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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/40
O capítulo 40 dá início à descrição em detalhes dos edifícios e serviços do templo renovado e apresenta um layout da nova cidade e da renovada terra em um Israel restaurado.
À medida que a visão começa vários pontos introdutórios principais são apresentados. A visão é recebida no Dia da Expiação (22 de outubro de 573 a.C.), próximo ao fim do ministério de Ezequiel. Esse era o dia solene em que, anualmente, o santuário era purificado. Além da purificação do santuário, Ezequiel tem uma visão poderosa do novo e melhorado templo restaurado.
Quando Ezequiel recebe a visão ele é instado a prestar muita atenção e fixar sua mente nos detalhes da visão porque sua tarefa é relatar tudo o que vê para o povo de Israel. Cativo na Babilônia e longe de sua amada Jerusalém e do templo, o povo de Israel precisa ser inspirado pela esperança. Eles precisam ouvir e ver esta imagem vívida acerca do que Deus quer fazer no futuro a favor deles.
Quando olhamos para a nossa própria situação no mundo, precisamos deixar que Deus nos inspire com sua visão de um novo céu e uma nova terra que Ele está reservando para nós.
Jon Dybdahl
Universidade de Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1088
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Para uma representação artística aproximada do que poderia ter sido o templo visto por Ezequiel em Ez 40, 41, veja: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/07/planta-sugestiva-do-templo-de-ezequiel/
Animação 3D da visão do templo: https://youtu.be/YNmERZkT6JM
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1150 palavras
Os cap. 40 a 48 constituem uma única profecia, de caráter singular. Eles apresentam a visão detalhada de um novo templo, um novo plano surpreendente para a divisão da terra e a visão das águas que comunicam vida e que brotam desse magnificente templo. … A posição mais simples [entre a literalista, a futurista e a alegórica] é a que segue os princípio de Ezequiel 38:1. Segundo esses princípios, a visão do templo teria sido cumprida literalmente se o povo tivesse sido fiel a seu legado. Mas como o povo falhou, a profecia não pôde ser cumprida em seu intento original. Comparativamente, poucos judeus retornaram, e estes ficaram muito aquém do propósito que Deus tinha para eles. Alguns aspectos da profecia (ver Ez 47) terão cumprimento com a igreja cristã, como é indicado por autores inspirados de época anterior.
A visão do templo é uma profecia ilustrativa, e devem se aplicados a ela os princípios delineados em Ez 1:10. Ezequiel viu uma representação da realidade e não a realidade em si… Se Deus sabia que tal templo nunca seria construído, por que Se daria ao trabalho de fornecer um modelo tão detalhado à futura nação? A resposta é: Deus não deixou de tentar nenhum método para levar os israelitas a aceitar o elevado destino que originalmente lhes foi planejado. … É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa, Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 787, 788.
Muitas interpretações tem sido dadas para a última visão de Ezequiel, incluindo (1) a visão literal, na qual este templo deveria ser realmente colocado em operação algum tempo depois do retorno de Israel do exílio; … (2) a futurista …; e a alegórica. … As evidências se ajustam melhor na visão literal, interpretada de acordo com os princípios dos cap. 38-39. A visão teria se cumprido literalmente pelo Israel histórico após seu retorno do exílio babilônico, se o povo, como nação, tivesse sido fiel em reclamar as promessas divinas feitas a eles a respeito de uma reforma espiritual. Andrews Study Bible.
