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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 49 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 49 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
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1287 palavras
1 Ouvi-me, terras do mar. Deus fala às “terras do mar”, ou nacoes gentias que ficavam às margens do Mediterraneo. Este versiculo da inicio a uma seção importante do livro de Isaias (Is 49-53), nas qual o “servo” do Senhor é basicamente Cristo. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Setimo Dia, vol. 4, p. 292.
Pode significar “nações remotas”, ou o estrangeiro em geral. Bíblia Shedd.
Desde o ventre de Minha mãe fez menção do Meu nome. Jesus recebeu Seu nome antes de nascer. Bíblia Shedd.
Desde o momento da concepção, Cristo foi separado para um propósito: trazer salvação para a humanidade (Mt 1:20, 21). O quadro profético do Messias em Sua obra é inigualável. CBASD, vol. 4, p. 292.
2 Como uma espada aguda. Isto e, a mensagem do Messias seria eficaz. A espada é um símbolo apropriado do poder cortante, penetrante da Palavra de Deus (ver Os 6:5/ Ef 6:17; 2Ts 2:8; Hb 4:12; Ap 1:16; 19:15, 21). CBASD, vol. 4, p. 292.
Flecha. Outro símbolo do poder penetrante das palavras de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 292.
3 És Israel. O versículo que os judeus usam para dizer que estas profecias dizem respeito à descendencia natural de Israel; não deve ser assim interpretado, pois é a definição do verdadeiro Israel de Deus, que revela a gloria de Deus, para proclamar as virtudes do seu Salvador (1Pe 2.9-10). Bíblia Shedd.
4 Debalde tenho trabalhado. Foi verdade que Cristo, às vezes, sentiu que Seu ministério em prol da humanidade era pouco apreciado. CBASD, vol. 4, p. 292.
5 Para reunir Israel a Ele. Cristo veio para trazer Israel de volta a Deus (ver Ez 34:11-16; Mt 15:24). CBASD, vol. 4, p. 292.
6 Luz para os gentios. Ele [Cristo] veio para ser o Salvador, não só de Israel, mas do mundo (Jo 3:16). Barreiras nacionais seriam derrubadas (Ef 2:14), e Sua mensagem de esperanca chegaria aos confins da Terra (Mt 24:14; sobre a missão de Israel no mundo, ver p. 12-25). CBASD, vol. 4, p. 292.
7-12 Agora Deus é Quem fala sobre a gloria do Seu Servo desprezado, o qual virá a ser mediador da aliança e Redentor do seu povo. Bíblia Shedd.
7 Os reis O verão. Comparar com Is 52:15. O Messias viria como “servo” (Is 49:15; 52:13; ver com. de Is 41:8) e seria desprezado (Is 52:14; 53: 2, 3), mas chegaria o tempo em que os mais honrados da terra se ajoelhariam diante dEle e O adorariam (ver Sl 72:10, 11; ver com. de Is 45:23; 52:13-15; ver também p. 15-17). Ninguém foi tão odiado como Ele, e ninguém é mais amado do que Ele. CBASD, vol. 4, p. 292.
8 No tempo aceitável. Literalmente, “num tempo de favor [divino], referindo-se à vida e ao ministério de Cristo (vr Is 61:2; cf Lc 4:19). CBASD, vol. 4, p. 292.
As herdades assoladas. Uma expressão figurada. O Messias traria a Seu povo o cumprimento das promessas feitas aos pais. … A terra estava desolada e arida espiritualmente, como resultado do pecado (ver DTN, 36, 37); mas, quando chegou a hora, Deus enviou Seu Filho ao mundo (Gl 4:4), e por meio dEle derramou “um diluvio de graca vivificadora, o qual nunca seria impedido nem retido enquanto o plano da salvacao se houvesse consumado” (DTN, 37). CBASD, vol. 4, p. 292, 293.
9 Em trevas. Isto é, as trevas da ignorância e do pecado. Cristo veio à Terra como a Luz do mundo, para tirar a humanidade das trevas para a gloriosa e salvadora luz do evangelho. CBASD, vol. 4, p. 293.
