelo derramamento de Seu Espírito (Sl 51:10). Bíblia de Estudo Andrews.

Este versículo apresenta o tema central do ensino de Ezequiel. As promessas de restauração estavam condicionadas à renovação espiritual e moral. Desde o Sinai, Deus procurou introduzir os princípios da nova aliança, mas o povo se recusava a aceitá-los (ver com. [CBASD] de Ez 16:60). Eles não compreendiam que, sem a graça divina e sem mudança no coração, não podiam prestar a obediência aceitável. A constante preocupação dos profetas era a de levar o povo a esta experiência mais elevada. No texto em consideração, Ezequiel pleiteia fervorosamente com os cativos, mostrando-lhes a única base para o sucesso. Será que eles, afinal, renunciariam à justiça própria e aceitariam as gloriosas provisões da nova aliança? Cessariam seus vãos esforços para estabelecer a própria justiça e aceitariam a justiça de Deus? A oferta lhes foi feita. A história registra que eles a rejeitaram e se tornaram ainda mais obstinados (ver p. 19, 20 [CBASD]).

Há grande perigo de que, em nossa época de luz espiritual, as pessoas escolham viver sob a luz da antiga aliança. Elas sabem que a obediência é uma evidência da salvação, mas podem produzir uma obediência não santificada pela graça. Sem Cristo, estão tentando o impossível, e, por isso, se desanimam e exclamam: “Desventurado homem que sou!”(Rm 7:24). Se no momento do desespero encontram a Jesus, então Ele as capacita a fazer aquilo que é “impossível à lei” (Rm 8:3). Com a presença de Cristo no coração, “o preceito da lei” se cumpre nelas (Rm 8:4). CBASD, vol. 4, p. 767.

27 Farei que andeis. Ver com. [CBASD] de Ez 11:20 [Apenas os que têm coração renovado pela graça divina podem guardar a lei de Deus, porque “o pendor da carne … não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar”(Rm 8:7). A promessa de poder capacitador através da habitação interior do Espírito Santo era uma característica essencial da eterna aliança de Deus com a humanidade. Israel havia deixado de perceber isso. Os homens creram que a salvação podia ser conseguida por seus próprios esforços. Recusaram-se submeter-se à justiça que vem de Deus (Rm 10:3). Não viram necessidade de um salvador nem de conversão. Rejeitaram a experiência que, unicamente, os capacitaria para guardar a lei divina. CBASD, vol. 4, p. 670].

28 Sereis o Meu povo. Esta promessa dependia da concretização da pureza espiritual descrita acima. Se tivesse ocorrido o necessário reavivamento, os israelitas teriam residido definitivamente em sua terra. Jerusalém teria permanecido para sempre. Dela teria saído a pomba da paz para levar ao mundo todo a influência da verdadeira religião (ver DTN, 577; GC, 19). As palavras “vós sereis o meu povo, e Eu serei o vosso Deus”(ver Ez 11:20; cf. Jr 7:23; 11:4; 30:22) descrevem a relação de aliança de Yahweh com Israel. Esta relação incluía mais do que independência e prosperidade nacional; compreendia todo o plano de tornar Israel o núcleo espiritual de um programa missionário mundial. A rejeição da aliança (ver Mt 21:43) resultou na remoção do privilégio espiritual, mas isso não implicava necessariamente que os judeus nunca mais estabeleceriam um estado politicamente independente. Por outro lado, o atual estado de Israel não é, de forma alguma, um cumprimento destas antigas predições, e também não o seria qualquer retorno em massa dos judeus à palestina. Jesus declarou que a promessa da aliança foi dada a outro “povo”, ou seja, ao novo Israel (ver Mt 21:43). Através deste povo, Deus está operando para evangelizar o mundo (ver Rm 2:28, 29; 9:6; Gl 3:29; ver p. 17-20 [vol. 4 CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 767, 768.

29 De todas as vossas imundícias. A graça divina é prometida para impedir a recaída nos antigos caminhos. Esta experiência requer uma renovação diária da consagração, um recebimento diario de novos suprimentos de poder espiritual e a manutenção de constante vigilância contra o inimigo. CBASD, vol. 4, p. 768.

