Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
28 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO MALAQUIAS 4 – Primeiro leia a Bíblia

MALAQUIAS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MALAQUIAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de abril de 2021, 0:40
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MALAQUIAS 4 – Este é o último capítulo do profeta Malaquias. Até aqui, o Antigo Testamento, mostra-nos a vitória do bem sobre o mal, da justiça sobre a injustiça, de Deus sobre o pecado. Sim, o pecado vai ter fim, não restará nada.

Este último capítulo do Antigo Testamento, pode ser assim dividido:
• Deus revela o grande dia do acerto de contas com aqueles que não fizeram caso dEle, ignorando Seu plano de salvação (v. 1);
• O grande dia da recompensa daqueles que em primeiro lugar em sua vida e tornaram-se justos (vs. 2-3);
• Antes do veredicto final Deus que o mundo todo conheça Suas Leis e o plano da salvação, oferecendo a última oportunidade de salvação aos perdidos (vs. 4-6).

Dois pontos desse texto merecem destaque:
• Um dia Deus vencerá completamente sobre o mal: Raiz e ramos referem-se ao mal e seus agentes: Satanás, demônios e amantes doo pecado. “Os pecadores serão queimados como o fogo consome o restolho; eles se tornarão como cinzas sob os pés dos santos” (W. W. Wiersbe). “Naquele dia, o perverso será como restolho chocho, vazio, sem valor […] aqueles que pensam que o mal compensa, um dia saberão a diferença entre o justo e o perverso” (Hernandes Dias Lopes).
• Esse dia aponta ao final do milênio de Apocalipse 20 e à renovação da Terra em Apocalipse 21-22: Esse é o clímax final do plano da salvação. “Jesus é aquele que traz a totalidade das promessas de Deus para nós […] Aos ímpios, o fogo destrói. Aos justos, o sol traz ‘cura’ (ou ‘saúde’, que é o que se entende). Esta é a proposta do Senhor: morte ou vida” (Isaltino Coelho Filho).

Interessante que o texto mostra Deus fazendo tudo para que antes da volta de Jesus haja um despertar poderoso baseado na Palavra, visando o salvar ao maior número de pessoas (vs. 4-6).

No juízo executivo Deus aniquilará totalmente ao pecado; Satanás, os demônios e seus agentes nunca mais existirão.

Essa ação divina resultará em alegria indescritível ao Universo inteiro, os salvos saltarão de alegria como bezerros libertos da estrebaria. O Antigo Testamento não termina com maldição, mas com um alerta! Evite a maldição que resulta do pecado a fim de que te alegres eternamente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Conte-nos o que você achou de estudar o Antigo Testamento:



O período intertestamentário
27 de abril de 2021, 13:47
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Estamos chegando ao fim do estudo do Antigo Testamento. O que aconteceu no período entre o Antigo e o Novo Testamentos?

Entre o último livro escrito do Velho Testamento, Malaquias, e o primeiro escrito no Novo Testamento, Marcos, ocorreram mais de 400 anos. Foram anos em que não houve revelação profética, chamados por muito de “anos de silêncio”. Porém, em termos sociais e políticos, estes anos não foram nada silenciosos.

Historicamente, houve a dominação persa, da qual poucos detalhes se sabe da Palestina neste período. Com a dominação greco-macedônica, primeiro por Alexandre e depois pelos reinos Selêucidas, ao norte, e Ptolemaico, ao sul, houve uma forte tendência de helenização cultural e religiosa, principalmente no reino de Antíoco Epifânio IV (selêucida), que chegou a erigir uma estátua a Zeus e a sacrificar um porco no templo em Jerusalém. A oposição a Antíoco deflagrou a revolta dos macabeus, que durou 24 anos e que resultou na independência de Judá em 142 a.C. (evento que deu origem à festividade judaica Hanukah). Esta independência durou até 63 a.C., quando os romanos assumiram o controle, sob o general Pompeu. Este general tomou Jerusalém após um sítio de três meses, massacrou os sacerdotes e entrou no lugar Santo dos Santos, iniciando um amargo período de dominação romana.