Pastarão nos caminhos. Representa-se um rebanho aos cuidados de um pastor amoroso, que não lhe deixa faltar pasto nem água (ver Sl 23; Jo 10:11, 14). CBASD, vol. 4, p. 293.
Voltariam em paz para suas casas, ate tirando proveito dos obstáculos. Bíblia Shedd.
12 De longe. Os exilados de Israel voltariam de todas as partes à sua terra natal, e dos confins da Terra caminhariam para a verdadeira luz (ver com. do v. 11; ver Is 56:6-8). CBASD, vol. 4, p. 293.
Sinim. Provavelmente uma terra distante ao sul ou a leste de Judá, visto que o norte e o oeste já foram mencionados [hipóteses propostas pelos teólogos: China, Assuã, Persia]. CBASD, vol. 4, p. 293.
Pode ser Assuã, no Nilo, onde se desenvolveu uma colonia israelita. Bíblia Shedd.
14 Mas Sião diz. Deus tinha grandes planos para Seu povo, mas este pensava que o Senhor o havia esquecido (ver com. de Is 40:27; 54:6, 7; cf Sl 137:1-4). CBASD, vol. 4, p. 293.
15 Pode uma mulher …? O amor mais forte que o ser humano conhece é o de uma mãe por seu filho, e Deus usa esse amor para ilustrar o Seu amor por Israel. CBASD, vol. 4, p. 293.
16 Nas palmas das Minhas mãos te gravei. Ou “inscrevi”, “te esculpi”. Israel temia que Deus tivesse Se esquecido das promessas da aliança feitas a seus pais (ver com. do v. 14). A situação de Israel na época de Isaias podia sugerir tal esquecimento. No entanto, Deus declarou que eles nao tinham ideia da profundidade e durabilidade de Seu amor por eles como um povo (ver Dt 7:7, 8). Por toda a eternidade, as marcas dos pregos nas maos de Cristo serao um lembrete de Seu amor pelos pecadores (ver Jo 15:13). CBASD, vol. 4, p. 293.
Teus muros. Isto é, os muros de Sião, símbolo de força e do bem estar da nação. CBASD, vol. 4, p. 293.
17 Teus filhos. Isto é, os judeus do exílio, que voltariam para reconstruir os muros de Jerusalém, apos a destruição de Nabucodonosor (2Rs 25:10). CBASD, vol. 4, p. 294.
Teus destruidores. Os assírios e, principalmente, os babilônios. Os destruidores de Jerusalém seriam destruídos. CBASD, vol. 4, p. 294.
18 Todos estes. Isto é, os exilados que retornariam (ver Is 60:4, 5), e que junto com os prosélitos gentios, reergueriam os muro de Siao (Is 60:3, 4, 10; ver p. 15, 16). CBASD, vol. 4, p. 294.
De todos estes te vestirás. Representa-se Sião vestida com seus habitantes como uma noiva elegantemente adornada. Os exilados e os prosélitos seriam para ela como ornamento de graça e beleza (ver Is 62:3; Ml 3:17). CBASD, vol. 4, p. 294.
A gloria, a formosura e o atavio de uma mulher israelita era ter a sua família ao seu redor. Jerusalém, agora triste, é convidada a receber, com júbilo, seus filhos que voltam. Bíblia Shedd.
19 Estreita demais. Judá seria restaurada e repovoada. Se a nacao restaurada tivesse sido fiel, o territorio original se tornaria pequeno demais para o aumento da população (ver Is 54:2, 3; Zc 10:10). CBASD, vol. 4, p. 294.
21 Quem me gerou … ? Sião, ao se considerar abandonada e desolada (ver com. do v. 14), se enriquece com sua situação (ver Is 54:1). CBASD, vol. 4, p. 294.
Em exílio. Antecipando-se ao cativeiro babilônico, Isaias, sob inspiração divina, ouve o Israel cativo falar do que lhe sucederia “às margens dos rios da Babilonia” (Sl 137:1). CBASD, vol. 4, p. 294.
22 As nações. As nações ajudariam os judeus à retornar à sua terra natal e a restaurar Sião após o cativeiro (ver com. de Ed 7:15; 8:25-27; ver p. 16-19). CBASD, vol. 4, p. 294.