Independente se o templo da visão é literal ou simbólico, parece que ela torna claro que esta é uma visão do reino final perfeito de Deus. Isto deu esperança ao povo do tempo de Ezequiel que tinha visto sua nação e seu povo serem destruídos, sem esperança de reconstrução num futuro próximo. … Um argumento contra a interpretação de que a visão de Ezequiel é uma visão futura do templo é que sacrifícios são mencionados (40:38043). Se os sacrifícios fossem reinstituídos nos últimos dias, então o sacrifício final de Cristo não teria sido final. O Novo Testamento deixa claro que Cristo morreu uma vez por todas e por todos (Rm 6:10; Hb 9:12; 10:10, 18). …
Nos dias de Ezequiel, contudo, a única forma de adoração era o que girava em torno de sacrifícios e cerimônias descritas de Êxodo a Deuteronômio. Ezequiel tinha de explicar a nova ordem de adoração em termos que o povo entendesse. Os próximos nove capítulos dizem como o templo era o ponto focal de tudo, mostrando que o relacionamento ideal com Deus é quando tudo se centraliza nEle. …
Ezequiel explicou o lugar da habitação de Deus em imagens que o povo podia entender. Deus queria que todos vissem o grande esplendor que Ele havia planejado para todos que vivessem fielmente. Este tipo de templo nunca havia sido construído, mas era uma visão que intentava tipificar o plano perfeito de Deus para Seu povo – a centralidade da adoração, a presença de deus, as bênçãos que fluem dEle, e a ordem da adoração e dos deveres da adoração. Não deixe que os detalhes obscureçam o objetivo desta visão – um dia todos os que forem fiéis a Deus desfrutarão vida eterna com Ele. Que a majestade desta visão inspire e ensine você a respeito do Deus que você adora e serve. Life Application Study Bible Kingsway.
É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa [do recomeço e da restauração], Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. Deus poderia simplesmente dizer ao povo que, no futuro, o templo deles seria reconstruído, mas isso seria um anúncio vago. Não haveria dúvidas quanto às intenções divinas se fossem apresentados cuidadosamente todos os detalhes da construção e do ritual. CBASD, vol. 4, p. 788.
1 Ano vigésimo quinto. Evidentemente, do cativeiro de Joaquim … O fato de o v. 1 se referir a “nosso exílio” (da mesma forma que Ez 33:21) indica que Ezequiel foi levado cativo junto com Joaquim. CBASD, vol. 4, p. 787.
no princípio do ano. Do heb. rosh hashanah, “cabeça do ano”. … É interessante notar que esta é a única ocorrência na Bíblia da frase rosh hashanah, nome que ainda hoje é dado pelos judeus ao Ano Novo, o dia 1º de tisri. CBASD, vol. 4, p. 787.
décimo dia. O décimo dia do sétimo mês é o Dia da Expiação. Ezequiel recebeu a visão de um santuário purificado/restaurado no mesmo dia em que o santuário era purificado anualmente (Lev 16). Andrews Study Bible.
40:2-43:11 Ezequiel, como um novo Moisés … , recebe uma visão do “modelo” do novo templo. O profeta vê: (1) características exteriores do complexo do templo (40:5-27), (2) características interiores (40:28-46) e (3) as dimensões do espaço sagrado (40:27-42:20). Então Ezequiel visualiza o retorno do Senhor ao templo (43:1-9) e recebe a ordem de descrever o modelo para o povo de Israel (43:10, 11). Bíblia de Estudo Andrews.
2 Monte muito alto. O profeta foi colocado sobre um local elevado para que, de um ponto privilegiado, pudesse examinar os detalhes da visão. CBASD, vol. 4, p. 788.
3 um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela idolatria (9.2). Bíblia Shedd.
Um cordel de linho. Seria usado para grandes medições (ver Ez 47.3). CBASD, vol. 4, p. 788.
Uma cana de medir. Ver Ap 11:1; 21:15. Esta seria usada para medições menores … teria três metros de comprimento. CBASD, vol. 4, p. 788.
5 A largura do edifício. Isto é, a espessura do muro que circundava o átrio. CBASD, vol. 4, p. 788.
12 Espaço. Talvez uma cerca diante das câmaras da guarda … de forma que a sentinela pudesse sair sem impedimento e olhar para um lado e para o outro do corredor. CBASD, vol. 4, p. 787.
16 Janelas com fasquias. Janelas com treliças fixas. CBASD, vol. 4, p. 791.
6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus. Bíblia Shedd.
39 Mesas. Os v. 39 a 41 descrevem as oito mesas sobre as quais eram imoladas as vítimas sacrificais. CBASD, vol. 4, p. 792.
43 oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7.11). Bíblia Shedd.