30 Multiplicarei o fruto. Estas bênçãos espirituais poderiam ter sido de Israel na época da entrada em Canaã (Dt 28:3-6). O pecado produziu seca e fome. Estas promessas não se aplicam de forma direta e literal aos cristãos. Antigamente, Deus trabalhava com uma nação geograficamente isolada. A prosperidade dessa nação devia ser uma lição objetiva para outras nações. Na nova aliança, os cristãos estão espalhados em todas as terras, e partilham das calamidades que sobrevêm a seus respectivos países. Contudo, Deus não Se esquece de Seu povo durante a calamidade. ele frequentemente intervém para oferecer proteção e bênção. CBASD, vol. 4, p. 768.

31 Tereis nojo de vós mesmos. Ver com.[CBASD] de Ez 20:43. Quando os portões celestes se abrirem para deixar entrar o povo que guardou a verdade, haverá novamente um sentimento de grande indignidade (ver PE, 289). Quando contemplarem as glórias que ultrapassam a imaginação humana, os redimidos lançarão suas coroas aos pés do redentor e atribuirão a Ele toda a honra (ver PE, 289). CBASD, vol. 4, p. 768.

35 Como o jardim do Éden. A Palestina seria tão abençoada que se assemelharia em excelência e prosperidade ao jardim do Éden. Esta promessa também dependia de fidelidade e obediência. A apostasia de Israel impediu seu cumprimento. CBASD, vol. 4, p. 768.

36 Então, as nações que tiverem restado ao redor de vós saberão. Ezequiel descreve as condições que poderiam ter existido. Era plano de Deus que pela restauração de Israel, fosse dada ao mundo uma demonstração da bondade e benevolência do verdadeiro Deus, de forma que todas as nações pudessem ser atraídas e receber a oportunidade de fazer parte de um novo sistema de governo espiritual. Infelizmente, os judeus que retornaram após o exílio criaram uma impressão inteiramente oposta. As outra nações, em vez de atraídas, foram levadas a blasfemar o Deus a quem judeus obstinados afirmavam adorar (ver p. 18, 19).

Na nova aliança, … Em vez de ter uma nação isolada para demonstrar as vantagens de Seu plano, Deus chama pessoas individualmente a tornarem sua vida tão atrativa que outros sejam levados a buscar o Deus a quem elas adoram. CBASD, vol. 4, p. 768.

37 Que Eu seja solicitado. Anteriormente, Deus havia Se recusado a ouvir (ver Ez 14:3, 4; 20:3). No entanto, chegaria o momento em que a “casa de Israel”, humilhada física e espiritualmente, perceberia sua dependência de Deus e buscaria orientação e conselho divinos sem os quais lhe seria impossível, como nação, compreender o elevado destino que a aguardava (ver p. 13-17 [vol. 4, CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 768, 769.



EZEQUIEL 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 36 – Em meio ao desespero, só é possível erguer a cabeça confiando em Deus. A graça de Deus alcança os miseráveis pecadores em sua desgraça.

Leia e medite…
“Em comparação com outros países [citados nos capítulos anteriores de Ezequiel], Israel permanecerá abençoado [Ezequiel 35:1-36:21] somente quando Deus, apenas por amor ao seu santo nome, agir para fazer um povo totalmente santo (36.21-23). Devido ao passado de Israel, a única maneira de se criar uma nação santa é mediante a atuação do Espírito de Deus (36.24-27)”, analisa Paul R. House.

• Sem o Espírito Santo agindo na vida dos pecadores não haveria quem se salvasse. Jamais deveríamos negligenciar o papel desse Ser Divino em nossa vida.

House avança mostrando que, em Ezequiel, a “infusão do Espírito corresponde em Jeremias à infusão da lei de Deus (Jr 31.31-34)… Só por meio do Espírito de Yahweh é que a totalidade de Israel pode ter a mesma fé do remanescente (36.27). Só então o Senhor terá uma total união em aliança com o povo escolhido (36.28)”.

Tal revelação de Deus nos faz pensar na igreja atual:
“Embora existam males na igreja, e tenham de existir até o fim do mundo, a igreja destes últimos dias há de ser a luz do mundo poluído e desmoralizado pelo pecado. A igreja, débil e defeituosa, precisando ser repreendida, advertida e aconselhada, é o único objeto na Terra ao qual Cristo confere Sua suprema consideração…” diz Ellen G. White.

Tem mais…
Cristo, “enquanto estende a todo o mundo Seu convite para que venham a Ele e sejam salvos, comissiona Seus anjos para que dispensem divino auxílio a cada alma que a Ele vem em arrependimento e contrição, e Ele vem pessoalmente pelo Seu Espírito Santo para dentro de Sua igreja”, diz White.