23. Reis serão os teus aios. Os governantes da terra ajudariam os judeus a retornar à sua pátria e a reconstruir Siao. CBASD, vol. 4, p. 294.
Lamberão o pó. Expressão oriental que descreve a humilhação dos súditos ou dos povos conquistados perante seus superiores ou conquistadores (cf. Mq 7.17; Sl 72.9). Bíblia Shedd.
24 Tirar-se-ia a presa ao valente? Uma pergunta retórica, cuja resposta esta nos v. 25 e 26. CBASD, vol. 4, p. 294.
Jesus é o Redentor que tira a presa de Satanás. Bíblia Shedd.
25 Os presos. Refere-se, primeiramente, aos hebreus cativos, os que foram levados pelos assírios e os que seriam levados por Nabucodonosor, e depois, de modo figurado, a todos os feitos cativos por Satanás. CBASD, vol. 4, p. 294.
Salvarei. A resposta é enfatica: Deus pode e irá salvar. Seu povo nada tem a temer. Eles não devem concentrar a atencao na forca de seus opressores, mas no poder de seu grande Libertador. CBASD, vol. 4, p. 294.
Teus filhos. Isto é, os filhos de Sião (ver v. 14-22). Isaias se refere em particular aos exilados hebreus espalhados por terras estrangeiras. … É privilegio dos pais reivindicar para seus filhos a promessa feita ao antigo Israel, pois os pequeninos sao objeto do amor divino. CBASD, vol. 4, p. 294.
26 Com sua própria carne. Cf 9.20. É o castigo que o zelo do Senhor faria cair sobre os opressores vencidos. Bíblia Shedd.
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ISAÍAS 49 – Incrédulos experimentam as promessas de Deus. A graça divina alcança a todos os que não a merecem; do contrário, não seria graça – a qual visa beneficiar aos indignos do favor divino.
Nas seguintes profecias, “a atenção dos exilados é desviada da sua situação infeliz na Babilônia e dirigida para a terra natal, e em particular para a cidade-mãe. Como era fato inegável, Jerusalém estava em ruínas durante o período do exílio; mas o profeta está confiante ao olhar para o futuro e ver a restauração e suas glórias futuras” (David F. Payne).
As muitas promessas de restauração são excessivamente boas para serem acreditadas. “O povo não acreditava nessas promessas (49:24), porém Deus garante que cumprirá todas elas. Os opressores serão derrotados, e todo homem saberá que eu sou o Senhor, o teu Salvador (49:25-26). Deus será, de fato, glorificado em Seu povo (49:3)” (Edouard Kitoko Nsiku).
O propósito de Deus é sempre salvar o pecador perdido, desprovido de solução para seu caso. A estratégia divina é a graça, mediante Seu servo. Observe os detalhes deste capítulo:
1. Deus chamou Israel desde o princípio (ventre) e trabalha preparando-o para uma obra especial na terra (vs. 1-2).
2. Como servo, em vez de glorificar a Deus, Israel foi uma tremenda decepção, não atingiu as expectativas divinas (vs. 3-4).
3. Porém, surge outro servo, que também é chamado do ventre materno, e fará a obra de Deus de forma plena (vs. 5-6):
a) Vai restaurar Israel;
b) Vai ser luz para os gentios.
4. Deus conforta Seu povo espalhado pelo mundo (v. 13). Para deixar isso claro, Ele o faz usando a figura de…
a) Uma mãe que não decepciona Seus filhos. Seu cuidado, proteção e guia trarão tão grande sucesso ao mundo que muitos estrangeiros se unirão ao Senhor (vs. 14-23).
b) Um valente guerreiro que enfrenta qualquer gigante que se opõe ao Seu povo. Como bom guerreiro Deus arranca das mãos de inimigos ferozes os que nEle esperam (vs. 24-25).
Deus grava nossos nomes nas palmas de Suas mãos, Seu terno amor ultrapassa ao amor de uma boa mãe. Deus quer restaurar tudo o que o pecado arruinou em nós e em nosso planeta. Apenas precisamos aprender a confiar nEle!
“Senhor, reaviva-nos! Amém! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 48 – Primeiro leia a Bíblia
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663 palavras
1 Ouvi isto. Isaías se dirige aos hipócritas de Israel, aqueles que professavam servir a Deus, mas na verdade faziam o que queriam (ver com. de Mt 6:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 288.