46 filhos de Zadoque. Uma vez que os outros sacerdotes haviam se envolvido com idolatria no templo anterior, somente os sacerdotes da linhagem de Zadoque serviriam no novo templo (ver 43:19; 44:10-15; 48:11). Bíblia de Estudo Andrews.
Para uma representação artística aproximada do que poderia ter sido o templo visto por Ezequiel em Ez 40, 41, veja: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/07/planta-sugestiva-do-templo-de-ezequiel/
Animação 3D da visão do templo: https://youtu.be/YNmERZkT6JM
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EZEQUIEL 40 – Alguns planos de Deus nunca irão se cumprir porque Ele respeita a livre vontade humana e faz profecias condicionais. Quando as condições são desprezadas, as profecias não são cumpridas.
• Por outro lado, há profecias incondicionais, as quais se cumprirão apesar de qualquer oposição.
“De muitas maneiras estes capítulos finais são os mais importantes do livro, visto que eles formam uma realidade culminante, o clímax da profecia de Ezequiel e da restauração de Israel. Essa seção inclui: 1) o novo templo (40.1-43:12); 2) o novo culto (43:13-46:24); e 3) a nova divisão da Terra Prometida (47:1-48.35)” (John MacArthur).
Os capítulos finais de Ezequiel são profecias condicionais, que jamais se cumprirão como estão descritas devido à negligência judaica. Sobre tais profecias, Frank Holbrook nos orienta:
• Algumas promessas proféticas nunca se cumprirão;
• As profecias suscetíveis a cumprimento se cumprirão de modo geral. Os aspectos principais cumprir-se-ão para a igreja de Cristo espalhada pelo mundo inteiro. E a igreja não está limitada à configuração original das profecias da Palestina;
• A única maneira segura de saber quais as promessas proféticas que se cumprirão, e de que modo, consiste em examinar como foram aplicadas pelos escritores do Novo Testamento;
• Sendo que as promessas proféticas do concerto ou aliança tornaram-se a herança do Israel espiritual (Gálatas 3:29; 6:15-16), elas não podem mais aplicar-se exclusivamente ao povo judeu. Ao contrário da opinião popular, o moderno Estado de Israel não se constitui cumprimento das profecias do concerto.
Para uma ideia geral do capítulo em apreço, William MacDonald nos fornece os seguintes tópicos:
• Um homem com uma cana de medir (vs. 1-4);
• A porta oriental do átrio exterior (vs. 5-16);
• O átrio exterior (vs. 17-19);
• As outras duas portas do átrio exterior (vs. 20-27);
• As três portas do átrio interior (vs. 28-37);
• Os utensílios para o sacrifício (vs. 38-43);
• As câmaras dos sacerdotes (vs. 44-47);
• O vestíbulo do templo (vs. 48-49).
A visão revela um Deus preocupado com Sua missão tendo Seu povo como instrumento. Todavia, a negligência espiritual dos crentes interfere na atuação profusa de Deus no mundo.
Vai ser muito triste se, caso chegarmos ao céu, Deus nos mostrar tudo o que poderíamos ter feito, mas por nossa falta de consagração muita coisa não foi realizada. Portanto, reavivemo-nos na missão! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 39 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 39 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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472 palavras
1 Profetiza ainda contra Gogue. Este capítulo continua o assunto do anterior, … acrescentando detalhes adicionais. CBASD, vol. 4, p. 783.
4 Aves… animais. Abutres e chacais estavam sempre prontos a se banquetear com os corpos dos que morriam em batalha (ver 1Sm 17:46; Ez 33:27). CBASD, vol. 4, p. 783.
9 Farão fogo com tudo isto por sete anos. É claro que esta parte da profecia não terá um cumprimento literal em relação à segunda vinda de Cristo e ao milênio. … a história teria seguido um caminho bem diferente se Israel tivesse permitido que Deus cumprisse Seus desígnios para com a nação. … Pode-se fazer a pergunta: Por que, então, essas coisas não se cumprirão no presente, quando há novamente um estado israelita na Palestina? A resposta é que, por causa da rejeição do Messias, os judeus foram rejeitados por Deus como nação. As promessas, desde a morte de Estêvão, pertencem ao Israel da nova aliança e se cumprirão em sentido espiritual. CBASD, vol. 4, p. 783.