• O poder do Espírito Santo visa nossa restauração, transformação e salvação neste mundo pervertido, nunca nossa destruição ou condenação.
• O agir do Espírito Santo na vida do remanescente produz frutos espirituais, paz, alegria e compaixão, os quais motivam no cumprimento da missão.
• O Espírito Santo opera visando tornar um povo pecador e desobediente em um povo santo e obediente.

Deus quer fazer um transplante de coração em cada pecador para que tenha nova vida!

Você aceita ser paciente de Deus? – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
26 de janeiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 35 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 35 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)  

EZEQUIEL 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

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COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



EZEQUIEL 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de janeiro de 2021, 0:50
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720 palavras

Uma profecia contra Edom, símbolo tipológico de uma longa oposição ao povo do SENHOR. Deus defenderia seus seguidores, e Seir (palavra sinônima para Edom) seria destruída por causa de seu ódio, seu orgulho e violência. Bíblia de Estudo de Andrews.

Ezequiel está provavelmente usando Edom para representar todas as nações opositoras ao povo de Deus. O capítulo 36 diz que Israel será restaurada, enquanto este capítulo diz que Edom (os inimigos de Deus) serão feitos “uma terra desolada”. Life Application Study Bible Kingsway.

1 A palavra do SENHOR. É ordenado ao profeta que apresente outra profecia contra Edom (Ez 25:12-14). Por que mais uma condenação no meio de promessas de restauração? O profeta anota os obstáculos para a reocupação da Palestina. Os edomitas tinham invadido parte do sul da Palestina depois de Israel ter sido levado cativo. Babilônia, provavelmente, tenha permitido isso porque Edom parece ter tomado partido contra Israel no cerco de Nabucodonosor a Jerusalém (ver com. do v. 5). O profeta prediz a completa remoção desse obstáculo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 762.

2 Seir. Edom (v. 15), parente de Israel (uma vez que Jacó e Esaú eram gêmeos, Gn 25.21-30) e seu inimigo constante, da parte de quem a fraternidade era muitas vezes procurada, mas raramente achada (cf. Am 1.11). Era necessário lidar com Edom antes de Israel poder achar paz (cf. Gn 32, 33). V. 25.12 e nota [BEV]; Is 63.1-6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

[O monte Seir] é o maciço central do território dos edomitas, e representa Edom. … Tanto durante as invasões dos assírios, como durante as de Nabucodonosor, os edomitas aproveitaram para se estender sobre o território conquistado. Bíblia de Estudo de Andrews.

Do heb. Se’ir, que vem de uma raiz que significa “ser cabeludo”. Este era o nome do cabeça de uma família de horeus que se ligou por matrimônio a Esaú, de quem descendem os edomitas … Também designa uma cadeia montanhosa a leste da Arabá, que se estende desde o Mar Morto, ao sul. Aqui o termo, poeticamente, representa Edom (ver Gn 36:8, 9; Dt 2:1, 5; 1Cr 4:42). CBASD, vol. 4, p. 762, 763.

5 Inimizade perpétua. Este ódio vinha desde o tempo de Jacó e Esaú (Gn 27:41; cf. Gn 25: Na época do êxodo, Edom se recusou a dar passagem a Israel por dentro de seu território (Nm 20:14-21). Dentro do [processo de ] estabelecimento [de Israel] em Canaã, os edomitas assistiram com inveja ao crescente poder de Israel. Edom se unira a Amom e Moabe contra Judá, nos dias de Josafá (2Cr 20:10, 11; cf. Sl 83:1-8; ver introdução ao Sl 83). Parece que, quando os babilônios tomaram Jerusalém, ocupando os portões e colocando-se nas estradas que levavam ao campo, para impedir o escape dos fugitivos (Ob 11-14). No dia da calamidade de Jerusalém, os edomitas de forma maldosa e vingativa exclamaram: “Arrasai-a, arrasai-a, até aos fundamentos”(Sl 137:7). CBASD, vol. 4, p. 763.

na hora da desgraça. Edom saqueou Jerusalém em 586 a.C. (v. Ob 11-14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Eu te fiz sangrar [… visto que não aborreceste o sangue, o sangue te perseguirá]. Ou, “te preparei para o sangue”(ARC). Isso lembra as palavras de jesus: “Todos os que lançam mão da espada à espada perecerão”(Mt 26:52). CBASD, vol. 4, p. 763.