2 Da santa cidade tomam o nome. Esses traidores professavam ser cidadãos de Sião, mas o eram apenas no nome … Eles buscavam os benefícios que resultavam da lealdade a Deus, mas não estavam dispostos a pagar o preço da obediência (ver com. de M7 7:21-27). Queriam todos os privilégios do discipulado, mas se recusavam a assumir as responsabilidades. CBASD, vol. 4, p. 288.
3 As primeiras coisas … anunciei. Não os pagãos, mas o infiel povo de Judá é chamado a reconhecer a presciência de Deus. CBASD, vol. 4, p. 288.
De repente. Deus predisse esses eventos, mas os hipócritas infiéis foram pegos de surpresa (ver Mt 24:39). Em Tessalonicenses 5:1 a 8, há um conselho semelhante para os que aguardam a vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 288.
5 O meu ídolo fez estas coisas. Israel tinha acabado de sair do Egito quando atribuiu sua libertação a um ídolo (Êx 32:4). CBASD, vol. 4, p. 288.
8 Eu sabia que procederias mui perfidamente. Deus conhecia o caráter perverso dos israelitas e sabia que não queriam acreditar e que, até o fim, tentariam justificar sua rebeldia. A seguir, ele apresenta uma série de predições incomuns, incluindo o cativeiro por vir, a missão de Ciro um século antes de sua época, a libertação do jugo babilônico e outros eventos que culminariam com a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 288, 289.
9 Por amor ao Meu nome. Por causa da perversidade …, o povo de Judá não merecia a misericórdia ou o favor de Deus. Sua queda, porém, traria opróbrio sobre seu santo nome, pois O considerariam caprichoso, vingativo e incapaz de cumprir seus próprios planos. O nome de Deus representa Seu caráter: um Deus “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6). CBASD, vol. 4, p. 289.
11 Por amor de Mim. Se não tivesse redimido Israel, o nome do Senhor teria sido profanado entre os pagãos. Deus restauraria os filhos de Israel, não por mérito deles, mas por Sua misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 289.
16 Agora, o SENHOR Deus Me enviou a Mim e o Seu Espírito. De acordo com o contexto … Cristo é Quem fala. Foi Deus Quem enviou Jesus em Sua missão. Jesus tem estado com o Pai desde o início (Jo 1:1-3); mas, quando o Pai Lhe deu uma obra a realizar neste mundo de pecado, Ele deixou o Céu para cumpri-la (Jo 1;14; 3:34; 6:29, 57; 17:3, 4). Quando Jesus veio ao mundo como o Messias, Deus enviou o Espírito Santo para estar sobre Ele (Is 11:2; 42:1; 61:1-3; Mt 3:16; Lc 4:18-21; Jo 1:32, 33; At 10:38). Aqui são mencionados os três membros da Divindade (ver com. de Is 42:1). CBASD, vol. 4, p. 289.
17 Que te ensina o que é útil. Cristo veio para ensinar à humanidade os segredos da paz e das bênçãos … e guiá-la no caminho da vida eterna. CBASD, vol. 4, p. 289.
18 Ah! Se tivesses dado ouvido aos Meus mandamentos! Os mandamentos de Deus foram dados para guiar a humanidade nos caminhos da paz e da justiça (Sl 119:1, 2, 6, 9, 165; Pv 3:1, 2). Todas as leis de Deus são para o bem do ser humano, para guiá-lo no caminho da retidão e protegê-lo do pecado e do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 290.
19 Os teus descendente, como a areia. ver Gn 22:17; 32:12. A obediências resultaria numa descendência numerosa; mas a desobediência causaria extinção. CBASD, vol. 4, p. 290.
20 Saí da Babilônia. Esta é uma antecipação do tempo quando Deus chamaria Seu povo para sair de Babilônia [literal], a fim de não ter o mesmo destino dela (jr 50:8; 51:6, 45). Nos últimos dias, faz-se o mesmo convite urgente ao povo de Deus; contudo, com respeito à Babilônia espiritual (Ap 18:4). CBASD, vol. 4, p. 290.