11 Espantar-se-ão. Os viajantes … ao passarem por esse local … seriam compelidos a considerar o juízo infligido sobre os inimigos de Deus. … A localização precisa [a leste do mar Morto] não é importante para a interpretação da passagem. CBASD, vol. 4, p. 783, 784.
14 Homens que, sem cessar. Homens nomeados para esta tarefa que deviam continuar nela até que estivesse completa. CBASD, vol. 4, p. 784.
17 Às aves de toda espécie. Esta seção tem um notável paralelo com Apocalipse 19:17 e 18, uma passagem que indica quando e como este texto encontrará cumprimento parcial com referência à era cristã. Com o uso dos mesmos símbolos, João representa a imensa matança dos ímpios na segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 784.
21 Minha glória entre as nações. Ezequiel prediz o curso que a história seguiria se Israel, no cativeiro, tivesse aprendido com seu castigo … A derrota das multidões de Gogue não representa a aniquilação final de todo o pecado e a introdução de um novo céu e uma nova Terra. Em vez disso, descreve uma etapa intermediária. O cenário seria tão estupendo que evocaria admiração universal, para que todas as atenções fossem dirigidas a Deus e a Seus propósitos para com os habitantes da Terra. Esta se tornaria uma ocasião para grande expansão missionária por parte de Israel, o que culminaria com a introdução do reino de Deus. CBASD, vol. 4, p. 784.
23 Saberão as nações. Elas não mais afirmariam, como no passado, que os sofrimentos de Israel eram decorrentes do fato de Deus não ter conseguido proteger Seu povo. Veriam, em vez disso, a justiça e a coerência dos propósitos divinos, e como resultado seriam atraídas para o reino de Deus e procurariam fazer parte dele. CBASD, vol. 4, p. 784.
29 Derramarei o Meu Espírito. O reavivamento de Israel teria sido acompanhado por um grande derramamento do Espírito. Este poder prometido teria capacitado os judeus a evangelizar rapidamente o mundo e a se preparar para a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 784.
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EZEQUIEL 39 – Qualquer plano estabelecido sem Deus está absolutamente fadado ao fracasso. Por mais forte que seja o exército, por melhor que seja a estratégia, por mais recursos que se tenha – armas, táticas e habilidades físicas – são ineficazes frente ao que Deus propõe a fazer no mundo.
Temos muito a aprender do capítulo em pauta. Leia-o várias vezes em várias versões, ore e reflita em cada um de seus versos, depois medite nestes pontos:
• Inimigos do povo de Deus serão punidos devido aos seus pecados, injustiças e imoralidades; quando o juízo divino terminar, o universo inteiro terá convicção do poder de Deus que é justo, misericordioso e poderoso (vs. 1-8).
• Inimigos de Deus, desvinculados da fonte da vida, amantes do pecado, que é o combustível do fogo do juízo, serão plenamente destruídos; assim, Deus será plenamente vitorioso e terá resolvido para sempre o problema do mal (vs. 9-15).
• A destruição total de tudo que está relacionado ao mal revela a capacidade divina de vencer completamente sobre tudo o que invadiu e suplantou a criação que era perfeita (vs. 16-22).
• A restauração do povo de Deus do cativeiro revelaria o caráter de Deus ao mundo inteiro, a intolerância de Deus para com o pecado e Sua misericórdia para com o pecador. O reavivamento da nação desobediente só se daria com a atuação sobrenatural do Espírito Santo no coração do remanescente (vs. 23-29).
No plano divino, nenhum ímpio escapará do juízo e nenhum justo será esquecido, abandonado. Os que profanam o nome de Deus terão seus nomes riscados da terra dos viventes. Deus honra aqueles que honram o Seu santo e magnífico nome.
Os 7 anos de destruição (v. 9) simbolizam e revelam completude e perfeição na execução do julgamento. Os 7 meses de purificação (v. 12) revelam plenitude na restauração do que o pecado arruinou. O que aconteceu no passado é um reflexo do que Deus fará no futuro, conforme revela o livro de Apocalipse capítulo 19, 20 e 21.