Literariamente, houve a produção da Septuaginta, tradução para o grego dos livros hebraicos que geraram o nosso Antigo Testamento. O objetivo desta tradução era colocar as Escrituras na língua que os judeus da dispersão (iniciada com os exílios assírio e babilônico), que já não falavam hebraico, pudessem compreender. Isso permitiu sua disseminação também a todo o mundo de fala grega de então. A Septuaginta também incluía muitos livros de cunho histórico, porém de teologia duvidosa e contraditória com os demais livros canônicos (reconhecidos como inspirados por Deus). Estes foram chamados de apócrifos. Não aceitos pelos judeus quando da formação do cânon da Bíblia hebraica, foram confirmados na Bíblia católica pelo Concílio de Trento (1546) e confirmados pelo Concílio Vaticano I (1869 – 1870).

Socialmente, ocorreu a Diáspora (ou dispersão) dos judeus por todas as partes conhecidas do mundo de então, começando com as invasões assírias e babilônicas. Aonde moravam, os judeus se reuniam nas sinagogas e concentravam sua vida religiosa no estudo da Torá (Pentateuco). Quando os apóstolos começaram a evangelizar fora da terra de Israel, os primeiros lugares que eles visitavam eram as sinagogas.

Afastados do templo, com o objetivo de conservar a sua identidade, os judeus passaram a congregar em sinagogas, centro de ensino e estudo da Torá. A classe (ou partido) que se reuniu em torno das sinagogas foi a dos fariseus, que se esforçaram por interpretar a Lei de Moisés, colocando assim uma “cerca” para que os judeus se mantivessem vivendo em retidão perante Deus. Estas interpretações estavam compiladas na Mishnah e no Talmude.

Em torno do templo se compôs a classe aristocrata dos saduceus, em menor número, porém com grande poder político. Rejeitavam qualquer doutrina que não estivesse explicitamente citada na Torá, incluindo a da ressurreição.

Significativas, ainda, são as classes dos essênios e dos zelotes. Os essênios se compunham de um grupo separatista, semelhantes aos fariseus, que ressaltavam a rigorosa observância da lei e consideravam o sacerdócio do templo corrupto. Eles reuniam-se em comunidades, como a de Qumran, que preservou os Manuscritos do Mar Morto. Já os zelotes se compunham de judeus que visavam a independência dos romanos pela força. Sendo muito combativos, presume-se que tenham sido os causadores da destruição de Jerusalém, em 70 d.C. Foram exterminados na fortaleza natural de Massada, último reduto da rebelião contra o império romano.

Todas estas mudanças históricas, culturais e sociais compuseram o quadro observado no Novo Testamento. Foi neste ambiente heterogêneo de insatisfação política e social que nasceu, viveu e pregou nosso Redentor e Senhor Jesus Cristo.

 

Fatos históricos entre Malaquias e Jesus

Fatos históricos entre Malaquias e Jesus

Fontes:
Comentários da Bíblia de Estudo NVI Vida. Editora Vida.
Sue Graves. O que é a Bíblia? Uma Introdução ao Livro da Fé Cristã. SBB.



MALAQUIAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
27 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO MALAQUIAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

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MALAQUIAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de abril de 2021, 0:40
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MALAQUIAS 3 – A decepção tende a levar à acusação a Deus. Estude este capítulo e tire tuas próprias conclusões.

“O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).

Ao voltar do cativeiro babilônico parece que nada era bom como antes. Tudo parecia deprimente, isso interferia na espiritualidade dos crentes. “Uma melancolia geral tomou conta dos judeus, uma decepção para com Deus visível nas reclamações e também nos atos. Como as pessoas diziam na época: ‘Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos…?’” (Yancey).