22 Não há paz. Paz é o resultado seguro da justiça (ver com. de Is 32:17), e é completamente inatingível para os que andam nos caminhos do mal. No v. 18, a paz está associada à obediência aos mandamentos de Deus. Embora o ser humano busque a paz com sinceridade, não pode assegurá-la a não ser pelos meios instituídos por Deus. CBASD, vol. 4, p. 290.
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ISAÍAS 48 – Ser negligente espiritual, relaxado na religião, morno na prática da fé, relapso no cumprimento da missão significa estar enredado nas teias do mal pensando que tudo está bem.
Os judeus se acomodaram em Babilônia, afrouxaram no propósito divino para eles e perderam o foco espiritual, que era a vinda do Messias. A única forma de resolver nossa apatia espiritual, nossa letargia religiosa e nossa indisposição para cumprir a missão resume-se em ouvindo a Palavra de Deus.
O capítulo em pauta foi divido por John N. Oswalt da seguinte forma:
ESCUTA AO SENHOR:
1. A palavra de Deus:
a) Coisas do passado (vs. 1-5).
b) Coisas novas (vs. 6-11).
2. Escuta-me:
a) O Senhor da eternidade e do tempo (vs. 12-16).
b) Se houvesses atendido (vs. 17-22).
“Seria de se pensar que os judeus estivessem ansiosos para deixar sua ‘prisão’ e voltar para sua terra, a fim de ver Deus fazer coisas novas e grandiosas por eles. Porém, haviam se acostumado com a segurança do cativeiro e se esquecido dos desafios da liberdade. Não é difícil para a igreja de hoje se acomodar com seu conforto e fartura. Deus pode nos colocar na fornalha [assim como enviou os judeus para o exílio] para nos lembrar de que estamos aqui para ser servos e não consumidores ou espectadores” (Warren W. Wiersbe).
Neste maravilhoso texto, “o Senhor se apresenta como Deus absoluto e eterno (o primeiro e também o último), o criador e sustentador do universo, o organizador de sua história, o Deus da profecia, e anuncia que suscitará alguém a quem ele ama (Ciro) para derrotar os babilônios e libertar o povo de Israel. Observe as três pessoas da Trindade no versículo 16: O Senhor Deus, Seu Espírito e a mim (i.e., Cristo). Aqui ocorre uma transição quase imperceptível de Ciro para seu antítipo, o Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).
Deus não nos quer estagnados numa forma exterior de religiosidade (v. 1) nem desviados da religião verdadeira (v. 5). Por isso, bondosamente, Ele oferece graça e anseia que abandonemos a Babilônia espiritual, isto é, os princípios, filosofias e práticas que não Lhe agradam (Apocalipse 18).
A obediência a Deus promove tudo o que a desobediência roubou. Paz e alegria são proporcionais à obediência. Obedeceremos? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 47 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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Leitores atentos observam a surpreendente semelhança entre parte do simbolismo e da linguagem do Apocalipse e passagens de Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Fica claro que João, sob inspiração divina, usou muito da linguagem dos profetas antigos, a fim de apresentar as experiências da igreja numa terminologia familiar e significativa ao leitor do AT. A opressão causada pela Babilônia histórica e sua subsequente desolação ofereceram a João uma descrição vívida da opressão do povo remanescente de Deus pela Babilônia espiritual e da final desolação da mesma. O simbolismo e a linguagem do Apocalipse se tornam mais claros e significativos quando estudados à luz do que os profetas antigos escreveram com respeito aos acontecimentos de seus dias. Vários aspectos do castigo de Babilônia histórica ajudam a entender o castigo da Babilônia espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 284, 285. [Ver quadro comparativo entre Isaias 47 e Apocalipse 16 a 19 nesta referência, à p. 285.]
1 Virgem filha. Babilônia era prostituta (cf. Ap 17:1, 5). As prostitutas ligadas aos antigos templos orientais eram chamadas de “virgens santas”, mas não eram nem virgens nem santas. Babilônia se jactava de sua religião, que aparentemente tinha glória e beleza, mas na verdade era abominação. O profeta desmascara a “virgem filha” e revela sua vergonha. em vez de se sentar num trono, ela assumiria seu lugar, no pós da terra, símbolo de luto e desolação (cf. Is 3:26; comparar com Ap 17:4). CBASD, vol. 4. p. 284.