Enquanto o pecador impenitente perde a vida, o pecador arrependido e restaurado recebe a plenitude do Espírito para viver o alto padrão idealizado por Deus à humanidade arruinada pelo pecado.
No fim, o caráter de Deus será vindicado e os reavivados serão redimidos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 38 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
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1766 palavras
[Nota: Julgamos relevante a seleção dos comentários selecionados de hoje em virtude da complexidade, riqueza, importância e aplicabilidade atual. Por exemplo, muitos aplicam esta profecia ao estado atual de Israel…]
38:1 – 39:29 Estes capítulos formam uma unidade literária e contém uma profecia sobre Gogue, da terra de Magogue. A mensagem principal é clara: no futuro (38:8, 16), Gogue iniciaria, do extremo norte (38:6, 15: 39:2), uma campanha, com seus aliados (38:2-8), contra Israel. Isso aconteceria depois que os judeus houvessem retornado do cativeiro assírio/babilônico (38:8, 12; 39:23, 25, 27, 28) e estivessem habitando com segurança em sua terra (38:8, 14; 39:26). Então, o juízo divino (38:18-22; 39:2-6, 17-20) destruiria Gogue e sua confederação nos montes de Israel (39:4, 15); dessa forma, Israel (39:7, 22, 28) e todas as nações saberiam que o Senhor é Deus (38:16, 23; 39:6b, 7, 13b, 21, 28) e Sua santidade seria vindicada (38:16b, 23; 39:7, 27). … A profecia sobre o ataque de Gogue ao povo de Deus seria cumprida no futuro (de acordo com a perspectiva do profeta Ezequiel), depois que Israel retornasse do cativeiro babilônico (39:23, 25, 27). “Gogue e Magogue” são inimigos futuros, que só atacariam quando Israel estivesse vivendo com segurança em sua terra, em paz com as nações vizinhas, sem sofrer nenhuma ameaça visível (38:11, 12). Bíblia de Estudo Andrews.
38:4 O primeiro aspecto mencionado como ação de Deus (38:4-16; 39:2) é uma descrição da estratégia maligna de Gogue (38:10). Ele planejou destruir Israel deliberadamente (v. 10-12) e seu orgulho o levou à própria destruição (ver a ênfase na primeira pessoa do singular nos v. 11 e 12). O orgulho e a destruição de Gogue refletem de perto o orgulho e a queda de Lúcifer retratados em Is 14:12-15 (comparar com Ez 28:17-19). Bíblia de Estudo Andrews.
1 A palavra do SENHOR. O princípio [da diferenciação entre o que é imediato e o que é futuro ou escatológico] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito á glória futura e de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. Contudo, isso não implica necessariamente que essas profecias não tenham um significado original. … Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nuca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? … No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de “Gogue e Magogue”. O Espírito de Profecia não faz uma exposição direta deste capítulo. … “Como influenciava as nações pagãs para destruírem Israel, assim, num futuro próximo, ele (Satanás) incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. TM, 465). Este conflito milenar terminará, finalmente, com a destruição de Satanás e suas hostes (denominadas “Gogue e Magogue”, em Ap 20:8), no final do milênio. Por esta época, o conflito terá atingido proporções globais e não poderá mais estar restrito à esfera indicada em Ezequiel 38 e 39, cuja referência é a um conflito militar contra um estado judaico politicamente restaurado (ver T6, 18, 19, 395). CBASD, vol. 4, p. 773, 774.
2 Gogue. Este é o nome escolhido por Ezequiel para designar o líder das hostes pagãs que atacariam o estado judaico restaurado após o retorno dos exilados (ver v. 14-16). Esforços para identificá-lo com qualquer personagem histórico são infrutíferos. … [No NT,] O termo é usado em conexão com Magogue para simbolizar as nações ímpias, as quais Satanás reúne após o milênio para atacar a Cristo e tentar tomar a Nova Jerusalém (Ap 20:8). … Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem um ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade prometida sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.