8 Montanhas … outeiros … vales … correntes. As características físicas aqui mencionadas descrevem a topografia de Edom. CBASD, vol. 4, p. 763.

9 Perpétuas desolações. Ao exultar de forma selvagem pela destruição do rival, e ao pretender superioridade sobre Israel, Edom ficou, contudo, em desvantagem. Para Israel haveria uma restauração; para Edom, apenas perpétuas desolações. CBASD, vol. 4, p. 763.

10 As duas terras. Isto é, Judá e Israel. CBASD, vol. 4, p. 763.

os possuirei. Contrastar com Dt 2.2-6, passagem que proíbe Israel de tomar o território de Edom, porquanto Deus o deu aos descendentes de Esaú. Bíblia de Genebra.

Ainda que o SENHOR Se achava ali. Deus designou o território de Israel como a herança peculiar de Seu povo. Embora Israel estivesse momentaneamente ausente de seu território, Deus ainda tinha interesse na terra e a preservava para o retorno dos exilados. … Na verdade, a terra pertencia a Yahweh (ver Lv 25:23; Os 9:3; Jl 2:18). CBASD, vol. 4, p. 763.

11 Serei conhecido deles quando te julgar. O juízo sobre Edom serviria para convencer Israel de que seu Deus não o havia abandonado. CBASD, vol. 4, p. 763.

15 Como te alegraste com a sorte da casa de Israel, assim também farei a ti. Assim como Edom havia se regozijado com a queda de Israel, outros se alegrariam com a eventual derrocada de Edom. CBASD, vol. 4, p. 763.



EZEQUIEL 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 35 – Ódio é uma arma apontada para quem odeia, não para o odiado. Precisamos tomar cuidado quanto a isso!

Medite:
1. Deus está atento a tudo. Ele age sabendo de cada detalhe, não por impulso ou por capricho. Ele não faz nada sem antes revelar aos Seus servos. Não somente o que fará, mas até mesmo as razões de Suas ações (vs. 1-5).
2. Edom era uma nação irmã de Israel. Ao ver a oportunidade de fazer o mal a Israel, quando foi à execução da disciplina provida por Deus, Edom exagerou e executou uma verdadeira chacina. Assim como um irmão que se alegra de outro ao vê-lo de castigo e zomba dele (v. 5).
3. A inimizade, o ódio e a raiva não agradam a Deus. Tais sentimentos entorpecem os que os abrigam no coração, obliteram a visão e deturpam a percepção da ética, da moral e da compaixão. O resultado de abrigar estes inimigos na alma é vergonha, desolação e destruição (vs. 6-7).
4. A lei do plantio se aplica na ética, na moral e na espiritualidade humana. Edom vai colher o que plantou. Considerando que a colheita é maior que a quantidade do plantio, os corpos dos assassinos edomitas serão ajuntados em montes de mortos (vs. 8-9).
5. Ignorar a Deus e tentar usurpar o que Lhe pertence significa planejar o impossível. É projetar a própria destruição. Apropriar-se da Terra Prometida a Israel após os judeus serem levados ao cativeiro, difamar o povo de Deus – sinônimo de atacar ao próprio Deus -, significa perder o respeito pelo Juiz do Universo; é a encarnação da rebeldia demoníaca. Deus não cruza os braços diante disso; Ele age para defender Seu rebanho (vs. 10-15).

O ódio de Esaú por Jacó se transmitiu a seus descendentes. Esaú vendeu sua primogenitura, depois ficou irado contra seu irmão (Gênesis 25:19-34) por desprezar o que lhe era por direito.
Vários profetas intentaram alertar edomitas para seu fim caso não mudassem de atitude (Isaías 34; 63:1-6; Jeremias 49:7-22; Ezequiel 25:12-14). Mas, infelizmente eles perseveraram em abrigar sentimentos negativos (Ezequiel 25:15; Amós 1:11-12; Obadias).

Inimizade, ódio e raiva…
• …não prejudicam o alvo desses sentimentos, mas o coração onde eles estão.
• …são autodestrutivos; o melhor é eliminar esses explosivos antes que eles nos destruam.
• …não traz benefício algum para ninguém, somente muitos malefícios.

Portanto, deixe Deus substituir os sentimentos negativos que matam pelo fruto do Espírito que vivifica (Gálatas 5:16-26).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.