2 Mói a farinha. Tarefa braçal realizada pelas mulheres [em especial, as escravas]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Babilônia se considerava uma senhora (Is 47:7; cf. Ap 18:7), mas se tornaria uma escrava (cf. Êx 11:5;Jó 31:10). Seria privada dos ornamentos e das roupas finas com que se enfeitava, e todos veriam a figura de uma escrava, deformada por anos de trabalho pesado. CBASD, vol. 4. p. 285.
Desnuda a perna. Literalmente, “tira a saia”. Assim as imagens assírias retratam as mulheres cativas. CBASD, vol. 4. p. 285. [Nota: Não necessariamente retratando as escravas babilônicas. Esta arte da época, imagens em artefatos e inscrições assírias, retratava o tratamento dado às escravas naquela época. Possivelmente escravas do próprio império assírio, feitas muito antes da queda de Babilônia, frente aos persas. na época da queda de Babilônia, a Assíria já não existia como nação dominante do Oriente.]
Atravessa. O quadro é de um grupo de escravas tristes, despojadas de suas vestes, de pés descalços e nuas atravessando um riacho a caminho da terra do cativeiro. CBASD, vol. 4. p. 285.
5 Assenta-te calada. Em vez de alegria e regozijo, haveria silêncio de desolação e morte (ver Jr 50:12, 13, 39; 51:26, 29, 43, 62). CBASD, vol. 4. p. 286
rainha dos reinos. Babilônia era cidade belíssima (ver 13.19 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Muito me agastei. Deus permitiu que Babilônia punisse o povo ímpio de Judá (ver Jr 5:15; Hb 1:6), mas não sancionou as crueldades que Babilônia lhe infligiu. Por causa da crueldade e voracidade, Deus destruiria Babilônia, a destruidora (Jr 50:10, 11; 51:25). Deus lidou com a Assíria d forma semelhante (Is 10:5-15). CBASD, vol. 4. p. 286.
profanei a minha herança. Deus permitiu a invasão de Samaria e de Jerusalém. Bíblia Shedd.
7 Eu serei senhora para sempre! Com jactanciosa confiança, Babilônia pensava que seria sempre a principal cidade e senhora do mundo. Da mesma forma, Roma se considerava a “cidade eterna”. Nos últimos dias, a Babilônia espiritual também se considerará uma rainha destinada a jamais prantear (Ap 18:7). CBASD, vol. 4. p. 286.
Nem te lembraste do teu fim. Em sua prosperidade e glória, Babilônia não ponderou o resultado de sua conduta ímpia e de sua arrogância. Felizes os que se lembram de que “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7), e que os caminhos do mal são sempre “caminhos de morte” (Pv 14:12). CBASD, vol. 4. p. 286.
8 Além de mim não há outra. Só Deus pode afirmar isso (Dt 4:35, 39; Is 44:8; 45:5), mas Babilônia logo declarou isso de si mesma. Nínive também havia se vangloriado de forma semelhante (Sf 2:15). CBASD, vol. 4. p. 286.
Não ficarei viúva. Comparar com Ap 18:7. CBASD, vol. 4. p. 286.
Tuas feitiçarias. O misticismo de Babilônia não a salvaria da destruição. Na última noite da história de Babilônia, os astrólogos e videntes chamados diante de Belsazar foram incapazes até de ler a escrita na parede, sem falar na incapacidade de salvar a cidade de sua sorte (Dn 5:7, 26-31). É por meio da feitiçaria que a Babilônia espiritual consegue enganar e desviar as nações da terra (Ap 18:23). Pela prática do ocultismo, os feiticeiros babilônicos professavam ter contato com os deuses. Contudo, quando suas declarações foram postas à prova puderam apenas admitir vergonhosamente que não possuíam tal poder. CBASD, vol. 4. p. 286.
11 Por encantamentos não saberás conjurar. Deus predisse a queda de Babilônia um século e meio antes, de fato antes de surgir o império neobabilônico. Mesmo assim, todos os sábios da Babilônia ficaram surpresos quando essa hora chegou (Dn 5:4-9; cf Mt 24:39). Os feiticeiro não tinham encantamentos contra o decretos dos céus e o poder de Ciro. CBASD, vol. 4. p. 286.