Da terra de Magogue. O “Magogue” de Ezequiel era a terra de Gogue, e, como no caso de “Gogue”, seu significado é obscuro. CBASD, vol. 4, p. 775.
4 Todo o teu exército. A vasta coalizão de povos foi totalmente equipada contra Israel. Seus planos pareciam ter sido cuidadosamente elaborados; os preparativos foram feitos. Do ponto de vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer. CBASD, vol. 4, p. 778.
8 Depois de muitos dias. Não se sabe a extensão de tempo aqui compreendida. CBASD, vol. 4, p. 779.
[Os montes de Israel, que] Sempre [estavam desolados]. Do heb. tamid, “continuamente” (ver com. de Dn 8:11). Os montes de Israel não estiveram sempre desolados, mas, durante o cativeiro, sim. Mesmo após o retorno do exílio, a reabilitação seria um processo gradual, e a restauração plena só viria após a destruição dos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 779.
10 Conceberás mau desígnio. Os v. 4 a 16 apresentam Deus como aquele que faz Gogue ir contra a terra de Israel. Aqui é observado que Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.
11 Aldeias sem muros. Cf. Zc 2:4, 5. Isto levaria Gogue a esperar uma vitória fácil. CBASD, vol. 4, p. 779.
12 No meio da terra. Literalmente, “no umbigo da terra”. … Aqui, a Palestina é representada como se estivesse no centro da Terra, talvez da mesma forma que Jerusalém foi colocada “no meio das nações e terras” (Ez 5:5). CBASD, vol. 4, p. 779.
16 quando eu tiver vindicado a minha santidade em ti. O Senhor está mostrando as obras e o curso de ação de Gogue, deixando claro seu caráter terrível por meio de sua conduta. Assim, a ação de Deus contra esse inimigo é justificada, e o Senhor vindica seu caráter de amor, verdade e justiça. Bíblia de Estudo Andrews.
Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria plenamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. Dos lábios de todas as criaturas, tanto as leais quanto as rebeldes, serão ouvidas estas palavras: “justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap 15:3; cf GC, 668-671). CBASD, vol. 4, p. 780.
17 De quem Eu disse nos dias antigos. Uma declaração-chave da profecia, afirmando que Deus, por intermédio de Seus profetas, falara a respeito de Gogue no passado. Isto quer dizer que, anteriormente, o Senhor havia se referido ao assunto de forma geral, pois em nenhuma outra passagem do AT existe uma profecia direta mencionando Gogue. O nome Gogue só ocorre mais uma vez (1Cr 5:4), porém numa genealogia, não em profecia. Bíblia de Estudo Andrews.
Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. Deus predisse que haveria guerra constante entre a semente da mulher (a igreja) e Satanás. … Naturalmente, qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. A narrativa de Gogue, neste capítulo, é uma descrição do tipo de resistência que haveria no período pós-exílico por um Israel restaurado que, finalmente, cumprisse sua missão divina. Uma vez que a profecia era condicional e as condições não foram preenchidas, as predições não se cumpriram para o Israel literal. Contudo, não se pode projetar todos os detalhes para o futuro, esperando que se cumpram, então. Só se pode esperar, com certeza, que tenham uma aplicação futura os aspectos reiterados posteriormente por autores inspirados. CBASD, vol. 4, p. 780.
19 Será fortemente sacudida. Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o “bramido do mar e das ondas” e “homens desmaiarão de terror”, não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). … Nem uma vez, durante a longa história da Terra, exceto em dois eventos bíblicos (ver Js 10:12, 13; 2Rs 20:8-11), o sol deixou de se mover em seu ciclo normal. Todas as leis naturais têm funcionado com consistência regular. Os seres humanos têm confiado na permanência dessas operações, esquecendo-se dAquele em quem “tudo subsiste” (Cl 1:17). Escolheram, em Seu lugar, o ídolo da ciência e, em realidade, “o deus deste século” (2Co 4:4). O fato de que o mundo natural será fortemente sacudido será para eles um terrível despertamento para a tragédia de que o deus que escolheram, “o príncipe da potestade do ar” (Ef 2:2), não tem poder sobre os elementos da natureza. Contudo, ele reivindicava posição e poder de igualdade o Filho de Deus (ver com. de Ez 28:13) e afirmava que, se lhe fosse dada oportunidade, exerceria controle mais equitativo sobre o mundo do que Cristo. Foi-lhe dada a oportunidade para tal demonstração. Agora, em meio a uma Terra cambaleante, todos veem a falsidade e a arrogância de suas reivindicações e descobrem, demasiado tarde, que o tempo de graça se encerrou para sempre. CBASD, vol. 4, p. 780, 781.