Frente a tal melancolia, com ritmo de apostasia, Malaquias ergue sua voz com ousadia. Qual é sua mensagem?
• Há um juízo em vista: Um mensageiro, João Batista, será o precursor do Messias, o qual trará juízo. Malaquias mescla a primeira com a segunda vinda e a terceira vinda de Cristo (vs. 1-5).
• Em resposta à aparente distância de Deus e frente a Sua silente indiferença indagada em 2:17, o profeta mostra a negligência espiritual do povo que roubava a glória de Deus. O roubo nos dízimos e nas ofertas era apenas uma evidência externa de que Deus não era prioridade na vida do crente já fazia muito tempo (vs. 6-12).
• A vida desprovida de intimidade com Deus tira do coração o que é prioridade para dar lugar ao que é supérfluo, levando os crentes e os líderes espirituais às criticas infundadas contra Deus. Apesar disso, nitidamente Deus mostra que, no juízo, todos verão quem é quem e ali será evidente as vantagens de permanecer fiel a Deus em toda situação (vs. 13-18).

As pessoas podem frequentar à igreja quantas vezes quiserem, devolver fielmente os dízimos e até entregar volumosas ofertas, mas sem um relacionamento intenso e constante com Deus, priorizando-O e glorificando-O acima de tudo, de nada adiantará no dia do juízo.

Crer em um juízo universal ajuda as pessoas a se consagrarem diariamente. Todavia, saber que há um Deus que recompensará a consagração exclusiva a Seu serviço motiva ainda mais a colocar as coisas espirituais acima dos bens materiais.

Cuidado para não cair nas práticas erradas dos judeus da época de Malaquias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
26 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO MALAQUIAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MALAQUIAS 2
26 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ml/2

Alianças são acordos. Duas partes concordam e selam sua promessa. Em seguida, cada um faz o que tem se comprometeu de fazer.

Dois relacionamentos de aliança estão neste capítulo. Um se refere aos sacerdotes de Israel. Como descendentes de Levi, eles fizeram convênio de servir apenas a Deus. Deus então proveria uma “vida de paz”.

O casamento foi o segundo. Duas pessoas, um homem e uma mulher, conhecem-se, aprendem a amar-se, tratam-se com respeito e criam uma família centrada em Deus.

Os sacerdotes de Israel eram corruptos em sua adoração. Os maridos de Israel eram infiéis com suas esposas. A aliança foi quebrada.
Deus cumpriu Sua parte do tratado, mas Israel não.

Nosso relacionamento com Deus também é uma aliança. Aprendemos sobre Deus e Seu amor. Por meio de nossa caminhada diária, aprendemos a respeitá-Lo mais. Nossa fé e confiança crescem. Deus se torna o centro de tudo o que fazemos. Prometemos servi-lo somente. Por sua vez, Deus nos ama, protege e provê.

Malaquias advertiu Israel: “Portanto, preste atenção ao seu espírito.” Este aviso ecoa através dos tempos. Deus deseja fazer aliança com um povo fiel. Procuremos amá-Lo mais a cada dia à medida que desfrutamos de Suas bênçãos.

Merle Poirier
Gerente de Operações, Adventist Review Ministries, Silver Spring, Maryland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1173
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de abril de 2021, 0:50
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933 palavras

1 Sacerdotes. Os que deviam ser os verdadeiros professores e líderes espirituais (ver com. de 2Cr 15:3) são denunciados pelo profeta (Ml 2:1-3). CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1239.

2 Amaldiçoarei as vossas bênçãos. Possivelmente, é uma referência às bênçãos que os sacerdotes estavam acostumados a pronunciar sobre o povo (ver Lv 9:22, 23; Nm 6:23-26). No entanto, mais provavelmente seja uma referência às bênçãos que o próprio Deus outorgara sobre eles (ver p. 14, 15), como prometido pelo profeta Ageu um século antes (Ag 2:15-19). CBASD, vol. 4, p. 1239.

Já. A “maldição” deve estão ter ficado evidente aos sacerdotes e ao povo. CBASD, vol. 4, p. 1239.

3 Atirarei excremento. Evidência extrema de desprezo. CBASD, vol. 4, p. 1239.

Referência às fezes das entranhas dos animais sacrificados. Deveriam ser removidas do santuário e queimadas (Lv 4:11, 12). Receber excremento no rosto seria algo terrivelmente humilhante e desqualificaria o sacerdote de exercer seu ofício. Como os sacerdotes haviam profanado o Senhor (Ml 1:7), Deus os profanaria. Bíblia de Estudo Andrews.