12 Tirar proveito. As palavras de Isaías tinham um tom irônico. Como sabia que Babilônia recorreria à feitiçaria a despeito de qualquer advertência, Isaías propôs, com evidente ironia, que continuasse com sua tolice. CBASD, vol. 4. p. 286.
13 Os que dissecam os céus. Literalmente, “os que dividem os céus”. A astrologia … era forte na antiga Babilônia. Estudava-se o céu com atenção bem como sinais de eventos futuros. Mas de nada valeriam os esforços dos astrólogos babilônios. CBASD, vol. 4. p. 286, 287.
Os que em cada luz nova te predizem. Literalmente, “os que fazem saber [o tempo das] luas novas”, um campo da antiga ciência da astronomia. CBASD, vol. 4. p. 287.
14 Aqui não existem brasas para aquecer ninguém. Referência sutil à lenha, material do qual os pagãos às vezes faziam ídolos (ver 44.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Aqueles com quem negociaste. Babilônia era “terra de comerciantes” e “cidade de mercadores” (Ez 17:4). A Babilônia espiritual também está intimamente ligada aos “mercadores da terra” (Ap 18:11-19). O grande interesse da Babilônia antiga estava em coisas materiais e em ganho financeiro. O uso ilegítimo de bênçãos materiais sempre prova ser uma maldição para aqueles que as acumulam (ver Dt 8:10-18; Os 2:5-9; Lc 12:13-21; ver p. 19-20). CBASD, vol. 4. p. 287.
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ISAÍAS 47 – Babilônia está novamente nos escritos do profeta Isaías. Antes de extrair preciosas lições de vida, considere esta análise:
“Segundo a tradição antiga, o profeta Isaías foi serrado em pedaços. Não podemos ter certeza da veracidade da tradição, mas sabemos que um dos primeiros feitos da alta crítica foi fazer algo parecido com sua profecia. A teoria de uma profecia dividida está ganhando tanto terreno que ninguém pode ter erudição se hesita em aceitar a autoria dupla de Isaías. Do capítulo 40 até o final, somos informados com cansativa repetição, temos uma passagem que não foi escrita por Isaías, mas por um profeta do exílio – o grande desconhecido” (J. Sidlow Baxter).
Mas, Isaías continua falando de Babilônia neste capítulo – tema que teve início nos capítulos 13, 14 e 21. Babilônia, que, inicialmente pequena, ao crescer, aumentou sua arrogância, crueldade, orgulho, egoísmo e amor à luxúria (vs. 1-8), recebeu a sentença divina (vs. 9-15).
O mesmo Isaías “passa a expandir agora o tema que mencionou brevemente em 13:10. O Senhor condena a astrologia da Babilônia, sua adoração as estrelas e sua apreciação pela magia (47:9-13)” diz Edouard Kitoko Nsiku. Sim, “o texto censura a crueldade da Babilônia (v. 6), sua arrogância (v. 7,8,10) e a sua devoção à astrologia e às práticas da magia (v. 12,13)”, explica David F. Payne.
“Estas coisas”, afirma Nsiku, “além de causarem a ira de Deus, não tem utilidade alguma. Para os babilônios, não serviram para protegê-los do julgamento de Deus (47:14-15)”.
A condenação da Babilônia seria a salvação do povo remanescente de Deus. Apesar das notas pessimistas, os humildes as entenderam como boas-novas.
As lições que extraímos para nossa vida são as seguintes:
• Quando a injustiça é praticada na Terra, Deus vê, julga e redime os injustiçados.
• A crueldade, orgulho (arrogância), presunção e práticas religiosas antibíblicas são todos pecados que levarão àqueles os amarem à destruição.
• Aqueles que permitem que a humildade e a submissão a Deus sejam suas características principais certamente serão livres da desgraça dos pecados de Babilônia.
Deus quer salvar todas as pessoas que estão enraizadas na cultura de Babilônia apocalíptica. Por isso Seu apelo:
“Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes de seus flagelos” (Apocalipse 18:4) – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 46 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 46 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)