21 A espada de cada um. Isto também encontra paralelo durante o tempo da terrível desilusão, quando as multidões descobrirem que foram iludidas pelos líderes religiosos e, em sua ira, se voltarem contra os mesmos. “As espadas [ou os seus equivalentes modernos] que deveriam matar o povo de Deus são então empregadas para exterminar os seus inimigos. Por toda parte há contenda e morticínio” (GC, 656). De acordo com o relato do AT, houve muitas ocasiões em que Deus trouxe livramento a Seu povo fazendo com que os inimigos lutassem uns contra os outros (ver Jz 7:22; 1Sm 14:20; 2Cr 20:22-24). CBASD, vol. 4, p. 780.
22 Grandes pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétimas praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O “fogo” pode achar correspondente nos “relâmpagos” de Apocalipse 16:18. Com respeito a estes, é feita a aplicação: “Relâmpagos terríveis estalam dos céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas” (GC, 638). CBASD, vol. 4, p. 780.
23 Saberão [Tb em 38:16; 39:6, 7, 22 e 28]. À medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que Seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 780.
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EZEQUIEL 38 – Os inimigos do povo Deus, por mais ousados e poderosos que sejam, nunca terão a última palavra frente aos planos divinos.
A profecia contra Gogue nos ensina preciosas lições nos dias atuais!
Gogue não é um país ou nação específica na geografia política do mundo. É a representação simbólica de todos os inimigos do povo de Deus em todas as épocas.
“É pura fantasia querer neles descobrir uma referência velada à Rússia ou a outras nações da atualidade. Mesmo que se admita que esta profecia tenha aplicação escatológica (para o fim dos tempos), isto não quer dizer que estes nomes (citados em Ezequiel 38 e 39) se aplicam a nações específicas. Na batalha escatológica descrita em Apocalipse 20:7-10, os termos Gogue e Magogue simplesmente designam todas as nações ímpias empenhadas na última batalha contra o Altíssimo” (Siegfried J. Schwantes).
O sensacionalismo nas profecias chama a atenção dos incautos, atrai multidões e torna popular o seu proclamador. Isso explica por que muitos apreciam pregá-las. Porém, se não estiverem em harmonia com a intenção do Autor do texto sagrado, por trás desse pregador está o espírito do próprio demônio, que querendo exaltar-se intentou o engano como estratégia.
O texto nos informa que Deus…
• …sabe sobre as nações que intentarão atacar Seu povo que retornaria do exílio à Terra Prometida, conhece as estratégias e planos dos pagãos antes mesmos deles decidirem o que farão. Desejando salvá-los, Deus, através de oráculos, confronta aqueles que O estão sempre confrontando (vs. 1-10).
• …conhece o futuro e prevê ações dos exércitos das nações que se Lhe opõem e pretendem atacar Seu fragilizado povo pelas consequências de seus pecados, após ser restaurado pela graça e misericórdia divinas à sua terra. Para proteger Seu povo, Deus intervém nos planos dos pagãos (vs. 11-23).
A teologia deste texto é impressionante. O Grande Conflito é batalha de Deus, não do ser humano. O alvo é o povo, o qual será prêmio daquele que vencer. Satanás luta para conquistar a todos para Si; em contrapartida, Deus entra na batalha para vencer.
• Com Deus, venceremos!
Observe atentamente os versículos 16 e 23. Estude-os! Agora reflita: A redenção tem a ver com o governo de Deus, bem como com a necessidade do pecador! Isso está claro em Gênesis 3:14-15. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 37 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)