Vossas festas (ARC). Deus não considera como Suas estas festas observadas em Sua honra, porque, na observância das mesmas, os sacerdotes expressavam nada mais que sua própria vontade e seu prazer. CBASD, vol. 4, p. 1239.

4 Minha aliança. A aliança de “sacerdócio perpétuo” (Nm 25:13) foi dada a Fineias, neto de Arão, por sua parte em eliminar a adoração de Baal-Peor do acampamento de Israel (ver Nm 25:3-13). CBASD, vol. 4, p. 1239, 1240.

Com Levi. A tribo de Levi foi escolhida por Deus para o serviço por causa da fidelidade de seus filhos em tempos de crise (ver com. de Êx 32:29). CBASD, vol. 4, p. 1240.

6 Instrução. Do heb. torah, todo o conjunto dos ensinos divinos (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1). Este versículo mostra que Deus pretendia que os sacerdotes fossem líderes espirituais por preceito e exemplo. CBASD, vol. 4, p. 1240.

7 Procurar a instrução. O povo tinha o direito de esperar instrução adequada dos sacerdotes sobre as questões espirituais (ver com. de 2Cr 15:3). CBASD, vol. 4, p. 1240.

10 Pai. Conforme indica o paralelo na frase seguinte, o termo se refere a Deus como pai de Israel (Êx 4:22; Os 11:1), não a Abraão, conforme alguns sugeriram. Bíblia de Estudo Andrews.

Não nos criou o mesmo Deus? De todos os povos antigos, somente os judeus honravam a Deus distintamente como criador, como indicado na observância do sábado do sétimo dia, apontado no quarto mandamento do decálogo (ver Êx 20:8-11). Dessa forma, convinha-lhes considerar seus companheiros como irmãos, acima de todos os outros. É correto esperar hoje que os que honram a Deus como criador considerem todas as pessoas como seus irmãos. CBASD, vol. 4, p. 1240.

11 Judá. Toda a nação de Judá era culpada de afastar-se de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1240.

Adoradora de deus estranho. Mulher não israelita que adora ídolos. Os homens de Israel haviam recebido a proibição expressa de se casar com elas para não se afastarem de Deus (Êx 34:11-16; Dt 7:3, 4). Este versículo revela que o principal motivo para a proibição deste tipo de casamento não era racial ou étnico, mas a preservação da pureza religiosa do povo. Bíblia de Estudo Andrews.

12 Seja quem for. Literalmente, “o que vela e o que responde” (ARC). O primeiro, possivelmente, se refere ao vigia ou sentinela, e o segundo, ao povo ou aos soldados despertados pelos vigias para agir. Em outras palavras, embora os transgressores de Judá visualizassem o perigo vindouro, a falta de arrependimento deles requeria que todos eles fossem “eliminados”. CBASD, vol. 4, p. 1240.

13 Ele já não olha para a oferta. Enquanto eles persistissem nos maus caminhos, Deus não aceitaria os sacrifícios que levavam diante dEle. Agir assim seria confirmá-los nos maus caminhos. CBASD, vol. 4, p. 1241.

14-16 Malaquias afirma que o casamento é muito mais do que um contrato civil e envolve uma aliança permanente entre marido e mulher, tendo o Senhor como testemunha. Por isso, Deus

odeia o repúdio. Ele detestava o fato de os homens de Israel colocarem fim a seu relacionamento conjugal para se casar com mulheres estrangeiras. Esta é uma das declarações mais fortes no AT sobre o sentimento de Deus em relação ao divórcio. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Por quê? Esta indagação é uma evidência da autojustificação cética do povo (ver com. de Ml 1:2), que se recusa a admitir a culpa (ver p. 1233, 1234). CBASD, vol. 4, p. 1241.

Mulher da tua mocidade. Talvez uma indicação de que muitos desses sacerdotes ímpios tenham despedido a esposa e tomado outra, possivelmente mulheres pagãs (ver Ed 9:1, 2; Ne 13:23-28). Também é possível que o adultério espiritual seja referido neste versículo, como no v. 11. CBASD, vol. 4, p. 1241.

15 Fez … um. O Senhor condena fortemente os homens dos dias de Malaquias que, ao divorciar-se da esposa legítima, violavam os princípios fundamentais de unidade no relacionamento matrimonial. CBASD, vol. 4, p. 1241.

16 Odeia. Deus revela Sua própria atitude pessoal quanto ao divórcio. Portanto, o homem que se divorcia da esposa legítima “cobre de violência as suas vestes”; isto é, da iniquidade, das quais ele não consegue escapar. CBASD, vol. 4, p. 1241.

17 Enfadais. A paciência divina chegou ao fim. Deus suportou por muito tempo a reclamação e o descontentamento de Seu povo. A prosperidade a a glória que eles esperavam logo fosse deles (ver p. 14) não chegaram, e, então, eles questionaram a justiça e a santidade de Deus, bem como a certeza do juízo futuro. CBASD, vol. 4, p. 1241.

Passa por bom. Às vezes, os malfeitores tentam dar a impressão de que, na verdade, são bons e de que são prosperados e abençoados por Deus por causa de sua bondade. CBASD, vol. 4, p. 1241.

O Deus do juízo. O povo não negava a existência de Deus, mas duvidava de que Ele estivesse preocupado com a conduta humana. Para propósitos práticos, eles se tornaram deístas. Os pagãos tinham um conceito semelhante de seus deuses. CBASD, vol. 4, p. 1241.



MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de abril de 2021, 0:40
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MALAQUIAS 2 – Precisamos aprender a ler a Bíblia. “Deus não pretende que a leitura bíblica funcione simplesmente como uma droga para a mente aflita. A finalidade da leitura da Bíblia é despertar a nossa mente, não colocá-la para dormir” (J. I. Packer).

Observe a revelação divina em Malaquias 2:
• Enquanto o crente preocupa-se com orações não respondidas (1:13), Deus Se preocupa com o estilo de vida errado de Seu povo (2:16). Quando Deus não responde tuas orações, não O questione; questione-se. O erro nunca está com Deus.
• Se o casamento está falido, o perdão é a melhor solução para reatar a união. Quando falta perdão é porque sobra orgulho; deste modo, o fim de união sempre parecerá o início da solução.
• Quem pratica a religião equivocadamente (vs. 2-9), terá posturas erradas perante Deus e atitudes impróprias diante das pessoas, inclusive do cônjuge (vs. 10-17);
O número de divórcios é tão alto na sociedade atual que muitos filhos se sentem constrangidos em dizer que seus pais são casados.
• A falta de relacionamento sério com Deus conduz as pessoas a relacionamentos contrários aos planos divinos: Jugo desigual (vs. 10-12).

Este capítulo em questão foi tão forte ao povo antigo como o é ao povo moderno, isso porque com mais de 2.400 anos, ainda vivemos numa sociedade imoral e perversa. No versículo 16 Deus disse que odeia duas coisas:
1. “Eu odeio o divórcio”;
2. “Eu odeio aquele que cobre de violência as suas vestes”.

Tem muita gente que não dá a mínima para as máximas de Deus. A imoralidade sexual multiplica-se rapidamente em nossa sociedade. No dia do juízo, Deus não dará a mínima para absolver da condenação estas pessoas (v. 17).

A infidelidade a Deus (vs. 1-9) gera deslealdade no mais íntimo dos relacionamentos (vs. 10-16). Quem tem coragem de romper com o Senhor, terá coragem de romper com qualquer amor. O jugo desigual é um rompimento com a Palavra do Senhor. Cuidado!

O divórcio com Deus gera divórcio com o cônjuge; é por isso que Deus odeia tanto (detesta) o divórcio. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras, e ainda perguntais: Em que o enfadamos?” (v. 17).

A vida de relacionamento com Deus é percebida nos relacionamentos com as pessoas: compromisso afetuoso. Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
25 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO MALAQUIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

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MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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